quinta-feira, 20 de março de 2008

Ela não sabia perder...

Nunca sabemos qual será a reação da “ex” quando ela te flagrar com outra. Recentemente um dos nossos artilheiros foi ao “Escravos da Mauá” e encontrou uma “ex”. A reação dela pode até ser considerada normal: ela, que estava acompanhada, cumprimentou nosso amigo de longe e friamente. Durante o samba, olhava para trás tentando encontrar o personagem e lascava beijos ardentes no atual.

Bem... isso é previsível... Mas, hoje, iremos contar algo que aconteceu há anos com outro artilheiro deste blog. Os fatos se enquadram na categoria “história triste”.

Depois de algum tempo de relacionamento (eu disse relacionamento, no qual os dois são livres e fazem o que bem entendem da vida) com uma moça, nosso atacante deixou o romance em banho-maria. Se distanciou da jovem, mal se viam, os encontros aconteciam de forma bem esporádica, ainda que ela continuasse o procurando. Ele queria novos ares, mas ela não conseguia compreender o destino.

Nesse meio-tempo, reviveu uma relação com uma ex-namorada.

Nessa retomada de namoro, a outra chegou a procurá-lo algumas vezes. Decidido a não fazer aquilo, não voltou a encontrá-la, apesar de algumas mensagens e emails.

O problema, meus jovens camaradas, é que ela não sabia perder.

Certa vez, nosso apaixonado amigo passeava com a namorada pelas ruas da Lapa. Ziguezagueando pelas ruas do centro da boêmia nacional, o artilheiro é avistado por seu recente affair.

Pior: a ex se depara com a atual.

A primeira frase da mocinha já foi em alto som. A voz dela ecoava pela Lapa gritando o nome de nosso jovem. Atento à bomba que começava a explodir, ele acelerava o passo pelas ruas da Lapa, tal como o Papaléguas correndo do Coyote. Só que, ao contrário do fantástico desenho, o Coyote foi mais rápido...

Bem... aí começa a história triste. A ex partiu pra cima do centroavante, que com um braço tentava proteger a atual e com outro tentava afastar a outra. Não demorou muito e uma rodinha parou em volta para assistir à cena.

Uma puxava cabelo, a outra gritava e o artilheiro tentando apaziguar a situação. Amigos, a coisa tinha ares de arena romana: Mulheres brigando no meio de uma roda, e a torcida em volta urrando, se deliciando com toda a situação. Um verdadeiro Vale-Tudo em plena Lapa. Um menage à trois da pancadaria.

A ex grudou no pescoço do nosso amigo e ele a afastou. Como prêmio de consolação, ela agarrou a camisa do nobre rapaz e a puxou, rasgando-a de ponta a ponta (nosso personagem ressalta que gostava tanto da camisa...).

Sem força para continuar a peleja, a ex desistiu, deu um passo pra trás e foi embora. E nosso atacante foi para casa com um enorme abacaxi para descascar.

***

Pessoas desse Brasil amado, pra que isso?!

Perdeu, perdeu. Não precisa esculachar! Nem de um lado, nem de outro.

Nosso amigo perdeu a blusa que tanto gostava, mas saiu da Lapa sob os olhares de “caramba, duas mulheres brigando por ele!”.

E a culpa é de quem??

Ah tá...

7 comentários:

Anônimo disse...

Caramba!!!

Isso é o pico da noite carioca! Já pude presenciar um duelo de moças pela minha pessoa, e vou te falar: vc fica c cara de paisagem, n sabe o q fazer, é terrível!!!

Não perdi minha blusa, mas tive q ouvir a mesma ladainha durante 4 anos....

CP

Anônimo disse...

Vc tem mel ;)

Pedro disse...

hahahaha... essas que rasgam a camisa são perigosíssimas... e o pior é que há mtas delas por aí... abs

Estava Perdida no Mar disse...

Hahahahhaa...
É o fundo do poço mesmo!

Senhoritas XXX disse...

Tomara que o artilheiro tivesse bons predicados a mostrar sem a camisa, rsrsrs
Se envolve com doida é isso que dá!

Senhoritas XXX disse...

Como é se comportar como uma autêntica mulher-objeto.
Responde lá no blog.

Anônimo disse...

Nenhum artilheiro merece isso! mesmo