terça-feira, 27 de maio de 2008

Sedução...

A história de hoje aconteceu com um Velha Guarda experiente, das antigas. E apesar de ser escolado, o camarada viu-se num situação daquelas. Vocês sabem... a mulher é capaz de enganar o diabo.

Almoçando com um amigo em um restaurante na agitada Brasília, capital desse país, ele percebeu que estava sendo notado, observado.

Na mesa à frente, uma bela morena o olhava insistentemente. Ele correspondeu. A moça em questão estava em companhia de um homem no auge de seus 30 e poucos anos. Mas nada indicava que eles seriam um casal. Diante disso, nosso protagonista continuou com os olhares.

Quando o cara levantou-se para ir ao banheiro, nosso nobre galanteador rapidamente colocou-se de pé, aproximou-se da bela mocinha e deixou seu cartão com ela. Pronto a isca tinha sido jogada.

Cinco horas depois, o telefone do Velha Guarda tocou. Era ela.

- "Oi, fulano. Tudo bem? Aqui é Ciclana, de hoje à tarde no restaurante".
- "Nossa! Que surpresa... que bom que você ligou".

O papo continuou e entre uma declaração e outra:
- "Te achei um homem muito interessante, sabia?", disse a moça.
- "Fico feliz em ouvir isso. Você é uma mulher envolvente... linda", rebateu o atacante.

Tudo corria às mil maravilhas. O flerte havia tomado conta da ligação telefônica e o casalzinho decidiu marcar um encontro.

- "Amanhã?", perguntou ela.
- "É. O que acha?"
- "Ótimo, ótimo. Pode ser às 16h, no Café Blau Blau?", sugeriu a danada.

Nosso nobre cavalheiro estava empolgadíssimo. Sentia-se atraído pela bela morena e estava marcando um encontro para revê-la. Ela correspondia e isso o impressionava.

O problema, jovens, é que as mulheres (sim, elas podem) podem enganar até o diabo.

Num elã, a moça salpicou uma frase que mudaria o rumo daquela relação.

- "Te adorei também, querido. E para que fique tudo esclarecido entre a gente: eu cobro trezentinhos o programa, tá?"

***
Páááááááára tudo!

Mas é isso, amigos, a moça era de programa e em Brasília (que permaneça longe do nosso Rio de Janeiro) as piores coisas acontecem!

Restou ao nosso camarada balbuciar Paulinho da Viola: "desilusão, desilusão, danço eu, dança você, na dança da solidão..."

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Se eu não banco...

Ah... a insensibilidade feminina continua rendendo posts. Um de nossos artilheiros estava conversando com uma amiga. Comentava sobre a vida, as facilidades e dificuldades do dia-a-dia. Chegou a narrar alguns de seus gols e pedia a opinião da amiga, em busca de compreender o universo do mocerio!

Em determinado momento, nosso atacante começou a falar dos gastos que estava tendo com as mocinhas nas noites cariocas. Jantar, cinema, motel, barzinho, presentinho etc. A amiga ouvia atentamente e por vezes esboçava reações e proferia comentários.

O centroavante matador, então, lembrou de uma conversa que tivera há meses com um antigo flerte. Depois de lancharem num café no Leblon, a mocinha fez questão de rachar a conta. O Camisa 11 insistiu, mas a moça, irredutível, estendeu a mão com metade do valor da conta. Em seu palusível argumento, ela justificou: "Assim eu e minha companhia sempre poderemos freqüentar lugares legais e caros. Dividindo a conta, não fica pesado pra ninguém". (Lindo isso, né, galera?!)

A amiga, então, deu sua opinião. Para ela, isso depende de cada mulher e que tem mocinha que até paga tudo sozinha. É verdade.

Lá pelas tantas, nosso nobre atleta retomou o papo sobre motéis e a facada que dão em seus cartões.

- "Po.. o gasto é alto. Se for duas vezes por semana, lá se vão 150 pratas".
- "Caro, né?!", disse a amiga.
- "Será que a mulher não pensa que dividindo a conta as idas ao motel seriam mais constantes? Não ficaria salgado pra mim", argumentou o craque.

(Amigos, chegou a hora da insensibilidade)

Olhando para o horizonte, a pequena danada salpicou sem medo de ser feliz:
- "Que nada! Tem sempre um cara pra bancar..."

***
É o fim!

A mocinha reproduziu o pensamento de muitas (Muitas, não são TODAS, ok?!).

Ou seja: se um não puder, outro aparece e banca a ida ao "centro de lazer". Esse era o raciocínio da mocinha! Não que para ela bastasse o cara pagar o "mot" para ela ir. Era preciso outros elementos.

