sexta-feira, 31 de agosto de 2007

A Possessiva – Parte I

Uma pessoa que seja freqüentadora da noite carioca, solteira e em busca de aventuras sabe muito bem que por sua vida passam as mais diversas pessoas. Algumas dessas relações são boas e deixam saudades, outras, embora igualmente agradáveis, são vividas e terminam no “FIM” (parece redundante, mas acreditem: não é). Outras relações acabam sendo ruins e tudo que mais se espera é que elas caiam no esquecimento. E o que será que faz com que as relações dêem errado? A reposta é uma só: as próprias pessoas. E no nosso caso, vocês sabem de quem é a culpa!!!

Pois bem, iremos contar hoje a história de um tipo de mulher que faz o relacionamento se esgotar ainda mesmo no início: as possessivas!

Amigos do blog, tenham cuidado com as possessivas. Em alguns momentos, elas são capazes de proferir ameaças. Enfim, vamos ao post:

Era uma sexta-feira estrelada. Dentre duas semanas, o carnaval estaria colorindo a Cidade Maravilhosa. Nosso protagonista curtia um samba no Largo de São Francisco da Prainha. Cerveja na mão, passinhos pro lado e música no coração. Dirigindo-se ao habitual lugarzinho onde costuma ficar durante aquela roda de samba, encontrou um grande e velho amigo. No grupinho, havia também algumas sorridentes meninas. Elas dançavam e cantavam ao som de “Água de chuva no mar”.

Nosso artilheiro se aproximou e cumprimentou o amigo, num gesto bastante peculiar e de forma que se fez notar pelas meninas, que àquela hora já estavam na mira. Minutos depois, como quem não quer nada, sacou uma garrafa de cerveja e encheu o copo de uma das moças.

- Oi, você é amiga do “Camisa 7”, né?!
- É, estudamos juntos na faculdade...
- Uhm, interessante...

Nosso grande baluarte ignorou o sinal (mulher bonita, atraente depois dos vinte e poucos e sem namorado = problema ou, em 0,001% dos casos = a grande chance da sua vida). Otimista, ele deixou o papo correr solto e minutos depois, os dois se transformaram em mais um casalzinho na multidão. O beijo era bom e o contato físico, cada vez mais intenso.

Nosso “camisa 11”, então, decidiu dar uma volta para tentar encontrar outros amigos e colocar o papo em dia. Avisou a decisão à moça, prometendo voltar logo.

E assim o fez. Vinte minutos depois retornou e, de cara, recebeu uma cobrança da mocinha. Mal sabia ainda, mas ela era mais um exemplar de “Mulher Possessiva”.

Com um sorriso desconfiado no rosto, a menina tascou:
- Onde você estava?
- Ué, dei uma volta na praça para encontrar alguns amigos...
- Olha só se você sumir de novo, eu te largo aí, hein, disse em tom que não dava para perceber se era brincadeira ou realidade.
- Duvido, brincou o protagonista, minutos antes de ser informado pelo amigo, que em sua ausência a “possessiva” quis saber seu paradeiro por duas vezes.

***
Amigos do Blog, essa história é grande (assim como o sentimento de posse da mocinha). Nos próximos dias iremos contar a continuação da trama entre a Possessiva e nosso camisa 11! Por hora, fiquem com a lição: primeiro dia não é dia de cobranças. Se algo parecido acontecer, avise que vai ao banheiro e nunca mais volte! Inicialmente, as possessivas parecem inofensivas... mas depois, só Deus sabe quantas ligações, mensagens e perseguições elas são capazes! Fiquem atentos, amigos!

terça-feira, 28 de agosto de 2007

Ela só queria moleza…

Muitos homens tacham certas mulheres de interesseiras. Seja por causa da conta bancária do sujeito, ou no acesso a locais que ele possa proporcionar, é fato que há mulheres por aí que, quando querem algum tipo de relacionamento, colocam como determinante certos interesses (de ordem bastante questionável). Para não nos chamarem de machistas ou opressores do sexo oposto, deixamos claro que sabemos que não são todas assim, embora haja um número significativo dessa espécie. No "causo" de hoje, o personagem encontrou pela frente um tipo bem comum nessa cidade: a famosa Maria Gasolina.

A história se passou há alguns anos. Nosso protagonista saracoteava pela noite da Zona Norte do Rio de Janeiro, quando avistou uma morena bastante atraente e que o provocava com uma sucessão de olhares diretos. Não havia margem à dúvida: ela era o alvo da noite!

A aproximação foi muito tranqüila: a moça estava bastante receptiva (o que ajuda bastante!!). Além disso, tinham algumas coisas em comum: estudavam mesma faculdade, faziam o mesmo curso, e compartilhavam alguns amigos. Depois de um quarto de hora dedicado ao papo, a conquista se consumou.

Trocaram telefones, se falaram nos dias seguintes e combinaram uma saída no fim de semana. Numa sexta-feira, nosso “camisa 7” recebe a ligação da moça. Ela estava na faculdade, lembrou dele e decidiu convidá-lo para a um churrasco de uns amigos dela em Santa Teresa. “Por quê não?”, pensou nosso artilheiro.

