terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Quando o(a) "ex" entra em campo

Leitores queridos, amigas e inimigas do Blog,

Esse é o último post de 2008. Não poderíamos deixar de agradecer a presença de vocês nesse polêmico espaço virtual, onde as máscaras de algumas mocinhas caem como confete em dia de carnaval. Queremos deixar um agradecimento especial a todas as culpadas (sem vocês esse blog não teria sentido!!!). O ano de 2009 já pede passagem e traz a certeza de que muitas partidinhas e gols estão por vir. A disputa pela artilharia recomeça, deixando mocinhas radiantes.

O A Culpa É Delas aproveita para anunciar que está entrando de férias e volta em breve com muitas novidades!

A Copa do Mundo do Flerte, contudo, não pára! Pra cima delas!

***
A história de hoje é um clássico sobre o comportamento de artilheiros e mocinhas diante de uma mesma situação. Recentemente, nosso Camisa 11 presenciou cenas parecidas e comportamentos distintos, e ficou com aquela pergunta no ar: por que será que o “ex” de uma amiga mexe tanto com a amiga da amiga?

Claudinha, Tati e Fernando se conheciam há algum tempo. Fernando trabalhava com Claudinha e depois de um flertezinho começaram a namorar. O compromisso durou um ano, e durante esse tempo, Tati, assim como outras coleguinhas de trabalho e folia, manteve uma presente amizade com o casal.

Passados alguns meses após o término do namoro, uma amiga em comum dos três deu uma baita festa para comemorar seu aniversário. A relação entre os ex-namorados, pelo que consta, parecia normal, não existia ciúme, cobrança pós-termino, enfim... nada disso!

Lá pelas tantas, Claudinha curtia a festa numa boa quando vê um “embolo” no meio da galera: era seu ex-namorado e sua amiga.

Ok, ok! Ninguém era de ninguém! Todo mundo é livre! Mas, existem caros leitores, sentimentos que os seres humanos não sabem expressar, explicar, definir. O fato é que rolou um ressentimento, embora hoje, todos digam que tudo está bem! Coisas da vida.

O curioso para nossos artilheiros é que uma história com ingredientes semelhantes aconteceu semanas antes. Uma outra festinha reunia grandes e velhos amigos, anônimos e a “ex” de um amigo. Nosso camisa 11 estava lá, driblando pra esquerda, driblando pra direita quando avistou algo suspeito: o Camisa 27 num papinho animado com a “ex” de um amigo, chamada Bruna.

Na hora, o nosso Camisa 11 assinalou o impedimento: no conceito dos artilheiros, um gol desse, sem que antes role uma conversa, uma explicação, é gol contra, ilegítimo. Pois bem, mas para algumas mocinhas isso não faz muito sentido.

Nosso amigo distraiu-se, foi beber cerveja e mais ou menos uma hora depois voltou a procurar pelo Camisa 27. Numa rápida volta pela sala do apê, onde rolava a festa, também não encontrou Bruna.

Quando chegou em um dos quartos, viu que havia uma galera sentada na cama fumando cigarro e conversando, e ao fundo, na varandinha, estava o Camisa 27. A porta estava meio fechada, e só era possível ver metade do corpo do craque, que se mexia na direção do escurinho, sorrindo e esticando a mão, como se fizesse carinho em alguém.

- “Meu Deus!”, pensou o Camisa 11, que pegou o telefone, ligou para o Camisa 27 e exigiu que ele saísse de onde estava.

Sem entender direito, o craque veio ao encontro do amigo. Nesse exato momento, a porta do banheiro, que fica do outro lado do corredor onde estavam os atacantes, se abre e por ela sai Bruna.

Camisa 11 correu para a varanda para ver quem estava com o Camisa 27, e a surpresa foi imensa: era uma gatinha (um bichano mesmo), que também habitava a casa.

Restou ao Camisa 11 pedir sinceras desculpas ao amigo.

- “Foi mal, cara. Pensei que você ia pegar a ex do nosso amigo”.
- “Tá maluco, cara?! Isso não se faz”, decretou o Camisa 27.

***
A polêmica está no ar e promete se estender até janeiro. Afinal de contas, é verdade que as amigas sentem atração pelos exs das amigas. Por que será que os artilheiros têm esse código de comportamento?

Você já viveu algo parecido? A Culpa foi Dela?

Até breve!

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

É só tirar a aliança

Festa de fim de ano é sempre festa de fim de ano. Bebida, confraternização, azaração, enfim, todos os ingredientes para que algo dê certo, ou errado, dependendo do ponto de vista. O fato é que são nesses momentos em que muita gente se libera, a pegação rola solta e tem gente que esquece que é casado.

Na história em questão, a moça se "esqueceu" completamente que é noiva. Como se não bastasse, fez questão de esquecer disso com gente conhecida.

Dois amigos -- Bernardo e Gustavo -- de longa data estavam reunidos na festa de fim de ano da empresa de um deles. Moram na mesma rua, de frente para o outro. Gustavo conseguiu um convite para que o amigo fosse à festa. A noite prometia... O evento era grande, muita bebida liberada e o melhor de tudo: Muitas mulheres. E boa parte delas estavam ali com o mesmo propósito dos dois desbravadores da noite.

No meio da festa, encontram com Daniele, irmã de Bernardo. Ela acompanhava uma amiga também. Preocupado, o irmão pergunta a ela se o noivo dela estava ciente da presença da moça no local. Daniele responde que sim. Alguns minutos mais tarde, na presença do irmão e dos amigos, vira-se para uma amiga e fala:

"Hoje quero beijar muito na boca", diz, sem rodeios.

Gustavo, ao ouvir aquilo, se espanta. Afinal de contas, Daniele está noiva, de casamento marcado e na frente do irmão. No fundo, ele sabia que aquilo não iria acabar bem. Ainda mais depois de constatar que a moça não usava um adereço precioso para as mulheres que estão prestes a subir ao altar: a aliança de compromisso

Horas depois, festa rolando e o álcool dominando, Daniele e Gustavo se encontram. A essa hora, Barnardo já estava "arranjado" em outro canto. Começam a conversar, e o papo não demora muito. Logo se atracam em algum canto. E voltam para a festa, cada um para o seu canto.

Gustavo continua em busca de mais vítimas, e alvo é o que não falta. Chega a beijar outra moça na frente de Daniele, que olha com cara de poucos amigos.

No fim da noite, com Bernardo em outro canto, o amigo vira-se para Daniele e diz que vai embora. De forma inesperada, a moça manda, de forma direta.

"Não vai me levar?"

Era a senha para que a noite não acabasse bem, dependendo, é claro, do modo como se vê as coisas. Saíram juntos e foram para o primeiro motel que acharam.

Depois de uma noite frenética e de muitas ligações de Bernardo para o amigo, eles vão para casa, na mesma rua. Quando se aproximam de casa, Daniele abre a bolsa, retira a aliança, e a coloca no dedo. Bernardo pergunta a ela sobre o noivo, e se ela não sentia algum tipo de remorso. Daniele emendou, na lata.

"Sem a aliança, não me sinto de ninguém"

Desceu do carro e voltou a ser a noiva "perfeita".

****

É por isso que um amigo meu costuma dizer: Em mulher, confio na minha mãe, e olhe lá.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

"Fala baixo..."

A história de hoje fala um pouco sobre mudança de hábitos, surpresa e espanto. Depois de ler o último post do ACED, um amigo do blog procurou um de nossos artilheiros para contar algo que recentemente aconteceu com ele.

O nobre cidadão é um velho freqüentador de “inferninhos” no Centro do Rio de Janeiro. De tanto ir em um mesmo antro, o camarada acabou ficando “amiguinho”, digamos assim, de uma das moças que trabalhava no local: Fulana, uma loirinha de parar a Avenida Presidente Vargas e Praça da Bandeira de uma só vez.

Sempre que o rapaz ia à “boate estilizada” (coloquemos dessa forma), ele conversava com a mocinha, falava da vida, trocava uns beijos e algo mais.

Certa vez, caminhando pelos barzinhos do Arco do Teles, nosso amigo deparou-se com a bela loira. Lá estava ela, sentada à mesa, tomando umas cervejas, cercada por amigas e amigos. Aquela era a primeira vez, que o atleta encontrava a mocinha fora do trabalho.

- “Fulana, que surpresa!”, disse o jovem, ao se aproximar da mesa.

Meio sem jeito, a loirinha levantou-se, deu um passo à frente do nosso camarada e o cumprimentou.

- “Oi. Como vai”, disse, ajeitando o cabelo.

Imediatamente nosso amigo continuou a conversa.

- “E aí, continua lá no...”, tentava perguntar, quando foi bruscamente interrompido pela loira, que o catucou no braço e deu mais um passo para longe do grupinho de amigos.

- “Fala baixo... Saí de lá. Agora trabalho com Tele-Marketing. Tá vendo? Esse é o pessoal do meu trabalho”, revelou a mocinha, que, segundos depois, voltou para a mesa e deu um beijinho apaixonado em um colega de trabalho.

***
Caraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaamba!

A mocinha mudou de vida, o que é positivo!

Mas é cada uma que acontece!

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

A gata...

Alguns de vocês já devem saber o que os homens são capazes de fazer por causa de uma mulher. No post de hoje vamos contar um caso recente, de um amigo do blog. Às vezes a gente não se dá conta, mas os homens perdem a noção das coisas por conta de uma mulher e acabam protagonizando histórias... digamos... engraçadas.. curiosas e por aí vai. É claro: tudo por Culpa Delas!

Sabe aqueles jornais populares que todos os dias publicam a foto de uma musa, de biquíni ou cobrindo as partes íntimas com a mão? Pois bem... nosso bravo amigo estava folheando uma edição desse jornal dia desses e deparou-se com uma bela musa, segundo o próprio.

Abaixo da foto, vinha um texto pequeno, onde a mocinha dava o seguinte recado: “Tenho 26 anos, sou solteira, moro sozinha e gosto muito de beijar na boca”.

Caros leitores, não sabemos ao certo o que tocou nosso amigo: se foi a mensagem ou se foi a foto. Sabemos é que ele não resistiu e mandou um e-mail para a pequena.

Atacante: Oi, vi sua foto no jornal hoje. Ficou muito bonita. Parabéns! Vamos marcar de sair?

A resposta da moça foi direta e decepcionou nosso amigo:

Mocinha: Oi. É R$ 500, duas horas! Só marcar!

***
Quando o Velha Guarda da Azaração contou essa história para os amigos, virou alvo imediato de todos os tipos de chacota. Aonde já se viu mandar cantadinha para essas “garotas do momento”, “musa da galera”, “Gatinha surpresa”??? enfim...

Para se defender, ele disse que viu ali uma boa oportunidade e não resistiu aos encantos da moça...

Não adiantou: ele continuou sendo zuado.... e por Culpa Dela!

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Palavras de taxista

Dia desses um dos nossos artilheiros foi jogar sinuca com dois colegas de trabalho no salão Guanabara, na Praça Tiradentes. A redação não é tão longe do salão, então, eles decidiram fazer trajeto a pé. O problema é que, de repente, aquela chuvinha chata começou a cair. Nossos destemidos amigos continuaram a caminhada, mas a chuva apertou. Diante do cenário complicado, eles embarcaram no primeiro táxi que apareceu.

- "Amigo, toca pra Praça Tiradentes", orientou o craque.

Sorridente, o taxista começou a falar da chuva. O nobre trabalhor reclamava que nunca tinha visto tanta chuva em 40 anos de vida. O artilheiro e seus amigos concordaram. Afinal de contas, realmente não parava de chover. Em determinado momento, o taxista, todo serelepe, começou contar das suas:

- Rapaz, sabe o que está chuvendo também? Mulher, cara!

(Impressionante como esse assunto vem à tona quando os homens se reúnem. Por mais que nem se conheçam).

O trio de amigos achava graça, enquanto o taxista narrava suas últimas conquistas. Risos de um lado, gargalhadas de outro, e o motorista resolveu dividir seus conhecimentos:

- "Tem uma coisa que eu aprendi com as mulheres", disparou.

O silêncio foi total. Um dos amigos do artilheiro chegou a inclinar o corpo para frente para ouvir o que o nobre trabalhador tinha a dizer. Nosso centroavante estava atento.

- Já fui apaixonado por muitas mulheres e sempre me dei mal. Corria atrás delas e elas nem me davam bola. Mas aí aprendi com elas que não se deve dar muita moral. Elas não gostam que o homem fique em cima não.

O taxista, então, narrou uma passagem de sua vida. Disse que, uma vez, uma mocinha, que era casada, estava saindo com ele.

- "Impressionante. Ela esperava o marido ir trabalhar e me ligava", comentou.

Houve um dia, em que o taxista estava doido doido para levar a moça para as quatro linhas.

