sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Era uma vez um gol inédito...

Os artilheiros deste blog são estudiosos do universos feminino. Às vezes participam desse mundo como vítimas, em outras como meros ouvintes, expectadores. A história de hoje foi contada por uma amiga do blog, em conversa com um de nossos artilheiros. A trama que aconteceu nos idos do ano 2000, revela o rápido raciocínio da mocinha e a reação que, às vezes, elas tomam diante do sentimento de posse.

A moça estava solteira há uma semana. O namoro tinha durado longo meses e ao fim da relação, ainda restou um pouco de desejo por parte de ambos. Ok, isso é normal!

Num final de semana desses da vida, a mocinha foi a uma festa com os amigos da faculdade e lá estava seu "ex".

Feliz, saracoteava sorridente pelo salão. O contato entre eles até que foi amistoso. O humor da mocinha só mudou quando uma certa concorrência pintou na área.. (concorrência?? seria essa a melhor palavra?).

Acontece que uma amiga da protagonista, que passaremos a chamar de "morena dos olhos verdes" fez um comentário sobre o ex dela. (Não. Não foi direto pra ela).

A morena do olhos verdes, um mulherão de parar o desfile, estava papeando com uma amiga em comum da protagonista. Depois de umas e outras, ela confessou:

- "Ai... tira esse atacante daqui, senão eu agarro ele", disse a morena.

A "amiga em comum" foi imediatamente contar o comentário para a mocinha. E enquanto rolava esse trelelê todo, nosso atacante nem podia imaginar o que estava acontecendo e o que o esperava. Ele apenas curtia a festa e analisava possibilidades.

A mocinha resolveu entrar em campo. Sabe-se lá Deus que sentimento a tomou segundos após ouvir a revelação da "amiga em comum". O fato é que a mocinha, numa clara e assumida tentativa de impedir um gol inédito, partiu para cima de seu ex... cheia de amor para dar.

Surpreso, o craque apenas abriu os braços e acolheu a investida da mocinha.

***
O craque deixou de marcar um belo gol... e mais: um gol inédito!

A culpa, meu caros, vocês sabem de quem é...

domingo, 26 de outubro de 2008

Investigação virtual... (por culpa delas)

No início dos anos 2000, circulava um e-mail pelo território livre da internet que dizia que tudo que o homem fazia era para "pegar mulher". Se nos lembramos bem, tinha um trecho que dizia: "Por que o homem trabalha? Para ter dinheiro e poder sair com as mulheres. Para que o homem usa perfume? Para ficar cheiroso e atrair as mulheres. Para que o homem estuda? Para poder impressionar as mulheres".

Pois bem. Acreditamos que esse comportamente realmente existe. E sim. Existe por culpa delas.

Recentemente soubemos de uma história que comprova a existência desse comportamento, outrora apresentado de forma lúdica pelo e-mail. O post de hoje tem um "que" de especial, pois, pela primeira vez, iremos tratar abertamente sobre "O MUNDO" dos homens, que nos sabemos que existe (Não que esse seja o mesmo para todos).

Vamos aos fatos.

Hoje em dia toda grande festa que agita a cidade tem sua comunidade no orkut. Lá são informadas as novas datas do evento, preço de entrada, novos endereços etc. E como toda comunidade, essas também são repletas de participantes.

Nosso craque da pesquisa virtual, então, entrou em uma dessas comunidades para saber os últimos detalhes da festinha de sexta-feira que prometia parar a Lapa. Nosso amigo, motivado pelo sabor das conquistas, travou uma ação cirúrgica e entrou no orkut de três belas mocinhas que faziam parte da comunidade da festinha.

Depois de ler os scraps e assegurar que elas estavam marcando com as amigas de ir na festinha, ele começou a estudar as comunidades de cada uma. O passo seguinte, era memorizar a imagem de cada uma.

Horas depois, lá estava nosso amigo na festa.

Depois de duas cervejinhas, ele avistou a loirinha com cara de anjo, que horas antes havia visto no orkut.

- "Oi, tudo bem?", puxou assunto nosso personagem.
- "Olá", disse meio tímida a bela moça.

O atacante se apresentou, falou de trabalho e, depois de um tempinho, começou a desenvolver seu plano:

- "Sabe fulana, eu gosto muito de viver na cidade... mas tenho um grande preferência por caminhadas em São Tomé das Letras. Você conhece?"
- "Nossaaa... adoro", disse a mocinha, completamente entusiasmada.