Foram ao churra e depois rumaram para a Lapa, onde passaram a noite pelos bares locais. Na hora de ir embora, mesmo estando a pé, nosso personagem prontificou-se em levar a mocinha em casa. Ela aceitou a proposta e rumaram para Bonsucesso, bairro não tão longínquo, mas de difícil acesso e permanente risco.

Durante o trajeto, o papo emendava um no outro até que a moça lançou:

- Na próxima vez, é melhor você vir de carro, é mais fácil para voltar, disparou.
- Mas eu não tenho carro, sequer dirijo, respondeu o jovem rapaz.

Ela não gostou da notícia. Fez uma cara que era um misto de espanto e decepção. Diante daquela reação, o “camisa 7” perguntou se havia algum problema. Fora do habitual feminino, ela foi direta:

- Não tem nenhum problema com você, pelo contrário. Mas é complicado eu ficar me deslocando por aí de ônibus, ou mesmo de táxi, como hoje. Vai ser mais difícil para a gente se ver, sentenciou.

Sendo assim, nosso personagem disse que ia embora, e mandou o tradicional "a gente se fala então".

Três semanas depois, a menina voltou a procurá-lo. Disse que queria sair e prometeu tentar pegar o carro da avó para se encontrarem. Ela demonstrava querer o rapaz, mas desconforto era tudo que ela não desejava. Encontraram-se algumas vezes.

Eis que um dia, o casal se reencontra na faculdade e a mocinha, então, decide ir ao encontro dele. Sabe-se lá Deus como, mas a moça obteve uma informação preciosa: o artilheiro tinha uns ingressos para a festa mais badalada do momento, uma festa à fantasia na região serrana.

Depois de alguns rodeios, ela pediu dois ingressos para o jovem.

- Mas, como você vai à festa? Não há mais vaga no ônibus, tô até tentando arrumar uma van, disse ele.
- Ah... posso ir com você na van. Tem algum problema?, insistiu a menina.
Foi, então, depois de um “filminho” passar por sua cabeça, que nosso amigo disparou:
- Poxa... é complicado você ficar andando por aí de van, ônibus…

***

O casal da história voltou a se falar nesse dia, mas o nosso matador manteve-se firme e não deu nenhum ingresso para a menina. Vaga no busão ou na van, não havia mesmo. Ela pareceu não acreditar nos fatos, e depois disso, parou de procurá-lo.

Amigos e amigas do blog, nosso guerreiro tinha reservado os ingressos para seus amigos. Afinal, desde quando se cogita trocar a companhia dos amigos em função de um rabo de saia que considera um bem material para prolongar a relação?

O que ela queria mesmo era moleza. Festinha boa e de graça, com direito ao cara pegando na porta de casa, e por aí vai. Para nós, vocês sabem: A Culpa é Delas! E se querem moleza, é melhor esperar Cosme e Damião trazer Maria Mole.

***
você também teve o desprazer de conhecer uma Maria Gasolina? Então, conte-nos sua história: aculpaedelas@gmail.com

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Não pode ser sério...

Um dia desses, nosso personagem conversava com uns amigos à mesa do bar. Uma mocinha, então, iniciou um discurso ofensivo à atual geração de homens. Irritada com alguma relação recém acabada ou um flerte indesejado, ela começou a questionar a qualidade dos jovens de hoje em dia.

Decidimos partilhar com vocês, queridos leitores, algumas das idéias centrais do discurso da distinta moça:

- Esses homens de hoje em dia são todos iguais: não têm nada na cabeça!

- Eles só falam amenidades. Um dia desses um cara veio conversar sobre “Malhação” (a novelinha global) comigo. É mole?!

A moça então, se sentido “A” revolucionária dos sexos, começou a conquistar simpatizantes. Logo o discurso foi ganhando novas vozes:

- É isso mesmo! São uns fúteis. Só querem se exibir. Não tem sequer um pouquinho de conteúdo. Ah, gente... conteúdo é tudo, né?!

- Ai... o carinha veio conversar comigo e não conseguia articular um pensamento sequer. Uma mente super vazia.

- Os homens dominam pela força, as mulheres são muito mais inteligentes. É só dar espaço pra gente que vocês vão ver...

Nosso camisa 11, então, por alguns instantes mergulhou em pensamentos. Apenas fisicamente à mesa, sua mente o levou a uma recente passagem de sua vida: era dezembro de 2005, e ele estava numa micareta em Niterói.

Nosso amigo estava no evento a trabalho. Observava o ambiente, mas não deixava a labuta de lado. Em determinado momento, viu de longe um cidadão bastante à vontade na festa: robusto e com definições físicas visíveis, usava uma sunga de praia vermelha e um chapéu de marinheiro apenas.

Havia acabado de se despedir de menina que o beijara descontroladamente, quando uma outra se aproximou. Trocaram olhares. Sem se conter, a menina passou a mão no tórax do “marinheiro de sungão”, começando pelo peito e indo até a cintura, dando aquela deslizada pelo abdômen do moço.

