terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Já que você está dizendo...

Queridos e queridas, as mulheres nos surpreendem. É cada revelação... chega a arrepiar... Vamos ao conto de hoje.

Entre a batucada de um bloco e outro, nesse maravilhoso clima carnavalesco que inundou a nossa cidade, um de nossos atacantes deu uma pequena pausa na correria da folia e foi ao aniversário de uma amiga.

A festinha rolava num clima família e, sem cenário para ataques, nosso camisa 11 tratou de bater papo com uma colega... que, aliás, vem a ser um alvo em potencial. Mas, no caso, naquele dia nosso nobre baluarte estava apenas papeando.

Depois de muitos assuntos, surgiram os primeiros comentários sobre esse valoroso blog, onde destemidos e audaciosos mocinhos se informam sobre as peripécias femininas.

Papo vai, papo vem. A amiga estava curiosa, quis saber se alguma de suas amigas tinham “virado post”. Mas nosso protagonista desconversou. Há nomes que não podem ser revelados e frases que não podem ser ditas. O atacante sabia disso, mas a moça, aparentemente, não... Vocês vão entender...

A bela em questão resolveu elogiar as histórias e revelar algo bastante... uhm... digamos... sincero!!! (Nós já sabemos!!!)

- Menino, eu gostei muito daquela última história!
- Legal... Foi divertida mesmo!
- Eu até pensei em te mandar umas histórias minhas...

Nosso amigo fez cara de desconfiado.
- Suas?! po.... mas nosso blog conta histórias onde as mulheres têm culpa de alguma coisa.

Aí veio a pérola:
- Então... mas eu sempre tenho culpa!

***
Tá bom, tá bom... Se ela disse, quem somos nós para desmentir??? Como diria o grande Chico: “falou tá falado, não tem discussão...”

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Como é que é?!

Esse post nos mostra que apesar dos seguidos investimentos, os problemas surgem quando a fonte seca... não entenderam? ok, ok... vamos aos fatos.

Nosso artilheiro, com muito custo, conseguiu o alvo da noite. Vocês irão lembrar dela: era a amiga daquela arquiteta no “causo” “Soltinha, soltinha”, publicado em agosto de 2007.

Pois bem, o “quase-casal” morava perto um do outro. Eles tinham a mesma idade, ambos trabalhavam e, pela proximidade e vontade, começaram a sair frequentemente. Era chopinho domingo à noite na praia, dose dupla de chope às terças-feiras, comemoração de aniversário de um amigo do artilheiro, que sempre visando o gol, começou a lisonjeá-la. Para alguns especialistas e estudiosos: O ERRO FOI AÍ!!!

Desde o início, o nosso atacante seguiu a regra tradicional da azaração: sempre pagava a conta. Na primeira saída após se conhecerem, foi um chope à beira-mar e ele bancou tudo... Na segunda vez, na hora da conta, a mocinha não se pronunciou. Na terceira vez, acreditem, ela foi ao banheiro ao ver o nosso goleador chamando o garçom. Mas gol é como a bolsa de valores: é preciso investir, tentar, arriscar!

Até que, num belo dia, enquanto nosso camisa 18 (estilo Obina, na final da Copa do Brasil contra o Vasco, em 2006) tomava um chope com dois amigos em um barzinho, a mocinha, toda serelepe liga... ela tava toda se querendo.

- E aí, tá aonde?, quis saber a mocinha.
- To no “Tal Bar” com dois amigos, estamos batendo papo. E você?
- Estou no trabalho ainda, mas queria tomar um chope depois. Vamos?! (Reparem: ela o convidou)
- Claro, me liga quando estiver chegando perto de casa!
-OK!

E o camisa 18, empolgado com a conversa, começou a beber demais. Assim que pediu a conta no bar e estava se preparando para ir para a casa. A beldade ligou mais uma vez.

-Oi, to chegando em casa, vamos beber?
A intimidade com a moça já permitia algumas liberdades e o nosso amigo lançou um questionamento.
-Pô, vamos! Você tem dinheiro aí, perguntou o artilheiro!
- Tenho, mas por quê?
- Porque paguei a conta aqui e fiquei sem dinheiro, já passou de 22h e não vou achar caixa 24h por aqui por perto, disse o protagonista relatando a mais pura verdade.

