terça-feira, 29 de abril de 2008

Depois de tudo, ela queria...

Nobres, nobres... mulheres (algumas) são hilárias (As possessivas dão medo! Leia: A Possessiva – Parte I ). Pena que algumas mocinhas beiram ao ridículo. Quando se gosta muito muito muito de uma pessoa o que se tem por ela é amor, paixão, desejo. A amizade é reservada aos amigos e amigas. Amor aos amores! É claro, nítido. Ainda assim tem gente que insiste que "meu amor é meu (minha) melhor amigo(a)". E quando você sentir vontade de trair essa "pessoa amada" ou simplesmente sentir que o fogo baixou, vai contar para seu (sua) melhor amigo (a)?. Claro que não.

O grande Aurélio determina que amizade é um "sentimento fiel de afeição, simpatia, estima ou ternura entre pessoas que geralmente não são ligadas por laços de família ou por atração sexual".

Esclarecido esse ponto, o A Culpa É Delas (ACED) lança sua definição: "romance que logo vira amizade, deixou de ser romance há muito tempo".

As inimigas do blog devem achar que essa é uma visão pessimista, que o ACED tem "fundo sexista" (seja lá o que for isso, mas uma mocinha-inimiga-leitora disparou contra essa página virtual certa vez) e que não acha que "vidas que andam juntas" não podem ter amizade. Achamos que pode haver equilíbrio na relação e nos sentimentos. Mas amor é amor, paixão é paixão e amizade é amizade. Artilheiros vivem os três... cada um em seu momento!

Um de nossos destemidos e confiantes atacantes havia encontrado uma mocinha maravilhosa aos seus olhos. Com um simples sorriso fazia o artilheiro abalar sua calma, característica habitual de um legítimo mestre da pequena área.

Levou-a a sério, mostrou que o jogo poderia durar. Mas sabe-se lá onde anda a cabeça dessas mulheres modernas. Ao fim da relação, bastou ao nosso Don Juan Tupiniquin cantarolar os versos famosos na voz de Zeca Pagodinho: "Eu quis te dar um grande amor, mas você não se acostumou..."

Pois bem, quase um mês depois do apito final do senhor juiz, a mocinha entrou em contato com o atacante.

- "E aí, vamos conversar? Tomar um choppinho essa semana...", propôs a mocinha.

Nosso amigo aceitou. Guardava esperanças de que as coisas poderiam se acertar.

Encontraram-se num restaurante. Beberam chope, pediram um petisco, falaram do carnaval (que estava para chegar), dos amigos em comum etc. Vendo que o assunto que o interessava não havia entrando na pauta ainda, ele fez sua intervenção de forma cautelosa:

- "E sobre a gente? Você acha que cabe comentar alguma coisa?", quis saber o protagonista.
- "Bem... não tenho nada a dizer... mas se você quiser perguntar alguma coisa, fique à vontade...", soltou.
- "Como assim? Pra que estamos aqui então?".
- "Acho que podemos ser amigos, né!".

***
Amigos? Amizade? É isso mesmo? Amigos que nem os artilheiros são? Amigos como os atacantes e seus "camisas 10", que são aqueles que com prazer os colocam na cara do gol?

Depois de tudo que a mocinha fez, ela ainda o convida para um chope "para conversar" e propõe amizade... Ela é séria?

Nosso nobre artilheiro não acreditou. Será que ele é mau demais a ponto de dispensar uma amizade? Do jeito que a mocinha propôs parecia até ser uma amizade sincera, digna e cheia de valor.... mas a paixão que ela ofereceu também parecia...

Se aceitasse a amizade, onde ele ia enfiar a paixão, que àquela altura agonizava sôfrega? (Lembram do Capitão Nascimento, durante um treinamento em que o "senhor 23" parte para o tiro sem a P@#@$@#%$#¨¨% da bandoleira? "Vai enfiar a bandoleira onde, senhor 23?" pois bem... o destino da paixão seria o mesmo...)

Se tem gente que não valoriza paixão, o que fará com uma amizade?!