Nosso craque ficou estupefato: “é sério isso?”.

A menina tascou um beijo em seu alvo, enquanto dava algumas apertadelas nas poucas partes do indivíduo que estavam cobertas pelo pano vermelho.

Como a rapidez de um estalo, voltou aos dias atuais e viu-se novamente à mesa de bar com os amigos e com a “revolucionária dos sexos” reclamando da futilidade masculina.

E diante desse cenário, mais uma vez se perguntou: “é sério isso?”.

Eh, nobres leitores, se amiga de nosso artilheiro estiver realmente correta, precisamos resolver uma dúvida. Traçando um paralelo entre a cena que nosso camisa 11 assistiu na micareta e o discurso de sua amiga, o que será que pensou a moça antes de beijar o “marinheiro de sungão”?

(a) – Nossa, ele é da Marinha do Brasil. Deve ser um cara super responsável.
(b) – Ele está sem blusa para protestar contra a máfia dos abadás. Que rapaz politizado, vou pegar!
(c) – Uhm.. Essa sunga vermelha deixa claro que ele é Bombeiro, e o chapéu mostra que é também um marinheiro. Que exemplo de dignidade e esforço!
(d) – Pelo olhar dele dá pra ver que se trata de um cara sincero. E esse visual despojado é típico de homem inteligente! Esse é pra casar!
(e) – Nossa... que volume na sunga dele!!! Deve ser uma arma. Aposto que ele é um policial infiltrado para investigar o consumo de drogas nas micaretas. Ai, ai... adoro homens corajosos!

***
Agora é com vocês, camaradas! Ajudem-nos a achar essa resposta!

terça-feira, 21 de agosto de 2007

Trinta dias e seus efeitos...

Eh, queridos leitores, o blog completou um mês de vida. Resolvemos fazer um registro especial pela data. É que temos notado algumas modificações no dia-a-dia “pós-A Culpa é Delas”. Os amigos têm elogiado e estão sempre comentando. Algumas amigas torcem o nariz, outras concordam. Resta-nos saber o que nossos leitores de norte a sul do País, Alemanha, E.U.A, Canadá e etc estão achando (Uhuhuhuuuu!!!). Bem teremos tempo pra isso!

Dando um corte na enrolação e na massagem no ego, deixaremos que os diálogos travados nesses últimos trinta dias lhes mostrem o efeito “A Culpa É Delas”. Valeu!

Esse caso é de um amigo pedindo aquela história especial. Uma evidente demonstração do “efeito participativo” (muito comum entre os homens de bem), que é aquele que agrega os personagens:

Amigo - Moleque, posta uma história com a Fulaninha. Posta, que eu comento... (risos)!!
Camisa 9 – Pô cara, tem várias! Tem a do carro, a lá de casa...
Amigo- Aquela na cama dos pais da minha ex, lembra?!
Camisa 9 – Ah... sei.. aquela que você entrou no quarto, viu a camisinha no chão e chutou pra debaixo da cama pra sua namorada não perceber?
Amigo - ÉÉÉ, essa mesmo. Posta ela cara. Posta ela que eu quero comentar.

***
Nas mulheres as reações foram as mais diversas, como não poderia deixar de ser, né?!. Teve moça dizendo que pagar a conta do motel era um absurdo, umas reforçaram que pagam pelo menos meia e outras garantiram que já tinha quitado a conta toda. E falando em colocar grana pra jogo, analisem esse caso:

Em um recente sábado, nosso craque levou duas amigas à quadra da Verde e Rosa. Entrando no estacionamento, a moça que estava no carona solta uma pérola, numa clara exposição do “efeito paliativo”, que é aquele que só ameniza, não resolve o problema:

Mocinha - O estacionamento é cinco? Deixa que eu pago!
Camisa 11 - Não, que isso?!. Deixa comigo!
Mocinha - Não. Nada disso. Vou pagar essa senão depois você bota no blog que a gente não paga nada!

***
Papo de uma amiga do blog, crítica voraz da atuação dos artilheiros, sobre o andamento de nosso canto na internet. Nessa, notamos o “efeito clássico”, ou seja, é aquele onde as mulheres fingem, mas no fundo sabem que não vivem sem:

Amiga do blog: Esse blog mostra muito bem o que vocês são: Um bando de cafajestes!
Camisa 7: Discordo. O blog apenas retrata situações vividas pelos homens, e a análise fica a cargo de cada um. Para nós, a culpa é sempre delas!
Amiga: Ás vezes nós temos culpa, mas aposto que vocês são sempre os maiores responsáveis por tudo o que acontece.
Camisa 7: Se você não gosta do teor do blog então, pode deixar de lê-lo.
Amiga: Ah não! É machista, mas é legal!

***
Ai, ai... Muitas emoções nesses 30 dias e 11 posts. Bem, nobres leitores, se o número de histórias aumentar vocês já sabem de quem é a culpa, né?!