- Mas ela não parava de falar ao telefone, mas aí eu fiz "ouvidor de mercador".
- "Ouvido de mercador?", questionou o craque.
- É, rapaz. Deixa elas falarem o que elas quiserem e você finge que está ouvindo. Mercador é assim quando está vendendo!

O taxista continuou a saga:
- E pra completar ela ainda começou a colocar umas barreiras. Queria que eu fosse buscá-la lá em Alcântara. É muito longe, né, rapaziada? Expliquei que estava no Centro do Rio, que tinha que continuar trabalhando.

O "conquistador sobre quatro rodas" resolveu, então, aplicar os ensinamentos que aprendeu com Elas:

- Virei para ela e disse: "Então tá, querida, já que não dá para você. Outro dia a gente marca. Um beijo". Rapaz, não deu 10 minutos e ela me ligou dizendo que ia me encontrar às 23h no Rio. Impressionante, não?

- "E onde você consegue esse monte de mulher?", quis saber um dos amigos.
- "No taxi mesmo. Todo dia. Já escalei uma pra hoje à noite", respondeu prontamente o galanteador motorizado.

O papo estava descontraído, e o motorista se empolgava a cada riso que arrancava da platéia. Por fim, ele soltou mais uma pérola. Relatou que certa vez, três mocinhas entraram no carro dele. Uma delas começou a se queixar da vida. E o taxista, bravo velha-guarda da azaração, tratou de explicar pra moça que ela precisava sair mais, que tinha que se ocupar com outras atividades. Segundo o trabalhor, a mocinha adorou o conselho:

- "Rapaz é infalível. Se entra um monte de mulher no seu carro e uma senta na frente. Aqui senta na frente simpatizou com o motorista. Uma delas já me disse isso. Aí você tem que ser bom de papo e não pode ficar em cima. Elas caem! Pode crer", afirmou o taxista se despedindo e recebendo seus pouco mais de R$ 7 pela rápida corrida.

***
Meninas, meninas... Vocês ficam ensinando essas coisas por aí, e depois reclamam dos homens!

Cuidado, hein!

Cada vez mais a Culpa É Delas!!

O blog quer saber: que comentário você faria sobre as revelações do taxista?

(a) - É difícil de dizer, mas... é... tá.. já peguei um taxista durante a corrida! Sim, eu estava no banco da frente!
(b) - As histórias desse taxista parecem mais as de um pescador...
(c) - É, alguém tem que correr atrás de alguém...
(d) - Será que meu namorado faz "ouvido de mercador" também?
(e) - Qualquer outro

sábado, 22 de novembro de 2008

O outro lado da história...

Relação mal acaba é sempre complicada. O casalzinho apaixonado se separa, cada um segue prum lado, mas de vez em quando se esbarram por aí... trocam ciuminhos etc... Vocês sabem como é, né?! Pois bem...

E quando você, por saudade ou qualquer outro sentimento que o valha, invade o orkut da pessoa ex-amada para ver como ela está e lê um scrap do tipo:

"A festa de ontem foi maravilhosa. Você arrasou. Fazia anos que não me divertia tanto assim".

A pessoa que acaba de ler essa mensagem pode até pensar: "ela (e) nem sente mais a minha falta. Veja só: está arrasando nas festinhas!"

É, nobres leitores, mas existe o outro lado da história.

Dia desses, um de nossos artilheiros, enquanto lanchava, tirou um tempinho para jogar conversa no trabalho e viu-se numa rodinha só de mulheres. Para variar, elas comentavam sobre seus relacionamentos. Nosso amigo, então, mais uma vez pôde conhecer de dentro o fantástico mundo cor-de-rosa.

Uma mocinha estava na situação acima: relacionamento mal acabado, saudade de um lado, saudade de outro... e uma terceira pessoa no meio do ex-"casalzinho apaixonado".

Às gargalhadas, uma mocinha sapeca confessou às amigas:

- Vocês não sabem o que ela me fez fazer esses dias..
- "O quê?", pergutaram as amigas, ávidas pela resposta.
- Me fez ir no orkut dela e deixar um scrap do tipo: "A festa de ontem foi maravilhosa. Você arrasou. Fazia anos que não me divertia tanto assim". Ela me pediu para fazer isso, pois sabia que o ex ia ler mais cedo ou mais tarde...

Todas morreram de rir!

***
É engraçado. Confessamos.

Mas o melhor é que serve de lição: camaradas, se acalmem, não é preciso morrer de ciúmes por aí... sempre existe o outro lado da história!

E vocês, fiéis leitores e leitoras do ACED, já deixaram um scrap desse tipo para ajudar alguma amiga ou fizeram algo parecido?

(a) Jamais. Sou contra a mentira
(b) Já fiz pior
(c) Nunca tinha pensado nisso. Vou copiar a idéia
(d) Se eu contar o que fiz, perde a graça...

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

A guerra dos sexos!

O que iremos mostrar no post de hoje é algo surpreendente. Um atacante e uma mocinha, ambos ex-colegas de trabalho de um de nossos artilheiros, travaram recentemente uma discussão via msn. O papo estava ameno no início. Nosso amigo e a moça divergiram sobre a foto que ele havia colocado em exibição em seu msn. O craque fez um brincadeira e resolveu provocar a danada, que sem perceber caiu na pilha.

A moça pediu que nosso personagem trocasse a foto e ele se recusou.

Ele: Está linda (a foto). Mulher gosta de homem feio.
Ela: Está enganado.

Nosso amigo iniciou a pilha.

Ele: Quem gosta de homem bonito é viado. Mulher gosta de dinheiro.
Ela: Você está com um papo de corno.

O problema, queridos leitores, é que a mocinha disparou sem dó e sem piedade.

Ele: Corno? Nunca fui.
Ela: Você deve estar se referindo a sua mãe... com todo o respeito! (Nesse momento, a sapeca quis dizer que a mãe do jovem centroavante gostava de homem feio. No caso, a progenitor do nosso amigo).

Ele: Pesquisa recente mostra que os homens sabem identificar mais os indícios de traição.
Ela: Porque levam mais chifres.

Com a guerra declarada, o personagem decidiu investir pesado e soltou pérolas do machismo durante a conversa.

Ele: Mulheres deveriam ficar em casa. Lavando a louça. E arrumando a casa.
Ela: Por isso você vive só.
Ele: E falando mal dos vizinhos.

Apesar de essa ser uma das "pilhas" mais absurdas e baseada em um pensamento totalmente retrógrado, a mocinha caiu e partiu pro contra-ataque.

Ela: Este teu discurso é de covarde, porque tem medo de encarar e disputar o mundo com as mulheres.
Ele: É extamente o contrário. Essa dispusta não deveria acontecer em primeiro lugar. Sacou? Vocês é que complicam tudo.
Ela: Porque não é justo, nossa capacidade de competição é bem maior...

Sagaz, o "Velha Guarda da Pilha Alheia" contou uma "histórinha". Disse que um professor dele havia dito que quando certa empresa vai negociar com um ou dois empresários, eles levam três executivos para "intimidar". Quando sabem que haverá uma mulher do outro lado da negociação, eles também levam uma mulher. "Para ficarem discutindo besteira, enquanto os homens fecham negócio", explicou o mocinho.

A pequena ficou irada. Como ambos tinham acabado de deixar a mesma empresa há pouco tempo, ela começou a comparar rendimentos.

Ela: Fala sério. Trabalho muito mais que vocês, fracos sem disposição!
Ele: Hahaha... Vocês fazem social. A gente é eficiente. Vocês ficam falando besteira no trabalho.
Ela: A gente faz social porque vocês babacas páram tudo quando entra uma mulher nova num ambiente de trabalho. Todos ficam admirando, babando como um cão sarnento.
Ele: Claro. Por isso, mulheres no Oriente usam turbante: para não atrapalhar nossas vidas.

Mesmo depois dessa, a mocinha não percebeu que era pura pilha.

Ela: Os homens são fracóides e tentam ofuscar as mulheres para não serem ofuscados pelo brilho delas.
Ele: Você tem sério problemas com os homens, mocinha

Nesse momento, ela perdeu as estribeiras e soltou sem dó:

Ela: Sou melhor que muitos merdas daquela redação. (Disse a moça numa referência aos ex-colegas de trabalho).

O centroavante ligou a pilha na velocidade 5:
Ele: Quem chegou à lua? O homem. Quem inventou o carro? O homem. Quem inventou o avião? O homem.
Ela: Quem pensa é a mulher, os homens são paus mandados.

A ira era tanta, que ela começou a atacar os amigos que o atacante fez no trabalho:

Ela: Você está com o discurso idiota como o Camisa 27 (que tem histórias publicadas nesse blog) e companhia. Não é a toa que se identifica com esse povinho medíocre.
Ele: Eles são meus amigos.
Ela: Chama aquela panela de amigos? Você tá mal de amizade mesmo...
Ele: Você, ao contrário, não fez amigos na redação.
Ela: Fiz váááááários. Muito mais cabeças.
Ele: É. Tipo o editor que tentou te pegar? Chama isso de talento?

Bem, nobres leitores, daí pra baixo a baixaria rolou. A mocinha ficou ainda mais irada e continuou com sua metralhadora giratória.

Ela: "Tenho fontes, tenho capacidade de ganhar a confiança do chefe e SEGURAR UM CADERNO SOZINHA". (Caderno, no caso, é um suplemento do jornal)

Por fim, discutiram sobre o que cada um fez enquanto esteve na empresa, até que ela disparou:

Ela: TERMINEI COM SUCESSO.
Ele: Então porque não ficou lá (no emprego)?
Ela: AINDA VOLTAREI.
Ele: Pff
Ela: AGORA VOCÊ, NÃO SEI.

Minutos e farpas depois, nosso protagonista terminou a conversa de forma amigável, mesmo tendo provado do descontrole da mocinha:

Ele: Você é muito engraçada. Vou nessa, querida. A praia me chama. Beijos!

***
Na sua opinião qual foi a melhor frase da mocinha:

(a) - "Trabalho muito mais que vocês, fracos sem disposição!"
(b) - "Chama aquela panela de amigos? Você tá mal de amizade mesmo..."
(c) - "A gente faz social porque vocês babacas páram tudo quando entra uma mulher nova num ambiente de trabalho".
(d) - AINDA VOLTAREI.

Com uma ex-colega de trabalho assim, quem precisa de inimigo?

A Culpa É Delas!

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

A frase

Os homens são acusados de machistas e preconceituosos. Essas duas palavrinhas integram as farpas que algumas moças costumam disparar por aí. Nas rodinhas delas, não é raro ouvir que os homens não pensam... ou só pensam com a cabeça de... (vocês sabem!). Pois bem, esses dias um de nossos artilheiros mais uma vez se aventurou pelo universo feminino, durante conversa com amigas do blog, e viu que a história não é bem assim. Tem mulher que.... deixa pra lá!

Voltemos aos fatos.

O papo entre o grupinho de amigos estava animado e foi impossível não travar longos duelos sobre a guerra dos sexos.

Em determinado ponto do debate, uma mocinha decidiu contar o que, segundo a própria, uma amiga pensava em relação aos homens (É sempre uma amiga que pensa. Nunca elas, já perceberam?!).

A revelação arrancou risos das outras mocinhas que participavam da roda. Ao nosso artilheiro, contudo, a frase levou reflexão. Na reprodução que faremos abaixo, iremos substituir um termo que a mocinha usou por seis asteríscos (Acreditem: crianças lêem o blog). Mas, para não furtar nossos nobres leitores da informação, adiantamos que ****** significa "bater bola atrás do gol".

A frase, jovem, foi a seguinte:

- "Posso não topar, mas o homem que leva uma mulher pra cama e não tenta colocá-la de quatro ou comer o ******, não é homem suficiente", disse sem gaguejar.

***
Reparem que a moça abre a frase com o "posso não topar". O que ela quer mesmo é que o jogador tente, se arrisque.

E vocês o que acham da frase da mocinha?

(a) Mostrou que elas é que são preconceituosas
(b) A mocinha deu a senha para nosso artilheiro subir pro ataque
(c) Uma boa colocação. Homem tem que tentar isso sempre.
(d) Muito ruim do ponto de vista do "feminismo-feministicamente-feminino". Revela que ela prefere esperar pela iniciativa do homem.
(e) Vou pensar nisso!

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Era uma vez um gol inédito...

Os artilheiros deste blog são estudiosos do universos feminino. Às vezes participam desse mundo como vítimas, em outras como meros ouvintes, expectadores. A história de hoje foi contada por uma amiga do blog, em conversa com um de nossos artilheiros. A trama que aconteceu nos idos do ano 2000, revela o rápido raciocínio da mocinha e a reação que, às vezes, elas tomam diante do sentimento de posse.

A moça estava solteira há uma semana. O namoro tinha durado longo meses e ao fim da relação, ainda restou um pouco de desejo por parte de ambos. Ok, isso é normal!

