sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Era o que me faltava...

Jovens, jovens... Algumas mulheres reclamam de tudo. Não para entendê-las!

A história de hoje foi contada por uma mocinha adepta ao lema “Motel? Os homens que paguem”. Conversando com os amigos, ela fez uma confissão daquelas. Para ela, a frase soou apenas como desabafo. Para nosso artilheiro... tsc.. tsc... tsc...

Segundo a danada, ela estava saindo com um rapaz bem apessoado e dotado de talentos. Certa vez, decidiram ir ao famoso centro de lazer, algo que já havia caído no costume do casal em questão.

Na entrada do “tetel”, a recepcionista informou o preço?

- “O apartamento é R$ 60 o período”, disse.

Nesse momento, o personagem deu uma resmungada, como se indagasse: “Sessenta pratas?!”

A reação da mocinha foi imediata.

- “O quê? Tá reclamando do preço? Vamos embora. Eu não ando com homem pão duro”, disparou.

Na conversa com os amigos, entre eles um de nossos artilheiros, ela ainda fez outra confissão. Segundo a própria, ela se recusa a entrar em motel que custe R$ 50 pra baixo.

***
Amigos, leitores queridos... A maioria delas já não paga nada para entrar no motel. Elas deixam tudo com os artilheiros, fazem cara feia ou aplicam o golpe da autista quando a conta chega. Pra completar elas querem se recusar a entrar em motel relativamente barato?

Assim não dá...

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Quantas?!

Esses dias o comentário de uma leitora deste blog chamou a nossa atenção. Em seu discurso ela afirmou: “mandou bem... isso não significa dar 20 sem cansar, meninos”.

Nós também achamos que mandar bem entre quatro paredes não tem nada a ver com a quantidade de vezes que “se chega lá”. Até porque somos de carne...

Bem, mesmo sabendo que podemos ser alvos de futuros comentários do tipo: “artilheiro que é artilheiro dá sete numa noite”, iremos abordar esse assunto com bastante sinceridade.

É possível que a maioria concorde com a gente: tudo depende do momento e das pessoas. Nenhuma relação a dois (pelo menos com a gente) é no estilo “automático”!!!

Mas na grande maioria das vezes, e por limitações humanas, o ideal é dar uma beeeeem dada. Bater um papo e partir pra segunda, com carinho, vontade etc, etc, etc. A terceira, geralmente, acontece. E é sempre na base daquela vontade incontrolável.

Pois bem... certa vez um de nossos artilheiros conheceu uma mocinha numa festa, na Barra da Tijuca.

- “Eu sou atleta. Pratico tal esporte, no clube tal”, apresentou-se.

Nosso amigo achou legal, mas não por muito tempo.

Na segunda vez que foram ao “centro de lazer e conveniências”, a tal da atleta parecia incansável.

A primeira foi rápida. Cinco minutinhos depois, ela pulou em cima e começou a segunda.

Minha gente, nós somos jovens, mas também somos boêmios, passamos noites em claro, estamos sempre molhando a palavra, enfim... trata-se de uma vida que por si só exige demais dos baluartes.

Continuando... quando menos esperava a menina emendou a terceira. Nessa altura, as pernas do atacante já estavam começando a bambear. Mas ele é brasileiro e não desiste nunca!

O pior de tudo é que a tal atleta não queria dar aqueles tradicionais 20 minutinhos de descanso. Na tentativa de iniciar a quarta, ela repetia de dois em dois minutos: “E aí, já descansou?!”, “Vamos lá?”, “ó, vai acabar o tempo do motel”.

A quarta foi na base da raça, no sufoco e até um pouco no talento teatral.

Ao fim, nosso cansado protagonista, virou-se pro lado, procurou um copa d´água e relaxou... exausto. Na cabeça, um único pensamento: “Consegui... consegui”.

E quando já dava como certo a vitória sobre suas limitações e sobre o desejo incontrolável da companheira, ela soltou a pérola:

“Mais uma pra fechar, né?!”

***
sAi dE bAIxO, gALeRa...

Só faltava, depois de tudo, a mocinha ainda virar pro nosso camarada e dizer: “Vai... vai... agora na velocidade cincoooooo.....”

Poo... precisava disso tudo?!

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

E a polêmica continua...

Não é fácil. A discussão em torno da divisão das contas é papo para muitos posts.

Na carona do último, resolvemos colocar uma história que muito nos abala. Exato! Algumas mocinhas perdem a linha, se a questão for pagar o motel.

Não chega a ser na maioria dos casos, mas algumas mocinhas, por vezes, se oferecem para dividir a conta do “centro de lazer” (Achamos ótimo!!!).

É lógico que tem umas abusadas, que além de passar 12 horas na suíte com hidro, ainda comem lasanha e bebem vinho sem coçar o bolso.

