sexta-feira, 11 de abril de 2008

Quando elas cochicham...

Amigos e queridos leitores, precisamos confessar algo: temos medo de quando as mulheres cochicham entre si. E quando elas falam baixinho, ao pé do ouvido e ainda colocam a mão (em forma de conchinha) para proteger os lábios, impedindo uma possível leitura?? Noooosa senhoooora, saiam de baixo que lá vem...

Pois bem.. a história de hoje versa sobre um papinho que duas mocinhas tiveram certa vez. Quando elas cochicham e ainda mais sobre um de nós, amigos e amigas, lá vem problema.

Nosso artilheiro trabalhou em uma empresa onde havia muitas mocinhas. Sempre propositivo, ele já tinha avançado, e com êxito, para cima de duas. Nosso amigo tinha "ficado" um tempo com a "Fulana". Pouco depois a relação acabou e ele começou um romance com a "Ciclana". Jamais com as duas ao mesmo tempo!

Num certo dia, essas duas (exatamente as duas) ficaram de plantão juntas. Até aí tudo bem. Só que elas resolveram almoçar juntas. (e daí?!, as críticas e inimigas do blog devem estar perguntando). O problema é que o assunto, uma espécie de prato principal do dia, foi um de nossos artilheiros.

Era feriado, havia poucas pessoas na empresa naquele dia. As mocinhas combinaram a melhor hora do almoço e desceram. Logo no íncio do papo, a Fulana soltou:
- "Menina, deixa eu te contar uma coisa. Há umas semanas eu fui na casa do "camisa 100"!"
- "É mesmo?", disse Ciclana, sem dar muita importância.
- "É... nós estávamos saindo, né?! Não sei se você ficou sabendo...", disparou.

Ciclana, então, arregalou os olhos. Até pouco tempo, ela e nosso amigo saíam por aí ao beijos e abraços.

-"Nossa foi maravilhoso. Ele me puxou assim....!", continou contado.

Fulana não mediu palavras. Contou sobre a conversa que tiveram, sobre as carícias, puxões de cabelo e demais aventuras sexuais. Chegou a comentar que ela e o camisa 11 "deram sete". (Não se sabe de onde ela tirou isso. O artilheiro esclarece que foram cinco: duas à noite e três na manhã seguinte).

***
A Ciclana ficou desesperada. Tachou nosso nobre craque de "FDP" pra baixo. Ela, errôneamente, imaginava, que nosso amigo ficava com as duas ao mesmo tempo.

E pior: os três continuariam a dividir o mesmo ambiente de trabalho por mais cinco ou seis meses. Contato diário, papinho por e-mail etc. Só que Ciclana já não era mais a mesma com nosso centroavante. E ele, sem saber de nada, cercava a moça em busca do "replay". Mal sabia que estava em impedimento por conta da "língua livre" da Fulana.

Vamos lá, minha gente, por que será que elas fazem isso? As pessoas se conheciam... precisava revelar detalhes sórdidos, nome, posições e horas de jogo com o atacante?!

Por que será que Fulana contou o que contou?

(a) Porque ela estava com saudade e contar era uma forma de reviver os lances de gol!
(b) Porque ela sabia que Ciclana andava muito próxima ao artilheiro e queria marcar terreno.
(c) Porque é sem noção mesmo!
(d) Porque não tinha nada melhor para falar
(e) Sei lá...

Essa história continua no próximo post.

7 comentários:

Anônimo disse...

Ahhhhhhh ta bom!!!
homens nuuuuuuuunca contam nada né?
nuuuuunca inventam e nuuuuuunquinha expõe as mocinhas à juri popular.
Sei...
e esse blog serve pra que mesmo???

Anônimo disse...

Opção C, sem dúvidas...
Tudo bem q homem gosta de falar (é a melhor parte), mas a moça sair espalhando já é d+...
Quem come quieto, come mais...

Anônimo disse...

(b) Porque ela sabia que Ciclana andava muito próxima ao artilheiro e queria marcar terreno.

Mulheres são invejosas e possessivas assim mesmo.

Anônimo disse...

(A) e (B) ... pode?
Ela estava com saudade do artilheiro e sabia que a ciclana estava próxima do artilheiro...
Só uma perguntinha: o artilheiro nunca ouviu que onde se ganha o pão não se come a carne?
Huahuahua

Marina disse...

Marcar terreno, fato. Mas o artilheiro só se ofendeu com o comentário porque atrasou a vida dele, convenhamos.

Vitor disse...

Cilana, na verdade, queria uma partida grupal com a participação da Fulana e de quem, de quem... do nosso nobre artilheiro Camisa 100!
O que Ciclana não pensava era que Fulana queria dar o primeiro passo na sugestão deste encontro épico. Fulana ficou mordida, e a culpa é de quem...?

Estava Perdida no Mar disse...

Ih...acho que conheço as protagonistas desta história. Ou então é muita coincidência. Hahaha