***
É, caros leitores, os homens realmente fazem de tudo pelas mocinhas... culpa delas!

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Ela queria um "príncipe"

Certa vez uma "ex" de um de nossos artilheiros disparou contra ele. Moça estava irritada, mas sabe-se lá porque resolveu atacar o nosso querido A Culpa É Delas. A papo rolou meses após o término. No início, a conversa foi bastante amistosa. Mas no desenrolar, ela quis saber o que nosso craque pensava dela, e ele respondeu com toda a sinceridade do mundo. A mocinha não gostou. Depois de falar, falar e falar que a análise era injusta, ela mirou no blog:

- E esse blog que você escreve? Tenho certeza que vocês saem na rua já procurando essas histórias. Torcem pela desgraça delas...

Beleza. Antes que a moça mostrasse mais graus de loucura, nosso nobre atacante encerrou o papo e virou a página da história.

Contudo, ele ficou pensando no que a danada havia dito. "Sei lá. Mas de fato não saio pensando em arrumar histórias, não fico torcendo pelos deslizes".

Meses e meses depois, dois de nossos atacantes estavam em uma rodinha de samba. Bem próximo havia um grupinho de três belas mocinhas e nossos amigos puxaram assunto.

Elas até que gostaram, mas se mantiverem um pouco desconfiadas. Davam corda, mas nem tanto. Por vezes, olhavam pro além como se não prestassem atenção na conversa. Enfim, faziam todo aquele joguinho tradicional.

Lá pelas tantas, uma das sapecas solta:

- Mas você é um príncipe?!, perguntou a moça.
- Príncipe? Como assim?
- Daqueles que abrem a porta para a mocinha...

Meio que sem jeito, nosso artilheiro completou:
- Abrir eu até abro, mas tem um problema. Eu não tenho carro.
- Ué, como não?

Nesse momento, os atacantes se entreolharam e seguraram o riso. Eles estavam prevendo um deslize (Mas não torciam por isso! Ou seja, a "ex" não tinha razão, apenas culpa!).

- Para ser príncipe tem que ter carro? , quis saber um dos craques.
- Claro. Príncipe tem que ter carro e tem que dirigir...

***
Caraaaaaaaaammmmmmmmmmmmmmba!

Antes de deixarem o grupinho de lado, um dos artilheiros decretou:

- Essa vai pro blog!

E vocês, queridas leitores, acham que "príncipe" tem que ter carro?

(a) Claro
(b) Ninguém merece andar de ônibus.
(c) Se tiver um táxi já ajuda
(d) Prefiro não responder

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

As mocinhas da Brasília

Foi uma conquista daquelas, mas a "partidinha" acabou sem que a rede balançasse. Nosso destemido artilheiro havia conhecido uma moça de Brasília durante uma noitada em uma boate da Zona Sul carioca. Na verdade, fora um ataque em dupla. É que a "mocinha da capital", vítima do nosso Camisa 9, estava com uma amiga, também de Brasília. E como artilheiro não anda só, seu camarada, o "amigo-centroavante", faturou a amiga. Dois homens, duas mulheres e a conta fecha!

Depois da noitada, foram ver o sol nascer no Arpoador. Apesar dos avanços, a mocinha não deixou "o bloco desfilar na avenida". Ficou só no confete mesmo. Fazer o quê?!

O problema é que nosso amigo nem imaginava que estava sendo vítima do "doce feminino". Naquelas horas, tenta-se de tudo, mas elas armam a retranca. Nesses momentos, há jogador que imagina que o problema é com ele. Mas que nada. A Culpa é Delas! Quando menos se espera, elas percebem que não vale a pena fazer tanto doce e a Copa do Mundo, finalmente, conhece seus melhores momentos.

Pois bem, passados meses do primeiro contato. As mocinhas voltaram ao Rio de Janeiro e procuraram a dupla de ataque. Apesar de o convite ter surgido em plena segunda-feira, nosso artilheiro partiu pra cima.

Já passava das 22h, quando nosso personagem saiu do trabalho. O camisa 9 lembrou que segunda-feira havia um lugar, palco de emocionantes partidas, que poderiam ir: a roda de samba do Arlindo, em uma choperia na Barra da Tijuca (No dia, inclusive, estavam comemorando os 50 anos do sambista da Verde e Branco de Madureira).

O companheiro de tabelinhas concordou com o destino e nosso artilheiro, que usaria um táxi, ficou encarregado de buscar as mocinhas no hotel onde estavam, em Ipanema, e seguiria para o Barril, onde encontraria o "amigo-centroavante".

Chovia naquela noite e o caixa-eletrônico do trabalho estava fora do ar. Nosso mestre-sala do flerte, então, embarcou na viatura amarela e azul sem grana. Chegou ao prédio das meninas e cumprimentou-as com beijos no rosto. Entraram no táxi, papearam e antes de chegarem no local da noitada, pararam em um posto de gasolina para nosso craque sacar dinheiro. E foi aí, queridos leitores... foi aí que elas deram aquela deslizada. (Calama! Vocês vão entender!)