Nosso amigo foi embora... era hora de se concentrar no carnaval, apenas no carnaval!

Nesse caso não era nem uma forma de dispensar o cara, né?! "po, acho que melhor sermos apenas amigos e tal..." Cada um já estava de um lado...

Então, por que será que elas propõem amizade ao "ex"?

(a) Tolas, acham que amizades surgem quando propostas.
(b) Levianas, não valorizam as paixões.
(c) Fracas, querem o "ex" por perto para qualquer eventualidade.
(d) Sinceras, elas conseguem ser amigas.
(e) Nenhuma dessas.

sexta-feira, 25 de abril de 2008

A carona

Sabe aquela galera que conta uma história e depois diz: "cara, isso foi escatológico..." ? O que lhe vem à sua cabeça ao ouvir a frase?

Pois bem... a expressão vem da palavra escatologia, que nos remete a coisas que devem acontecer no final dos tempos, no "desfecho" do mundo...

É sobre isso que vamos falar... o que nosso amigo viveu certo dia foi algo digno do final dos tempos... algo que só poderia ser aceito mesmo na última hora do último dia do último ano do último século da humanidade...

E que fique claro: nosso atacante não teve qualquer envolvimento com a moça dessa história. Vamos aos fatos!!!

Depois de uma noitada na Lapa, nosso centroavante matador encontrou com uma amiga, que estava acompanhada de outras colegas. Foram ao Arco-Íris, tradicional bar da região, para bebericar as saideiras e expulsadeiras...

Durante o papo uma das mocinhas, amiga da amiga, disse que morava perto do atacante e cavou uma carona. Nada demais! É sempre bom fazer boas ações. A mocinha morava no caminho mesmo, então, nosso artilheiro ofereceu a carona!

Lá pelas quatro da matina pagaram a conta e foram embora. A mocinha comentou que a noite foi mais ou menos, que teria aproveitado mais, mas estava se sentido meio mal.

- "Acho que bebi demais!", disse ela.
- "Isso é normal... amanhã tem mais", prosseguiu o assunto o simpático jogador.

No meio do trajeto, a mocinha começou a acariciar a própria barriga com movimentos circulares, com a outra mão enxugava a testa.

Nosso amigo temeu pelo pior, fechou os vidros e ligou o ar-condicionado. Minutos depois, a menina pareceu estar melhor, mas continuava a acariciar a própria barriga. (Vocês sabem o que acontece quando esfregam a lâmpada, né?!)

A música ambiente e o gélido ar criavam um clima de tranqüilidade dentro do carro. No entanto, tudo mudou em segundos. Das profundezas da PU$@ Q#$ P@%$# surgiu um futun dos diabos. Queridos leitores, era um odor capaz de fazer criança chorar! Uma fungada profunda e os pelinhos do nariz seriam consumidos. Nosso protagonista só pensava em uma coisa: C@#$#¨&*&*, meu estofado!. O personagem ficou sem graça, mas mesmo assim desceu os vidros do carro.

A malandreca, por sua vez, percebeu que o artilheiro tinha sacado a origem da fragrância e sem medo de ser feliz salpicou:

- "Que horror, né?! Deve ter algum esgoto aberto por aqui..."

***
Que isso, minha gente?! Sabemos que todos podem passar por isso... não vamos discutir aqui se é questão de educação, necessidade e coisas afins... E ninguém é mais homem ou mais mulher que o próximo se bater no peito e assumir: "sim, fui eu!"

Mas jogar a culpa para cima de qualquer outra coisa ou pessoa é demais!

Ela poderia ter pedido desculpa, argumentado que a cerveja fermentou demais, poderia ter ficado calada, poderia ter simulado um sono súbito, mas não! Ela preferiu se livrar da culpa que todos sabemos de quem é...

