sexta-feira, 3 de agosto de 2007

Cachorra Denorex

Não nos cansaremos de alertar a vocês sobre as peripécias femininas. Hoje publicaremos a história de um amigo do Blog. Lá vai:

O assunto é pedigree. Mulher cachorra, só as legítimas. Recuse imitações, que nem as Havaianas. O conselho pode parecer banal, mas evita dores de cabeças, e algumas sérias. É enorme o número de mulheres por aí que para aumentar o placar (sim, elas também tem isso!) tiram onda de libertária, safadinha, etc... Aliás, a troco de que elas fazem isso?

Não é difícil reconhecê-las. Via de regra, são bonitas, gostosas e adoram falar sacanagem, comentar posições. Reiteram a cada cinco minutos que adoram o esporte, que não conseguem passar uma semana sem... Tudo para atiçar os cantos mais imundos das sórdidas mentes masculinas.
Empolgado com o relato, o pobre do homem começa seu processo natural de fantasiar a “trepada do século”. Mas na hora H é tudo diferente (culpa de quem?)

Bem, quando você estiver numa situação dessas experimente trazer um assunto mais concreto à tona e verá uma lenta transformação. O alvo deixa de ser a devassa descontrolada e se transforma na mocinha pudica, tipo daquelas que ainda têm medo de que os pais saibam que ela já praticou o ato.
Para provar suas suspeitas, o nosso protagonista fez um teste no seguinte cenário: mesa de bar, galera movida a álcool jogando conversa fora, enfim, clima propício para o flerte. De saída, nosso amigo, um intrépido missivista, teve a atenção despertada por uma frase bombástica disparada por uma morena de lábios carnudos: “Adoro sexo. Na cama, faço tudo”.

"Quando a esmola é demais, o santo desconfia", pensou. Logo, tratou de pinçar outras pérolas deixadas pela moça ao longo da conversa. Ei-las:

“Tipo... de quatro eu não fico. Acho que a mulher perde o respeito”.

“Ah, gosto que façam oral em mim, mas fazer, não faço não. Sei lá, colocar a boca no... meio nojento...”.

“Putz, por trás de jeito nenhum, dói muito!”.
Papo vai, papo vem, e o nosso camisa 11 prepara o bote:
“Escuta... você não fica de quatro porque é indigno pra mulher, não chupa pau porque acha nojento, não dá por trás de jeito nenhum. Tô curioso... que 'tudo' é esse que você faz?”.

Gargalhada geral na mesa. Cai o pano, acabou-se a farsa.

A pseudo-cachorra teve de confessar, com uma cara de pau impressionante, que se classifica "um pouquinho puritana".

***
Meus camaradas, dedicados soldados no front da eterna guerra dos sexos, não se enganem. Denunciem! A vida passa rapidamente e não podemos perder tempo com as ilusões de uma Cachorra Denorex!!!

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Já aconteceu algo parecido com você? Então, envie-nos sua história: aculpaedelas@gmail.com

4 comentários:

Daniel Haidar disse...

ahahahahah boa mlk. Intrépido missivista. pqp. braços

Clarice disse...

Mulheres “pseudo-pseudo”? Cachorra Denorex? Fala sério… Alguns (ou algumas) de vocês conhecem homem que diga que tem pau pequeno, é ruim de cama e não consegue passar da primeira? Pô, eu não conheço... Todos eles vêm com a mesma história: são ótimos amantes, têm um pau gigantesco e dão cinco sem tirar de dentro. É, vai lá conferir para ver a enganação. Tudo propaganda enganosa!

Eu disse...

Nossa.. essa Clarice mente.. todos os homens dizem que tem PAU GIGA E DÃO 5? hahahahahaha

ela é cabaço de acreditar né...

Fala sério, mau amada!

Clarice disse...

Prezado eu,

Parece que a sua inteligência não chegou lá, mas já que você não entendeu, vamos lá... Não estava falando em acreditar, mas sim que TODOS mentem, homens e mulheres.

Agora quanto a ser mal amada, não tenho problemas neste quesito. Se é para esculhambar você pelo menos deveria ter a coragem de usar seu nome, e não um pseudônimo (aliás, meio narcisista, né—eu?). Você é grosso (ou grossa) assim mesmo, ou é só para fazer gracinha? Que aliás, não tem graça nenhuma.

Clarice