Dá até para parodiar o grande (e único) sucesso do Mc Leozinho: "Se eu não banco, eu danço"

Ó, céus, que mundo é esse?!

sexta-feira, 16 de maio de 2008

É tudo normal...

De fato não podemos negar que as mulheres são surpreendentes. E para essa afirmação nem iremos recorrer ao "algumas mulheres". É geral. Elas surpreendem mesmo.

Bem... no último post falamos da mocinha que corria para o banheiro para ligar para o artilheiro. As amigas tentavam impedí-la, mas a paz do banheiro trancado à chave a incentivava a continuar com as ligações.

Enfim... antes de essa história vir parar no blog, um de nossos nobres atacantes a contou para uma amiga, durante uma cervejada num desses bares da vida.

Nosso amigo contou os passos da mocinha e fazia cara de surpreso, mostrava sua apreensão. Já a amiga, ouvia normalmente.

E depois do blá blá blá todo, o matador quis saber a opinião da moça. Afinal de contas, o que ela achava da história, né?!

E é aí que percebemos que a Culpa É Delas... só Delas...

- "Ahh... isso é normal... Já cansei de fazer isso", disse a pequena, com naturalidade.
- "Se trancar no banheiro e ligar para um alvo ou ex-flerte?", quis saber o centroavante.
- "É, poô... isso é normal", finalizou ela.

***
Meu Deus do céu... "o último chute o cachorro"!!

amigas e inimigas do blog, vocês também fazem isso?

Recorrem à clausura do banheiro para que suas amigas não te impeçam de importunar um ex-casinho????

Isso também é escatológico...

O blog não acha isso normal. Pode ser que seja comum... mas normal, de fato, não é. Concordam, amigos?

terça-feira, 13 de maio de 2008

O telefone tocou...

E achamos que já tinhamos visto de tudo.

Uma mocinha, coleguinha de faculdade, havia se encantado com a habilidade do atacante. E numa festinha da galera, após sacar o clima da moçoila, ele partiu pra cima e pimba!

Pelo que nosso atacante lembra, o beijo era bom, a companhia agradável, mas não era possível parar ainda. A luta pelo milésimo precisava continuar!

Mas a mocinha tinha outros planos. Pelo que se pôde acompanhar ela queria que o camisa 11 encerrasse a carreira e passasse a bater bola apenas com ela. Era a mais ingênua das veleidades daquela mocinha!

Nosso amigo passou a driblá-la, evitava encontros. E a medida que se distanciava, as ligações da mocinha para ele aumentavam.

Certa vez, o artilheiro voltava para casa às 4h da manhã quando seu celular tocou. Era ela.

- "Oieeee... onde você está?!", disse, toda feliz.
- "Po... são quatro da matina... to chegando em casa..."
- "Ah tá.. só queria saber como você estava"

O papo durou mais uns segundos.

Nosso amigo começou a ficar preocupado. As ligações estavam ficando cada vez mais perigosas.

Num outro dia. O telefone tocou às 17h. O protagonista estava no trabalho. Não via a tal da sufocadora há semanas e semanas, mas continuava a ser importunado.

- "Vamos nos ver hoje?".
- "Não dá".
- "Por que a gente não marca de sair?".
- "Não dá. To saindo com uma menina legal. Tenho que respeitá-la".

A "menina babaloo" não se deu por satisfeita e partiu pro ataque ferrozmente.

- "Larga ela. Fica comigo".
- "Eu vou desligar o telefone. Tenho que trabalhar".

A preocupação aumentou e nosso amigo resolveu conversar com uma amiga em comum. Nosso atacante pediu ela desse uns toques na mocinha, que a aconselhasse a esquecê-lo. E a amiga então revelou algo inimaginável, atitude que sequer passava pela cabeça do protagonista.

- "Eu já disse, artilheiro, mas ela não toma jeito!"
- "Po, Tá ficando chato. Eu não quero ser grosso, mas..."

Nesse momento, a amiga fez a revelação que deixou nosso amigo atônito.

- "Uma vez quando ela pegou o telefone eu disse logo: não liga pra ele. Mas sabe o que ela fez?"
- "Meu Deus... o quê?"
- "Correu pro banheiro, trancou a porta e te ligou".

***
Ai... ai... ai... salve-se quem pudeeeeerrrrrr!

Que ponto ALGUMAS mocinhas chegam, hein?! Nem mesmo coibidas-aconselhadas-impedidas pelas amigas elas tomam outro rumo.

Sinistro, jovens, sinistro!

Nosso amigo suou a camisa para se livrar da marcação!

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Não confunda...