Num final de semana desses da vida, a mocinha foi a uma festa com os amigos da faculdade e lá estava seu "ex".

Feliz, saracoteava sorridente pelo salão. O contato entre eles até que foi amistoso. O humor da mocinha só mudou quando uma certa concorrência pintou na área.. (concorrência?? seria essa a melhor palavra?).

Acontece que uma amiga da protagonista, que passaremos a chamar de "morena dos olhos verdes" fez um comentário sobre o ex dela. (Não. Não foi direto pra ela).

A morena do olhos verdes, um mulherão de parar o desfile, estava papeando com uma amiga em comum da protagonista. Depois de umas e outras, ela confessou:

- "Ai... tira esse atacante daqui, senão eu agarro ele", disse a morena.

A "amiga em comum" foi imediatamente contar o comentário para a mocinha. E enquanto rolava esse trelelê todo, nosso atacante nem podia imaginar o que estava acontecendo e o que o esperava. Ele apenas curtia a festa e analisava possibilidades.

A mocinha resolveu entrar em campo. Sabe-se lá Deus que sentimento a tomou segundos após ouvir a revelação da "amiga em comum". O fato é que a mocinha, numa clara e assumida tentativa de impedir um gol inédito, partiu para cima de seu ex... cheia de amor para dar.

Surpreso, o craque apenas abriu os braços e acolheu a investida da mocinha.

***
O craque deixou de marcar um belo gol... e mais: um gol inédito!

A culpa, meu caros, vocês sabem de quem é...

domingo, 26 de outubro de 2008

Investigação virtual... (por culpa delas)

No início dos anos 2000, circulava um e-mail pelo território livre da internet que dizia que tudo que o homem fazia era para "pegar mulher". Se nos lembramos bem, tinha um trecho que dizia: "Por que o homem trabalha? Para ter dinheiro e poder sair com as mulheres. Para que o homem usa perfume? Para ficar cheiroso e atrair as mulheres. Para que o homem estuda? Para poder impressionar as mulheres".

Pois bem. Acreditamos que esse comportamente realmente existe. E sim. Existe por culpa delas.

Recentemente soubemos de uma história que comprova a existência desse comportamento, outrora apresentado de forma lúdica pelo e-mail. O post de hoje tem um "que" de especial, pois, pela primeira vez, iremos tratar abertamente sobre "O MUNDO" dos homens, que nos sabemos que existe (Não que esse seja o mesmo para todos).

Vamos aos fatos.

Hoje em dia toda grande festa que agita a cidade tem sua comunidade no orkut. Lá são informadas as novas datas do evento, preço de entrada, novos endereços etc. E como toda comunidade, essas também são repletas de participantes.

Nosso craque da pesquisa virtual, então, entrou em uma dessas comunidades para saber os últimos detalhes da festinha de sexta-feira que prometia parar a Lapa. Nosso amigo, motivado pelo sabor das conquistas, travou uma ação cirúrgica e entrou no orkut de três belas mocinhas que faziam parte da comunidade da festinha.

Depois de ler os scraps e assegurar que elas estavam marcando com as amigas de ir na festinha, ele começou a estudar as comunidades de cada uma. O passo seguinte, era memorizar a imagem de cada uma.

Horas depois, lá estava nosso amigo na festa.

Depois de duas cervejinhas, ele avistou a loirinha com cara de anjo, que horas antes havia visto no orkut.

- "Oi, tudo bem?", puxou assunto nosso personagem.
- "Olá", disse meio tímida a bela moça.

O atacante se apresentou, falou de trabalho e, depois de um tempinho, começou a desenvolver seu plano:

- "Sabe fulana, eu gosto muito de viver na cidade... mas tenho um grande preferência por caminhadas em São Tomé das Letras. Você conhece?"
- "Nossaaa... adoro", disse a mocinha, completamente entusiasmada.

***
É, caros leitores, os homens realmente fazem de tudo pelas mocinhas... culpa delas!

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Ela queria um "príncipe"

Certa vez uma "ex" de um de nossos artilheiros disparou contra ele. Moça estava irritada, mas sabe-se lá porque resolveu atacar o nosso querido A Culpa É Delas. A papo rolou meses após o término. No início, a conversa foi bastante amistosa. Mas no desenrolar, ela quis saber o que nosso craque pensava dela, e ele respondeu com toda a sinceridade do mundo. A mocinha não gostou. Depois de falar, falar e falar que a análise era injusta, ela mirou no blog:

- E esse blog que você escreve? Tenho certeza que vocês saem na rua já procurando essas histórias. Torcem pela desgraça delas...

Beleza. Antes que a moça mostrasse mais graus de loucura, nosso nobre atacante encerrou o papo e virou a página da história.

Contudo, ele ficou pensando no que a danada havia dito. "Sei lá. Mas de fato não saio pensando em arrumar histórias, não fico torcendo pelos deslizes".

Meses e meses depois, dois de nossos atacantes estavam em uma rodinha de samba. Bem próximo havia um grupinho de três belas mocinhas e nossos amigos puxaram assunto.

Elas até que gostaram, mas se mantiverem um pouco desconfiadas. Davam corda, mas nem tanto. Por vezes, olhavam pro além como se não prestassem atenção na conversa. Enfim, faziam todo aquele joguinho tradicional.

Lá pelas tantas, uma das sapecas solta:

- Mas você é um príncipe?!, perguntou a moça.
- Príncipe? Como assim?
- Daqueles que abrem a porta para a mocinha...

Meio que sem jeito, nosso artilheiro completou:
- Abrir eu até abro, mas tem um problema. Eu não tenho carro.
- Ué, como não?

Nesse momento, os atacantes se entreolharam e seguraram o riso. Eles estavam prevendo um deslize (Mas não torciam por isso! Ou seja, a "ex" não tinha razão, apenas culpa!).

- Para ser príncipe tem que ter carro? , quis saber um dos craques.
- Claro. Príncipe tem que ter carro e tem que dirigir...

***
Caraaaaaaaaammmmmmmmmmmmmmba!

Antes de deixarem o grupinho de lado, um dos artilheiros decretou:

- Essa vai pro blog!

E vocês, queridas leitores, acham que "príncipe" tem que ter carro?

(a) Claro
(b) Ninguém merece andar de ônibus.
(c) Se tiver um táxi já ajuda
(d) Prefiro não responder

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

As mocinhas da Brasília

Foi uma conquista daquelas, mas a "partidinha" acabou sem que a rede balançasse. Nosso destemido artilheiro havia conhecido uma moça de Brasília durante uma noitada em uma boate da Zona Sul carioca. Na verdade, fora um ataque em dupla. É que a "mocinha da capital", vítima do nosso Camisa 9, estava com uma amiga, também de Brasília. E como artilheiro não anda só, seu camarada, o "amigo-centroavante", faturou a amiga. Dois homens, duas mulheres e a conta fecha!

Depois da noitada, foram ver o sol nascer no Arpoador. Apesar dos avanços, a mocinha não deixou "o bloco desfilar na avenida". Ficou só no confete mesmo. Fazer o quê?!

O problema é que nosso amigo nem imaginava que estava sendo vítima do "doce feminino". Naquelas horas, tenta-se de tudo, mas elas armam a retranca. Nesses momentos, há jogador que imagina que o problema é com ele. Mas que nada. A Culpa é Delas! Quando menos se espera, elas percebem que não vale a pena fazer tanto doce e a Copa do Mundo, finalmente, conhece seus melhores momentos.

Pois bem, passados meses do primeiro contato. As mocinhas voltaram ao Rio de Janeiro e procuraram a dupla de ataque. Apesar de o convite ter surgido em plena segunda-feira, nosso artilheiro partiu pra cima.

Já passava das 22h, quando nosso personagem saiu do trabalho. O camisa 9 lembrou que segunda-feira havia um lugar, palco de emocionantes partidas, que poderiam ir: a roda de samba do Arlindo, em uma choperia na Barra da Tijuca (No dia, inclusive, estavam comemorando os 50 anos do sambista da Verde e Branco de Madureira).

O companheiro de tabelinhas concordou com o destino e nosso artilheiro, que usaria um táxi, ficou encarregado de buscar as mocinhas no hotel onde estavam, em Ipanema, e seguiria para o Barril, onde encontraria o "amigo-centroavante".

Chovia naquela noite e o caixa-eletrônico do trabalho estava fora do ar. Nosso mestre-sala do flerte, então, embarcou na viatura amarela e azul sem grana. Chegou ao prédio das meninas e cumprimentou-as com beijos no rosto. Entraram no táxi, papearam e antes de chegarem no local da noitada, pararam em um posto de gasolina para nosso craque sacar dinheiro. E foi aí, queridos leitores... foi aí que elas deram aquela deslizada. (Calama! Vocês vão entender!)

O centroavante sacou o din-din no posto 24h e seguiram até a animação. Quando chegaram ao local, as mocinhas saíram mais rápido do carro por causa da chuva e nosso artilheiro ficou preenchendo o voucher. Enquanto escrevia, recebeu a bela notícia do companheiro taxista.- " Meu nobre, se depender delas, hoje tem gol. Precisava ver o que elas comentaram enquanto você foi sacar o dinheiro", disse o nobre trabalhador.***
Dessa vez, elas não conseguiram nem esperar até o banheiro feminino. (Por essas vocês não esperavam, né?!) Mas o homem sempre é mais amigo nessas horas e o taxista passou a contar a conversa que as duas tiveram durante os cinco minutos de ausência do atacante. Como o artilheiro já sabia do planos das mocinhas, foi só beber uns choppinhos antes de correr para a pequena área.

***
E para completar. Já dentro das "quatro linhas", a mocinha confessou:
"Não podia deixar passar outra chance dessas, né?!. Já estava decidida a ir para o motel com você!!"

Caraaaaaaamba!

O blog aproveita para lançar uma campanha: "Não faça doce e seja feliz!"

Quem vai aderir?!

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

De fofo a "cafa" em menos de 24 horas

Era um final de semana chuvoso e o camisa 27 e o camisa 28 rumaram para Búzios. O motivo era nobre: o pai do Camisa 27, morador do balneário, convidou-os para um casamento. A dupla não pensou duas vezes: apesar do mau tempo, iriam se divertir na festinha e poderiam descansar um pouco.

O casamento foi animado e bem informal . Algumas pessoas usavam jeans e camiseta, a bebida era liberadíssima. Além do bom papo entre os amigos, havia belas mocinhas no cenário.

Nosso Camisa 28 mirou em um alvo. Mas, o Camisa 27, sempre ágil, foi mais rápido. Na volta do vestiário, o craque da Camisa 27 engatou num papo com o alvo e faturou o lance!

A hora avançava e chuva estava aumentando. Nosso outro amigo não queria ficar no 0 x 0 e resolveu bater um papo com Fulana, uma simpática mocinha, amiga do primeiro alvo do artilheiro. Não foram nem cinco minutos de papo, e Fulana lançou a pergunta (quase uma intimidação): "não vai para a pista de dança não?".

Papo vai, papo vem, e rolou o que todos queriam. Nosso Camisa 28, sem marcação, faturou os beijos e abraços da moça. No final da festa, eles trocaram telefones e a mocinha o convidou para um churrasco, no fim da tarde do dia seguinte, um domingo.

O problema, amigos, é que o Camisa 27 acordou com aquela ressaca. Naquele domingo tudo que ele queria era que o corpo parasse de tremer e se contentasse com a quantidade de água já ingerida. Mas, Ela (a ressaca) não dava trégua.

Nossos atacantes resolveram ficar em casa mesmo. O Camisa 28, então, decidiu que quando chegasse ao Rio, o que aconteceria algumas horas depois, mandaria uma mensagem para a Fulana. Mas isso não era o que Ela queria!!!

Percebendo que nossos destemidos mestres da pequena área não iriam ao tal do churrasco, a moça, afoita, descolou o telefone da casa onde nossos jogadores estavam hospedados.

Não pensou duas vezes e ligou. O pai do Camisa 27 atendeu, ouviu os pedidos da moça e os repassou à dupla de ataque.

Mas aquele não era dia de jogo para nossos personagens. Sólido como uma pedra, Camisa 28 resolveu manter-se fiel ao plano original e ficou em casa, enquanto o Camisa 27 curava a ressaca.

Horas depois, na mesma noite de domingo, nosso Camisa 28 chegou em sua casa, na Cidade Maravilhosa. Depois de tomar um banho e fazer um lanchinho, decidiu ver seus e-mails e possíveis recados no Orkut.

Qual não foi o tamanho de sua surpresa ao encontrar um scrap de Fulana?! (Reparem, jovens leitores, em poucas horas e mesmo com um churrasco para se distrair, a sapeca foi ao Orkut procurar o craque).

Mas o pior mesmo, foi o comentário da mocinha, que disparou em tom de repressão:

- Você foi tão fofo ontem e nem me ligou hoje. Não achei que você fosse assim...