Nisso, nosso artilheiro foi interrompido pela doce mocinha, que, como num piscar de olhos, mudou seu tom de voz:

- AH não, “artilheiro”. Não acho certo ficar pagando cerveja para homem não.

***
Nosso amigo cansou de pagar litros e mais litros de cerveja. Pagou pizza, lanchinho, apresentou aos amigos. Ou seja: deu valor ao alvo!

Num momento em que ele ficou... uhm como podemos dizer... desmonetarizado ou com liquidez reduzida, ela fez o que fez...

O que tem de demais nisso, minha gente?

Amigas e inimigas do blog, será que o homem tem que fazer tudo na relação?

Depois dessa ligação, eles nunca mais se viram...

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Que amizade bonita!

Amigos, amigos... é cada uma que aparece. Um nobre artilheiro e assíduo goleador da noite carioca conheceu recentemente um tipo de amizade, digamos.... distinta!!!

Meneando por uma festinha na Tijuca, nosso camarada logo se encantou por uma loirinha dos olhos claros. Rapaz sagaz, dotando da arte da manobra, iniciou um papo permeado pelos mais diversos assuntos.

Ela adorou e, por iniciativa própria, foi ao ataque... isso mesmo, ela agarrou o protagonista. Que alegria... "eram os ares do carnaval que já tomavam a cidade maravilhosa...", pensou nosso amigo!

Depois de beijos, abraços e palavrinhas ao pé do ouvido, o centroavante levou a encantadora loirinha para um centro de lazer, que vulgarmente é conhecido como motel.

Após uma atuação de classe, tendo a moça correspondido à altura e mostrado invejável desenvoltura, o casal voltou a conversar.

Em certo momento, a moça quis saber se nosso amigo era comprometido.

- Então... eu sou enrolado, né?! Você sabe como é...
- Ah... sei!, respondeu ela.

Por alguns segundos, o atacante imaginou que o romance tinha acabado ali... afinal de contas, ele acabara de revelar que não estaria tão disponível dali pra frente. Eh meu nobres, mas rola cada surpresa nessa Copa do Mundo.

- Não tem problema... a gente pode ser “amigo de sexo”, né?!

***
HAHAHAHAHAHA..... É o auge, não acham?

E dizem que a amizade entre homem e mulher não existe!!!

O problema é que umas querem essa “amizade”, outras não. E quando os artilheiros se apegam a esse tipo de “clima amistoso”, surgem umas que detonam as intenções... mas aí, queridos leitores, a culpa não é nossa!!!

Um brinde à amizade!

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Ô sufoco!

A história de hoje aconteceu com um amigo do blog. Nesse post, vemos que artilheiro não escolhe campo ou adversário. Diante do desafio, parte pra cima em busca do que o brasileiro gosta: GOL! O problema é o excesso de zagueiros...

Nosso amigo estava em uma boate da Zona Sul carioca e lá pelas tantas avistou uma bela mocinha. Bonita, ela dançava e sorria para nosso protagonista, que preparou o drible e foi com tudo.

- oi!, iniciou o papo.

O alvo foi receptivo e depois de alguns minutinhos de conversa eles já estavam num vuco-vuco daqueles.

A noite estava às mil maravilhas e o casalzinho dessa história aproveitava cada minuto, entre um passo e um beijo. No finalzinho da festa, quando o dia já pensava em nascer. O centroavante convidou a moça para “esticar” o encontro. Mas a mocinha, fez um contra-proposta.

- Motel? não... não me sinto à vontade em motel... vamos lá pra casa!,
- Sua casa?, perguntou o jogador, com um largo sorriso no rosto.
- É. Eu moro na “Mangueirinha” (*nome fictício para representar um perigoso morro carioca), lançou a donzela.