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

Lei da Compensação Futura

Existe uma coisa no mundo da azaração que não falha: é a Lei da Compensação Futura (LCF). Não se sabe exatamente quando ela entrou em vigor, mas, basicamente, define que a cada 2 ou 3 “INHAS” que o cara pega, surge um mulherão ou uma grande noite em sua vida. Calma aí, você não sabe o que são as “INHAS”? Poo... gordINHAS, feINHAS, baixINHAS (O ideal é que a moça tenha só uma dessas características. Se tiver as três já não é mais o caso de aplicar somente a Lei. O rapaz ganha logo um passaporte para o Paraíso por boa ação).

Bem, a história de hoje mostra nosso amigo, um legítimo velha guarda do flerte, usufruindo de seu direito. Era véspera de carnaval no Rio de Janeiro. Muita cerveja, confete e espuma na cabeça... Nosso protagonista e um amigo curtiam um bloco na Zona Sul, quando este último resolveu ligar para a namorada. O craque desta história logo fez cara feia: “Namorada, pô?!”, disparou. No entanto, a nobre companhia fez a oferta: “pega minha cunhada!”.

Era tudo que nosso atacante queria: beber com a galera e mão-de-obra quase zero. Pois bem, quando chegaram na casa das moças, a tal da cunhada estava dormindo. Depois de despertada pela irmã, foi educadamente cumprimentar o artilheiro (com direito a remelas por toda parte do rosto e um hálito condenável). Mas, guerreiro não chora, nosso personagem esperou a moça se arrumar já pensando no futuro. Enquanto isso, na cozinha, bebia algumas latas de cerveja do pai das meninas. Os amigos, então, iniciaram uma troca de informações. Era o momento de passar o briefing da cunhada ao amigo-camisa 11. A promessa era de uma noite daquelas...

Os casais se dirigiram à quadra do Salgueiro. Já na entrada, nosso personagem iniciou os trabalhos e o casal de namorados decidiu entrar na quadra. O mocinho estava com pouquííííííísssssiiiimmaaa grana e sua “companhia” não queria entrar sabe se lá porque.

Ficaram a sós. Ela, já cheia de cerva na idéia, disse que queria fazer xixi. Procuraram, mas não encontraram um lugar adequado. Decidiram, então, improvisar numa ruazinha ao lado. Desinibida e confirmando as previsões que o amigo passara na cozinha, a mocinha se agachou na frente do rapaz e começou a aliviar a “pressão” com extrema naturalidade!

A ruazinha era meio deserta. Nosso folião deu uma de bobinho romântico e começou a “namorar” a moça ali mesmo... Os amassos estavam ficando cada vez mais intensos. Era mão pra lá, mão pra cá, e aquele bolo doido todo foi evoluindo... O protagonista já pensava no abate, mas como estava ficando com a moça há apenas três horas, não imaginou que seu convite seria aceito. Mas ele estava na guerra e era hora de atirar.

Isso mesmo, a moça aceitou o convite e eles partiram para o Corinto, um motel nos arredores da Tijuca. A caminho do “choque” nosso personagem lembrou de sua nefasta realidade: estava sem dinheiro. “O que fazer agora?”, pensou. Mas não havia como refugar: nesse momento corpo e mente estavam unidos por aquele objetivo.

Na maior cara-de-pau, e sem nenhum no bolso, foram para o motel, varando a madrugada no rala e rola. De manhã, junto com o sol, chegou também o momento decisivo. O garçom trouxe a conta e o mocinho sacou da carteira o famoso visa electron. Tentou passá-lo uma vez e nada. Tentou de novo. Outra vez e mais uma. Nada de o cartão passar.
- Chama o gerente!, pediu nosso amigo.

Minutos depois e após muita argumentação:
- O senhor tem algo de valor para deixar?, questiona o gerente.
- Vou lá ver com minha parceira...

No quarto, a moça quis saber qual era o problema.
- O banco enlouqueceu, não está autorizando o meu cartão...

Num gesto sublime, de extrema generosidade e certo desespero, ela puxou algumas notas de R$ 10, que somadas às do nosso artilheiro eram suficientes para matar a questão.

Muito bem. Tudo resolvido. O casal deixou o motel a pé e depois de uns passos, outro gesto incrível: - Vamos pegar um táxi, eu pago!

Ao chegar na porta do prédio dela, a moça ainda deixou dinheiro para pagar o restante da corrida, já que nosso amigo permaneceria no carro! Ele ainda argumentou, disse que não precisava, mas ela insistiu tanto que o atacante achou que seria uma desfeita não aceitar. Pois bem, ela entrou na portaria do prédio dando tchau e o craque do post correspondeu com inúmeros beijinhos (a partida deve ter sido muito boa mesmo).

Feliz e a caminho de casa, a veia do “bicho solto no Rio de Janeiro” falou mais alto:
- Aí, amigão, pára na outra esquina. Vou pegar essa grana e voltar de busão.
- Isso é o que eu mais vejo, meu rapaz...

Nosso amigo voltou para casa são e salvo, mais leve e com R$ 15 pratas na carteira. Sorridente, pensou nas INHAS com carinho: “Eh, valeu a pena!”.
E viva a Lei da Compensação Futura!