O que queremos mostrar nesse post é o pensamento, frase, comportamento que certa moçoila teve dia desses.

Quando o papo sobre a “conta do motel” esquentou, a fulana disparou sem titubear:

- “Pô, o cara já vai me comer e eu ainda tenho que rachar a conta?”

***
Ô, indagação infeliz...

Será esse o preço?!

É né... porque foi essa a impressão que ficou. O cara entra com a grana e ela compensa com os “serviços”.

Preferimos acreditar que essa foi mais uma declaração impensada do sexo oposto. Mas por via das dúvidas, vamos à enquete (eu disse enquete...):

Por que elas não admitem rachar a conta do motel?

(a) Porque, na cabeça de algumas, é a troca perfeita: o cara paga a conta e a mulher paga... (vcs sabem!).
(b) Porque fica a sensação de que elas estão “bancando” o homem.
(c) Porque elas não aprenderam essa lição ainda.
(d) Porque não têm dinheiro mesmo.
(e) Já que foi o homem que convidou, ele que pague.
(f) Qualquer outra desculpa esfarrapada.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Vergonha?!

Lembram daqueles posts em que comentávamos sobre as mocinhas que não são adeptas a pagar a conta? Pois bem... hoje iremos relembrar um caso sobre o referido tema.

Há tempos, um de nossos destemidos artilheiros estava saindo com uma menina, moradora da agitada Vila da Penha. Ela ficava meio dividida sobre o assunto. Revelou que se fosse num relacionamento “firme”, não via problemas em dividir as despesas do casal e até bancar o “amado”. Legal... cada um com suas opiniões.

O problema nem era o flerte de nosso amigo. O que mais o deixou desnorteado e desacreditado na evolução de pensamentos, foi um comentário de uma amiga da mocinha.

Certa vez, voltando de uma festa, nosso Camisa 11 deu carona para amiga dela. Os três vieram papeando até que surgiu o assunto sobre dividir as contas. Cada um expôs seus pontos de vistas. A “amiga-carona” batia o pé para defender que todo o gasto é de responsabilidade do homem.

Argumentos pra cá, argumentos pra lá... até que ela disparou a sentença:

- “Ai, gente... se eu vou jantar com meu namorado e com os nossos amigos... se meu namorado não pagar a minha conta, eu fico com vergonha”, disse!

***
PéRa LÁ.... vergonha de quê?

A moça, em questão, tinha seu emprego, todo mês ganhava o seu salário. Qual o problema em bancar a parte que lhe cabia?

Bem, amigos, vamos tentar entender:

Elas não coçam o bolso porque...

(a) Os homens ganham mais e, por isso, têm que pagar tudo.
(b) Os custos com salão de beleza estão altos demais e não sobra para jantares.
(c) Seguem a lógica: o cara já gasta com a gasolina do carro, que custa gastar com o jantar também, né?!
(d) Elas têm que economizar, para gastar quando estiverem com as amigas.
(e) É uma questão cultural e ponto final!

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Na ofensiva ou na defensiva?!

No futebol, quando um time joga fora de casa, geralmente, ele atua mais recuado, comedido. Até porque pode ser surpreendido pelo mandante do campo, acostumando com os caminhos do gramado. Parece que na Copa do Mundo da Azaração é o inverso. Nesse carnaval, um de nossos atacantes traçou um paralelo com duas situações de gol que surgiram e a atuação das duas mocinhas foi totalmente diferente.

Pois bem, o primeiro caso aconteceu no ano passado. Em um dos campi da UFRJ, a UNE organizava um encontro nacional de mulheres. Nosso artilheiro, que era aluno de um dos cursos de pós-graduação da referida universidade, passou no campus para encontrar uns amigos. Diante do cenário, decidiu passar no bar para tomar uma cerveja e ver o movimento. Era mulher pra tudo quanto é lado.

Algumas, inclusive, o olhavam de forma estranha, como se dissessem: “O que esse homem opressor do sexo feminino está fazendo aqui?”.

Bem, ele desviava os olhares, com a habilidade do Ronaldo, nos velhos tempos. Em determinado momento, deparou-se com uma mocinha, de pele bem branca e incontrolável sorriso. Foi até lá, convidou pra dançar forró e depois das apresentações tradicionais, tascou-lhe um beijo. Ela era de Caxias do Sul e se encantara com a iniciativa carioca.

No dia seguinte, o último do congresso, ele a encontrou na Lapa. Entraram num boteco, onde rolava uma música ao vivo. A moça, que estava “atuando” fora de casa, aproximou-se do pé do ouvido do nosso personagem e disparou.

“Amanhã eu vou embora. Essa é minha última noite aqui. E por eu ser do Sul, me sinto muito a vontade em dizer que gostaria de passar minha última noite no Rio com você”.

(Adorável, a mocinha, não?!)

