sexta-feira, 17 de agosto de 2007

Lei da Compensação Futura

Existe uma coisa no mundo da azaração que não falha: é a Lei da Compensação Futura (LCF). Não se sabe exatamente quando ela entrou em vigor, mas, basicamente, define que a cada 2 ou 3 “INHAS” que o cara pega, surge um mulherão ou uma grande noite em sua vida. Calma aí, você não sabe o que são as “INHAS”? Poo... gordINHAS, feINHAS, baixINHAS (O ideal é que a moça tenha só uma dessas características. Se tiver as três já não é mais o caso de aplicar somente a Lei. O rapaz ganha logo um passaporte para o Paraíso por boa ação).

Bem, a história de hoje mostra nosso amigo, um legítimo velha guarda do flerte, usufruindo de seu direito. Era véspera de carnaval no Rio de Janeiro. Muita cerveja, confete e espuma na cabeça... Nosso protagonista e um amigo curtiam um bloco na Zona Sul, quando este último resolveu ligar para a namorada. O craque desta história logo fez cara feia: “Namorada, pô?!”, disparou. No entanto, a nobre companhia fez a oferta: “pega minha cunhada!”.

Era tudo que nosso atacante queria: beber com a galera e mão-de-obra quase zero. Pois bem, quando chegaram na casa das moças, a tal da cunhada estava dormindo. Depois de despertada pela irmã, foi educadamente cumprimentar o artilheiro (com direito a remelas por toda parte do rosto e um hálito condenável). Mas, guerreiro não chora, nosso personagem esperou a moça se arrumar já pensando no futuro. Enquanto isso, na cozinha, bebia algumas latas de cerveja do pai das meninas. Os amigos, então, iniciaram uma troca de informações. Era o momento de passar o briefing da cunhada ao amigo-camisa 11. A promessa era de uma noite daquelas...

Os casais se dirigiram à quadra do Salgueiro. Já na entrada, nosso personagem iniciou os trabalhos e o casal de namorados decidiu entrar na quadra. O mocinho estava com pouquííííííísssssiiiimmaaa grana e sua “companhia” não queria entrar sabe se lá porque.

Ficaram a sós. Ela, já cheia de cerva na idéia, disse que queria fazer xixi. Procuraram, mas não encontraram um lugar adequado. Decidiram, então, improvisar numa ruazinha ao lado. Desinibida e confirmando as previsões que o amigo passara na cozinha, a mocinha se agachou na frente do rapaz e começou a aliviar a “pressão” com extrema naturalidade!

A ruazinha era meio deserta. Nosso folião deu uma de bobinho romântico e começou a “namorar” a moça ali mesmo... Os amassos estavam ficando cada vez mais intensos. Era mão pra lá, mão pra cá, e aquele bolo doido todo foi evoluindo... O protagonista já pensava no abate, mas como estava ficando com a moça há apenas três horas, não imaginou que seu convite seria aceito. Mas ele estava na guerra e era hora de atirar.

Isso mesmo, a moça aceitou o convite e eles partiram para o Corinto, um motel nos arredores da Tijuca. A caminho do “choque” nosso personagem lembrou de sua nefasta realidade: estava sem dinheiro. “O que fazer agora?”, pensou. Mas não havia como refugar: nesse momento corpo e mente estavam unidos por aquele objetivo.

Na maior cara-de-pau, e sem nenhum no bolso, foram para o motel, varando a madrugada no rala e rola. De manhã, junto com o sol, chegou também o momento decisivo. O garçom trouxe a conta e o mocinho sacou da carteira o famoso visa electron. Tentou passá-lo uma vez e nada. Tentou de novo. Outra vez e mais uma. Nada de o cartão passar.
- Chama o gerente!, pediu nosso amigo.

Minutos depois e após muita argumentação:
- O senhor tem algo de valor para deixar?, questiona o gerente.
- Vou lá ver com minha parceira...

No quarto, a moça quis saber qual era o problema.
- O banco enlouqueceu, não está autorizando o meu cartão...

Num gesto sublime, de extrema generosidade e certo desespero, ela puxou algumas notas de R$ 10, que somadas às do nosso artilheiro eram suficientes para matar a questão.

