segunda-feira, 30 de julho de 2007

Mulher-objeto

Todos hão de concordar que em uma relação sexual, na maior parte do tempo, o homem é o ser ativo e a mulher, a figura passiva. Essa máxima é o básico do básico sobre o assunto. Como todos sabemos, sexo não é feito apenas do ato em si. Existe todo o processo de aquecimento, que em muitos casos, chega até a ser melhor. O post de hoje é na verdade um protesto. Queremos desfazer uma mentira que as mulheres contam. Nossa história trata da “mulher-objeto”.

Por favor, não pensem que estamos falando daquele tipo de mulheres que é apenas usada pelos homens! (sim, isso acontece (e em mão dupla). Quem nunca fez que atire a primeira pedra!). Mas não somos daqueles que caçoam desse tipo (ou somos?).

Certa vez uma mocinha conversava com nosso personagem sobre suas aventuras. Ela era daquelas que detona os descuidos ou errinhos dos parceiros. Como todos sabem, mulher quando quer detonar, vai fundo. Na hora de descrever o sujeito, “ruim para baixo” podia ser considerado elogio. Nosso atleta ficou impressionado, posto que ele nem era um amigo íntimo para ser ouvinte de tal relato. Imaginou por alguns segundos, o que elas falam entre as melhores amigas!

Nosso craque logo lembrou de uma velha conquista. Trata-se de uma mulher bonita, inteligente, extremamente envolvente, e que dava asas à sua imaginação! O primeiro encontro aconteceu em uma roda de samba (lugar comum aqui nesse blog). O casal saiu por algumas poucas vezes, e a coisa desenrolava bem. Mas o mocinho, naturalmente, buscava o caminho das índias, tal qual um navegador português. Incansável jogador, ele era ainda motivado pela “promessa” que se mostrava. A moça realmente atiçava, em todos os sentidos.

Em um dos encontros, depois de relutantes tentativas, a mocinha repete: “Tenho medo de que você só queira uma vez e saia fora. Muitos agem assim...”.

Um tempo depois, essa frase teria explicação. Pelo menos, para nosso personagem. Numa noite, passado um vuco-vuco na boate, chegou a hora. Nosso artilheiro ficou feliz: a esticada seria na casa dela. Sabem como é, né?! As mulheres pseudo-pseudo estão dominando o mundo...

Chegando lá, o bicho começou a pegar, as roupas pareciam ter asas e voavam pela casa. Empolgado, o nosso protagonista tomou as rédeas da situação. Ele não sabia, mas aquele era o início de um verdadeiro pentatlo moderno do sexo... Foi-se uma e a moça, totalmente passiva, gostava da situação. Radiante e mais leve, o mocinho levantou, tomou um banho, pegou uma cerveja, iniciou um papo, e aí, por que não novamente? Lá foi ele. Beija dali, acaricia lá, língua acolá, e a moça lá, deitadinha, curtindo bastante, embora esboçasse pouca movimentação. Toda aquela “promessa” ficou só no campo da imaginação. E nosso camisa 7 não desistia, praticava todas as modalidades olímpicas, todos os aparelhos possíveis!

Enfim, foi-se mais uma, e ela beijava, olhava, era cafuné, e mais cafuné... E cafuné era tudo o que ele não queria naquele encontro. Perguntava-se pra que elas perdem tanto tempo nas academias! Um tanto cansado (literalmente) daquela situação decidiu dormir. Horas depois, já pela manhã... (e a essa hora, quem é que não gosta?) E novamente, tudo igual. A moça só não estava mais apática do que o Ronaldinho Gaúcho na Copa do Mundo. E o mocinho lá, sem deixar a peteca cair... Ao fim da maratona ele pensou: “Serei mais um que sumirá depois da primeira vez?”.

A semana seguiu com troca de e-mails, telefonemas, todos respondidos com educação, mas diretos: não rolava mais! Nosso personagem ainda teve que ouvir a tradicional frase: "Pensei que você fosse diferente...".

Esse é apenas um exemplo. As mulheres-objeto estão à solta por aí. Hoje em dia, com a atividade e rotatividade sexual cada vez maior, elas aumentam seu "padrão" de exigência, e colocam cada vez mais na conta dos homens o preço do sexo meia-boca. Elas se esquecem que a prática é a dois (em alguns casos, a três, a quatro, mas não entremos nesse mérito). A verdade é que mulher adora falar mal de qualquer coisa. E para falar mal de homem então, elas têm um talento especial. Fingem não saber, mas, muitas vezes, a culpa, mais do que nunca, é delas!

Por manhãs de sábado mais agradáveis: abaixo às mulheres-objeto!

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4 comentários:

Fe Almeida disse...

Noooooooooossa!

Esse blog está me fazendo pensar...rs...o mundo é mais complexo do que eu imagino.

Estou começando achar que meu "mundinho" está precisando de um Refresh!

Preciso ir mais p o samba...

Caroline disse...

A verdade é que a propaganda não é a alma do negócio...

e qd rola a química, todos esses problemas não existem!

Ta legal o blog...
parabéns...

Anjinho disse...

uhAHUauhAUHHAuhuaUHAuha é o q mais tem nesse mundo, MULHER TÁBUA!!! deita abre a perna e é isso, pqp ninguem merece, nesses casos um bom 5 contra 1 é mto melhor q perder tempo com elas...

Senhoritas XXX disse...

Caro colega,
Li e entendi o fato da "mulher-objeto" mais eu sou amiga da "Silvia", personagem da estória, há muitos anos e sei que a mocinha é fogo mesmo. Gosta até de uns tapas (coisa que eu particularmente não aprecio).
Não foi passividade dela. Talvez até atitude demais. Ele já broxou no início da primeira tentativa.