domingo, 24 de janeiro de 2010

Isso que é amor

Um amigo do Blog tomou um pé na bunda dia desses. Ele não se conformou quando a mocinha ensaiou o adeus. Nosso craque levava a relação a serio, e fazia questão de dizer isso pra ela.

O romance ainda estava no início e cada dia havia uma nova descoberta no casinho. Mas a que encerrou o romance foi pra lá de reveladora.

Depois de perceber que a moça estava um pouco mudada, que já não atendia mais as ligações dele, o jogador resolveu conversar com a sapeca. Afinal de contas, se é pra acabar a relação que seja algo bem claro para os dois.

Ele tentou que a conversa fosse pessoalmente, mas ela já não queria mais vê-lo. Então, o único jeito era conversar por telefone:

- Mas por que você está agindo assim?, quis saber o protagonista dessa história.
- Ah, não sei, artilheiro. É que eu já estou com outra pessoa...
- Mas por que isso? Sempre te tratei bem. Nunca te faltou nada.
- Eu sei, mas é que é diferente agora.
- Poxa... te dei amor, carinho, a melhor companhia. Te levei nos melhores restaurantes, em todas as festas que você queria ir. Viajamos juntos para lugares que você sempre quis conhecer e nunca pode ir.
- "Você nunca vai me entender", disse a danadinha, tentando encerrar a conversa.
O craque continuou:
- Você está sendo ingrata comigo. Te apresentei minha família, fiz com que você se sentisse a mais amada. Sempre que você pedia uma coisa eu te dava: roupa de marca, perfume importado... Tudo!
Mas aí, veio a tal descoberta reveladora:
- Eu sei, artilheiro. Ele também me dá tudo isso. E ainda por cima está pagando a minha faculdade...

***
GAME OVER!

Depois dessa, só restou ao nosso craque desligar o telefone e dar outro rumo à vida.

Que coisa, não?!

***
FÉRIAS: amados leitores e Inimigas do Blog, o A Culpa É Delas está entrando de férias por conta do carnaval. Esse Rio de Janeiro anda muito agitado.

Fica o recado para as mocinhas que não são daqui, mas pretendem pular a folia nos blocos mais animados do mundo: podem vir que serão muito bem-vindas.
Mas cuidado: nossos artilheiros já estão com o time em campo e mais habilidosos do que nunca. Mantenham a disciplina e os bons costumes. Um deslize e pronto: vira post no ACED.

Depois do carnaval, a gente volta, contando os detalhes do fantástico e incompreensível mundo cor-de-rosa.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

A dupla interpretação

Nem só de vitórias vivem nossos craques. Sim, também saímos sem o tão sonhado gol em algumas partidas, mas nem por isso deixamos de contá-las aos nossos leitores, e muito menos deixamos de acreditar que elas não sejam as culpadas.

Vejam só o que aconteceu com um artilheiro que comemorava o aniversário de sua prima numa casa de shows, na Lapa.

Assim que ficou sabendo do evento, nosso camisa 9 foi questionado por uma amiga sobre qual seria a 'boa do fds'. Ele convidou e ela aceitou, avisando: vou levar uma prima minha! "ótimo, tudo bem", falou.

No dia da festa, tudo corria muito bem, todos chegaram até o ponto de encontro, entraram na casa de shows com os nomes na lista e começaram a beber freneticamente. Os amigos do artilheiro (as duas meninas e mais um camarada), e a galera convidada da aniversariante. A casa não estava muito cheia e nosso artilheiro começou a rodear a prima da sua amiga. Musicas depois, o Homem-gol já estava aos beijos com a morena, de sorriso lindo.

Fim de noite e nosso atacante conseguiu convencer a moça, e a prima, de que poderia levá-la em casa. Tudo esquematizado! Já no carro, os beijos foram aumentando, até que na porta do prédio da moça, ela sugeriu:

"Não para o carro aqui não, fica ali que não tem muito movimento". Como o nível alcoólico do artilheiro não era dos melhores (NÃO, A LEI SECA AINDA NÃO EXISTIA), ele aceitou a ordem e deu partida no carro.

Assim que estacionou ele partiu para cima da mocinha e, num ato de insanidade, abaixou as calças! hahahaha. Ela, no desespero, só teve tempo de gritar. "O que é isso? Guarda isso. Vou embora!".

E nosso matador tinha lá que adivinhar que o carro parado na frente do prédio da menina atrapalharia o trânsito de uma das principais ruas do Flamengo?

domingo, 3 de janeiro de 2010

Uma prova de amor

Feliz 2010, queridos leitores e adoradas leitoras! Todo ano que nasce já começa com a promessa de ser especial. E esse, de fato, é muito especial. 2010, caros amigos e inimigas do blog, é ano de Copa do Mundo! É ano de belas jogadas, jogos memoráveis e gols inesquecíveis.

Culpadinhas de plantão, fiquem ligadas! Mediante qualquer vacilo vocês serão eternizadas na calçada da fama do A Culpa É Delas.

Pra começar o ano, a comissão técnica do ACED escolheu uma historinha daquelas. Aconteceu dia desses em um bar do Leblon.

Em uma mesinha no centro do bar, um grupo de amigas bebia e conversava. Estavam empolgadas e mal podiam imaginar o desfecho daquela noite. Na mesa ao lado, um casal, mais pra lá do que pra cá, também jogava conversa fora e alguns beijos apaixonados.