***

Ah... o casal da história ainda se encontrou outras vezes, mas a moça declinava na hora de ir ao motel outra vez. Por que será, hein?! O que se sabe é que o nosso personagem cumpriu seu papel. Se a moça ficou chateada, a culpa é das INHAS, ou melhor: A Culpa é Delas!

terça-feira, 14 de agosto de 2007

Queijo é igual a sexo?

No último post versamos algo sobre o “doce” que algumas mulheres fazem. Muitas argumentaram que se fosse fácil, não seria a mesma coisa. Ok, ok! Uma certa dificuldade, por vezes, dá um tempero na relação, mas advirto-lhes: não abusem no açúcar!

A história de hoje é até o prezado momento um enigma para nosso personagem. Tornaremos o caso público agora, na tentativa de que algum de nossos amigos-leitores nos ajude a decifrá-lo.

O efêmero romance começou no portentoso Largo de São Francisco da Prainha, próximo à Praça Mauá, onde periodicamente se realiza uma famosa roda de samba. Ele tinha 20 e poucos anos, ela trinta e alguns. Dançaram, se beijaram e decidiram terminar a noite no motel. Aliás, que noite!, lembra nosso camisa 11.

Na semana seguinte, os contatos continuaram por mensagens e algumas ligações. Mas, o próximo encontro ficava sempre no “vamos marcar então...”.

Pelo que reza a lenda, a mocinha da história estava bastante disposta a rever o jovem rapaz. Ao que pareceu à época, aquela partida entre quatro paredes foi a melhor que ela teve naquele ano, e diante das ofertas que a cercavam ela queria “mais do mesmo”. Diante disso, independente e determinada, a moça ligou para nosso amigo:

- To querendo te ver.
- Ah, eu também. Mas ta difícil, né?! To trabalhando muito.
- Eu sei. Mas olha, eu vou na casa de uma amiga hoje. É pertinho do seu trabalho...
- É mesmo?
- É. Ela está viajando, o apartamento está vazio. Eu vou lá pegar um queijo, você quer ir comigo?

PáRa TudO: PeGar o QuÊ? .... Isso mesmo, meu amigos! Ela o chamou para pegar um queijo na casa da amiga!

O papo ao telefone evoluiu e nosso craque combinou de levar um vinho e uma pizza, que inclusive, era o único lugar onde havia queijo naquele apartamento.

***
Por que será que as mulheres fazem isso? Pra que inventar essa do “pegar um queijo”? :

(a) Na verdade, nesse caso, era uma indireta. A moça queria mesmo que ele fizesse compras do mês e lavasse pra ela.
(b) Elas têm problemas para pronunciar: va-mos tran-sar?
(c) Ela queria fingir ser inocente, pudica e semi virgem.
(d) Por que quando estão na seca elas perdem a noção de tudo.
(e) Outros...

Calma, podem pensar bastante. Se chegarem a alguma conclusão enviem-na para: aculpaedelas@gmail.com

sexta-feira, 10 de agosto de 2007

Ela fez "doce" na Bahia, dá pra acreditar?!

Quando dizemos que A Culpa É Delas, nós temos motivos. A história da humanidade colocou os homens como o responsável pela iniciativa na hora da azaração. E nós não fugimos da nossa missão. Mas, as mulheres... ah, as mulheres... Elas adoram enrolar, fazer tipo e fingir desinteresse. Meninas, fazer doce pra quê? A história de hoje aconteceu há alguns carnavais atrás. O Ano? 2003. O local? Carnaval de Porto Seguro e Arraial D'Ajuda.

Era domingo de folia e nosso matador estava em terra firme desde quinta-feira. A pegação era desenfreada. Várias bocas beijadas, mas até então
faltava o objetivo principal da partida: o gol. Em meio à badalação, na noite de domingo, o mocinho avista um alvo conhecido: uma menina que malhava na mesma academia que ele, no Rio de Janeiro.

Na sala de musculação apenas se cumprimentavam, não havia espaço para dizer muita coisa. Mas na Bahia... uhmmm... Era a hora perfeita, afinal, era carnaval e eles estavam no Parracho. Tudo era festa.

O nosso artilheiro fez o "approach", ela lembrou dele e sorriu. Papo vai, papo vem, ele tenta o beijo, mas não obtém êxito. Não entendeu o veto, mas seguiu seu caminho, afinal várias outras ainda iriam cruzar seu caminho.

Na terça-feira de carnaval, nosso personagem pulava em outro campo: um trio elétrico em Porto Seguro. Muitos goles de cerveja, vodka, absinto, whisky, energéticos, beijos, abraços, carícias. Ao fim da apresentação da primeira banda, nosso camisa 9, com fome, resolve atacar um sanduíche. Afinal, é preciso repor as energias... ele ainda teria mais 3 horas de AGITAÇÃO pela frente.

Mal sabia que lhe estava reservado outro destino. No caminho para o McDonald's ele reencontra a mesma menina da academia. Cumprimentam-se, e ele percebe que moça estava desacompanhada. A maldade já imperava na mente do rapaz.

