sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Palavras de taxista

Dia desses um dos nossos artilheiros foi jogar sinuca com dois colegas de trabalho no salão Guanabara, na Praça Tiradentes. A redação não é tão longe do salão, então, eles decidiram fazer trajeto a pé. O problema é que, de repente, aquela chuvinha chata começou a cair. Nossos destemidos amigos continuaram a caminhada, mas a chuva apertou. Diante do cenário complicado, eles embarcaram no primeiro táxi que apareceu.

- "Amigo, toca pra Praça Tiradentes", orientou o craque.

Sorridente, o taxista começou a falar da chuva. O nobre trabalhor reclamava que nunca tinha visto tanta chuva em 40 anos de vida. O artilheiro e seus amigos concordaram. Afinal de contas, realmente não parava de chover. Em determinado momento, o taxista, todo serelepe, começou contar das suas:

- Rapaz, sabe o que está chuvendo também? Mulher, cara!

(Impressionante como esse assunto vem à tona quando os homens se reúnem. Por mais que nem se conheçam).

O trio de amigos achava graça, enquanto o taxista narrava suas últimas conquistas. Risos de um lado, gargalhadas de outro, e o motorista resolveu dividir seus conhecimentos:

- "Tem uma coisa que eu aprendi com as mulheres", disparou.

O silêncio foi total. Um dos amigos do artilheiro chegou a inclinar o corpo para frente para ouvir o que o nobre trabalhador tinha a dizer. Nosso centroavante estava atento.

- Já fui apaixonado por muitas mulheres e sempre me dei mal. Corria atrás delas e elas nem me davam bola. Mas aí aprendi com elas que não se deve dar muita moral. Elas não gostam que o homem fique em cima não.

O taxista, então, narrou uma passagem de sua vida. Disse que, uma vez, uma mocinha, que era casada, estava saindo com ele.

- "Impressionante. Ela esperava o marido ir trabalhar e me ligava", comentou.

Houve um dia, em que o taxista estava doido doido para levar a moça para as quatro linhas.

- Mas ela não parava de falar ao telefone, mas aí eu fiz "ouvidor de mercador".
- "Ouvido de mercador?", questionou o craque.
- É, rapaz. Deixa elas falarem o que elas quiserem e você finge que está ouvindo. Mercador é assim quando está vendendo!

O taxista continuou a saga:
- E pra completar ela ainda começou a colocar umas barreiras. Queria que eu fosse buscá-la lá em Alcântara. É muito longe, né, rapaziada? Expliquei que estava no Centro do Rio, que tinha que continuar trabalhando.

O "conquistador sobre quatro rodas" resolveu, então, aplicar os ensinamentos que aprendeu com Elas:

- Virei para ela e disse: "Então tá, querida, já que não dá para você. Outro dia a gente marca. Um beijo". Rapaz, não deu 10 minutos e ela me ligou dizendo que ia me encontrar às 23h no Rio. Impressionante, não?

- "E onde você consegue esse monte de mulher?", quis saber um dos amigos.
- "No taxi mesmo. Todo dia. Já escalei uma pra hoje à noite", respondeu prontamente o galanteador motorizado.

O papo estava descontraído, e o motorista se empolgava a cada riso que arrancava da platéia. Por fim, ele soltou mais uma pérola. Relatou que certa vez, três mocinhas entraram no carro dele. Uma delas começou a se queixar da vida. E o taxista, bravo velha-guarda da azaração, tratou de explicar pra moça que ela precisava sair mais, que tinha que se ocupar com outras atividades. Segundo o trabalhor, a mocinha adorou o conselho:

- "Rapaz é infalível. Se entra um monte de mulher no seu carro e uma senta na frente. Aqui senta na frente simpatizou com o motorista. Uma delas já me disse isso. Aí você tem que ser bom de papo e não pode ficar em cima. Elas caem! Pode crer", afirmou o taxista se despedindo e recebendo seus pouco mais de R$ 7 pela rápida corrida.

***
Meninas, meninas... Vocês ficam ensinando essas coisas por aí, e depois reclamam dos homens!

Cuidado, hein!

Cada vez mais a Culpa É Delas!!

O blog quer saber: que comentário você faria sobre as revelações do taxista?

(a) - É difícil de dizer, mas... é... tá.. já peguei um taxista durante a corrida! Sim, eu estava no banco da frente!
(b) - As histórias desse taxista parecem mais as de um pescador...
(c) - É, alguém tem que correr atrás de alguém...
(d) - Será que meu namorado faz "ouvido de mercador" também?
(e) - Qualquer outro

sábado, 22 de novembro de 2008

O outro lado da história...