Pois bem. Pedido feito, pedido aceito. Tudo aconteceu às mil maravilhas e atuando fora de casa, a moça, no caso, foi pro ataque.

Andando no tempo e chegando até esse carnaval, o mesmo atacante conhece uma morena sensacional e de curvas inesquecíveis. Se conheceram uma semana antes do carnaval e durante a folia se reencontraram num bloco. A temperatura era quente entre o casal.

Na hora de ir embora, o vuco-vuco começou ainda no estacionamento. Nosso atacante achou que tudo poderia rolar ali mesmo. Mas foi só impressão. No caminho, a mocinha voltou a dar indícios que estava apta ao jogo. Detalhe: ela era carioca também, portanto, estava jogando em casa.

Decidido, nosso amigo ligou a seta do carro e entrou no motel.

- “Ei.... ei... Que isso?? Que isso??”, dizia a donzela.
- “Ué!! Vamos entrar...”, esclareceu o centroavante, que parou o carro e ficou por quase um minuto apenas olhando pra ela.

Jogando em casa e a moça recua o jogo, na hora de partir pro gol?

Pois bem... ela disfarçou e soltou a pérola:

- Tá bom. Mas só pra gente tomar um banho...

***
Noooosa Senhora das Retrancas, que isso?! Pra que o doce?! Pra que disfarçar cara-a-cara com o destino?

Ela “queria” e mandou essa de tomar banho?!? Dentro do centro de lazer e entretenimento, no entanto, a moça bateu um bolão..... digno de Copa do Muuuuundo!!!

Mas essas atitudes deixam nossos artilheiros confusos. Afinal de contas, é melhor jogar em casa na ofensiva ou na defensiva? E se o jogo for fora?

Ai... ai... essa nem o Velho Zagallo saberia responder...

** Amigas e inimigas do blog, não estamos reclamando. Apenas tentando entender. Será pedir muito?! **

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Esquecidinha, hein!

Ainda bem que desde pequenos aprendemos a arte de driblar. Porque às vezes surgem umas menininhas que complicam o cenário inteiro... se não fosse a ginga, essa galera não gritava gol!!!

Vejam o caso de hoje. Um dos nossos nobres baluartes tinha faturado uma mocinha, após um bloco em Laranjeiras. Ainda na rua, quando o batuque já tinha terminado, o alvo em questão deu indícios de que estava afim de uma partidinha.

Ela morava sozinha e nosso cortês amigo ofereceu uma carona. Ela adorou.

O vuco-vuco já se desenvolvia ainda dentro do carro. No elevador, as mãos não se controlavam e, entre outras coisas, a vontade crescia.

Não faltava muito para o apito inicial e moça abriu a porta de casa com certa rapidez. Quando adentrou no apê, ouviu um barulho no quarto.

- Ai.. sempre esqueço o meu som ligado, disse ela.

No entanto, nobres, aquele não era o barulho de um rádio. Era a TV ligada.

- Ai... não... Esqueci de uma coisa.
- Do quê?, indagou nosso artilheiro para em seguida pensar: “Será que ela esqueceu de me dizer que era casada?”

Bem, não era esse o caso.
- Esqueci que meu sobrinho vinha dormir aqui hoje, completou.

Para infelicidade do nosso amigo, na confortável cama de casal da mocinha estava um rapaz dos seus 16, 17 anos, toooodo esparramado, assistindo ao concurso de marchinhas pela TV. Ou seja: campo tradicional estava ocupado!

***
Como assim, bravos leitores?

A moça convida nosso atacante para ir até a casa dela, bota fogo na arquibancada e na hora do gol ela lembra que tinha mais zagueiros que o permitido?

Mas artilheiro que se preza não desiste do gol.

Para amenizar o drama, ela preparou uma caipirinha para nosso amigo. E depois de um tempinho de papo no sofá... por sorte ou coorporativo masculino, o garotão caiu no sono. Diante do cenário, a mocinha cedeu a uma rápida partidinha improvisada.

O que poderia ter sido um belo jogo acabou sendo um aquecimento, um treininho, um “esquenta”... culpa de quem? De quem? Ah tá...

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Não me leve a mal, hoje é carnaval!

Eita.... eita... que cidade é essa?!?

Um dos carnavais mais lindos e coloridos da nossa carreira de "artilheiro da folia". Até a chuva resolveu ficar pelo Rio de Janeiro. Mas, no caso, nada que impedisse a festa!

Bem... quem curtiu por aqui deve ter experimentado as boas sensações que os nobres artilheiros desse blog provaram... ser Pierrot num dia, Arlequim no outro... e até mesmo a certeza de ser o “guia-folião” dos amigos.

Parece brincadeira, mas a cada hora umas três ou quatro pessoas, em média, ligavam para perguntar: “qual bloquinho que tem hoje?”... “e aí, qual a boa?!”... “Tá pelo centro?”. E a cada ligação dessa surgia a mesma musiquinha na cabeça: “Minha carne é de carnaval... meu coração é igual...”