***
Que isso, meninas! Nosso amigo ia mandar o torpedo. E não podia ir para tal churrasco e deixar o amigo convalescendo. Por que tanta ansiedade?

Será que alguma de vocês poderia nos dizer porque isso acontece?!

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Amigos íntimos

Amizade é coisa primordial para nós, do A Culpa é Delas. Não é a toa que o filósofo dizia que "a amizade é o melhor remédio". Então, nobres leitores, com isso não se brinca!.

A nossa história de hoje não trata de grandes amigos. São três pessoas conhecidas que tem ligações há anos e uma relação amistosa. E no meio deles, uma mulher, que coloca em risco tão nobre sentimento.

Fulano e Ciclano estreitaram os laços há poucos meses, embora se conheçam há vários anos. Nos últimos tempos, estão sempre juntos na noite, nos bares e becos espalhados pelo Rio de Janeiro. Onde tem cerveja, lá estão eles.

Decidiram duelar em mais uma noite carioca e aquela sexta-feira parecia ser como todas as outras. Marcaram de se encontrar no bar de sempre, para biritar e, então, partirem para a noitada. Como no dia seguinte compartilhariam a tradicional pelada de sábado, ficou combinado que Ciclano dormiria na casa de Fulano para saírem pela manhã.

Entornaram algumas cervejas e partiram para uma casa de shows muito famosa na Lapa. Depois de algum tempo no local, Ciclano encontra Beltrana, sua irmã, que tem namorado. A sapeca estava com uma amiga, no meio da ferveção.

Muitos podem pensar: que mal há nisso? Nenhum, se ela não tivesse namorado. "Ora, que visão machista", podem pensar alguns leitores.

Afinal, que mal há em uma pessoa estar na noite sem o seu parceiro? Sim, sim. Mas acompanhemos, então, o desenrolar dos fatos.

A noite seguia animada, quando Beltrana engatou um longo papo com Fulano.

Ela é o que se pode chamar de uma moça receptiva, apesar de compromissada. E uma moça receptiva e bonita é um belo convite a qualquer jovem a se aventurar por terras perigosas (já que estamos falando de gente comprometida).

Pensando nisso, Fulano dirigiu-se ao seu amigo, o irmão da danadinha, e mandou a real.

- " Você é meu parceiro, mas eu quero a sua irmã. Mas ela tá namorando ainda? Afinal, eu conheço o cara, e não seria legal", abriu o jogo.

- "Mermão, minha irmã é maior e sabe da vida dela. Mas ela não tá namorando não", deu a senha Pablo.

Pronto. Estava formado o cenário. Horas mais tarde, todos decidiram ir embora. Ciclano manteve os planos de ir para a casa de Fulano, juntamente com outro amigo. Mas Fulano tinha uma nova companhia: Beltrana. Eis que todos rumaram para a casa do artilheiro da noite.

Chegando ao local, a divisão dos quartos é feita de forma natural. Ciclano e o amigo vão para um quarto e Fulano vai para outro.... com Beltrana !!! É isso mesmo, caros leitores: enquanto Ciclano dormia em um cômodo, sua irmã ficava acordada em outro, junto com um de seus amigos.

Aos que falarem que isso não tem nada a ver, adiantamos: o ACED, em sua linha editorial, não contempla irmã ou mãe sendo abatida por qualquer amigo. Ser cúmplice então...

No dia seguinte, todos seguem no carro de Fulano em direção à pelada. Beltrana ficaria em casa, mas decidiu acompanhar o grupo. O trajeto, de pouco mais de meia hora, teve um cenário constrangedor, com brincadeiras espaçadas e breves diálogos. No meio do caminho, o celular de Beltrana toca: era o namorado dela, querendo saber onde a mocinha estava.

- "Saí ontem com meu irmão, que dormiu na casa do Fulano. Peguei uma carona com eles e fiquei por lá mesmo. Fiquei com meu irmão", mandou.

Todos no carro procuravam olhar para qualquer ponto, menos para a cara do outro. Talvez para evitar a face constrangida, talvez para evitar risos sem graça.

O detalhe é que o namorado é amigo, um tanto distante, de Fulano.

No mesmo dia, após a pelada, Fulano bebia cerveja na rua em que foi criado, e eis que surge o "corno", ou melhor, o namorado. Se cumprimentam, com visível constrangimento para Ciclano e Fulano.

Para completar o cenário e o constragimento quase tomar forma humana, ainda surge a moça, que senta à mesa, e começa a papear com todos. Se não eram tão próximos assim, desde aquele dia, o artilheiro da noite e o namorado de Beltrana se tornaram amigos íntimos...

****

Não há muito o que dizer. Os erros, nesse triste episódio, são sortidos e surgem de diversas direções.

Mas se a moça tivesse mantido a postura de pessoa compromissada, nada disso teria acontecido. Alguma dúvida de quem é a culpa?

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Deixa que eu anoto

Algumas mocinhas estão trabalhando com afinco a idéia de se igualar os homens. Mas, meninas, não é preciso se igualar a tudo. Tem coisas que vocês sempre foram melhores que os homens EM GERAL, como por exemplo, o recato, os bons costumes e a sinceridade.

Se ainda fossem copiar os artilheiros, tudo bem. Mas vão copiar logo os Zé Manés?! Aí não tem jeito, acaba virando post do A Culpa É Delas!

Vejam só o que aconteceu com um nobre artilheiro, amigo do blog.

Animado para mais um ensaio do "carnaval de emoções" que é a noite carioca em dia de sexta-feira, nosso nobre camarada foi ao Escravos da Mauá dia desses. Depois de saracotear de um lado ao outro encontrou uma bela mocinha sorridente. Ele logo puxou uma cerveja, ofereceu e iniciou um papo. A mocinha deu corda e caiu nos braços do craque.

Beijo pra cá, beijo pra lá. Pausa para a cerveja e um set de samba.

No fim de tudo, nosso craque pediu o telefone da moça. Ela, então, pediu o aparelho do artilheiro.

- "Deixa que eu anoto", falou a danadinha, pegando o aparelho e apertando as teclas.

Minutos depois, na hora de se despedir, a mocinha mostrou seu lado sapeca. (Ou será que mostrou a lado ruim do que ensinam por aí?).

- Ah... eu tenho namorado.

Nosso amigo não gostou da idéia. (Sim, artilheiros, de fato, se preocupam com isso).

- "Que isso? Por que não falou antes?!", quis saber nosso amigo.

A mocinha desconversou. (Não sabemos ao certo se era uma brincadeira ou uma revelação).

Entre risos, ela disse:

- "É brincadeira, artilheiro. To brincado", soltou, para logo em seguida mudar o assunto.

Nosso nobre Don Juan Tupiniquim deixou a história de lado. No dia seguinte, foi mexer na agenda do telefone e:

- Ué, cadê o telefone da Fulana?

***
Que triste. Muito triste. (e engraçado também, confessamos!!)

A mocinha fingiu ter anotado seu número de telefone no aparelho do nosso amigo. Fato esse que, inclusive, reforça a suspeita de que realmente ela tinha namorado e não poderia ter ninguém ligando e chamando pra sair.

Tanta coisa boa para imitar na guerra dos sexos e as mocinhas aprendem logo isso. Lastimável, não acham?

Ser ludibriada é uma coisa. Repetir erros é outra. A Culpa É Delas.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Reações ao blog...

Há alguns meses esse blog completou um ano e continua colecionando (e vivendo) boas histórias. Dessa vez, iremos publicar duas reações que algumas mocinhas tiveram a este animado espaço virtual, onde homens de todo o mundo podem perceber que não é só com eles que as mocinhas aprontam.

O primeiro caso aconteceu na roda de samba que acontece próximo ao aeroporto, no Aterro do Flamengo. No meio da baticada, nosso craque encontrou uma velha conhecida, com quem tivera um lacônico romance. A mocinha iniciou uma conversa com o atacante no meio do salão. De repente, pegou nosso matador pela mão e o levou para uma parte do clube onde não havia ninguém. Continuaram o papo até que ela começou os disparos.

- "E aquele blog, hein?", começou ela.
- Que que tem.
- Você tem que parar de escrever aquelas coisas.
- Por que, meu Deus?
- Não te fazem bem, você não percebe? Você precisa encontrar alguém, namorar, para com essas coisas.

Como nosso artilheiro é um jovem autor de boas ações, Deus o salvou daquele momento constrangedor. Uma amiga da mocinha surgiu em meio ao nada procurando-a.

- "Beleza, beleza. Vamos beber cerveja", desconversou nosso amigo deixando para atrás aquele "ataque" ao blog e à Copa do Mundo do flerte.

***
Agora vejam! A mocinha numa só tacada sugere o fim do blog e uma brusca de interrupção no Torneio Carioca de Flerte...


***
Outro caso, aconteceu no início do ano. Nosso "Mestre de Bateria da Azaração" estava conversando com uma bela mocinha, com quem trava um emocionante relacionamento. Assim que se conheceram, ele comentou do blog. A doce conquista achou a idéia engraçada e, dias depois, confessou ter lido mais de 50 posts num só dia.

Dois meses depois, a relação entre nosso atacante e a bela moça estava a todo vapor. Durante uma conversa, o casal voltou a falar sobre o blog.

- "E o blog, lindo? Continua escrevendo?"
- "Claro", respondeu prontamente.
- Ah tá.
- "Ué, você não tem mais lido?", quis saber.

Para surpresa geral da nação, a mocinha revelou:
- Não. Tenho medo!

***
Ai, ai... não queremos o medo de ninguém!


***

E vocês, queridas leitoras, que reações costumam ter às histórias deste blog?

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

O sacrifício...

Esse blog é simpático à luta pela igualdade de gênero. De verdade, achamos que homens e mulheres têm que ter os mesmo direitos.

O problemas é que muitas mocinhas não estão nem aí para isso. Preferem a desigualdade.

ALGUMAS mocinhas tentam... tentam... e tentam se igualar a alguns homens. Mas, em muitos nos casos, não conseguem.

Veja o caso que vamos abordar nesse post.

Durante um almoço com amigos e amigas de trabalho, nosso atilheiro teve que passar muitos minutos ouvindo as mocinhas falarem em D.R. (Discussão de relação). Se não bastasse, fazer a tal da DR com seus namorados, peguetes e afins, as mocinhas confessaram que tinham "DRs" com as próprias amigas.

Nosso nobre amigo, então, fez uma brincadeira.

- Enquanto as mulheres se perdem em DR, os artilheiros fazem a famosa DT.

As pessoas se entreolharam curisosas. E para saciar a demanda, nosso camisa 11 continua o raciocínio.

- "DT, gente. Discussão de Tática!", disse o craque numa clara alusão ao papo que atacantes travam antes de ir a campo em busca do gol.

Dias depois, uma das mocinhas soltou a pérola durante papo por e-mail:

- "E mais: mulheres também fazem DT".

Ok, ok. Não iremos discordar disso.

Mas muitas das vezes a tática discutida requer SACRIFÍCIO. E disso, pouquíssimas são capazes.

Não entenderam? Então iremos ilustrar.

Dois atacantes chegam numa festa e analisam o cenário. Um deles se encanta com uma loira, alta, com corpão e bem produzida. A loira está em companhia de uma amiga, um INHA. (Isso mesmo: baixINHA, gordINHA ou feINHA).

Eles conversam e o outro centroavante define:

- Tá bom, eu vou na INHA.

***
Agora, cá entre nós, vocês conhecem alguma mocinha que vai pro sacrifício?

Sério, vamos lá, desabafem!

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

A fase

Nosso craque da Camisa 27 marcou um golaço recentemente. A história é de empolgar aqueles que, porventura, andam afastados da arte do flerte.

Bem... vamos aos fatos... Junto com amigos do trabalho e amigas das amigas foram para uma festinha de aniversário, em uma boate em Botafogo. Havia pessoas de todos os tipos e muitas.. muitas mocinhas, literalmente, na pista.

O alvo do nosso amigo era uma morena deslumbrante. Ele já conhecia a moça e havia revelado a amigos seus planos. Na naquela noite sentiu que chegara o momento de ficar "cara a cara" com gol. Depois de jogar conversar fora com o amigos e beber algumas tulipas de chope, viu-se lado a lado com a mocinha. Confiante, como o atacante Adriano na final da Copa América de 2004, logo puxou assunto.

Para seu delírio e explosão de felicidade, o papo foi interrompido por um beijo. Quem assistiu à cena, teve vontade de aplaudir.

Lá estava nosso matador, aos beijos e abraços com uma das mocinhas mais desejadas da festinha. É como se ele tivesse feito o gol que Pelé perdeu na Copa de 70, quando tentou um chute do meio-de-campo.

Radiante, nosso amigo tentou o "continue".

- "Essa noite não pode acabar aqui. Quer ir lá pra casa?", arriscou.