- Vamos lanchar?, diz ele e recebe resposta positiva.

Na lanchonete o papo flui, o lanche passa ao segundo plano e o casal, enfim, se beija. Logo nos primeiros contatos, a afinidade entre os dois aumenta.

A essa hora, lá no trio, a segunda banda já estava tocando. Sem ligar para aquele tipo de agito, o casal continua aos beijos, cada vez mais intensos.

- Você quer voltar para o segundo trio?, ele lança.
- Não, ta gostoso aqui com você.
- Vamos para a minha pousada então!, convida nosso denodado personagem.
- Aí, não sei! É muita loucura de carnaval.

Foi a deixa!
Ele levanta da mureta e a puxa. Resoluto, nosso atacante-mor bate o martelo: "Então vamos!".

Nessas horas, tudo conspira para o bem dos jogadores leais e decididos: um táxi passava pela rua e eles entraram. Em minutos já estavam entrando no quarto da pousada. A agitação que ele esperava realmente aconteceu. Só que de outra forma, aliás, da melhor forma. Não houve parte do quarto que não tenha se transformado em campo de atuação. O "vuco-vuco" que rolou no banheiro então... “incrível!”, relembra o protagonista.

Chega o dia, eles levantam e resolvem voltar ao centro, local dos trios. Afinal, ela ainda tinha que pegar a balsa, já que estava hospedada em Arraial D'ajuda. Na época o físico do moço ainda ajudava. Então, leve e feliz, nosso amigo dá uma fanfarroniada: tira o abadá e vai para o centro só de short e havaianas. E é claro, sorridente!

Na despedida, uma surpresa final. Ela, meio que sem jeito, solicita:
- Você me empresta o dinheiro da balsa? Meu último trocado foi no Mc Donalds.

E assim se despediram.

Voltando para a pousada, nosso artilheiro ainda encontra com os companheiros de quarto, de viagem e azaração na rua:
- Amigos, agora eu tenho certeza. Depois elas reclamam que somos insistentes. Mas vejam, se eu tivesse desistido da moça no domingo, não teria marcado o gol e ainda seria tachado de “devagar”. Afinal ela estava afim. É complicado, mas essa é a realidade. Se as coisas não acontecem A Culpa É Delas.

***
Eh, amigos, fiquem tranqüilos se as coisas não acontecerem! A culpa não é nossa!

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

Não tente entender, decore!

Sabe, amigos, é muito difícil entender as mulheres. Temos a certeza que ao final de décadas de vida, vamos nos despedir desse céu certos de que sabemos pouco sobre elas. A história de hoje mostra isso.

Em um carnaval recente, nosso sempre desenvolto personagem reencontra uma antiga colega de colégio. No ano em que cursaram juntos a quarta série, talvez tenham se falado poucas vezes. Quase dez anos depois, o Orkut os aproximou e um bloco carnavalesco foi o palco do reencontro.

Depois de pularem bastante e beberem alguns litros de cerveja, surge a típica frase para esse típico reencontro.

- Tem uma coisa que quero te dizer desde a 4ª série.
- É?

Não demorou muito e lá estavam os dois aos beijos e abraços calorosos. Pularam juntos todo o percurso e se despediram combinando um reencontro horas depois. Era o tempo de ir em casa, tomar um banho e trocar de roupa.

A mocinha foi buscar nosso protagonista em casa. Ela tinha carro, ele não. Naquela noite chovia um pouco. Sem saber o que fazer, pararam em uma praça erma e iniciaram uma tórrida sessão de beijos e carícias. Depois do “lesco-lesco” rolar solto surge a típica frase, para esse típico momento:

- O que acha de irmos para outro lugar?, ele pergunta.
- Então vai dirigindo, ela sentencia.

O mocinho, mais que animado, toma o volante e, depois de umas voltas, entra no motel. Olha para a mocinha e ri. Ela ajeita o cabelo, meio sem graça. Na hora em que pararam no guichê para pedir um quarto, ela diz:

- Acho melhor não. Você vai se arrepender!

Frustrado e sem querer insistir, ela dá ré no carro e volta exatamente para o mesmo lugar que estavam antes. Ele brinca um pouco pra descontrair e logo retoma as investidas manuais. Lá pelas tantas surge o inexplicável:

- Eu quero, exclama ela em tom ofegante.
- Quer o quê?, indaga ao pé do ouvido.
- Fazer amor com você!

Peraí!!! Ela disse “fazer amor”??, pensa nosso artilheiro na entrada na área! Bem, o jogo continua... Ela deixa os questionamentos para depois, tira do bolso uma camisinha do Mengão e parte com tudo. Goooool!!!!