Sinistro, minha gente, sinistro... isso sim foi escatológico... Por pouco uma das trombetas do apocalipse não tocou...

terça-feira, 22 de abril de 2008

O rótulo

Essa vida de artilheiro não é fácil. Um jogador com esse naipe está sempre sendo cobrado. Dirigentes, companheiros de time e a torcida sempre esperam muito de suas atuações. O pior é que não há como fugir dessa realidade. Até porque, ser artilheiro não é uma opção. É questão de vocação!

Mas vamos lá... hoje decidimos falar sobre um tipo de cobrança, muitas das vezes enrrustida, que os centroavantes recebem. Especificamente falaremos do “rótulo” que algumas buscam!

Nosso Camisa 11 flanava pelo Democráticos, na Lapa, quando reencontrou uma velha conhecida. Fazia uma semana que eles não se viam ou se falavam. Até três semanas atrás eram um casal intenso. Costumavam se ver de três a quatro vezes da semana, trocavam elogios e estavam lado a lado por todos os cantos. Depois de três meses de relação, tiveram um desentendimento bobo e ficaram uns dias sem se falar, muito também pela correria do dia-a-dia.

A mocinha, então, telefonou para nosso amigo. Disse que as coisas não estavam bem e era melhor cada um ir pro seu lado. O nosso amigo, um legítimo discípulo de Casanova, não quis polemizar. Estava cansado de tentar entende-la. Aceitou o fim do romance e prosseguiu a vida.

Uma semana depois eles se reencontraram no Demo. Bateram um papinho superficial e minutos depois ela começou a soltar pérolas.

- “Ainda penso muito na gente. Você é muito especial pra mim”, confessou a mocinha.

Até aí tudo bem. O problema é que ela estava comprometida. Isso mesmo. A moça deste post interrompeu a relação com nosso atacante e, dias depois, começou um namoro.

O matador argumentou, quis entender como pôde terminar o romance e logo embarcar num namoro com outra pessoa. Foi aí, meus amigos, que ela disparou a confissão.

- “É que você não queria namorar”.

***
Ou seja: ela queria um rótulo.

Nosso nobre artilheiro dava atenção, carinho, dedicação (Não chegava a ser que nem a Casa Bahia, mas...), fazia as vontades da moça, apresentou aos amigos, viajaram juntos, cozinhavam juntos. Tinham uma relação intensa e com respeito mútuo.

Mas isso não era suficiente para ela. A mocinha deixou claro que queria o rótulo de namoro para emoldurar a relação com o atacante. Todo aquele papinho de que “as coisas não estavam bem” era puro embuste. Um discurso canhestro para encobrir seu real desejo.

Separada do nosso personagem, ela conseguiu o que queria: um namorado para chamar de seu. Mas acabou sem a pessoa, como a própria confessou, que mais gostava!

Não deu pra entender a necessidade nefanda da moçoila!

Queridas leitoras e inimigas do blog será que vale a pena?!

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Da série ‘frases infelizes’

Um de nossos artilheiros anda por uma boa fase, tal qual aqueles craques famosos, que são ídolos na Europa e chegam ao Brasil apenas no final do ano para as festas. Aí, né... são convites para atuar em todas as partidas e peladas comemorativas. Fominha e disposto, não desperdiça uma sequer. E não importa onde será a partidinha, seja no "Mané Garrincha", em Brasília, no "Maraca", ou no "Luso Brasileiro", da Portuguesa, na Ilha do Governador.

Pois bem, depois do gol marcado, rolou aquela troca de telefones e endereço do messenger. No início da relação se falavam muito, mas com a gloriosa chegada do carnaval as conversas pelo "msn" foram diminuindo.

A mocinha sempre elogiava a habilidade do craque, falava, inclusive, que ele merecia o prêmio de melhor do mundo, a bola de ouro da Europa. Mas, sentindo que o nosso atacante não demonstrava o menor interesse em voltar a atuar “naquele campo”, ela soltou uma pérola DAQUELAS. Capaz de estremecer a pachorra de Gandhi. Bem, jovens leitores, era um pérola daquelas que devem ser evitadas.