Pois bem... uma dessas ligações merece ser comentada aqui, neste honrado espaço virtual.

Em plena terça-feira gorda. Um de nossos artilheiros estava curtindo o bloco Quizomba, na Lapa (Aliás, que desfile!!!). Entre uma música maravilhosa e outra espetacular, toca o telefone. Era uma amiga e nosso personagem logo pensou que mais uma vez ia exercer a função de guia da folia. Mas não. A mocinha, ao que parece, estava ignorando o carnaval.

- Oi, camisa 11!
- Faaaala... to no bloco... na Lapaaaa!

Depois da fala inicial, a moçoila soltou um comentário em tom de cobrança.
- Entrei no blog agora e vocês não atualizaram, disparou.

***
Ai... ai... ai... FaLA sÉrIo!!!! O carnaval pegando fogo e ela em casa, procurando algo pela internet. E ainda por cima, oferece uma “cobrança” ao atacante... Tanta coisa para se fazer na terça-feira de carnaval e ela queria navegar pelos blogs. (Tsc, tsc, tsc... pareceu até que ela era nascida e criada naquela cidade, pertinho do Rio de Janeiro onde a chuva mora).

Depois elas reclamam da vida, falam que não encontram ninguém legal...

Pois bem... nosso amigo ignorou a pergunta e continuou cantando Zé Kétti: “Vou beijar-te agora... não me leve a mal... hoje é carnaval”.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

A cachorrinha...

Num domingo desses da vida a multidão tomou o mercadinho São José. Era gente por todo lado e de todo tipo. E para essa aglomeração havia uma explicação mais que racional: o bloco dos jornalistas ia passar.

Dois de nossos atacantes estiveram por lá, meneando pela multidão e em busca de... vocês sabem!!!

A melhor parte dessa história acontece no final do bloco. Então vamos direto a ela:

Quando o carro de som desligou, a bateria se despediu e a maioria dos foliões partiu para outro bloquinho, nosso amigo adentrou mais uma vez no Mercadinho São José. Lá na meiuca, estava rolando um sambão no melhor estilo “canta quem puder e o que lembrar”.

Alías, esse momento é rotineiro na vida dos bambas e cabrochas que não se conformam com o fim da folia, com a quarta de cinzas e com o “THE END” subindo junto com as letrinhas. Ao fim de tudo, sempre ficam lá se esgoelando com os sambas antigos e procurando onde ainda tem cerveja gelada.

Pois bem... o atacante não estava de bobeira.

Atrás dele, uma mocinha dos seus trinta anos conversava com umas amigas e o flerte começou com insinuantes olhadas. Por um instante, a azaração entre nosso camisa 11 e a “indiazinha” teve que parar: é que um rapaz sem camisa tratou de azarar o alvo do nosso amigo. Ficou que nem mosca em cima do... (deixa pra lá). Não demorou muito e o jovem desistiu da mocinha.

O artilheiro, então, fez um sinal com a cabeça, indicando que iria para o fundo do mercadinho e esperava que ela fosse atrás.

Bem... ela foi!

- Oi... é que tinha muita gente ali em cima de você. Não sei se poderia chegar perto na boa...
- Ah... que nada! São uns amigos... só que meio interesseiros: querem sempre me pegar, disse rindo!

Papo vai... papo vem... e nosso nobre galanteador partiu pra cima e faturou a moça.
Passados 40 minutos, ela resolveu ir embora e nosso educado amigo, ofereceu carona.

Naquela altura só uma coisa importava para ele: o gol!

Quando estava estacionando o carro na frente do prédio dela, ele pensava: “tática 1: mão na cintura, subindo... e beijo no pescoço... e dali pro centro de lazer” (que vocês beeeem conhecem!)

Não foi preciso. Quando o carro parou, ela disparou:

- então... você vai embora ou quer subir para conhecer minha cachorrinha?

***
Amigos, amigos... há tempos uma mocinha convidou nosso artilheiro para pegar um “queijo” na casa de uma amiga (relembrem o caso: Queijo é igual a sexo?). Era a senha para uma noite de traaaaaansa!

Agora, surpreendentemente, uma outra donzela manda essa da “cachorrinha”.

Sinceramente, depois de tudo, nós, homens-de-bem-foliões-discípulos-de-Baco, somos acusados de oferecer desculpas esfarrapadas às mocinhas.

Não, inimigas do blog, não estamos reclamando! Podem dar a desculpa que quiserem... viemos ao mundo para disseminar nossa política social.

No caso, estamos apenas mostrando que a culpa não é nossa: apenas devolvemos as desculpinhas...

Quem nesse mundo, depois de um bloco e muita cerveja, gostaria de conhecer uma cachorra? Bem... depende da cachorra!!!