Sim, nobres leitores. A mocinha topou.

Naquela noite, o craque da Camisa 27 bateu escanteio e correu pra cabecear. Fez tudo como tudo deve ser feito e acabou agraciado com um gol digno de medalha.

No dia seguinte, acordou com o peito estufado. Teve a impressão que se passeasse pela praia, seria parado por fãs.

E a alegria durou, durou. Atravessou o domingo, segunda-feira... Até que a terça chegou. Nessa altura, ele já pensava em que tipo de mensagem mandaria para a mocinha, sua mais recente conquista.

O problema é que, conversando com amigos, descobriu algo sobre aquela noite.

- "O quê? Você também? Sério?", questionou o craque ao telefone com um amigo.

Para sua decepção, nosso amigo não foi a única conquista da mocinha naquela noite. Tudo bem que ele foi o único que balançou as redes, mas outros dois AMIGOS (reparem bem: amigos) do craque, naquela mesma boate, também "ficaram" com a mocinha. Como estavam espalhados pelo recinto, nosso amigo nem percebeu o troca-troca.

Na conversa com amigos em comum, o atacante descobriu que a mocinha acabara de sair de um relacionamento e estava se soltando por aí. Passando o rodo! (Tudo bem... cada um na sua!)

***
Bem, no papinho a dois, a mocinha nada falou sobre sua nova "fase". O centroavante chegou a ficar empolgado. Queria mais! Porém, depois das revelações, a chama esfriou. Sentiu-se "apenas mais um".

Por que será que a mocinha está agindo assim?

(a) Porque tinha bebido demais.
(b) Porque ela quer que o ex- saiba que, agora, ela é uma (pseudo) artilheira.
(c) É da natureza dela.
(d) Porque resolveu se libertar, depois de anos presa a um relacionamento.
(e) Sei lá.

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

A mentira olímpica

Meninas, meninas. A verdade ainda é o melhor caminho. (Sim, é difícil... sabemos!!)

Esses dias, um amigo do blog começou uma ofensiva à uma bela mocinha. Eles já tinham tido um casinho e depois de um tempo afastados, nosso nobre camarada tentou a reaproximação.

Em pleno sábado, ele fez um convite.

- "Oi, tudo bem, linda?", disse o craque.
- "E aí, tudo tranqüilo. E com você?", devolveu.

O papo correu bem. Conversaram sobre o último lançamento do cinema, sobre o show que a Velha Guarda da Portela vai fazer na Lapa esse mês, sobre uma música que lembra o casal, enfim... falaram de muitas coisas.

Quando sentiu que era a hora de aplicar o convite, ele soltou:

- Então, vamos nos ver hoje? É noite de sábado...

A mocinha ficou pensativa e disparou a pior das desculpas:

- Po, hoje? Não vai dar não...
- É mesmo?
- É... é que hoje... eu quero ver a competição do Diego Hypolito. Sabe como é, né, é a final do solo...

***
Tudo bem, tudo bem... cada um tem seu jeito de lidar com essas situações...

Mas, nosso amigo acabou gostando de ter saído sem a mocinha naquela noite. Qualquer dia desses, a gente conta melhor essa história...

Qual a mentira mais fantástica você já ouviu?

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Saindo "del Santiago"

Bem, nobres leitores, vamos contar mais um capítulo da gloriosa relação do nosso artilheiro com seu querido Hotel Santiago.

Certa vez, o matador da Camisa 11 levou uma mocinha para "as quatro linhas" do Santiago... Apesar do alto nível de álcool do casal, eles fizeram uma grande partida. Quando nosso artilheiro lançar o DVD sobre a carreira, certamente, alguns lances desse joguinho iram ilustrar o filme.

Pois bem... o dia clareou e nosso amigo despertou por volta das 9h40... Rapidamente pediu o café (No Santiago o café é a até as 10h... depois disso, só recomendamos o filé com fritas) e acordou a moça.

Protagonizaram mais um "ralas e rolas", decidiram tomar uma ducha e depois partir.

A moça se arrumou, pegou seus pertences e deixou o quarto.

Na saída - dessa vez, nosso amigo estava de carro -, eles foram parados na guarita. Nosso amigo temia que a incauta atendente pudesse cometer o mesmo erro que mostramos no último post. Mas para surpresa geral da nação, o susto foi outro... e maior.

- Por favor, espere só um instantinho que a moça está conferindo o quarto.
- Ok, sem problemas.

Um minuto depois.

- "Senhor, me desculpe. Mas está faltando uma toalha".
- "Toalha?, indagou o camisa 11", virando-se para sua companheira.

A mocinha abriu um sorriso amarelo e olhou para o banco de trás: lá estava a tal toalha.

- "Adoro toalha de motel", confessou a danadinha.

***
Pááááááára tudo....

Nosso amigo acabara de passar uma noite (e que noite) com um larápia de toalhas.... toalha de motel!

Para contornar a situação, rapidamente nosso amigo saiu do carro, abriu a porta de trás e pegou a toalha junto com uma blusa e um casaco.

- "Ih, acabamos pegando por engano. Veio junto com o casaco", com o "bolo" de roupa na mão.

Questão resolvida, mas com aquela mocinha nosso craque nunca mais entrou em campo!

A culpa de quem? de quem? Ah tá...

E vocês, assíduos (as) leitores (as), já passaram algum constrangimento no motel?

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Histórias do "Santiago"

Todo artilheiro tem seu campo preferido. O do "baixinho", por exemplo, é o Maraca. O artilheiro da pequena área cansou de balançar as redes, em formato de véu de noiva, do glorioso estádio jornalista Mário Filho.

Bem... o campo preferido de um de nossos artilheiros é o distinto Hotel Santiago (Nome fictício), um motelzinho na Lapa. (Calma, calma... antes de falar que é ruim - só por ser na Lapa - é melhor conhecer antes... olha o pré-conceito!!!!!)

O Santiago fica em lugar estratégico. Afinal de contas, é na Lapa que nosso artilheiro desenvolve grandes atuações. Depois de umas garrafas e outras, nada de dirigir para casa. O papo era sempre o mesmo: "acho melhor ficarmos por aqui mesmo... tem um lugar aqui pertinho..."

São incontáveis os tentos que nosso craque marcou nesse memorável ambiente.

O problema é que de tanto freqüentar aquela "pequena área", ele começou se tornar figura conhecida... da atendente.

Certa vez, entrando no referido motelzinho - que ultimamente alterou a tabela, deixando o preço salgado, salgado -, ele foi supreendido.

Nosso amigo estava com um alvo novo. Era a terceira tentativa de marcar o gol. A mocinha, por sua vez, fazia jogo duro e se fechava na retranca. Por vezes, se mostrava insegura em participar do "joguinho". Nosso amigo, então, paciente e compreensivo como sempre, tratou de acalmá-la.

Passando em frente ao seu campo preferido ele soltou:

- "Esse lugar aqui ó. Parece ser legal. Se você não se sentir bem, a gente sai", disse nosso amigo.
- "Parece? não sei..."

Nisso, nosso matador colocou a mão sobre o ombro na moça. Ela demonstrou que estava decidida e caminhou junto com ele... rumo ao "campinho".

Como estavam a pé, tinham que pagar pelo quarto antes de entrar. (É, amigos, tem disso na Lapa...)

Nosso amigo puxou o cartão. Aí, a atendente, antes que o pegasse, disparou:

- "Boa noite, sr. Camisa 11!", cumprimentou a atendente, dizendo o nome do artilheiro.
- "opa... um quarto, por favor".

A caminho do cafofo, a mocinha quis saber:

- "Ela falou seu nome? como ela sabe seu nome? você vem aqui sempre?".

***
Se não fosse o gingado carioca, a indecisão da moça teria voltado à cena e aquela noite entraria para o ranking das histórias tristes!

- "Ela deve ter lido no cartão! Você está linda, sabia?", disse o camisa 11.

Pronto. A moça abriu um sorriso, ajeitou o cabelo e apertou a mão do nosso matador bem forte.

Ufa... e a busca pelo milésimo continua!

sábado, 2 de agosto de 2008

A festa

Caramba é cada uma que acontece, que às vezes as histórias parecem meros contos retirados de um livro de fábulas. Mas a verdade é uma e precisa ser dita sempre: A Culpa É Delas.

A história de hoje aconteceu com dois amigos do blog há alguns anos.

Certa vez, foram convidados por um colega de trabalho a irem em seu aniversário, em Santa Teresa. O aniversariante era gente boa, um profissional notável, dono de bom humor e sua orientação sexual o direcionava a pessoas do mesmo sexo que o seu. (ATENÇÃO: esse blog não se propõem a discriminar ou preconceituar as pessoas por conta de suas opções e orientações).

Continuando a história...

A dulpa de amigos é heterosexual. Pois bem... eles estavam receosos com o "clima" da festa, mas acabaram convencidos por duas amigas, também heteros, e marcaram de ir juntos.. os quatro...

No dia da festa, já subindo Santa, eles ligaram para uma das amigas:

- "E aí, cadê vocês?", perguntou um deles.
- "Vamos chegar um pouco mais tarde... podem ir na frente", disse a danada.

Queriam chegar lá com mais alguém conhecido. Mas era tarde para desistir, eles já haviam confirmado presença. E além do mais, pensavam eles, o que deveriam temer? Ninguém os obrigaria a nada e eles eram pessoas determinadas a viver com as diferenças. "Tranquilo. Vamos em frente", disse um deles.

Chegando na festa, a alegria tomava conta. O aniversariante os recebeu com extrema alegria, ofereceu bebidas e pediu que se sentissem à vontade.

Os amigos, então, adentraram na festinha, pegaram uma cerveja, bateram um papo e começaram a analisar o cenário: a idéia era encontrar um alvo para aquela sexta-feira.

Mas o pior, para eles, aconteceu.

Havia muitas pessoas na festa. Homens e mulheres. Mais homens que mulheres. Não importa. O que marcou para os nobres amigos era que todos preferiam se relacionar, afetiva e sexualmente, com pessoas do mesmo sexo. Nada de heteros na pista. Apenas eles. De repente começaram a ganhar olhares. Olhares incisivos.

- "Não há alvos", proferiu um deles.
- "Pior: nós somos os alvos", resmungou.
- "Se as fulanas estivessem por aqui... ".
- "Ok, ok. Sem problemas. Viemos por causa do nosso amigo", disse o outro.
- "Isso, isso. Tá tudo tranquilo. Vamos pegar mais cerveja".

Eles interagiram, bateram papo, discutiram problemas do trabalho... e nada de as amigas chegarem.

O problema, amigos, é que uma hora depois, algum conviva, elétrico, assumiu o controle do som. A primeira a tocar foi YMCA, do Village People. O público presente se animou. Os movimentos passaram a ser mais intensos; os saltos mais altos e os gritos mais estridentes.

Até que, no auge do caldeirão, começa a tocar "It´s raining man". As pessoas se agitaram de uma forma inexplicável. E de repente, uma voz no fundo da sala solta:

- Uhuuuu... APAGA A LUUUUUZ!

Foi a senha.

Um dos amigos correu pra cozinha, o outro colou na parede, enquanto a galera se agarrava.

***

Um minuto depois estavam fora da festa... descendo Santa Teresa.... correndo ..... e xingando as amigas furonas!

segunda-feira, 28 de julho de 2008

A reunião de família

A história de hoje passa por um clima família, mas a cobrança/ameaça é comum às relações mais cotidianas entre homens e mulheres.

Há alguns meses, o avô de um de nossos artilheiros completou 91 anos. A família toda, então, resolveu passar um final de semana juntos, em um sítio na Região Serrana. Era gente de todas as idades: tios, tias, primas, namoradas dos primos, pai, mãe e irmãos...

No sábado à tarde, o primo adolescente sacou de uma mochila um Playstation. Os demais primos, da mesma idade ou próximo, logo se escalaram para um partidinha de Winning Eleven, um atrante joguinho eletrônico de futebol... Ah... o futebol... além de paixão nacional é capaz de reunir gerações.

Pois bem... horas se passaram e a cada instante um membro da família se aproximava da rodinha de video-game. Os tios, que na infância se divertiram com o Tele-Jogo, o pai do Atari, acharam o Playstation a maior das invenções. A cada lance, soltavam um elogio ao jogo.

Alías, era um cena bonita: pai contra filho, tio contra sobrinho, primo contra primo!

Todos queriam jogar com seus times do coração e logo a rivalidade começou a crescer:

- "Vai dar Flu", diziam uns.
- "Que nada. É Mengão!", defendia outra parte.

A verdade é que o grupo ficou por mais de três horas na frente da telinha completamente entretido. Não teria causado nenhum problema se... se não fosse a hora do almoço!

Irritadas, porque a maioria dos homens - vovô estava dormindo uma hora dessas - não estava à mesa, as tias, mães e primas começaram as provocações.