Nesse momento, nosso camarada balançou. “Pô, subir o morro é complicado”, pensou, considerando, em seguida, que uma recusa ao convite poderia parecer um não à moça, o que não era o caso. "Eu quero marcar esse gol, só não quero subir o morro", articulava em pensamentos.

Para ele, negar o convite poderia acabar com suas chances, até mesmo num futuro próximo! No segundo seguinte, ele lembrou que artilheiro não pode tremer diante da área. Mesmo se o campo for careca ou estiver encharcado, matador que é matador tem que deixar o seu na rede. Ainda que a torcida adversária seja maior e que o juiz esteja mal intencionado, artilheiro que é artilheiro altera o placar.

- Então, tá. Vamos!, sentenciou nosso personagem.

A subida foi tensa, mas o protagonista desse post em nenhum momento pensou em desistir. Os problemas pareceram ter desaparecido quando adentraram na casa da mocinha. O clima esquentou e as roupas foram logo descartadas.

Beijo aqui, mão acolá e vuco-vuco generalizado. Quando a relação parecia chegar ao ápice, uma voz surge da sala.

- “Ô.. p%$#&*... de quem é essa calça aqui? Quem ta aí, fulaninha?”.

De dentro do quarto, a mocinha resmunga.

- “Putz, meu irmão tá aí. Ele não vai gostar disso...”, disse para nosso atacante, para em seguida dirigir-se ao irmão: “É um amigo meu, calma ae”

(Irmão??? Esse tipo é, na verdade, um zagueirão inconveniente!!)

A moça saiu do quarto e pegou os pertences de nosso destemido jogador. Pelo sim pelo não, ele se arrumou e meteu o pé do “Morro da Mangueirinha”, com as pernas ainda bambas, mas aptas a tirá-lo do perigo.


***
Gente, gente... que isso?! É testar demais a capacidade de um atacante. O personagem ainda ofereceu uma alternativa mais viável e confortável. Mas, não. Ela não quis.

Mocinhas, adrenalina é bom, mas em doses cavalares pode ser prejudicial. Cuidado... artilheiro tem coração, família e outros gols a marcar....

Um descuido maior ou “sabe-se lá o quê” e a Copa do Mundo teria acabado para esse nosso nobre amigo.

Graças a Deus tudo terminou bem, mas se o cenário tivesse sido outro, vocês sabem de quem seria a culpa, né?!

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Não dava pra imaginar...

A história de hoje se passa, em partes, na “laje do samba”, ou melhor: no terraço do Clube Santa Luzia, pertinho do aeroporto Santos Dumont, onde às sextas-feiras o batuque rola solto. Como de costume, nesse dia, nosso artilheiro estava soltinho, soltinho. Depois de circular pelo ambiente, beber uma cervejinha e jogar papo fora com os amigos, o protagonista desta história encontrou uma velha conhecida. Tratava-se de uma efêmera paixonite do ano anterior.

Eles já se conheciam há alguns anos e depois de “investir” algumas vezes, nosso amigo, finalmente, conseguiu conquistá-la. Foram uns três ou quatro meses de romance e um término sem muito sentido. As coisas pareciam ir bem entre os dois, mas a pequena, ao que parece, não estava muito afim. Sabe-se mesmo é que na última vez que estiveram juntos, ela decidiu pôr um fim na relação e soltou a frase:

“Ah... sei lá... você é certinho, bonzinho demais...”

Seja lá qual fosse o conceito de “certinho, bonzinho” dela, nosso craque não gostou muito da frase. Apesar dos pesares não era motivo para tristeza e ele não perdeu tempo correndo atrás. Tocou a bola pra frente.

Tanto que quando se reencontraram naquele samba às margens da Guanabara, o personagem tratou de cumprimentá-la e procurou saber como andava a vida. Segundo a própria, ela estava namorando, terminando a faculdade e acabara de conseguir um emprego novo...

“Que legal, fico feliz... então é isso. A gente se vê”, despediu-se o camisa 11.

Ao deixar o círculo de amigos onde estava a Fulaninha, seu ex-flerte, ele deparou-se com uma recente conquista: uma mulher bem mais velha que ele, morena, com um corpão daqueles e sorriso largo. Que balzaca!!

