quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Rolou a tal da “alma do negócio”...

Proficientes leitores, sabemos que as certezas dessa vida são muito poucas. Se iremos passar o carnaval namorando ou solteiro no Rio de Janeiro? Não sabemos! (pode ser que o passemos solteiro em outro lugar!!). Será que aquele alvo vai aceitar o convite para sair? Não podemos imaginar! E se, por um acaso, um destacado artilheiro ficar com uma mocinha e depois pegar a amiga dela, será que a primeira vai ficar chateada? Pode ser que sim, pode ser que não. Quem pode prever a reação das mulheres hoje em dia?!

Enfim... neste post iremos falar um pouco sobre essa relação... digamos... de sociedade entre amigas. Bem, prestem atenção, não estamos falando outra vez da Amiga Ursa (Não lembra dela? Então confira o primeiro post do mês de outubro). O caso de hoje é outro. Estamos versando sobre algo corriqueiro na vida de quem vive por aí flanando pela noite boêmia. É que o camarada que vive solto, conhece uma aqui, outra acolá... aí certo dia entra no bar e dá de cara com as duas sentadas juntas e batendo papo.

Há também o caso de o atacante ficar saindo a Fulaninha, amiga da Ciclaninha. E depois de muito tempo, após parar de ficar com a Fulaninha, encontra com a Ciclaninha, bate um papo e.... gol!

E foi algo bastante parecido que aconteceu com o protagonista dessa história. No caso, nosso amigo acabou sendo interpelado de forma incisiva pela Fulaninha, a primeira amiga que ele tinha... digamos... se relacionado.

- “Po, camisa 11... logo a Ciclana? Tanta mulher nesse mundo e você tinha que ficar logo com ela?”, indagou a moça.

Nosso artilheiro ficou meio pensativo. Não sabia o que dizer. Depois de tentar contornar aquela situação constrangedora, ele se lembrou do dia em que ficou com a Ciclaninha.

Bem... tudo aconteceu numa noite de sexta-feira. Nosso personagem fora à uma festinha de aniversário e lá encontrou a tal da Ciclana. O diálogo inicial pouco importa. A verdade é que o craque nunca havia pensado em agarra-la, mas diante do cenário (sorrisos de bandeja, carícias inesperadas, elogios desconcertantes etc) acabou se interessando e caiu dentro.

Até porque não era nenhum pecado. Fazia tempo que ele não saía mais com a outra amiga. O que chamou atenção do atacante nessa história toda (fato que ele lembrou quando foi interpelado pela outra, a primeira), foi a frase que a Ciclaninha disparou logo após o primeiro beijo:

- Bem que a Fulana falou com você era bom nisso...

***
Exatamente, nobres companheiros! Rolou uma propaganda entre as amigas. Nas rodas de bate papo, a primeira mocinha costumava tecer elogios à atuação do nosso camisa 11. Meses depois, diante da Fulana, ele até pensou em responder àquela indagação sobre o “porque”, mas deixou pra lá. Afinal de contas, a rede balançou de fato, mas a culpa... ah... essa não era dele não! A situação é comparável àquele tento inesperado, quando um jogador chuta a bola pra dentro da área e depois de a pelota bater na trave, no goleiro e em dois zagueiros, encosta no joelho do atacante – que estava caído simulando um pênalti – e entra. Pronto: é gol!

Enfim... essas coisas acontecem... Mas meninas, muito cuidado, nossa crítica é apenas contra a interpelação na hora indevida, contra o questionamento sem sentido e contra aquelas “mil perguntas... que em vidas que andam juntas... ninguém faz”.

Concluindo, A Culpa É Delas aprova a propaganda! Divulguem, divulguem! Jamais censurem a “alma do negócio”!

6 comentários:

Anônimo disse...

É por essas e por outras que eu não falo nada dos meus casinhos... hehehehehehe.... bjooo

Anônimo disse...

Concordo plenamente!! "comer quieto" é o que há de mais moderno!! kkk Melhor é não tecer comentários! Nem positivos nem negativos! Mas tem horas que o papo rola mesmo!! A propaganda só pode rolar se não for gerar ciúmes! Mas o que rola mesmo é aquele papo; “vc não pegou Fulano?? Peguei também!!” Tenho várias sócias, que nunca se chatearam c o fato. Nem fiquei chateada com elas!!

Tchau

Estava Perdida no Mar disse...

Hahahaha...nem falo nada. Tenho teto de vidro em histórias como estas.
Detalhe, estava exatamente ouvindo a música do Chico que vcs citam no fim do post. Mega coincidência.
beijos Meninos

Anônimo disse...

Eita, eu já escutei ótimas coisinhas sobre um dos artilheiros...deixaria marcar vários gols no meu gramado...rsrs

vanessa disse...

eu é q não faço propaganda de nada!!!

hahahahahaahahah

Um feliz 2008 pros artilheiros!

abraço

Kátia Barros disse...

Querido do A culpa é delas...
Acho que isso é resultado da banalização do encontro. Pessoas se descartam e se compram como um objeto de desejo, adorno ou qualquer outra coisa material.Quando há respeito, afeto e consideração não dá para ficar falando né? Mas, hoje em dia, vivemos nos relacionamentos uma espécie de escambo, como nos primórdios da sociedade. Vínculo afetivo, tô fora! Só me responde uma perguntinha: será que não pinta uma figurinha que mexe lá no fundo? Um cheirinho, uma pele, um borogodó que te desmonte? Tomara que aconteça... aí quero ver como é que fica! rs Beijocas Passa lá no Balzaquianas tá?