Muito bem. Tudo resolvido. O casal deixou o motel a pé e depois de uns passos, outro gesto incrível: - Vamos pegar um táxi, eu pago!

Ao chegar na porta do prédio dela, a moça ainda deixou dinheiro para pagar o restante da corrida, já que nosso amigo permaneceria no carro! Ele ainda argumentou, disse que não precisava, mas ela insistiu tanto que o atacante achou que seria uma desfeita não aceitar. Pois bem, ela entrou na portaria do prédio dando tchau e o craque do post correspondeu com inúmeros beijinhos (a partida deve ter sido muito boa mesmo).

Feliz e a caminho de casa, a veia do “bicho solto no Rio de Janeiro” falou mais alto:
- Aí, amigão, pára na outra esquina. Vou pegar essa grana e voltar de busão.
- Isso é o que eu mais vejo, meu rapaz...

Nosso amigo voltou para casa são e salvo, mais leve e com R$ 15 pratas na carteira. Sorridente, pensou nas INHAS com carinho: “Eh, valeu a pena!”.
E viva a Lei da Compensação Futura!

***

Ah... o casal da história ainda se encontrou outras vezes, mas a moça declinava na hora de ir ao motel outra vez. Por que será, hein?! O que se sabe é que o nosso personagem cumpriu seu papel. Se a moça ficou chateada, a culpa é das INHAS, ou melhor: A Culpa é Delas!

4 comentários:

Caroline disse...

uhahahahahahaha... vcs homens entram em contradição em todos os aspectos desta nada mole vida...
Lembro que um dos primeiros posts, vcs falaram do golpe do visa eletron, mas aplicado por nós.. moçoilas!
bem... diante do post de hj, dá pra ver que o golde de vcs é mt mais pesado!
bjo!

CP disse...

Não sei se a nobre colega caroline notou, mas o título é LEI DA COMPENSAÇÃO FUTURA. O personagem mandou mt bem, dvee ter caído mt nos golpes femininos!!!!uhaahuahuuah

Gabriela disse...

O que tem de errado com as mulheres baixinhaa ???
Ser baixa ñ é defeito !!

Anônimo disse...

A lei das compensações!!

Vale ressaltar aos leitores que as famosas “inhas” tem um papel social e psicológico muito importante na vida de nós homens solteiros. Uma pessoa que pontua freqüentemente em investidas tanto em “inhas” ou em mulheres maravilhosas, esta sempre exercitando sua sedução. Isso é de extrema valia para o dia-a-dia de um caçador, pois naturalmente surge uma maior autoconfiança e as investidas são cada vez mais aprimoradas. Quanto mais exercitarmos nossa sedução com inúmeros tipos de mulheres, mais hábeis nos tornaremos p/ evoluir cada vez mais o nível de dificuldade.

Cada mulher representa um universo distinto com gruas diferenciados.
Fazendo uma analogia, é como treinar na academia algum esporte. Quanto mas familiarizado com as tarefas executadas mais facilidade e habilidades são adquiridas e agregadas em nossa bagagem.

Veja as ”inhas” como uma oportunidade de aperfeiçoar e treinar constantemente. Perceba como é gratificante regressar a base com a missão cumprida. Como é bom ter opções de 1, 2 ou 3 mulheres num fim de semana. É bom para o corpo e a mente saber que é desejado e que tem um leque de opões para explorar.
Daí entra a compensação do universo. A cada 3 “inhas” você recebe uma mulher maravilhosa. Isso porque ao pegar as “inhas” suas técnicas evoluem cada vez mais para conquistar as maravilhosas. Até como marketing pessoal é positivo, já que as outras mulheres percebem que você esta sempre de bem com a vida e acompanhado.

Quanto mais familiarizado estiver com as freqüentes situações que envolvem sedução, mais habilidade terá para conquistar diferentes níveis de mulheres.
O homem que exercita sua sedução freqüentemente evolui sua comunicação, sexo, autoconfiança, marketing pessoal, entre outras habilidades.
Um brinde as “Inhas” pois elas são a ponte para as gatas!!

Ass:RG