sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

A cachorrinha...

Num domingo desses da vida a multidão tomou o mercadinho São José. Era gente por todo lado e de todo tipo. E para essa aglomeração havia uma explicação mais que racional: o bloco dos jornalistas ia passar.

Dois de nossos atacantes estiveram por lá, meneando pela multidão e em busca de... vocês sabem!!!

A melhor parte dessa história acontece no final do bloco. Então vamos direto a ela:

Quando o carro de som desligou, a bateria se despediu e a maioria dos foliões partiu para outro bloquinho, nosso amigo adentrou mais uma vez no Mercadinho São José. Lá na meiuca, estava rolando um sambão no melhor estilo “canta quem puder e o que lembrar”.

Alías, esse momento é rotineiro na vida dos bambas e cabrochas que não se conformam com o fim da folia, com a quarta de cinzas e com o “THE END” subindo junto com as letrinhas. Ao fim de tudo, sempre ficam lá se esgoelando com os sambas antigos e procurando onde ainda tem cerveja gelada.

Pois bem... o atacante não estava de bobeira.

Atrás dele, uma mocinha dos seus trinta anos conversava com umas amigas e o flerte começou com insinuantes olhadas. Por um instante, a azaração entre nosso camisa 11 e a “indiazinha” teve que parar: é que um rapaz sem camisa tratou de azarar o alvo do nosso amigo. Ficou que nem mosca em cima do... (deixa pra lá). Não demorou muito e o jovem desistiu da mocinha.

O artilheiro, então, fez um sinal com a cabeça, indicando que iria para o fundo do mercadinho e esperava que ela fosse atrás.

Bem... ela foi!

- Oi... é que tinha muita gente ali em cima de você. Não sei se poderia chegar perto na boa...
- Ah... que nada! São uns amigos... só que meio interesseiros: querem sempre me pegar, disse rindo!

Papo vai... papo vem... e nosso nobre galanteador partiu pra cima e faturou a moça.
Passados 40 minutos, ela resolveu ir embora e nosso educado amigo, ofereceu carona.

Naquela altura só uma coisa importava para ele: o gol!

Quando estava estacionando o carro na frente do prédio dela, ele pensava: “tática 1: mão na cintura, subindo... e beijo no pescoço... e dali pro centro de lazer” (que vocês beeeem conhecem!)

Não foi preciso. Quando o carro parou, ela disparou:

- então... você vai embora ou quer subir para conhecer minha cachorrinha?

***
Amigos, amigos... há tempos uma mocinha convidou nosso artilheiro para pegar um “queijo” na casa de uma amiga (relembrem o caso: Queijo é igual a sexo?). Era a senha para uma noite de traaaaaansa!

Agora, surpreendentemente, uma outra donzela manda essa da “cachorrinha”.

Sinceramente, depois de tudo, nós, homens-de-bem-foliões-discípulos-de-Baco, somos acusados de oferecer desculpas esfarrapadas às mocinhas.

Não, inimigas do blog, não estamos reclamando! Podem dar a desculpa que quiserem... viemos ao mundo para disseminar nossa política social.

No caso, estamos apenas mostrando que a culpa não é nossa: apenas devolvemos as desculpinhas...

Quem nesse mundo, depois de um bloco e muita cerveja, gostaria de conhecer uma cachorra? Bem... depende da cachorra!!!

2 comentários:

Gatinha disse...

"Naquela altura só uma coisa importava para ele: o gol!"
é verdade né? afinal, pra que se preocupar com mais...
Ai ai meninos, assim vcs não reclamem de só aparecerem cachorrinhas na vida de vocês!

Senhoritas XXX disse...

Vocês reclamam de tudo!