- "Ô, gente, como é que é? O almoço tá na mesa?", disparou tia Fulana.

- "Calma ae, mãe! Tá no finalzinho...", resmungou um primo.

Era um momento único. Pela primeira vez em anos, as gerações haviam se integrado daquela forma. Naquele momento, todos se entendiam, se divertiam e buscavam o gol. Nesse caso, no sentido denotativo mesmo!

Mas elas não entendiam isso.

Depois de dez minutos de chamadas e mais chamadas, o clima esquentou.

A primeira foi tia Ciclana:
- Se não desligar, eu vou jogar água nesse video-game!

Tia Beltrana endossou:
- Se não vier agora, niguém mais vai comer. Vou trancar a panela na cozinha!

Mas foi tia Ciclana que pegou pesado. Direcionando ao marido, o grande tio Camisa 68, ela detonou:

- "Ô, Velha Guarda, se não vier logo, hoje não tem, hein!!"

***

Como pode minha, gente?

Um momento tão especial e Elas não conseguem compreender?? Qual será o problema?

Tio Camisa 68 foi o primeiro a levantar e, pressionado, acabou com a brincadeira da galera: "Bora, gente... ficou sério!".

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Valeu por você existir!!

Jovens do Brasil, ontem foi o Dia do Amigo!

Em homenagem a esse ser tão importante vamos postar uma música do Fundo de Quintal.

E como muitas mocinhas (as boas de alma e espírito) também travam com os artilheiros relações de amizade, não iremos publicar nenhuma das peripécias que algumas delas andam aprontando por aí...

Portanto, queridos leitores, curtam o clima:

A amizade

Meu amigo
Amigo, hoje a minha inspiração
Se ligou em você
E em forma de samba
Mandou lhe dizer
Tom, outro argumento
Qual nesse nomento
Me faz penetrar
Por toda nossa amizade
Esclarecendo a verdade

Sem medo de agir
Em nossa intimidade
Você vai me ouvir
Foi bem cedo na vida
Que procurei
Encontrar novos rumos
Num mundo melhor
Com você
Fiquei certo que jamais falhei
Pois ganhei muita força
Tornando maior

A amizade
Nem mesmo
A força do tempo irá destruir
Somos verdade
Nem mesmo este samba de amor pode resumir
Quero chorar o seu choro
Quero sorrir seu sorriso
Valeu por você existir amigo

sexta-feira, 18 de julho de 2008

A mocinha dependente...

Cresce a cobrança. Ataques ao blog são cada vez mais freqüentes. A mulherada reclama que apenas "mocinhas do mal" são retratadas neste espaço virtual. Não é bem assim: só entram as culpadas, ora! Simples!

Hoje vamos falar de mais um tipinho que anda por aí e de quebra, iremos, fazer uma mea-culpa de gênero, mas não de "espécie". Traduzindo: há homens que cometem erros, falhas. Artilheiros balançam a rede, fazem a alegria da torcida. Embora haja diferenças entre as espécies, os homens por mais distintos que sejam, conseguem se dar bem.

Pois bem... toda essa mini-introdução serve para apresentar alguns elementos da história de hoje, meros coadjuvantes da estrela do post: "a dependente". Não, não iremos abordar casos de mocinhas usuárias de alguma substância química, não é isso. O conto de hoje versa sobre as mocinhas que dependem dos mocinhos.

Nossas mães sempre nos ensinam que não devemos sair por aí com dinheiro contado e/ou aceitar coisas de estranhos. As meninas deste post, ao que parece, jamais aprenderam essa lição.
Era mais um sábado à noite e um grupo de amigos se preparava para mais uma partida do campeonato. Um de nossos artilheiros estava no grupo, formado por toda a sorte de atletas , entre eles o "mocinho afoito", aquele que "quer porque quer" marcar um gol. É tipo aquele meio-campo incauto que todo escanteio vai à àrea tentar a cabeçada.

A bola passa e ele se joga meio que sem jeito, tentando desviar de qualquer forma. Enfim... No "time" tinha de tudo, jogadores de muitos gols, sejam eles bonitos ou feios. Assim como o memorável Dadá Maravilha, o importante era o gol para aquele plantel. À época, eles estavam com os hormônios explodindo, tal qual fogos de Copacabana em noite de revéillon.
Chegando ao palco de mais um confronto, numa das maiores casas de shows do Grande Rio, o cenário era tudo que eles queriam.

Bem, o fato era que o cenário era convidativo: música, cerveja e moças... muitas moças! Não importava a procedência, religião, cor ou qualquer coisa do tipo. Eram mulheres. E isso bastava. A noite transcorreu normalmente e a pegação foi geral. Perto do fim da noite, um dos jovens se aproxima dos outros dois e começa a dissecar o plano para o desfecho da noitada. Sem rodeios, ele foi logo propondo:

- "Estou com uma moça e tem mais duas amigas com ela. Vocês chegam, a gente conversa e as leva para o play do meu prédio. Vamos promover uma festinha", sentenciou.

O papo durou cerca de uma hora. As moças provocavam, faziam doce, provocavam... até que o "mocinho afoito" entrou em cena comentando que tinha carro, que distância é o de menos... Eles, então, sempre fazer qualquer tipo de promessa (apenas que a noite seria boa!), convenceram as moças. Mas havia um detalhe: os artilheiros moravam na Zona Norte do Rio de Janeiro, e elas, em Belford Roxo. Ou seja: elas moravam looooooonge...

A festinha no play foi agitada. Era um com uma, outra com outro, troca dali, destroca acolá... A noite tinha sido fechada com chave de ouro. Amigos, é nessas horas que vale a independência! Bem... às 7 horas da manhã e virados, os mocinhos não tinham condições de levá-las.

Depois de um tempo, dois dos jovens, entre eles o "mocinho afoito", desapareceram. As moças, então, viraram para um de nossos artilheiros querendo saber como iriam pra casa. Ele argumentou que não tinha carro e, portanto, não poderia levá-las. As mocinhas se alteraram e para se livrar do abacaxi - e aplicar um castigo no "mocinho afoito" -, ele apontou para a casa próxima e disparou:

- "Toca lá que o fulano atende e te leva", afirmou, com a maldade no olhar.

O papo é reto e artilheiro, hábil. Vocês podem imaginar o que aconteceu em seguida. As três moças sendo atendidas pela mãe do afoito, que o chama. O rapaz bate o pé, diz que não vai levá-las, mas elas não aceitam. Para sanar a situação, lança uma solução final:

- "Tenho esses vales-transporte. Peguem o ônibus e voltem pra casa", disparou.

A sugestão foi aceita na hora, as moças pegaram os vales (na época, de papel) e voltaram para suas casas.

***
Ahh... vocês podem argumentar que a culpa é do afoito, por ter deixado a carona subentendida. Mas o rapaz fora provocado. Tudo o que ele "esperava de um sábado à noite" estava se desenhando...

As mocinhas não tinham sequer grana para voltar pra casa. O artilheiro fez seu papel e, de quebra, ajudou a resolver o caso.

Mocinhas, como é?! Pelo menos o da passagem...

sexta-feira, 11 de julho de 2008

São Paulo, torpedo e mentiras...

Certa vez, um de nossos artilheiros foi almoçar com os amigos do trabalho: bolinho de bacalhau de entrada e cabrito com arroz e brócolis de prato principal. Espetacular!

O prazeroso almoço foi interrompido por uma mensagem de telefone.

- "Oi, lindo. Estou com saudades. Já chegou de São Paulo?", dizia a mensagem.

Como estava almoçando nosso amigo deixou para responder mais tarde. E entre uma garfada e outra no cabrito ele lembrava da estória de "ir pra São Paulo".

Há tempos ele estava saindo com uma menina... era bonita, tinha um beijo daqueles, bom gosto para se vestir, mas deixava a desejar em outros aspectos. Intelectualmente havia um abismo entre eles.

Um pouco cansado das exaustivas tentativas da moça, ele resolveu dar um tempo nessa relação. Só que, vocês hão de concordar, quando alguém pede um tempo, na verdade, quer dizer que tudo acabou. E não era esse o caso. Então nosso artilheiro teve a idéia de dizer que estava indo para São Paulo passar dez dias trabalhando. Nesse tempo, sem a pressão da mocinha, ele poderia decidir se iria continuar com ela ou dar um basta.

No dia do almoço citado acima, esses dez dias já tinham vencido e a moça voltou à cena, ainda que por meio eletrônicos.

Vinte minutos após receber a primeira mensagem, surgiu outra e outra dois minutos depois. Elas diziam o seguinte:

- "Oi, gato. Não vai responder não? Sabia que é muito feio deixar uma mulher sem resposta?".

- "Você é ou está se fazendo de difícil? Você tem namorada?".

O número que enviava as mensagens era um número desconhecido, mas como ele só tinha dito para uma mocinha que iria para São Paulo, ele tinha certeza que ela era autora das mensagens.

Outros dois torpedos surgiram. Dessa vez, em tom de cobrança: "Vai responder ou não?"

Afim de dar um basta, ele respondeu: "Sim. Tenho namorada".

Inicialmente ela respondeu: "Bom... então não quero mais nada com vc".

Incomodado em encerrar o casinho por mensagem de celular, ele resolveu ligar para a mocinha. Só que ligou para o celular dela e não para o que estava enviando os torpedos.

- "Oi, fulana, tudo bem?", disse nosso amigo.
- "Oi, como foi de viagem?"
- "Bem... vem cá, é vc que está me enviando umas mensagens?"
- "Eu? eu não, por quê? Que mensagens?", disse como se não soubesse de nada.
- "Nada.. deixa pra lá. Depois a gente se fala", disse o craque, encerrando a ligação.

***
Mal sabia que nosso craque tinha certeza que era ela que estava mandando os torpedos: só ela pensava que nosso camarada estava em São Paulo!

Horas depois, um amigo do artilheiro ligou para o número misterioso e descobriu que pertencia a uma amiga de trabalho da fulana. E as msgs não pararam.. Em uma delas a moça, mesmo depois de saber do estado civil do centroavante, disparou: "Você quer ser meu?... beijos".

[se outra mensagem surgir, a gente jura que conta pra vocês]

Mas, por que será que ela não assumiu a autoria dos torpedos?

Mentira por mentira... a dela selou o fim do romance...

sábado, 5 de julho de 2008

Tem a Lei do Shortinho?

Juventude desse meu Brasil, essa tal de Lei Seca está deixando muita gente de cabelo em pé. Acho que não é o caso de discutí-la nesse espaço virtual, voltado para histórias sobre a guerra dos sexos!

Mas, pegando carona na lei recentemente sancionada, resolvemos falar de outra coisa que também atrapalha o motorista: o shortinho.

A história de hoje aconteceu há muito tempo, quando um de nossos artilheiros era um recém motorista habilitado.

Aproveitando que seu pai estava tirando aquela soneca tradicional das tardes de domingo, ele pegou as chaves do carro da família e saiu para dar um passeio. Ao passar na casa de um amigo, fez um convite: "Aí, vamos dar um voltinha?".

Nos maravilhosos anos da adolescência/juventude, uma simples voltinha de carro já era o auge para nosso artilheiro em desenvolvimento.

Junto com o amigo de colégio ficaram dando voltas pelo bairro em que moravam, estudam e se divertiam... Ô tempo bom!

Pois bem... em determinado momento da aventura notaram à frente uma linda loirinha... a moça parecia que flutuava, em vez de caminhar. Cheia de graça e balançando cabelo, que estava preso no formato rabo de cavalo, ela exibia um shortinho mínimo: atração fatal!

Deslumbrante, a bela loira chamava a atenção dos traseuntes... Parecia que o tempo havia parado e só ela se mexia... Só parecia... pois o momento que se mostrava mágico e encantador foi rispidamente interrompido pelo grito do amigo, que estava no carona: "Olha a calçada, P@#$@!"

Deu tempo de puxar o volante pra esquerda, mas a lanterna do carro raspou no "gelo baiano" e ficou estraçalhada.

Nervoso, nosso amigo continuou acelerando e decidiu voltar pra casa imaginando como explicaria ao pai o porque de a lanterna estar em cacos... A mocinha ficou pra trás, rindo, como se decifrasse o motivo da colisão!

***
Por isso, meu amigos, é que alertamos: além do álcool, o shortinho que as mocinhas costumam usar por aí também são prejudiciais ao fluxo do trânsito.

Nosso craque ficou com um problemão pra resolver, mas foi sincero com seu "técnico mor": Pai, você não vai acreditar, mas a culpa foi dela..."

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Sua vez...

Amigos, leitores e simpatizantes do blog, cuidado: há um novo golpe na praça.

Depois de revelarmos as táticas femininas em alguns golpes como o "da saidinha" e o "da autista", aquele em que a mulher fica olhando para o teto sem emitir som quando o garçom chega com a conta. Aí cabe ao cara bancar tudo, em quanto a mocinha permanece estática fingindo que não está percebendo o que está acontecendo.