O centroavante sacou o din-din no posto 24h e seguiram até a animação. Quando chegaram ao local, as mocinhas saíram mais rápido do carro por causa da chuva e nosso artilheiro ficou preenchendo o voucher. Enquanto escrevia, recebeu a bela notícia do companheiro taxista.- " Meu nobre, se depender delas, hoje tem gol. Precisava ver o que elas comentaram enquanto você foi sacar o dinheiro", disse o nobre trabalhador.***
Dessa vez, elas não conseguiram nem esperar até o banheiro feminino. (Por essas vocês não esperavam, né?!) Mas o homem sempre é mais amigo nessas horas e o taxista passou a contar a conversa que as duas tiveram durante os cinco minutos de ausência do atacante. Como o artilheiro já sabia do planos das mocinhas, foi só beber uns choppinhos antes de correr para a pequena área.

***
E para completar. Já dentro das "quatro linhas", a mocinha confessou:
"Não podia deixar passar outra chance dessas, né?!. Já estava decidida a ir para o motel com você!!"

Caraaaaaaamba!

O blog aproveita para lançar uma campanha: "Não faça doce e seja feliz!"

Quem vai aderir?!

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

De fofo a "cafa" em menos de 24 horas

Era um final de semana chuvoso e o camisa 27 e o camisa 28 rumaram para Búzios. O motivo era nobre: o pai do Camisa 27, morador do balneário, convidou-os para um casamento. A dupla não pensou duas vezes: apesar do mau tempo, iriam se divertir na festinha e poderiam descansar um pouco.

O casamento foi animado e bem informal . Algumas pessoas usavam jeans e camiseta, a bebida era liberadíssima. Além do bom papo entre os amigos, havia belas mocinhas no cenário.

Nosso Camisa 28 mirou em um alvo. Mas, o Camisa 27, sempre ágil, foi mais rápido. Na volta do vestiário, o craque da Camisa 27 engatou num papo com o alvo e faturou o lance!

A hora avançava e chuva estava aumentando. Nosso outro amigo não queria ficar no 0 x 0 e resolveu bater um papo com Fulana, uma simpática mocinha, amiga do primeiro alvo do artilheiro. Não foram nem cinco minutos de papo, e Fulana lançou a pergunta (quase uma intimidação): "não vai para a pista de dança não?".

Papo vai, papo vem, e rolou o que todos queriam. Nosso Camisa 28, sem marcação, faturou os beijos e abraços da moça. No final da festa, eles trocaram telefones e a mocinha o convidou para um churrasco, no fim da tarde do dia seguinte, um domingo.

O problema, amigos, é que o Camisa 27 acordou com aquela ressaca. Naquele domingo tudo que ele queria era que o corpo parasse de tremer e se contentasse com a quantidade de água já ingerida. Mas, Ela (a ressaca) não dava trégua.

Nossos atacantes resolveram ficar em casa mesmo. O Camisa 28, então, decidiu que quando chegasse ao Rio, o que aconteceria algumas horas depois, mandaria uma mensagem para a Fulana. Mas isso não era o que Ela queria!!!

Percebendo que nossos destemidos mestres da pequena área não iriam ao tal do churrasco, a moça, afoita, descolou o telefone da casa onde nossos jogadores estavam hospedados.

Não pensou duas vezes e ligou. O pai do Camisa 27 atendeu, ouviu os pedidos da moça e os repassou à dupla de ataque.

Mas aquele não era dia de jogo para nossos personagens. Sólido como uma pedra, Camisa 28 resolveu manter-se fiel ao plano original e ficou em casa, enquanto o Camisa 27 curava a ressaca.

Horas depois, na mesma noite de domingo, nosso Camisa 28 chegou em sua casa, na Cidade Maravilhosa. Depois de tomar um banho e fazer um lanchinho, decidiu ver seus e-mails e possíveis recados no Orkut.

Qual não foi o tamanho de sua surpresa ao encontrar um scrap de Fulana?! (Reparem, jovens leitores, em poucas horas e mesmo com um churrasco para se distrair, a sapeca foi ao Orkut procurar o craque).

Mas o pior mesmo, foi o comentário da mocinha, que disparou em tom de repressão:

- Você foi tão fofo ontem e nem me ligou hoje. Não achei que você fosse assim...


***
Que isso, meninas! Nosso amigo ia mandar o torpedo. E não podia ir para tal churrasco e deixar o amigo convalescendo. Por que tanta ansiedade?

Será que alguma de vocês poderia nos dizer porque isso acontece?!