sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

É só tirar a aliança

Festa de fim de ano é sempre festa de fim de ano. Bebida, confraternização, azaração, enfim, todos os ingredientes para que algo dê certo, ou errado, dependendo do ponto de vista. O fato é que são nesses momentos em que muita gente se libera, a pegação rola solta e tem gente que esquece que é casado.

Na história em questão, a moça se "esqueceu" completamente que é noiva. Como se não bastasse, fez questão de esquecer disso com gente conhecida.

Dois amigos -- Bernardo e Gustavo -- de longa data estavam reunidos na festa de fim de ano da empresa de um deles. Moram na mesma rua, de frente para o outro. Gustavo conseguiu um convite para que o amigo fosse à festa. A noite prometia... O evento era grande, muita bebida liberada e o melhor de tudo: Muitas mulheres. E boa parte delas estavam ali com o mesmo propósito dos dois desbravadores da noite.

No meio da festa, encontram com Daniele, irmã de Bernardo. Ela acompanhava uma amiga também. Preocupado, o irmão pergunta a ela se o noivo dela estava ciente da presença da moça no local. Daniele responde que sim. Alguns minutos mais tarde, na presença do irmão e dos amigos, vira-se para uma amiga e fala:

"Hoje quero beijar muito na boca", diz, sem rodeios.

Gustavo, ao ouvir aquilo, se espanta. Afinal de contas, Daniele está noiva, de casamento marcado e na frente do irmão. No fundo, ele sabia que aquilo não iria acabar bem. Ainda mais depois de constatar que a moça não usava um adereço precioso para as mulheres que estão prestes a subir ao altar: a aliança de compromisso

Horas depois, festa rolando e o álcool dominando, Daniele e Gustavo se encontram. A essa hora, Barnardo já estava "arranjado" em outro canto. Começam a conversar, e o papo não demora muito. Logo se atracam em algum canto. E voltam para a festa, cada um para o seu canto.

Gustavo continua em busca de mais vítimas, e alvo é o que não falta. Chega a beijar outra moça na frente de Daniele, que olha com cara de poucos amigos.

No fim da noite, com Bernardo em outro canto, o amigo vira-se para Daniele e diz que vai embora. De forma inesperada, a moça manda, de forma direta.

"Não vai me levar?"

Era a senha para que a noite não acabasse bem, dependendo, é claro, do modo como se vê as coisas. Saíram juntos e foram para o primeiro motel que acharam.

Depois de uma noite frenética e de muitas ligações de Bernardo para o amigo, eles vão para casa, na mesma rua. Quando se aproximam de casa, Daniele abre a bolsa, retira a aliança, e a coloca no dedo. Bernardo pergunta a ela sobre o noivo, e se ela não sentia algum tipo de remorso. Daniele emendou, na lata.

"Sem a aliança, não me sinto de ninguém"

Desceu do carro e voltou a ser a noiva "perfeita".

****

É por isso que um amigo meu costuma dizer: Em mulher, confio na minha mãe, e olhe lá.

8 comentários:

Daniel disse...

huaAUhauhUAhuahUHAuha...... SENSACIONAL!!

Junão disse...

ahahahahahaha boa mesmo

Carlos disse...

po.. passa o contato dessa mocinha aí.. hehehehehehehe

valeu, galera!!

Luana disse...

Porra, é por causa de umas biscatezinhas dessas que a mulherada toda fica queimada. Depois ninguem mais acredita q mulher ainda é fiel. Uma guria dessa nao honra nem o buraco que tem no meio das pernas ¬¬. É deprimente isso.

Sergio Brandão disse...

hahahahahaha... Esse comentário acima, deixado por "Luana", foi uma das coisas mais engraçadas que já li nesse blog... rsrsrsrs Valeu, turma!!! Abs.

Guilherme Botelho disse...

Sinisssstro!!!!

Anônimo disse...

piru e água não se nega a mulher nenhuma.

Anônimo disse...

meu Deus... to mijando de riri aqui... qual era o nome da mocinha infiel??? daniele? ahuahuahuhuahuahuahua páraaaaaaa!!!!
vcs são podres!!!
BOM PRA CARALHO!!!!!!
valeu!