De volta à sua casa e dando aquela relaxada pós-partida disputada, ele volta a pensar no curioso: Por que será que ela não quis entrar no motel, embora quisesse praticar o esporte, ou melhor, “fazer amor (!!!)”?. Sem achar algo plausível, vira-se pra dormir:

“Não dá pra entendê-las mesmo, é melhor decorar”, pensa, satisfeito por ter economizado o din din do motel em pleno carnaval carioca.

segunda-feira, 6 de agosto de 2007

“Soltinha, soltinha”

Em algumas situações, poucos seres são unidos como os homens. Já ouviram falar que amizade de homem é mais sincera? Pois bem, às vezes nem precisa ser amigo de verdade para contar com o “corporativismo” do grupo. Basta estar do mesmo lado, intenção e propósito. A história de hoje mostra isso e de quebra fala sobre uma atitude lamentável que os seres humanos costumam cometer. Nesse caso, coube à mulher da história tal feito. Ao fim do post, vocês hão de entender. Lá vai:

Era quinta pra sexta e já passava da uma da manhã. Mesmo tendo que trabalhar no dia seguinte, dois amigos decidiram tomar uma “saidera”. Estavam pelo Recreio dos Bandeirantes e optaram por um boteco numa distinta localidade chamada Terreirão. O cenário não era dos melhores, mas a idéia era só beber uma cervejinha e falar da vida. Uma banda tocava Rock´nrol, enquanto pessoas das mais diversas pulavam tentando manter o corpo em equilíbrio. Eram poucos os sóbrios.

Apesar da intenção inicial, o velho ditado “soldado no quartel quer trabalho” veio à tona (Anotem: a night é o nosso quartel). No centro do bar, um grupo de mocinhas logo chamou atenção dos nossos personagens. Alías, não só de nossos personagens. O pessoal da banda se reveza tocando e azarando.

Apesar das opções, quis o destino (ou sabe-se lá o que mais?!) que as moças se interessassem por nossos artilheiros. Um deles, depois de intensa troca de olhares e gestos, abriu o placar. A idéia, como já foi dito, era tomar uma cerveja, mas naquela altura estavam abrindo a terceira e o imaginário voava.

- Esse barzinho tá animado hoje, né?! Impressionante!, começa o mocinho.
- Aah... quase não venho aqui... Caí de pára-quedas. Quem é você mesmo, hein?, responde o alvo, transparecendo sua condição etílica.

O papo correu sem muito sentido. Ela é arquiteta, ele jornalista. Palavras soltas, assuntos diversos e.... um beijo no salão. Minutos depois, o mocinho dá dois passos à frente e inicia um papo com o amigo, queria saber como andavam as “negociações” com o outro alvo. Nisso, o garçom do boteco (trajando calça jeans, casaco de moleton, e toca preta) se aproxima da tal arquiteta. Troca três, quatro palavras e tasca um beijo!

- Que isso, cara! A mulher ta pegando outro!
- Eita, eita... Que situação!

Caros leitores, o que fazer num momento como esse?
(a) Azarar a amiga dela
(b) Tirar satisfação com a traíra
(c) Sair correndo
(d) Sentar e chorar
(e) Outros ou tudo isso acima ao mesmo tempo

Enfim... Nosso camisa 11 não se abalou. Continuou na dele, bebendo cerveja e rindo da desgraça. Mas a surpresa foi ainda maior. A moça ressurgiu em sua frente e o tirou para dançar. Meio sem jeito acabou dando uns passos. Nisso, ele vê o garçom se aproximando. Ciente que o entorno era um lugar hostil para ele, deu aquela catucada no ombro do garçom e lançou:

- Ae, amigão. Dança com ela aqui.
- Nada. É a sua vez!

Não demorou muito para a moça roubar mais um beijo do nosso atacante. Dez minutos depois ela foi para os braços do garçom, enquanto o camisa 11 tomava uma cerva. Enfim, o troca-troca durou até às 3h30. O outro amigo obteve êxito na investida e também marcou gol, pegando a amiga da “arquiteta soltinha, soltinha”.

No dia seguinte, a dupla tentava entender os fatos.
- Cara, eu acho que ela estava pegando o cara e eu me meti no meio. Ou será que o cara que pegou depois?
- Ah, isso nem importa.
- Lógico que importa. Se eu tiver beijado depois, ele é o corno da noite!, diz em tom de brincadeira.

O amigo, então, começa a rir e completa:
- A amiga dela me disse que ela é casada!
- Coitado do corno!

(Gargalhada geral)

***
Imaginem, meus nobres, se o “corno (o verdadeiro) enfurecido” invade o bar e resolve arrumar uma quizumba? Respondam de coração: de quem seria a culpa? .... Ah tá...

Sabemos a importância que o corno tem na sociedade. Então, por favor, mais respeito com os galhudos! Eles têm coração...

sexta-feira, 3 de agosto de 2007

Cachorra Denorex

Não nos cansaremos de alertar a vocês sobre as peripécias femininas. Hoje publicaremos a história de um amigo do Blog. Lá vai:

O assunto é pedigree. Mulher cachorra, só as legítimas. Recuse imitações, que nem as Havaianas. O conselho pode parecer banal, mas evita dores de cabeças, e algumas sérias. É enorme o número de mulheres por aí que para aumentar o placar (sim, elas também tem isso!) tiram onda de libertária, safadinha, etc... Aliás, a troco de que elas fazem isso?

