sexta-feira, 10 de agosto de 2007

Ela fez "doce" na Bahia, dá pra acreditar?!

Quando dizemos que A Culpa É Delas, nós temos motivos. A história da humanidade colocou os homens como o responsável pela iniciativa na hora da azaração. E nós não fugimos da nossa missão. Mas, as mulheres... ah, as mulheres... Elas adoram enrolar, fazer tipo e fingir desinteresse. Meninas, fazer doce pra quê? A história de hoje aconteceu há alguns carnavais atrás. O Ano? 2003. O local? Carnaval de Porto Seguro e Arraial D'Ajuda.

Era domingo de folia e nosso matador estava em terra firme desde quinta-feira. A pegação era desenfreada. Várias bocas beijadas, mas até então
faltava o objetivo principal da partida: o gol. Em meio à badalação, na noite de domingo, o mocinho avista um alvo conhecido: uma menina que malhava na mesma academia que ele, no Rio de Janeiro.

Na sala de musculação apenas se cumprimentavam, não havia espaço para dizer muita coisa. Mas na Bahia... uhmmm... Era a hora perfeita, afinal, era carnaval e eles estavam no Parracho. Tudo era festa.

O nosso artilheiro fez o "approach", ela lembrou dele e sorriu. Papo vai, papo vem, ele tenta o beijo, mas não obtém êxito. Não entendeu o veto, mas seguiu seu caminho, afinal várias outras ainda iriam cruzar seu caminho.

Na terça-feira de carnaval, nosso personagem pulava em outro campo: um trio elétrico em Porto Seguro. Muitos goles de cerveja, vodka, absinto, whisky, energéticos, beijos, abraços, carícias. Ao fim da apresentação da primeira banda, nosso camisa 9, com fome, resolve atacar um sanduíche. Afinal, é preciso repor as energias... ele ainda teria mais 3 horas de AGITAÇÃO pela frente.

Mal sabia que lhe estava reservado outro destino. No caminho para o McDonald's ele reencontra a mesma menina da academia. Cumprimentam-se, e ele percebe que moça estava desacompanhada. A maldade já imperava na mente do rapaz.

- Vamos lanchar?, diz ele e recebe resposta positiva.

Na lanchonete o papo flui, o lanche passa ao segundo plano e o casal, enfim, se beija. Logo nos primeiros contatos, a afinidade entre os dois aumenta.

A essa hora, lá no trio, a segunda banda já estava tocando. Sem ligar para aquele tipo de agito, o casal continua aos beijos, cada vez mais intensos.

- Você quer voltar para o segundo trio?, ele lança.
- Não, ta gostoso aqui com você.
- Vamos para a minha pousada então!, convida nosso denodado personagem.
- Aí, não sei! É muita loucura de carnaval.

Foi a deixa!
Ele levanta da mureta e a puxa. Resoluto, nosso atacante-mor bate o martelo: "Então vamos!".

Nessas horas, tudo conspira para o bem dos jogadores leais e decididos: um táxi passava pela rua e eles entraram. Em minutos já estavam entrando no quarto da pousada. A agitação que ele esperava realmente aconteceu. Só que de outra forma, aliás, da melhor forma. Não houve parte do quarto que não tenha se transformado em campo de atuação. O "vuco-vuco" que rolou no banheiro então... “incrível!”, relembra o protagonista.

Chega o dia, eles levantam e resolvem voltar ao centro, local dos trios. Afinal, ela ainda tinha que pegar a balsa, já que estava hospedada em Arraial D'ajuda. Na época o físico do moço ainda ajudava. Então, leve e feliz, nosso amigo dá uma fanfarroniada: tira o abadá e vai para o centro só de short e havaianas. E é claro, sorridente!

Na despedida, uma surpresa final. Ela, meio que sem jeito, solicita:
- Você me empresta o dinheiro da balsa? Meu último trocado foi no Mc Donalds.

E assim se despediram.

Voltando para a pousada, nosso artilheiro ainda encontra com os companheiros de quarto, de viagem e azaração na rua:
- Amigos, agora eu tenho certeza. Depois elas reclamam que somos insistentes. Mas vejam, se eu tivesse desistido da moça no domingo, não teria marcado o gol e ainda seria tachado de “devagar”. Afinal ela estava afim. É complicado, mas essa é a realidade. Se as coisas não acontecem A Culpa É Delas.

***
Eh, amigos, fiquem tranqüilos se as coisas não acontecerem! A culpa não é nossa!

14 comentários:

Nilo disse...

huhauhuhuha...sensacional!!!
Leke, já aconteceu com todos nós. Sem o "doce" elas não existem...

abs

Frangelim® hahaha disse...

Essas horas são propícias para a famosa camisinha light! Resta saber quem seria o camisa 9 desta história... valeu primo! abraços e parabéns pelo blog!

Anônimo disse...

Nosso protagonista mostrou que por mais que a situação pareça adversa sempre é possível reverter o quadro. Cada mulher reage de maneira diferente a uma situação de flerte ou convite sexual. É importante perceber no enredo da estória que o personagem principal não se abateu com a recusa inicial e permaneceu em campo no jogo prospectando novas opções. De uma maneira magistral o mesmo manteve a esportiva saudável mantendo uma janela aberta para uma futura investida que posteriormente resultou em vitória. Sem sombra de dúvida o convite direto para a garota ir a sua pousada foi crucial no abate, no entanto mais importante e ainda foi à atitude empregada quando a ela demonstrou dúvida.
A regra diz, “elas fazem exatamente o que você espera que elas façam.”
De maneira magistral nosso personagem marcou mais um gol de placa para coleção.

Ass:RG

Claudia disse...

Se não fizer charme, vcs chamam de fácil...
Depois nós que somos complicadas!!! huauhauhauuhah...

Mari disse...

Ah fala sério, todo homem gosta de um docinho...
E vcs tb sabem fazer direitinho, viu? Quando querem fazer doce, putz! Haja paciência!

LM disse...

É muleke!!! Como alguém disse aqui, doce faz parte do jogo... mas tem lugar pra tudo!!!
hahahahahahahaha

Mayara disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
Mayara disse...

Tinha q ser DE QUEM essa história...hahahhahahaha
Mas pode falar tem q ter o docinho basico...senão não tem graça né...hahahaha

Sr. Doerzapff disse...

Claro que dá para acreditar que ela faz doce na bahia. Tem mulher fazendo doce até na lua-de-mel. Aí o homem trai e a culpa é de quem, de quem... Acompanho o relator!!!
Alguns, dizem: "O mundo é pequeno".
Eu discordo. O mundo é e tem que ser grande, porém, algumas pessoas estão destinadas a se encontar fora dos seus nichos.

Sr. Doerzapff

Sholl disse...

Eu acho que o artilheiro é qie estava fora de forma, acima do peso e um tanto quanto lento tal qual Ronaldo Fenomeno na última copa...

Guilherme disse...

Caraca, doce na Bahia em pleno carnaval é mt complicado mesmo, mas se fosse fácil, não ia ter graça não! Mas eu concordo, a culpa é delas!
Abs
Tá irado o blog!

pingote_939 disse...

Migo, irei comentar direito.

O Blog tá show hein caralho, ótima idéia.

abraços!

ellen disse...

Pior é quando o cara faz doce... depois não querem ser chamados de devagar, boiola, fraco. E não venham dizer que não existe homem que faz doce pq existe sim!! Saco isso, hehe...

Estava Perdida no Mar disse...

E se não faz doce vcs tacham de fácil. A culpa é de vcs. Isso sim