Acompanhem o drama:

Num papo mais descontraído e íntimo, ela começou:
- "Você é todo gostosinho, mas gosto de homens mais velhos, você é para curtir e só. É muito novo".

O atacante ouviu atentamente a frase e tentando interpreta-la na forma correta, prosseguiu o papo.
- "É, ainda vou receber muitas propostas de trabalho".
- "Mulher gosta mesmo é de homens mais velhos. Homens que tenham posses. Garotinho é só para curtir. Inclusive, to pensando em voltar para o meu ex. Aquele me dava os melhores presentes".

Nosso amigo ficou pasmo, mas para seu delírio continuou ouvindo as barbáries.
- "To indo viajar, mas semana que vem te procuro. Pode ser a minha despedida".

***
Diante do cenário e das cartas que a danada pôs na mesa, nosso protagonista revidou com um disparo à altura: "Beleza, vamos sim. Você bota no cartão de crédito e seu ex paga no próximo mês".

É amigos, pediu levou. Se deixarem a bola em cima da linha, artilheiro que é artilheiro aparece e empurrar para dentro do gol.

Agora, cá entre a gente, essa mocinha, hein!! Livrai-nos, senhor, livrai-nos

segunda-feira, 14 de abril de 2008

A cobrança da Ciclana

A revelação de Fulana causou turbulências na relação de Ciclana com o artilheiro. Foram semanas complicadas até que Ciclana pudesse absorver a idéia e perceber que os três eram pessoas livres e descompromissadas e que não havia motivo para achar que, por algum instante, pudesse ter rolado um triângulo.

A vida seguiu e o tempo tratou de cicatrizar qualquer ranhura.

Meses depois o nosso "Camisa 100" partiu para o Guanabara, em Botafogo. Era noite de quarta-feira e o samba ia rolar soltinho, soltinho no clube que fica à beira da baía. Na chegada, fez uns contatos com amigas e amigos, convidando-os para a roda.

Lá pelas tantas, quem aparece? Exato: Ciclana chegou acompanhada de uma amiga em comum e de um conhecido dessa amiga.

Não se sabe o que passou pela cabeça de Ciclana, mas ela era outra pessoa. Amável e puxando assunto, mal parecia a mocinha que há meses evitava conversar com o nosso amigo e discípulo de Baco.

Quase no fim do samba, Ciclana soltou uma piadinha para o centroavante. Era inacreditável! Como aquilo estava acontecendo?!

O Camisa 100 deixou as dúvidas de lado no segundo seguinte e partiu para dentro de seu alvo. Isso, amigos, gol... Gol do nosso ágil e destemido personagem!

Até aí tudo bem, certo?! Certo.

Semanas depois, ele convidou ciclana para tomar um vinho na casa dele. A mocinha aceitou e a grande noite estava anunciada.

Eles entraram no quarto do atacante, apreciaram o Cabernet Sauvignon e o pré-aquecimento estava no início quando a conviva ensaiou uma provocação.

- "Então quer dizer que foi aqui que você trouxe a Fulana, né?"
- "É. Você sabe que sim", disse o atacante soltando com maestria o sutiã da moça.
- "Ela me disse. Inclusive falou que vocês deram sete!".
- "Esquece isso. Tem gente que fala demais", tentou desconversar o atacante, mordendo a orelha de Ciclana.

Amigos, nobres amigos e leitores fiéis. A mocinha não só não esqueceu todo aquele papo de meses atrás, como ficou mexida com a tal revelação exagerada. Para se sentir "sei-lá-o-quê", Ciclana disparou:

- "Se você deu sete com ela, vai ter que dar 14 comigo. O dobro, eu quero o dobro", cobrou.

***
Sinceramente, a mocinha devia estar achando que o instrumento era de borracha. Só pode!

A Fulana fala o que quer, inventa, aumenta e o artilheiro é que tem que ir pro sacrifício?!

Graças a Deus, nosso nobre guerreiro carioca/espartano tinha o dom da fala e contornou a situação com bom papo e uma atuação de gala!

É como diz o chavão remixado pelo A Culpa É Delas: "aprecie, mas sem comparação!"

