sexta-feira, 10 de outubro de 2008

As mocinhas da Brasília

Foi uma conquista daquelas, mas a "partidinha" acabou sem que a rede balançasse. Nosso destemido artilheiro havia conhecido uma moça de Brasília durante uma noitada em uma boate da Zona Sul carioca. Na verdade, fora um ataque em dupla. É que a "mocinha da capital", vítima do nosso Camisa 9, estava com uma amiga, também de Brasília. E como artilheiro não anda só, seu camarada, o "amigo-centroavante", faturou a amiga. Dois homens, duas mulheres e a conta fecha!

Depois da noitada, foram ver o sol nascer no Arpoador. Apesar dos avanços, a mocinha não deixou "o bloco desfilar na avenida". Ficou só no confete mesmo. Fazer o quê?!

O problema é que nosso amigo nem imaginava que estava sendo vítima do "doce feminino". Naquelas horas, tenta-se de tudo, mas elas armam a retranca. Nesses momentos, há jogador que imagina que o problema é com ele. Mas que nada. A Culpa é Delas! Quando menos se espera, elas percebem que não vale a pena fazer tanto doce e a Copa do Mundo, finalmente, conhece seus melhores momentos.

Pois bem, passados meses do primeiro contato. As mocinhas voltaram ao Rio de Janeiro e procuraram a dupla de ataque. Apesar de o convite ter surgido em plena segunda-feira, nosso artilheiro partiu pra cima.

Já passava das 22h, quando nosso personagem saiu do trabalho. O camisa 9 lembrou que segunda-feira havia um lugar, palco de emocionantes partidas, que poderiam ir: a roda de samba do Arlindo, em uma choperia na Barra da Tijuca (No dia, inclusive, estavam comemorando os 50 anos do sambista da Verde e Branco de Madureira).

O companheiro de tabelinhas concordou com o destino e nosso artilheiro, que usaria um táxi, ficou encarregado de buscar as mocinhas no hotel onde estavam, em Ipanema, e seguiria para o Barril, onde encontraria o "amigo-centroavante".

Chovia naquela noite e o caixa-eletrônico do trabalho estava fora do ar. Nosso mestre-sala do flerte, então, embarcou na viatura amarela e azul sem grana. Chegou ao prédio das meninas e cumprimentou-as com beijos no rosto. Entraram no táxi, papearam e antes de chegarem no local da noitada, pararam em um posto de gasolina para nosso craque sacar dinheiro. E foi aí, queridos leitores... foi aí que elas deram aquela deslizada. (Calama! Vocês vão entender!)

O centroavante sacou o din-din no posto 24h e seguiram até a animação. Quando chegaram ao local, as mocinhas saíram mais rápido do carro por causa da chuva e nosso artilheiro ficou preenchendo o voucher. Enquanto escrevia, recebeu a bela notícia do companheiro taxista.- " Meu nobre, se depender delas, hoje tem gol. Precisava ver o que elas comentaram enquanto você foi sacar o dinheiro", disse o nobre trabalhador.***
Dessa vez, elas não conseguiram nem esperar até o banheiro feminino. (Por essas vocês não esperavam, né?!) Mas o homem sempre é mais amigo nessas horas e o taxista passou a contar a conversa que as duas tiveram durante os cinco minutos de ausência do atacante. Como o artilheiro já sabia do planos das mocinhas, foi só beber uns choppinhos antes de correr para a pequena área.

***
E para completar. Já dentro das "quatro linhas", a mocinha confessou:
"Não podia deixar passar outra chance dessas, né?!. Já estava decidida a ir para o motel com você!!"

Caraaaaaaamba!

O blog aproveita para lançar uma campanha: "Não faça doce e seja feliz!"

Quem vai aderir?!

3 comentários:

Nanda disse...

Concordo com o "não faça doce...", mas esse taxista, hein! Bom saber pra ficar esperta...rs.
By the way, adorei o texto ;)

perdi100gramas disse...

vou linkar pra vir xeretar mais vezes.
nanda [aí de cima...]

.freyja. disse...

eu vou aderir.. pq sou destas q se quer, quer.. se nao quer, da logo passa fora... mulher fazendo doce é um charme e eu faço uso desse artifício... mas tem horas q é mt chato... e quanto ao taxista... olho nele meninas, nao confiem no sexo oposto... pq tal gênero, diferente de nós, é tdo unido q nem cabelo embaraçado... primeira visita e voltarei outras...
um queijo...