sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Como é que é?!

Esse post nos mostra que apesar dos seguidos investimentos, os problemas surgem quando a fonte seca... não entenderam? ok, ok... vamos aos fatos.

Nosso artilheiro, com muito custo, conseguiu o alvo da noite. Vocês irão lembrar dela: era a amiga daquela arquiteta no “causo” “Soltinha, soltinha”, publicado em agosto de 2007.

Pois bem, o “quase-casal” morava perto um do outro. Eles tinham a mesma idade, ambos trabalhavam e, pela proximidade e vontade, começaram a sair frequentemente. Era chopinho domingo à noite na praia, dose dupla de chope às terças-feiras, comemoração de aniversário de um amigo do artilheiro, que sempre visando o gol, começou a lisonjeá-la. Para alguns especialistas e estudiosos: O ERRO FOI AÍ!!!

Desde o início, o nosso atacante seguiu a regra tradicional da azaração: sempre pagava a conta. Na primeira saída após se conhecerem, foi um chope à beira-mar e ele bancou tudo... Na segunda vez, na hora da conta, a mocinha não se pronunciou. Na terceira vez, acreditem, ela foi ao banheiro ao ver o nosso goleador chamando o garçom. Mas gol é como a bolsa de valores: é preciso investir, tentar, arriscar!

Até que, num belo dia, enquanto nosso camisa 18 (estilo Obina, na final da Copa do Brasil contra o Vasco, em 2006) tomava um chope com dois amigos em um barzinho, a mocinha, toda serelepe liga... ela tava toda se querendo.

- E aí, tá aonde?, quis saber a mocinha.
- To no “Tal Bar” com dois amigos, estamos batendo papo. E você?
- Estou no trabalho ainda, mas queria tomar um chope depois. Vamos?! (Reparem: ela o convidou)
- Claro, me liga quando estiver chegando perto de casa!
-OK!

E o camisa 18, empolgado com a conversa, começou a beber demais. Assim que pediu a conta no bar e estava se preparando para ir para a casa. A beldade ligou mais uma vez.

-Oi, to chegando em casa, vamos beber?
A intimidade com a moça já permitia algumas liberdades e o nosso amigo lançou um questionamento.
-Pô, vamos! Você tem dinheiro aí, perguntou o artilheiro!
- Tenho, mas por quê?
- Porque paguei a conta aqui e fiquei sem dinheiro, já passou de 22h e não vou achar caixa 24h por aqui por perto, disse o protagonista relatando a mais pura verdade.

Nisso, nosso artilheiro foi interrompido pela doce mocinha, que, como num piscar de olhos, mudou seu tom de voz:

- AH não, “artilheiro”. Não acho certo ficar pagando cerveja para homem não.

***
Nosso amigo cansou de pagar litros e mais litros de cerveja. Pagou pizza, lanchinho, apresentou aos amigos. Ou seja: deu valor ao alvo!

Num momento em que ele ficou... uhm como podemos dizer... desmonetarizado ou com liquidez reduzida, ela fez o que fez...

O que tem de demais nisso, minha gente?

Amigas e inimigas do blog, será que o homem tem que fazer tudo na relação?

Depois dessa ligação, eles nunca mais se viram...

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