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Quando elas cochicham...

Amigos e queridos leitores, precisamos confessar algo: temos medo de quando as mulheres cochicham entre si. E quando elas falam baixinho, ao pé do ouvido e ainda colocam a mão (em forma de conchinha) para proteger os lábios, impedindo uma possível leitura?? Noooosa senhoooora, saiam de baixo que lá vem...

Pois bem.. a história de hoje versa sobre um papinho que duas mocinhas tiveram certa vez. Quando elas cochicham e ainda mais sobre um de nós, amigos e amigas, lá vem problema.

Nosso artilheiro trabalhou em uma empresa onde havia muitas mocinhas. Sempre propositivo, ele já tinha avançado, e com êxito, para cima de duas. Nosso amigo tinha "ficado" um tempo com a "Fulana". Pouco depois a relação acabou e ele começou um romance com a "Ciclana". Jamais com as duas ao mesmo tempo!

Num certo dia, essas duas (exatamente as duas) ficaram de plantão juntas. Até aí tudo bem. Só que elas resolveram almoçar juntas. (e daí?!, as críticas e inimigas do blog devem estar perguntando). O problema é que o assunto, uma espécie de prato principal do dia, foi um de nossos artilheiros.

Era feriado, havia poucas pessoas na empresa naquele dia. As mocinhas combinaram a melhor hora do almoço e desceram. Logo no íncio do papo, a Fulana soltou:
- "Menina, deixa eu te contar uma coisa. Há umas semanas eu fui na casa do "camisa 100"!"
- "É mesmo?", disse Ciclana, sem dar muita importância.
- "É... nós estávamos saindo, né?! Não sei se você ficou sabendo...", disparou.

Ciclana, então, arregalou os olhos. Até pouco tempo, ela e nosso amigo saíam por aí ao beijos e abraços.

-"Nossa foi maravilhoso. Ele me puxou assim....!", continou contado.

Fulana não mediu palavras. Contou sobre a conversa que tiveram, sobre as carícias, puxões de cabelo e demais aventuras sexuais. Chegou a comentar que ela e o camisa 11 "deram sete". (Não se sabe de onde ela tirou isso. O artilheiro esclarece que foram cinco: duas à noite e três na manhã seguinte).

***
A Ciclana ficou desesperada. Tachou nosso nobre craque de "FDP" pra baixo. Ela, errôneamente, imaginava, que nosso amigo ficava com as duas ao mesmo tempo.

E pior: os três continuariam a dividir o mesmo ambiente de trabalho por mais cinco ou seis meses. Contato diário, papinho por e-mail etc. Só que Ciclana já não era mais a mesma com nosso centroavante. E ele, sem saber de nada, cercava a moça em busca do "replay". Mal sabia que estava em impedimento por conta da "língua livre" da Fulana.

Vamos lá, minha gente, por que será que elas fazem isso? As pessoas se conheciam... precisava revelar detalhes sórdidos, nome, posições e horas de jogo com o atacante?!

Por que será que Fulana contou o que contou?

(a) Porque ela estava com saudade e contar era uma forma de reviver os lances de gol!
(b) Porque ela sabia que Ciclana andava muito próxima ao artilheiro e queria marcar terreno.
(c) Porque é sem noção mesmo!
(d) Porque não tinha nada melhor para falar
(e) Sei lá...

Essa história continua no próximo post.

terça-feira, 8 de abril de 2008

"Vai, vai ...."

Precisamos combinar que intimidade é algo admirável nos relacionamentos. Apesar das relações cada vez mais efêmeras dessa sociedade, podemos encontrar por aí contatos com um que de intimidade. Prestem atenção: eu disse "podemos". Não é sempre que isso acontece.

Com o assunto devidamente introduzido, vamos aos fatos.

Um de nossos artilheiros estava "numa partidinha" com uma de suas vizinhas. A moça estava sozinha em casa e convidou nosso amigo para ver um filme. Experiente, ele sabia o que o esperava nas entrelinhas.