Em determinado momento, o carinha levantou-se e foi ao banheiro. Para chegar ao toillet, ele teve que cruzar a mesa das mocinhas alegres por duas vezes, quando foi e quando voltou. Mas sabe-se lá por conta de quê, a namorada dele cismou que uma das mocinhas tinha dado em cima do cara. Coitado, ele era só mais uma vítima Delas!

O tempo fechou.

A mulher ficou incontrolável. Aos berros, insultava a moça da mesa ao lado. As outras não entendiam o que estava acontecendo. E a sapecona começou a baixar o nível.

- Sua piranha... tá dando mole pro meu namorado!, esbravejava.

O cara se apressou para acalmar a situação. Nessa altura, os garçons já estavam em volta, tentando ajudar de alguma fora. Num elã, a danada, que continuava gritando, pegou uma tulipa cheia de chope e jogou em cima da mocinha!

Aí ficou complicado. As amigas da mocinha partiram pra cima da brigona. Garçons em cena tentando apartar e as portas começaram a ser fechadas. Barraco no Leblon! Coisa que não passa nas tramas de Manoel Carlos!

Usando sua força, o namorado começou a gritar com a namorada, pedindo calma e explicando que nada tinha acontecido, que a mocinha, em momento algum, mexeu com ele. Foi aí, já sem força para lutar e para levar a confusão adiante, ela pediu uma prova de amor.

Se fosse uma cena bonita, a gente até que pedia para tocar de fundo a música "Uma prova de amor", de Toninho Geraes e Nelson Rufino, que faz sucesso na voz de Zeca Pagodinho. Mas não é o caso...

A danada disse o seguinte, sem prestanejar:

- Se você me ama, vai lá e dá um soco nela... na cara dela!

***
Aí é demais, né?!

A prova de amor da mocinha era nada mais nada menos que uma agressão física a uma pobre inocente. Nobres leitores, elas estão descontroladas.... e em ano de Copa do Mundo, ai, ai, ai... nem se fala! É melhor pedir ajuda aos céus!

Ah... a brigona não saiu ilesa. Uma das amigas da mocinha inocente resolveu se vingar e derramou uma tulipa com chope na cabeça da sapeca. Mulheres... vai entender!

Feliz 2010!

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

A resposta certa é...

Muita gente acertou: a reposta certa é a letra C.

A mulher mandou o marido comprar tudo novo pra casa.

Mas é pena ver tal comportamento da mulher: ela vendeu o perdão. E o sujeito, pseudo-malandro, conhece a mulher que tem. Aprontou e depois pagou a conta.

O relacionamento desce a ladeira e não fazem nada para recuperar. Se ele vacilar, sabe que vai consertar com dinheiro.

Mas isso só acontece, porque a moça permite.

Definitivamente: A Culpa É Delas!

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

A condição...

A história de hoje não é exatamente sobre um artilheiro, um craque. Artilheiro de verdade não vacila como o protagonista dessa história, não faz o que ele fez. Mas o nosso post serve para ilustrar como pensam algumas mocinhas. E nós, artilheiros-boêmios-homensdebem, sabemos que são pensamentos assim que afrouxam relações e fazem romper os laços mais firmes. Pelo menos os do coração. As fachadas de bom relacionamento permanecem quase que sem abalo, mas o calor do sentimento nunca mais é o mesmo... Tudo por Culpa Delas!!!

O nosso personagem é casado há anos. Com certeza, seus ponteiros já passaram dos 40. Sem medo de ser feliz, ele vive a ciscar por aí. Dia sim, dia não acaba fisgando uma. E foi o que aconteceu naquela semana triste.

A mulher dele tinha uma viagem a trabalho. Ficaria o final de seman inteiro fora e ia voltar ou no domingo à noite ou na segunda bem cedo.

O pseudo malandro não pensou duas vezes: levou a amante para casa.

O rala e rola aconteceu na tarde de sábado. O protagonista aproveitou cada minuto. De fato, sua conquista era bem interessante, pelo menos, para quem curte a categoria Master da Azaração.

O fato é que malandro é malandro e mané é mané, já dizia o mestre Bezerra. Quando nosso personagem engatava a terceira (É, ele tinha tomado um Trovão Azul), a porta da casa se abriu. Tan-Tan-Tannnnnnn.

Sim, claro, era ela. A mulher dele.

Sem chances de disfarçar, tomou aquele Fla-Flu da patroa. Foram meia hora só de palavrões e tentativas insanas de agressão.

Ele pedia calma e ela se enfurecia mais ainda. A outra pulou fora (Elas sempre fazem isso, né?).

Depois de uma hora de confusão e muita água com açúcar, ela começou o discurso.

- Você vai querer continuar nessa casa?
- Quero! Por favor, me desculpe!
- Você não vale nada.
- Eu sei. Não consegui resistir.
- Tinha que ser na minha cama?
- Eu não presto. Me perdoe.
- Você só fica nessa casa com uma condição?

IIIiiiiihhhhhhhhhhhhhhhhhh..... o que será, meus caros? Que condição será essa?

É nessas horas que o cordão bem atado afrouxa.... O pseudo malandro sabe que sempre haverá remédio pra consertar o vacilo!

Bem, a diretoria do ACED formulou algumas alternativas. Entre elas está a condição que ela ofereceu, claro. Mas será que vocês conseguem adivinhar?

Lá vai:

(a) - Deixar a sogra morar com eles.
(b) - Prometer que nunca mais fará isso.
(c) - Comprar novos móveis, utensílios, aparelhos domésticos, trocar a decoração da casa e reformar o banheiro e a cozinha. Tudo novo!
(d) - Dizer que a ama de todo coração e que naquele momento ele estava mesmo era pensando nela.


Agora é com vocês!