Pois bem, a nova prática ardilosa é o "deixa essa comigo".

Esses dias um de nossos nobres artilheiros foi ao cinema com uma bela moça. Ela mora sozinha, trabalha, pensava em ter um filho sem marido. Era uma mulher independente. Assunto é o que não faltava. A mocinha sempre surgia com um tema distinto. Uns até que eram dispensáveis. Em certo momento, nosso amigo ameaçou iniciar um debate sobre a lei do impedimento se a pequena continuasse a falar sobre os problemas dos tibetanos no século XXI.

Enfim... o casalzinho foi ao cinema. Escolheram o filme e na hora de pagar os ingressos, a mocinha deu um passo à frente e surpreendeu:

- "Não. Deixa que eu pago"
- "Que isso, não precisa"
- "Faço questão", disse a mocinha retirando da bolsa uma carteirinha de estudante falsa.

Nosso amigo, que tinha uma carteirinha verdadeira, mostrou a sua e a sapeca pagou duas meias, algo em torno de R$ 14.

O atacante ficou sem graça inicialmente, mas gostou de ver que a moça tinha atitude. Não fez corpo mole. Disse que ia pagar as entradas e pagou sem titubear.

O filme foi bem mais ou menos, mas a companhia era agradável. Ambos deixaram a sala de exibição satisfeitos e resolveram comer algo para fechar a noite.

Nosso matador nem imaginava, mas o golpe estava por vir.

Foram a um restaurante próximo pediram um chope e voltaram a papear. Lá pelas tantas a moça decidiu pedir algo para comer. Dispensou os petiscos e entradas e pediu uma carne. Nosso amigo topou. A fome não era tanta, mas a jantinha iria cair bem.

Cuidado, amigos, isso também pode acontecer com vocês. Nunca se esqueçam: a mulher é capaz de enganar o diabo...

Quando a conta chegou, a mocinha pegou a bolsa e nosso amigo pensou surpreso: "Que isso... essa mulher vai querer pagar a conta?"

Mas não, amigos. Havia chegado a hora do golpe. A mocinha pegou a bolsa, levantou-se e soltou:

- "Agora é sua vez.... vou ao banheiro rapidinho, tá?", mesclando o golpe do "deixa essa comigo" com o da "saidinha", aquele em que a mulher sai da mesa, vai ao banheiro, vai fumar um cigarro justamente quando o garçom traz a conta.

***
"Como assim minha vez?", pensou nosso destemido jogador.

A espertalhona fez questão de pagar o cinema e tirou R$ 14 do bolso. Na cabeça dela essa foi a vez dela. A conta do restaurante beirou os R$ 60. Cerca de quatro vezes mais. E na cabeça da danada, essa era a vez do atacante.

Mundinho injusto esse, vocês não acham?!

Nosso amigo saiu preparado para bancar o que fosse preciso, como sempre faz. Sem essa de "minha vez e sua vez". Sob uma ótica fria, ele deixou de gastar a grana do cinema. Mas o que o incomodou foi a jogada que a mocinha forçou: para parecer uma mulher pra frente, independente e libertária, ela fez questão de mostrar que, assim como os homens, também podia pagar a conta, que não se incomodava em pagar a entrada do cinema de seu acompanhante. Só que justo a "vez dela" era a mais barata. Ê laiá....

quarta-feira, 18 de junho de 2008

A virgem da Tijuca...

A história que vamos publicar hoje aconteceu com um amigo de um de nossos artilheiros. Rapaz desenvolto e criado no meio da boemia tijucana, há tempos conheceu Fulana, uma danada com ar de puritana.

Na primeira parte dessa história ele é mero expectador.

Dois amigos do craque tijucano estavam conversando sobre a puritana. Um deles disse:

- To na dúvida, cara. Não sei se namoro a Fulana ou Ciclana.
- Ah, mermão... isso é de cada um.
- Gosto da Ciclana, mas po, tirei a virgindade da Fulana. Foi algo especial.
- O quê? Você o quê?
- Po... cara... vc sabe.. eu e ela... nós...
- Cara.. que nada eu sai com ela há seis meses, transamos e ela me disse que tinha sido a primeira vez dela..

Os amigos acabaram chegando num entendimento: a moça havia mentido, talvez para os dois. O rapazinho que estava pensando em namorar, então, acabou desistindo da idéia e tocou a vida em outra direção.

Nosso destemido atacante da Tijuca entrou em cena meses depois. Após flertar com a danada, embicou numa relaçãozinha.

Quando os amigos souberam que ele estava saindo com a puritana, logo trataram de contar a história sobre a virgindade da moça. Ok, nosso amigo não ligou e continuou levando o romance às mil maravilhas.

O difícil foi segurar o riso quando foram para cama pela primeira vez. Os abraços foram ficando intensos, espaço entre os corpos nem existia mais. Os beijos pareciam que iam tomar todo o corpo, o atacante, então, abriu a porta do quarto e entrou com a mocinha, que ávida pelo "choque" o olhou com olhos de ternura. Destinado a cumprir sua missão e balançar as redes, lançou-a na cama.

A danada, então, puxou nosso craque, abraçou-o bem forte e disse:

- Vai devagar... essa é a minha primeira vez.

***

Filha da P$#¨$%%&!!!!!

Pra que mentir... mentir pra quê?

sábado, 7 de junho de 2008

É hoje o dia....

Distintos leitores, hoje irei lhes contar a história de Cucuco (como assim é chamado por Cucuca, sua noiva, pelo menos até o momento em que escrevo esse post).

Apesar de ter nascido no movimentado bairro de Ramos, foi na tranqüila (nem sempre) Ilha do Governador que desenvolveu suas habilidades de matador da noite carioca.

Os amigos de infância - Cabeça, Stanley, Raquete etc - garantem que Cucuco abalava as estruturas da iluminada La Playa (quem nunca foi??).

O caso, meus queridos, é que depois de pouco mais de 30 anos de torneios, competições e edições da Copa do Mundo flerte, nosso amigo está pendurando as chuteiras. Por volta das 17h30 desse sábado de sol, ele levará Cucuca ao altar. Emocionados, alguns de nossos artilheiros estarão por lá, acompanhando os últimos momentos da carreira desse experiente atleta (Sim, artilheiros são fiéis. Uma vez no altar, dão adeus até aos amistosos).

A história dos Cucucos começou há mais de quatro anos, foram colegas de trabalho. No dia do primeiro beijo, que aconteceu semanas após o início do flerte, nosso craque da Ilha foi ousado. Segundo Cucuca, depois de uns 20 minutos de beijos e braços, ele chamou-a pra dentro do carro. Num impulso incomensurável, foi logo abrindo a calça.

Cucuca não acreditou na cena. Exigiu que ele se recompusesse e saiu do carro. A própria conta que ficou assustada com o drible e por causa disso, embora já encantada com o molejo do centroavante, fez uma promessa:

- "Não vou pra cama com ele tão cedo".

E ela cumpriu. Nosso amigo só balançou as redes meses e meses depois, quando os rumores de namoro já ecoavam pelas arquibancadas dessa vida.

Bem, amigos, os torneios da azaração se despedem de um craque. E a culpa.... a culpa é da Cucuca... toda dela... só dela!

***
E para encerrar esse post, lembro-vos do grande samba que a União da Ilha, escola da terra do nosso "ex-atacante", levou à avenida no carnaval de 1982: "É hoje o dia da alegria, e a tristeza nem pode pensar em chegar..."

Valeu, Cucucos... Felicidades!

domingo, 1 de junho de 2008

O telefone é uma arma

Valorosos leitores a história de hoje não é apenas um post, é um desabafo. "Santa paciência, tem moça que não tem noção".

Nosso artilheiro seguia sua rotina de partidinhas agitadas, além da busca pelo milésimo gol, quando conheceu a "lorinha".

A mocinha é bonita, alta, magra, loira com os cabelos encaracolados e... sem noção.

Depois de conversarem rapidamente ao telefone num sábado desses da vida, eles marcaram um encontro para a terça-feira seguinte.

A expectativa era grande. Nosso artilheiro há tempos queria marcar aquele golzinho. E como primeiro contato foi bastante agradável, nosso amigo deu corda.

Levou a moça para jantar, conversou sobre a vida, contou-lhe seus projetos pessoais e, é claro, passou horas ouvindo a mocinha contar suas histórias.

Nosso amigo gostou da lorinha, mas achou-a um pouco diferente de seu estilo. Contudo, resolveu dar uma chance à pequena. O problema é que ela não tinha noção. No meio da conversa, nosso amigo provocou o assunto sobre casinhos e namoros. A moça respondeu que era solteira e quis saber o estado civil do atleta. Ele foi direto e sincero:

- "Sou enrolado, sabe como é!", disse, destemido.

No dia seguinte, havia uma mensagem dela no celular do craque: "Gostei muito de ontem".

Beleza. É normal.

Só que não era, jovens. Em menos de uma semana foram 27 ligações e 18 mensagens de telefone. Nosso amigo ficou incomodado (Com motivo, certo?!). Ele, como todo trabalhador desse Brasil, é um cara ocupado e dificilmente faz planos para suas saídas. Ainda mais sendo um jogador enrolado e partidas atravessadas. Para ele, as coisas tem que simplesmente acontecer, fluir. Sem mesmo que o segundo encontro tivesse acontecido, o matador resolveu pôr um basta na relação. Se antes mesmo do segundo encontro a mulher já estava sufocando, imagina depois que as redes balançassem?

Pois bem...

De saco cheio, ele explicou ao telefone:
- "Caramba, você está me ligando muito, você não acha?".
- "É que quero te ver...", disse ela.
- "Poxa.. te avisei antes: sou um cara meio enrolado, não faço planos pra essas coisas", esquivou-se.

A conversa continuou com aquela promessa vazia: "nos vemos qualquer dia desses". Três horas depois, P&#@ Q#$ P@#@$, mais uma mensagem pipoca no celular do atacante:
- "Que tal fazermos algo interessante hoje à noite... beijos".

Nosso amigo já tinha esclarecido que iria trabalhar até tarde e que não iria sair. Ainda assim ele quis saber:
- "O que você acha interessante?".

Ela, por sua vez, mandou:
- "Não sei. Mas a resposta é sim ou não? Estou em casa afim de fazer algo, mas preciso de companhia".

Antes mesmo que ele a respondesse, ela mandou outra mensagem:
- "Preciso saber logo. Porque se a resposta for sim vou esperar, se for não vou dormir".

Tenha dó. Nosso amigo, então, tentou encerrar o papo:
- "É melhor não me esperar. Vou sair tarde e tenho que trabalhar cedo amanhã".

A moça ligou um minuto depois. Disse que a mensagem veio inelegível e queria saber o que o bamba havia escrito. Com toda a paciência desse mundo e sem querer ser grosseiro, ele explicou (MAIS UMA VEZ) que não podia. Ok, conversar terminada.

Que nada. Dez minutos depois surge outra mensagem:

- "Amanhã saio do trabalho às 17h15 da tarde. Gostei muito de conversar com você."

***
Saaaaaai da frente, chatonilda!

Mocinhas, sinceramente, depois de mandar 18 mensagens e ligar 27 vezes prum cara e ele não marcar o segundo encontro, vocês continuariam procurando-o?

NÃO. Correto? Então pronto... se diante dos fatos, ela ainda insiste é porque quer... a Culpa É Delas mesmo... Vocês podem até argumentar que o artilheiro deveria esclarecer que não queria mais vê-la. Só que esse não é o caso. Ele só não queria ser pressionado e explicou isso pra sapeca. Mas ela é sem noção e não entendeu. Portanto, minhas nobres inimigas do blog, mais uma vez a culpa é delas!

Mas por que será que a loirinha continuou atrás do craque:
(a) Porque ele manda bem
(b) Porque, como diz o post de hoje, ela é sem noção
(c) Porque ela achava emocionante trocar mensagens com o craque
(d) Porque é masoquista
(e) E quem é capaz de entender?

terça-feira, 27 de maio de 2008

Sedução...

A história de hoje aconteceu com um Velha Guarda experiente, das antigas. E apesar de ser escolado, o camarada viu-se num situação daquelas. Vocês sabem... a mulher é capaz de enganar o diabo.

Almoçando com um amigo em um restaurante na agitada Brasília, capital desse país, ele percebeu que estava sendo notado, observado.

Na mesa à frente, uma bela morena o olhava insistentemente. Ele correspondeu. A moça em questão estava em companhia de um homem no auge de seus 30 e poucos anos. Mas nada indicava que eles seriam um casal. Diante disso, nosso protagonista continuou com os olhares.

