quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Ela era uma fanfarrona!

A história de hoje é uma viva lembrança dos anos de adolescência (Ô, tempinho difícil!!). Não sabemos o que leva algumas mulheres a tal atitude, e apesar de reprovarmos essas ações, elas continuam fazendo. Procuramos alguns adjetivos para classificar a moça do post de hoje, mas eram todos de baixíssimo calão. Ia pegar mal!

O cenário é típico da adolescência: festinha de rua em comemoração ao dia de São João. Naquela época, os hoje atacantes eram uma espécie de seleção sub-15. Ávidos pelo conhecimento, eles lançavam-se nesses terrenos com a esperança de se dar bem pela primeira vez na vida.

Nessa fase, os integrantes do grupinho, que tinham entre 14 e 15 anos, sonhavam com as meninas mais velhas. Aquele que conseguisse pegar uma de 17 anos era considerado o Rei da Rua.

Pois bem. E lá estavam, futuros goleadores em busca de aventura. Nessa época, uma bola na trave já era digna de "ola"! O nosso personagem não parava de olhar para uma mocinha que, junto com seu grupinho de amigas, chamava a atenção de quem passasse.

Ela era mais velha que nosso amigo. Acreditamos que ela teria entre 18 e 20 anos. Depois olhar incisivamente para ela, por um instante, o protagonista achou que tinha tirado a sorte grande.

Separados por alguns metros, a bela jovem correspondia aos olhares, ria para nosso amigo, parecia até que sinalizava para ele. Para delírio dos amigos do nosso personagem, a moça começou a andar na direção dele.

Quanta emoção!!! A única coisa que ele conseguia pensar era: “Meu Deus, e agora? O que vou falar com ela?”.

- “Oi”, disse a menina.

Era o ápice da adolescência. Nosso pequeno amigo vislumbrou um futuro de glória. Naqueles poucos segundos, vôou em pensamentos imaginando-se nos braços da atraente mocinha mais velha. (Há quem diga que ele chegou a fantasiar uma chegada triunfal à rua, sendo aplaudido pelos amigos sob os gritos de “Ele é o cara”, “O mais sinistro do Brasil”, "É o rei, é o rei").

- “Tá sozinho?”, ela quiser saber.
- “To”, respondeu o mocinho, quase que ofegante.

Pois bem, o nosso projeto de craque respondeu à moça e deu prosseguimento à conversa. Só que para consternação do atleta miniatura, a mocinha disparou:

- “Então vai continuar!”, disse ela, virando-se e sumindo na multidão.


***
Desnecessário! A mocinha era uma tremenda fanfarrona. Toda a inocência do menino ficou comprometida depois do episódio. Aí, hoje, elas querem reclamar... Fala sério!

4 comentários:

Sr. Papangu Bate-Bola disse...

O que o nosso "projeto de craque" não sabia (e agora já sabe) é que o que a tal mocinha, aos 17, 18 ou 20 aninhos não sente mais cosquinha! o que ela quer na realidade é sofrer de amor, seja por um de 40 ou um de 15... Se o "aspira a craque" tivesse tido a iniciativa e falasse a mesma coisa que ela disse a ele, de fanfarrona ela viraria cobaia, pois seria atraída por aquela força oculta, imposta por nós, que faz a mulherada se entregar sem nem se lembrar do próprio nome. Surpreender é o 1º mandamento dos artilheiros, em qualquer diferença de idade. Do pré-mirim à categoria sênior, sempre há mulheres querendo ser surpreendidas para sofrer no ato..., e depois dele...,
e, no ato novamente...!
Sr. Papangu Bate-Bola

vanessa disse...

hahahaha

bem feitoooo

Anônimo disse...

Sr. Papagu, anote meu telefone!! 2264-****
rsrsr

Lucas Terra disse...

As mulheres são sempre as culpadas.