Nosso amigo seguiu seu rumo e parou metros adiante, virando-se para observar um pouco mais aquela coroa. Ele a conheceu no Rio Scenarium, numa quinta à noite. Ela estava dançando sozinha e “toda toda”. Nosso amigo não perdeu tempo. Começou a puxar assunto, falou ao pé do ouvido e faturou olhares e sorrisos insinuantes. Depois de muito desenrolo, a balzaca anunciou que ia embora e despediu-se do protagonista com um provocante beijo no canto da boca. Arrepiou geral e nosso amigo ficou durante dias na expectativa.

Até que não demorou muito, dias depois voltou a encontrá-la num samba e, finalmente, concluiu o ataque. Não houve como escapar daquela vez: nosso atacante fisgou a coroa.

“PQP... essas mulheres se conhecem??”, exclamou o personagem ao voltar à realidade.

Pois é... nosso atacante tomou um susto. A coroa e a fulana estavam num maior papo. A apreensão aumentou ainda mais quando percebeu que elas estavam cochichando e olhando para ele.

“O que será que elas tanto falam??”, perguntou-se o craque.

Enfim... a resposta ele saberia minutos depois. Logo que terminou a conversa com a mocinha, a balzaca do corpo modelado começou a andar na direção do nosso nobre amigo.

“E aí, beleza?”, iniciou a conversa o centroavante;
“Tudo. E com você?”, ela deu seqüência.
“Na paz.. como sempre!”, respondeu para em seguida ouvir a expressão reveladora.
“Ó... só pra você ficar sabendo: eu sou a MÃE da fulana... a MÃE”, disse a coroa, virando-se e voltando ao encontro da... da... FILHA.


***
Como ele poderia imaginar? Mãe e filha... Qual seria a responsabilidade do nosso artilheiro em todo o episódio?

Até hoje, o protagonista encontra as duas pela noite carioca.. Certa vez, a filha soltou: “é né... você conhece minha mãe”.

É claro que ele tratou de mudar o assunto. Fora esse dia, o que rola normalmente é um cumprimento no melhor estilo “finge que não sabe e eu finjo que não sei...”

Pois bem... se no ano anterior, a pequena tivesse sido mais receptiva, levado o craque em casa, apresentado à família – ainda que de maneira informal -, ele teria conhecido a “sogra” e a relação não chegaria a tal ponto. Mas tudo bem, ela não quis. Era um direito dela.

Deu no que deu... mãe e filha... e o craque saiu dessa sem culpa nenhuma!

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Muito prazer, eu sou o...

Tem coisas que, sinceramente, podem ser evitadas. Com o jeitinho brasileiro que herdamos, então, nem se fala... Nossa história de hoje mostra que, no caso, a mocinha abriu mão totalmente do tal jeitinho e criou um cenário daqueles para um dos nossos artilheiros... Vamos aos fatos:

Nosso grande baluarte da azaração estava com a corda toda quando adentrou no Renascença, naquele sábado de setembro. O samba comia solto desde às seis da tarde e a cerveja, como sempre, estava no ponto àquela hora da noite.

Seguindo a cartilha do bom solteiro carioca, nosso amigo fez uma “ronda” pelo ambiente até achar o melhor lugar para se posicionar. Naquele dia, Luiz Carlos da Villa sacudia a galera com seus sambas memoráveis.

Atento à música e à uma atraente mocinha de vestidinho roxo, que dançava a sua frente, nosso nobre atacante preparou o ataque fulminante: aproximou-se do alvo e a convidou para dançar.

Entre um passo e outro, ele foi se apresentando e querendo saber mais da mocinha sorridente. Ela gostou dos avanços do craque e também salpicava algumas perguntas sobre o camisa 11.

Nessa altura, o personagem dessa história, que já havia bebido bastante, conseguia arrumar tranquilamente suas idéias e conversava no mais perfeito equilíbrio. No entanto, seus impulsos eram cada vez mais sugestivos. E a moça estava no mesmo barco. Depois de mais algumas frases ao pé do ouvido, o matador partiu pra cima e faturou um beijo.