Quando o cara levantou-se para ir ao banheiro, nosso nobre galanteador rapidamente colocou-se de pé, aproximou-se da bela mocinha e deixou seu cartão com ela. Pronto a isca tinha sido jogada.

Cinco horas depois, o telefone do Velha Guarda tocou. Era ela.

- "Oi, fulano. Tudo bem? Aqui é Ciclana, de hoje à tarde no restaurante".
- "Nossa! Que surpresa... que bom que você ligou".

O papo continuou e entre uma declaração e outra:
- "Te achei um homem muito interessante, sabia?", disse a moça.
- "Fico feliz em ouvir isso. Você é uma mulher envolvente... linda", rebateu o atacante.

Tudo corria às mil maravilhas. O flerte havia tomado conta da ligação telefônica e o casalzinho decidiu marcar um encontro.

- "Amanhã?", perguntou ela.
- "É. O que acha?"
- "Ótimo, ótimo. Pode ser às 16h, no Café Blau Blau?", sugeriu a danada.

Nosso nobre cavalheiro estava empolgadíssimo. Sentia-se atraído pela bela morena e estava marcando um encontro para revê-la. Ela correspondia e isso o impressionava.

O problema, jovens, é que as mulheres (sim, elas podem) podem enganar até o diabo.

Num elã, a moça salpicou uma frase que mudaria o rumo daquela relação.

- "Te adorei também, querido. E para que fique tudo esclarecido entre a gente: eu cobro trezentinhos o programa, tá?"

***
Páááááááára tudo!

Mas é isso, amigos, a moça era de programa e em Brasília (que permaneça longe do nosso Rio de Janeiro) as piores coisas acontecem!

Restou ao nosso camarada balbuciar Paulinho da Viola: "desilusão, desilusão, danço eu, dança você, na dança da solidão..."

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Se eu não banco...

Ah... a insensibilidade feminina continua rendendo posts. Um de nossos artilheiros estava conversando com uma amiga. Comentava sobre a vida, as facilidades e dificuldades do dia-a-dia. Chegou a narrar alguns de seus gols e pedia a opinião da amiga, em busca de compreender o universo do mocerio!

Em determinado momento, nosso atacante começou a falar dos gastos que estava tendo com as mocinhas nas noites cariocas. Jantar, cinema, motel, barzinho, presentinho etc. A amiga ouvia atentamente e por vezes esboçava reações e proferia comentários.

O centroavante matador, então, lembrou de uma conversa que tivera há meses com um antigo flerte. Depois de lancharem num café no Leblon, a mocinha fez questão de rachar a conta. O Camisa 11 insistiu, mas a moça, irredutível, estendeu a mão com metade do valor da conta. Em seu palusível argumento, ela justificou: "Assim eu e minha companhia sempre poderemos freqüentar lugares legais e caros. Dividindo a conta, não fica pesado pra ninguém". (Lindo isso, né, galera?!)

A amiga, então, deu sua opinião. Para ela, isso depende de cada mulher e que tem mocinha que até paga tudo sozinha. É verdade.

Lá pelas tantas, nosso nobre atleta retomou o papo sobre motéis e a facada que dão em seus cartões.

- "Po.. o gasto é alto. Se for duas vezes por semana, lá se vão 150 pratas".
- "Caro, né?!", disse a amiga.
- "Será que a mulher não pensa que dividindo a conta as idas ao motel seriam mais constantes? Não ficaria salgado pra mim", argumentou o craque.

(Amigos, chegou a hora da insensibilidade)

Olhando para o horizonte, a pequena danada salpicou sem medo de ser feliz:
- "Que nada! Tem sempre um cara pra bancar..."

***
É o fim!

A mocinha reproduziu o pensamento de muitas (Muitas, não são TODAS, ok?!).

Ou seja: se um não puder, outro aparece e banca a ida ao "centro de lazer". Esse era o raciocínio da mocinha! Não que para ela bastasse o cara pagar o "mot" para ela ir. Era preciso outros elementos.

Dá até para parodiar o grande (e único) sucesso do Mc Leozinho: "Se eu não banco, eu danço"

Ó, céus, que mundo é esse?!

sexta-feira, 16 de maio de 2008

É tudo normal...

De fato não podemos negar que as mulheres são surpreendentes. E para essa afirmação nem iremos recorrer ao "algumas mulheres". É geral. Elas surpreendem mesmo.

Bem... no último post falamos da mocinha que corria para o banheiro para ligar para o artilheiro. As amigas tentavam impedí-la, mas a paz do banheiro trancado à chave a incentivava a continuar com as ligações.

Enfim... antes de essa história vir parar no blog, um de nossos nobres atacantes a contou para uma amiga, durante uma cervejada num desses bares da vida.

Nosso amigo contou os passos da mocinha e fazia cara de surpreso, mostrava sua apreensão. Já a amiga, ouvia normalmente.

E depois do blá blá blá todo, o matador quis saber a opinião da moça. Afinal de contas, o que ela achava da história, né?!

E é aí que percebemos que a Culpa É Delas... só Delas...

- "Ahh... isso é normal... Já cansei de fazer isso", disse a pequena, com naturalidade.
- "Se trancar no banheiro e ligar para um alvo ou ex-flerte?", quis saber o centroavante.
- "É, poô... isso é normal", finalizou ela.

***
Meu Deus do céu... "o último chute o cachorro"!!

amigas e inimigas do blog, vocês também fazem isso?

Recorrem à clausura do banheiro para que suas amigas não te impeçam de importunar um ex-casinho????

Isso também é escatológico...

O blog não acha isso normal. Pode ser que seja comum... mas normal, de fato, não é. Concordam, amigos?

terça-feira, 13 de maio de 2008

O telefone tocou...

E achamos que já tinhamos visto de tudo.

Uma mocinha, coleguinha de faculdade, havia se encantado com a habilidade do atacante. E numa festinha da galera, após sacar o clima da moçoila, ele partiu pra cima e pimba!

Pelo que nosso atacante lembra, o beijo era bom, a companhia agradável, mas não era possível parar ainda. A luta pelo milésimo precisava continuar!

Mas a mocinha tinha outros planos. Pelo que se pôde acompanhar ela queria que o camisa 11 encerrasse a carreira e passasse a bater bola apenas com ela. Era a mais ingênua das veleidades daquela mocinha!

Nosso amigo passou a driblá-la, evitava encontros. E a medida que se distanciava, as ligações da mocinha para ele aumentavam.

Certa vez, o artilheiro voltava para casa às 4h da manhã quando seu celular tocou. Era ela.

- "Oieeee... onde você está?!", disse, toda feliz.
- "Po... são quatro da matina... to chegando em casa..."
- "Ah tá.. só queria saber como você estava"

O papo durou mais uns segundos.

Nosso amigo começou a ficar preocupado. As ligações estavam ficando cada vez mais perigosas.

Num outro dia. O telefone tocou às 17h. O protagonista estava no trabalho. Não via a tal da sufocadora há semanas e semanas, mas continuava a ser importunado.

- "Vamos nos ver hoje?".
- "Não dá".
- "Por que a gente não marca de sair?".
- "Não dá. To saindo com uma menina legal. Tenho que respeitá-la".

A "menina babaloo" não se deu por satisfeita e partiu pro ataque ferrozmente.

- "Larga ela. Fica comigo".
- "Eu vou desligar o telefone. Tenho que trabalhar".

A preocupação aumentou e nosso amigo resolveu conversar com uma amiga em comum. Nosso atacante pediu ela desse uns toques na mocinha, que a aconselhasse a esquecê-lo. E a amiga então revelou algo inimaginável, atitude que sequer passava pela cabeça do protagonista.

- "Eu já disse, artilheiro, mas ela não toma jeito!"
- "Po, Tá ficando chato. Eu não quero ser grosso, mas..."

Nesse momento, a amiga fez a revelação que deixou nosso amigo atônito.

- "Uma vez quando ela pegou o telefone eu disse logo: não liga pra ele. Mas sabe o que ela fez?"
- "Meu Deus... o quê?"
- "Correu pro banheiro, trancou a porta e te ligou".

***
Ai... ai... ai... salve-se quem pudeeeeerrrrrr!

Que ponto ALGUMAS mocinhas chegam, hein?! Nem mesmo coibidas-aconselhadas-impedidas pelas amigas elas tomam outro rumo.

Sinistro, jovens, sinistro!

Nosso amigo suou a camisa para se livrar da marcação!

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Não confunda...

Um de nossos artilheiros tem um amigo, também habilidoso atacante da noite carioca (A Festa do Baco que diga!!!), que vive proferindo a brincadeirinha do "não confunda". Aquela em que mistura-se palavras e forma-se duas frases, uma séria e outra... do tipo: "Não confunda kamikaze com coma e case"... vocês já devem ter lembrado da brincadeira, né?! A mais famosa é sem dúvida a: "não confunda as grandes obras do mestre Picasso com a grande P@$#$ do mestre de obras..." e por aí vai...

Amigos, temos que mandar um "não confunda" para algumas mocinhas que estão por aí...

Pois bem. Nosso centroavante matador certa vez conheceu uma mocinha, com quem levou uma relação por algumas semanas. Foram encontros tórridos, carinhos desconcertantes. Mas como todo bom carnaval, o romance também chegou ao fim. Certa vez, quando a relação já tinha esfriado, nosso amigo abriu sua caixa de e-mail e lá havia uma mensagem da malandreca!

Para surpresa do craque, o conteúdo do e-mail fugia ao convencional. Estava escrito:

ESTOU BÊBADA E QUERO SEU BEIJO!

O e-mail foi enviado às duas da manhã de uma terça para quarta. Nessa hora, por acaso, nosso amigo já estava dormindo.

Horas depois de ler o tal e-mail, ele entrou em contato com a moça.

- "Que vontade, hein?!", provocou nosso amigo, para em seguida ouvir os risos da mocinha.
- "Eu tava bêbada e pensando em você. Bêbada não mente, sabia?", disse ela.
- "Sabia, mas... Me escrever às duas da manhã?"

Tudo bem. Nosso amigo deu a deixa. E a danada aproveitou exatamente esse momento para ousar. Num elã, ela proferiu, sugeriu, definiu...

- "Pode deixar. Quando eu estiver precisando eu vou ligar e você vai lá pra casa".

***
Caramba!!!

Vocês perceberam?! Ela estaria propondo ao nosso craque um serviço DELIVERY? Atacante virou pizza? Atendimento no meio da madrugada é com bandeira dois?

Mulheres, mulheres... não confundam atacante em liberdade com mediante sua vontade!

Boa sex-ta-feira a todos!

segunda-feira, 5 de maio de 2008

O que só ela viu...

O interesse não tem idade. Podem crer. Não importa o que se deseja, em qualquer idade há um jogo de interesse. Muitas das vezes, a bem da verdade, o interesse é positivo. Artilheiros, por exemplo, quando se aproximam da pequena área têm interesse no gol, é claro. Mas também se interessam pelexplosão da torcida, pela vibração do companheiro de ataque. Com o balançar da rede, que metafóricamente nesse descontraído espaço virtual, podemos enxergar como um sorriso de satisfação e alegria de uma mocinha.

Pois bem... mas nesse post iremos falar sobre o lado maldito e nafando do interesse.

A história se passa há anos, nos tempos em que um de nossos artilheiros era uma pequena promessa da seleção juvenil. Nesse época ele já atuava na Copa do Mundo do Flerte Dente de Leite.

Enfim... O nosso nobre atacante tinha pouco mais de 14 anos à época do ocorrido.

Durante o recreio do colégio, sentou-se ao lado de uma colega de turma para bater um papo. Ele estava trabalhando a jogada em busca do gol.

Uma das partes da área do recreio era na frente da escola, onde há um movimentada avenida. Pela grade era possível ver a rua e todo o fluxo do trânsito. Lá pelas tantas, do final da avenida surge um carro em alta velocidade.

Era uma Fiat Tempra, vinho, 16 válvulas, que no final da década de 90 era a grande sensação das pistas amadoras. Detalhe: o carro estava com os vidros fechados e tinha película insulfilm. Usando a coloquial e simplória linguagem do subúrbio carioca, podemos dizer que "o carro estava tampadão".

O carro passou pela dupla "a mil por hora". O ronco do motor da Tempra, que esticava na avenida, fez a mocinha esquecer o papo por com artilheiro por alguns segundos e se concentrar na flexa vinho.

Naqueles segundinhos, nossa pequena promessa de gols começou a entender sobre o "interesse" que algumas mulheres cultivam.

Sem se precoupar com as pessoas no entorno, a pequena moça soltou:

- "Noooosssaaaa, que gatinho!"

***
O carro passou em alta velocidade, com os vidros fechados e com insulfilm. Não dava sequer para saber se o motorista era do sexo masculino ou feminino. Mesmo assim a sapequinha conseguiu ver beleza no "gatinho".

As mulheres conseguem enxergar cada coisa.... Incrível, vocês não acham?!