Não é difícil reconhecê-las. Via de regra, são bonitas, gostosas e adoram falar sacanagem, comentar posições. Reiteram a cada cinco minutos que adoram o esporte, que não conseguem passar uma semana sem... Tudo para atiçar os cantos mais imundos das sórdidas mentes masculinas.
Empolgado com o relato, o pobre do homem começa seu processo natural de fantasiar a “trepada do século”. Mas na hora H é tudo diferente (culpa de quem?)

Bem, quando você estiver numa situação dessas experimente trazer um assunto mais concreto à tona e verá uma lenta transformação. O alvo deixa de ser a devassa descontrolada e se transforma na mocinha pudica, tipo daquelas que ainda têm medo de que os pais saibam que ela já praticou o ato.
Para provar suas suspeitas, o nosso protagonista fez um teste no seguinte cenário: mesa de bar, galera movida a álcool jogando conversa fora, enfim, clima propício para o flerte. De saída, nosso amigo, um intrépido missivista, teve a atenção despertada por uma frase bombástica disparada por uma morena de lábios carnudos: “Adoro sexo. Na cama, faço tudo”.

"Quando a esmola é demais, o santo desconfia", pensou. Logo, tratou de pinçar outras pérolas deixadas pela moça ao longo da conversa. Ei-las:

“Tipo... de quatro eu não fico. Acho que a mulher perde o respeito”.

“Ah, gosto que façam oral em mim, mas fazer, não faço não. Sei lá, colocar a boca no... meio nojento...”.

“Putz, por trás de jeito nenhum, dói muito!”.
Papo vai, papo vem, e o nosso camisa 11 prepara o bote:
“Escuta... você não fica de quatro porque é indigno pra mulher, não chupa pau porque acha nojento, não dá por trás de jeito nenhum. Tô curioso... que 'tudo' é esse que você faz?”.

Gargalhada geral na mesa. Cai o pano, acabou-se a farsa.

A pseudo-cachorra teve de confessar, com uma cara de pau impressionante, que se classifica "um pouquinho puritana".

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Meus camaradas, dedicados soldados no front da eterna guerra dos sexos, não se enganem. Denunciem! A vida passa rapidamente e não podemos perder tempo com as ilusões de uma Cachorra Denorex!!!

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Já aconteceu algo parecido com você? Então, envie-nos sua história: aculpaedelas@gmail.com

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

"Doril" para alguns casos...

Depois de falarmos sobre a “mulher pseudo-pseduo” e “mulher-objeto” (expressão ressemantizada por esse blog), resolvemos mostrar a vocês alguns motivos que fazem os homens sumirem. Até o final do século a gente dá outras dicas...

1 – É do outro lado...
Numa festinha no Centro do Rio o mocinho chega empolgado, apresenta-se pra bela menina, flerta. O alvo corresponde e nosso herói continua o papo:

- Onde você mora mesmo?
- Em Santa Cruz. Conhece?
- É looooounnge, diz nosso personagem em tom bastante peculiar.
A moça faz cara de irritada, esboça um ar de desprezo, e nosso artilheiro argumenta.
- Não disse que era ruim, eu disse que era longe!

Ok, ok. Desfazer o ar constrangedor é uma coisa, ir lá loooooonge levar a moça em casa depois de uma night desgastante é tarefa pra Highlander. E marcar aquele almoço em dia de domingo? Sem chance! Nada contra Santa Cruz, gente!

2 – Pra que tudo isso?
Essa são de dois amigos conversando sobre a última experiência sexual. Um vira para o outro e pergunta:

- Mas acabou mesmo?
- Po, cara. Situação meio esquisita.
- Como assim?
- Eu tava lá. Tudo correndo às mil maravilhas. No auge da desenvoltura ela começou a gritar.
- E daí, cara? É normal.
- Não era não. Não daquele jeito.
- Que jeito?
- Po, parecia uma arara.
- hein?
- Uma arara baleada! Fiquei meio chocado. Dá não!

Sem exageros, né?! Se a mulher é adepta dessa modalidade é melhor explicar antes. Se alguém passa na porta e ouve os gritos, o cara é capaz de ir preso!

3 – Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa...
Era um típico dia de Fundição Progresso lotada. Mulherada solta por todos os lados. No palco a Orquestra Imperial começa o show. O mocinho vai até o bar comprar uma cerveja e nota uma menina sentada na escada. Aproxima-se, e puxa assunto.

- Oi. Qual é o seu nome?
- Edilvânia, nem! Mas pode “chamá” de Didi.

A conversa continua e o rapaz inicia um papo sobre música, a mocinha parece excitar-se e lança o comentário:

- Adoro aquele.. o Chico Anísio... que canta aquela música da Odara!
- Chico Anísio?
- É, nem! Que tem os olhos verdes.
- Ah.. Chico Buarque!
- Isso mesmo. Adoro ele cantando Odara!
- Mas quem canta Odara é o Caetano.
- É?
- Bem... vou comprar cerveja!

A Culpa É Delas adverte: mulher sem noção faz mal à saúde!

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