O DVD sequer chegou a ser colocado no aparelho. O atacante estava com sede de gol e partiu logo em busca do tento. E a mocinha, por sua vez, não fez a menor questão de esconder a satisfação com os avanços do nosso craque.

O lance já havia rolado algumas vezes, mas nada que pudesse ser classificado como freqüente. Era algo entre uma amizade colorida e sexo casual. Se encontravam de vez em quando e partiam pras redes. Alías, a partidinha era, como dizem por aí, "de gente grande". A moça era de uma voracidade...

O problema é que ela confundiu o contato com intimidade. Para usar alguns adjetivos e substantivos durante a relação é preciso discernimento e a tal da intimidade!

No auge na conjunção carnal, a moça vira pro artilheiro e dispara sem dó:

- Vai meu cachorrão, vai!, gritava insistentemente.

***
PáRa TuDO! Cachorrão?! É isso merrrrrmo?!

O artilheiro segurou o riso e se concentrou. Era preciso terminar o jogo!

Não temos problemas com apelidos carinhosos e nem com aqueles "nomezinhos-que-casais-apaixonados-se-chamam". São válidos!

Só que é preciso combinar antes. Conforme a relação vai caminhando, o mocinho descobre como a mocinha gosta de ser chamada e vice versa... não é de uma hora pra outra, correto?!

Embora "cachorrão" deixe no ar um encómio ao artilheiro, a iniciativa da moça acabou tornando-se jocosa e, por falta de intimidade, nem um pouco sexy!

Tanta frasezinha ordinária por aí - por mais que fuja da criatividade - e a moça usa uma completamente estranha ao casal.

Nosso amigo ficou com a impressão de que se a partidinha continuasse, a danada iria salpicar outras pérolas: "Castiga, felpudão, castiga!"... Já pensou?!

sábado, 5 de abril de 2008

A peça

Às vezes os homens param de procurar certas mocinhas e elas não sabem o “porque”.

Há várias explicações e motivos. Mas o certo é que, com doses de bom senso, muita coisa poderia ser evitada.

A história de hoje começa na roda do “Samba, Luzia”, no Centro. O protagonista narrou os fatos esses dias para um de nossos artilheiros. Impactado com o que passara, ele decidiu tornar o caso público. Para nosso amigo, essa história pode ser educativa.

Tudo começa assim: Nosso personagem estava de um lado da roda e a “mocinha-alvo”, do outro. Depois daquela troca de olhares e de cantar a música como se fosse para ela, o atacante em questão gesticulou, sorriu mais uma vez e partiu pro téte-a-téte.

Ela gostou. Sim, elas goooostam! Sabe-se que no batuque seguinte já estavam aos beijos. Tudo transcorreu bem, mas o clímax dessa história só aconteceu no dia seguinte.

Por motivos difíceis de explicar, a “primeira partidinha” do casal, só rolou mesmo no sábado.

O bamba e a mocinha marcaram de tomar um chope e se conhecer melhor. Depois de muito papo em um dos bares da terra de Noel Rosa, partiram freneticamente para o centro de “atividades corporais variadas e introdutivas” (se é que vocês me entendem!).

E a surpresa do rapaz começou quando a mocinha tirou as vestimentas. Na frase do próprio, seu alvo não usava calcinha e sim um short de boxe. Quando a peça foi à lona, a situação ficou ainda mais complicada. A moça parecia viver nos anos rebeldes. Contudo, não iremos detalhar esse fato em respeito aos nossos leitores que prezam pela higiene!

Voltando ao assunto anterior.... aquele calção de boxe abalou nosso amigo e ele teve que apelar para o estilo “meia-luz” para dar prosseguimento ao jogo.

***
Vamos lá, meninas... ninguém aqui está apelando ou fazendo campanha pró-peças mínimas. Sabemos que muitas vezes elas são desconfortáveis ou não fazem o estilo da mocinha... Beleza... mas lançar um cuecão anos 60 é S@c$#$%¨.. Corta o clima!