A vontade dos dois era tamanha, que por alguns segundinhos eles se “desligaram” da música e se dedicavam apenas ao contato físico intenso. Parecia beijo de casal apaixonado (Alias, reza a lenda que o primeiro beijo de um casal é geralmente o que carrega mais vontade), com acréscimo do fator mão boba.

Pois bem... tudo ia na mais perfeita interação até que a menina lembrou de um detalhe... um pequenino detalhe.

- “Ai.. sabe o que é.. é que hoje é aniversário da minha prima. Estamos comemorando aqui. Minha mãe, meu pai, meus avôs estão todos aqui ó, nessa mesa perto da gente. Vamos ali que vou te apresentar o pessoal”, informou a donzela.

***
Salve-se quem puder! Imaginem a cena, leitores camaradas: nosso amigo mal lembrava o nome da menina e já foi logo conhecendo a avó dela, o primo mais novo, a vizinha que ela considera irmã. Detalhe: cheio de cerveja na idéia!

Custava a moça, na hora que o protagonista partiu pra cima, ajeitar o meio-de-campo e dizer: “vamos ali pro outro lado da roda?”

Mas, não! O atacante teve driblar, com o talento magistral tal qual Andrade desarmava os adversários na década de 80, o constrangimento que algumas perguntinhas traziam. Uma tia da moça, por exemplo, quis saber: “E aí, há quanto tempo vocês se conhecem?”

Valha-me Deus!

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Que jeitosa...

Dizem que nessa vida tudo passa. Mas o recado (entre outras coisas) que o personagem da nossa história de hoje recebeu, ficará para sempre em sua lembrança (e na de seus amigos também!!!). Os nossos leitores fiéis devem lembrar que, em novembro, publicamos “Pimenta no Orkut dos outros é refresco”. Um post sobre os exageros que algumas mocinhas costumam cometer no freqüentadíssimo site de relacionamento virtual.

Pois bem... o drama de hoje, que foi contada a um de nossos artilheiros em tom de lamento, versa sobre isso. Só não sabemos ainda se podemos classificar a atitude da moça como “exagero”. Alias, por favor, ajudem-nos a encontrar a melhor definição para o ato da dita cuja. Vamos aos fatos!

Nosso personagem matinha com a mocinha da história mais um daqueles efêmeros romances de solteiro declarado: “ninguém é de ninguém... e a festa não pode parar”.

Depois de algumas saídas, beijos e amassos, o atacante partiu dentro das quatro linhas e marcou o tão esperado gol. O tempo passou, o casalzinho saiu outras vezes, mas o romance acabou murchando, até não existir mais.

Passadas algumas semanas, o rapaz já estava em outra, se preparando para novas aventuras quando recebeu um scrap daquela antiga e passageira conquista.

Inicialmente poderia até se pensar que era mais um daqueles vírus que andam lotando as páginas de scrap. Mas não, nobres amigos. Para arrepio do protagonista, aquele recado não era uma brincadeira ou mensagem com destinatário errado.

No scrap que a mocinha enviou havia uma imagem: era uma ULTRA-SONOGRAFIA acompanhada da inscrição: Vc vai ser PAI!


***
P á R a T U d O!!!

Havia mil formas de contar a novidade para o rapaz e a moça preferiu logo a mais... digamos... popular, virtualmente falando.

Muito jeitosa essa mocinha, não acham?! Não só o atacante ficou sabendo que seria pai, como também a maioria dos seus mais de 600 amigos do Orkut, sem contar a infinidade de intrusões virtuais, fofoqueiros de plantão etc...

E o que será que nosso amigo deveria ter feito ao ler o scrap?:

(a) Olhar o calendário, na esperança de ser 1º de abril
(b) Responder: “não sabe brincar, manda por Depoimento”
(c) Deletar o Scrap
(d) Deletar o Orkut
(e) Outros

***

Amigos do blog... é ano novo!! Temporada nova e época de novos gols... Artilheiros, vamos com tudo... e hoje é sexta-feira.... ai.. ai.. ai..