quarta-feira, 8 de agosto de 2007

Não tente entender, decore!

Sabe, amigos, é muito difícil entender as mulheres. Temos a certeza que ao final de décadas de vida, vamos nos despedir desse céu certos de que sabemos pouco sobre elas. A história de hoje mostra isso.

Em um carnaval recente, nosso sempre desenvolto personagem reencontra uma antiga colega de colégio. No ano em que cursaram juntos a quarta série, talvez tenham se falado poucas vezes. Quase dez anos depois, o Orkut os aproximou e um bloco carnavalesco foi o palco do reencontro.

Depois de pularem bastante e beberem alguns litros de cerveja, surge a típica frase para esse típico reencontro.

- Tem uma coisa que quero te dizer desde a 4ª série.
- É?

Não demorou muito e lá estavam os dois aos beijos e abraços calorosos. Pularam juntos todo o percurso e se despediram combinando um reencontro horas depois. Era o tempo de ir em casa, tomar um banho e trocar de roupa.

A mocinha foi buscar nosso protagonista em casa. Ela tinha carro, ele não. Naquela noite chovia um pouco. Sem saber o que fazer, pararam em uma praça erma e iniciaram uma tórrida sessão de beijos e carícias. Depois do “lesco-lesco” rolar solto surge a típica frase, para esse típico momento:

- O que acha de irmos para outro lugar?, ele pergunta.
- Então vai dirigindo, ela sentencia.

O mocinho, mais que animado, toma o volante e, depois de umas voltas, entra no motel. Olha para a mocinha e ri. Ela ajeita o cabelo, meio sem graça. Na hora em que pararam no guichê para pedir um quarto, ela diz:

- Acho melhor não. Você vai se arrepender!

Frustrado e sem querer insistir, ela dá ré no carro e volta exatamente para o mesmo lugar que estavam antes. Ele brinca um pouco pra descontrair e logo retoma as investidas manuais. Lá pelas tantas surge o inexplicável:

- Eu quero, exclama ela em tom ofegante.
- Quer o quê?, indaga ao pé do ouvido.
- Fazer amor com você!

Peraí!!! Ela disse “fazer amor”??, pensa nosso artilheiro na entrada na área! Bem, o jogo continua... Ela deixa os questionamentos para depois, tira do bolso uma camisinha do Mengão e parte com tudo. Goooool!!!!

De volta à sua casa e dando aquela relaxada pós-partida disputada, ele volta a pensar no curioso: Por que será que ela não quis entrar no motel, embora quisesse praticar o esporte, ou melhor, “fazer amor (!!!)”?. Sem achar algo plausível, vira-se pra dormir:

“Não dá pra entendê-las mesmo, é melhor decorar”, pensa, satisfeito por ter economizado o din din do motel em pleno carnaval carioca.

7 comentários:

Mari disse...

Putz, "fazer amor" foi pesadíssimo! Rs. Mas pára de reclamar porque saiu no lucro! Ganhou a mulher e economizou a grana.
Depois mulher que gosta de reclamar, né? Rs.

CP disse...

Concordo c a Mari, um "tento" assinalado e reais que serão utilizados horas depois em mais cervejas, perfeito!!! O nosso personagem deu muita sorte, parabéns, ao Tarado da Cobra-Coral!!!!!uhauahaauahuahuhau

Boneco de Olinda disse...

Pq tarado da Cobra-Coral?

Se levar em conta que era Carnaval, concordo com o CP. A economia foi válida, pois a demanda de cerveja é grande.

CP disse...

Nobre boneco de olinda,

O sujeito estava portando um preservativo do Flamengo, logo...

10 plt disse...

Acho que o preservativo rubro-negro é uma invenção do nosso goleiro do Flamengo, ou seria Claudio Zoli?

hahahahaha abs

Papangu Bate-Bola disse...

Pro MENGÃO fazer a alegria do povo é sempre difícil. Se entender as mulheres é algo complicado e é difícil, isso é um trabalho para o rubro-negro. Ademais, mulher não tem que ser entendida, se não elas vão querer tranferir a culpa pra gente...
Podemos, mas não devemos entender as mulheres. Temos é que satisfazê-las.

Guilherme disse...

Putz, fazer amor foi mt forte mesmo ... mas a pergunta que nao quer calar, pq nao foi logo de uma vez pro motel? Deve ser mais uma história de doce que se resolveu!