Um de nossos artilheiros tem um amigo, também habilidoso atacante da noite carioca (A Festa do Baco que diga!!!), que vive proferindo a brincadeirinha do "não confunda". Aquela em que mistura-se palavras e forma-se duas frases, uma séria e outra... do tipo: "Não confunda kamikaze com coma e case"... vocês já devem ter lembrado da brincadeira, né?! A mais famosa é sem dúvida a: "não confunda as grandes obras do mestre Picasso com a grande P@$#$ do mestre de obras..." e por aí vai...

Amigos, temos que mandar um "não confunda" para algumas mocinhas que estão por aí...

Pois bem. Nosso centroavante matador certa vez conheceu uma mocinha, com quem levou uma relação por algumas semanas. Foram encontros tórridos, carinhos desconcertantes. Mas como todo bom carnaval, o romance também chegou ao fim. Certa vez, quando a relação já tinha esfriado, nosso amigo abriu sua caixa de e-mail e lá havia uma mensagem da malandreca!

Para surpresa do craque, o conteúdo do e-mail fugia ao convencional. Estava escrito:

ESTOU BÊBADA E QUERO SEU BEIJO!

O e-mail foi enviado às duas da manhã de uma terça para quarta. Nessa hora, por acaso, nosso amigo já estava dormindo.

Horas depois de ler o tal e-mail, ele entrou em contato com a moça.

- "Que vontade, hein?!", provocou nosso amigo, para em seguida ouvir os risos da mocinha.
- "Eu tava bêbada e pensando em você. Bêbada não mente, sabia?", disse ela.
- "Sabia, mas... Me escrever às duas da manhã?"

Tudo bem. Nosso amigo deu a deixa. E a danada aproveitou exatamente esse momento para ousar. Num elã, ela proferiu, sugeriu, definiu...

- "Pode deixar. Quando eu estiver precisando eu vou ligar e você vai lá pra casa".

***
Caramba!!!

Vocês perceberam?! Ela estaria propondo ao nosso craque um serviço DELIVERY? Atacante virou pizza? Atendimento no meio da madrugada é com bandeira dois?

Mulheres, mulheres... não confundam atacante em liberdade com mediante sua vontade!

Boa sex-ta-feira a todos!

segunda-feira, 5 de maio de 2008

O que só ela viu...

O interesse não tem idade. Podem crer. Não importa o que se deseja, em qualquer idade há um jogo de interesse. Muitas das vezes, a bem da verdade, o interesse é positivo. Artilheiros, por exemplo, quando se aproximam da pequena área têm interesse no gol, é claro. Mas também se interessam pelexplosão da torcida, pela vibração do companheiro de ataque. Com o balançar da rede, que metafóricamente nesse descontraído espaço virtual, podemos enxergar como um sorriso de satisfação e alegria de uma mocinha.

Pois bem... mas nesse post iremos falar sobre o lado maldito e nafando do interesse.

A história se passa há anos, nos tempos em que um de nossos artilheiros era uma pequena promessa da seleção juvenil. Nesse época ele já atuava na Copa do Mundo do Flerte Dente de Leite.

Enfim... O nosso nobre atacante tinha pouco mais de 14 anos à época do ocorrido.

Durante o recreio do colégio, sentou-se ao lado de uma colega de turma para bater um papo. Ele estava trabalhando a jogada em busca do gol.

Uma das partes da área do recreio era na frente da escola, onde há um movimentada avenida. Pela grade era possível ver a rua e todo o fluxo do trânsito. Lá pelas tantas, do final da avenida surge um carro em alta velocidade.

Era uma Fiat Tempra, vinho, 16 válvulas, que no final da década de 90 era a grande sensação das pistas amadoras. Detalhe: o carro estava com os vidros fechados e tinha película insulfilm. Usando a coloquial e simplória linguagem do subúrbio carioca, podemos dizer que "o carro estava tampadão".

O carro passou pela dupla "a mil por hora". O ronco do motor da Tempra, que esticava na avenida, fez a mocinha esquecer o papo por com artilheiro por alguns segundos e se concentrar na flexa vinho.

Naqueles segundinhos, nossa pequena promessa de gols começou a entender sobre o "interesse" que algumas mulheres cultivam.

Sem se precoupar com as pessoas no entorno, a pequena moça soltou:

- "Noooosssaaaa, que gatinho!"

***
O carro passou em alta velocidade, com os vidros fechados e com insulfilm. Não dava sequer para saber se o motorista era do sexo masculino ou feminino. Mesmo assim a sapequinha conseguiu ver beleza no "gatinho".

As mulheres conseguem enxergar cada coisa.... Incrível, vocês não acham?!