Relação mal acaba é sempre complicada. O casalzinho apaixonado se separa, cada um segue prum lado, mas de vez em quando se esbarram por aí... trocam ciuminhos etc... Vocês sabem como é, né?! Pois bem...

E quando você, por saudade ou qualquer outro sentimento que o valha, invade o orkut da pessoa ex-amada para ver como ela está e lê um scrap do tipo:

"A festa de ontem foi maravilhosa. Você arrasou. Fazia anos que não me divertia tanto assim".

A pessoa que acaba de ler essa mensagem pode até pensar: "ela (e) nem sente mais a minha falta. Veja só: está arrasando nas festinhas!"

É, nobres leitores, mas existe o outro lado da história.

Dia desses, um de nossos artilheiros, enquanto lanchava, tirou um tempinho para jogar conversa no trabalho e viu-se numa rodinha só de mulheres. Para variar, elas comentavam sobre seus relacionamentos. Nosso amigo, então, mais uma vez pôde conhecer de dentro o fantástico mundo cor-de-rosa.

Uma mocinha estava na situação acima: relacionamento mal acabado, saudade de um lado, saudade de outro... e uma terceira pessoa no meio do ex-"casalzinho apaixonado".

Às gargalhadas, uma mocinha sapeca confessou às amigas:

- Vocês não sabem o que ela me fez fazer esses dias..
- "O quê?", pergutaram as amigas, ávidas pela resposta.
- Me fez ir no orkut dela e deixar um scrap do tipo: "A festa de ontem foi maravilhosa. Você arrasou. Fazia anos que não me divertia tanto assim". Ela me pediu para fazer isso, pois sabia que o ex ia ler mais cedo ou mais tarde...

Todas morreram de rir!

***
É engraçado. Confessamos.

Mas o melhor é que serve de lição: camaradas, se acalmem, não é preciso morrer de ciúmes por aí... sempre existe o outro lado da história!

E vocês, fiéis leitores e leitoras do ACED, já deixaram um scrap desse tipo para ajudar alguma amiga ou fizeram algo parecido?

(a) Jamais. Sou contra a mentira
(b) Já fiz pior
(c) Nunca tinha pensado nisso. Vou copiar a idéia
(d) Se eu contar o que fiz, perde a graça...

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

A guerra dos sexos!

O que iremos mostrar no post de hoje é algo surpreendente. Um atacante e uma mocinha, ambos ex-colegas de trabalho de um de nossos artilheiros, travaram recentemente uma discussão via msn. O papo estava ameno no início. Nosso amigo e a moça divergiram sobre a foto que ele havia colocado em exibição em seu msn. O craque fez um brincadeira e resolveu provocar a danada, que sem perceber caiu na pilha.

A moça pediu que nosso personagem trocasse a foto e ele se recusou.

Ele: Está linda (a foto). Mulher gosta de homem feio.
Ela: Está enganado.

Nosso amigo iniciou a pilha.

Ele: Quem gosta de homem bonito é viado. Mulher gosta de dinheiro.
Ela: Você está com um papo de corno.

O problema, queridos leitores, é que a mocinha disparou sem dó e sem piedade.

Ele: Corno? Nunca fui.
Ela: Você deve estar se referindo a sua mãe... com todo o respeito! (Nesse momento, a sapeca quis dizer que a mãe do jovem centroavante gostava de homem feio. No caso, a progenitor do nosso amigo).

Ele: Pesquisa recente mostra que os homens sabem identificar mais os indícios de traição.
Ela: Porque levam mais chifres.

Com a guerra declarada, o personagem decidiu investir pesado e soltou pérolas do machismo durante a conversa.

Ele: Mulheres deveriam ficar em casa. Lavando a louça. E arrumando a casa.
Ela: Por isso você vive só.
Ele: E falando mal dos vizinhos.

Apesar de essa ser uma das "pilhas" mais absurdas e baseada em um pensamento totalmente retrógrado, a mocinha caiu e partiu pro contra-ataque.

Ela: Este teu discurso é de covarde, porque tem medo de encarar e disputar o mundo com as mulheres.
Ele: É extamente o contrário. Essa dispusta não deveria acontecer em primeiro lugar. Sacou? Vocês é que complicam tudo.
Ela: Porque não é justo, nossa capacidade de competição é bem maior...

Sagaz, o "Velha Guarda da Pilha Alheia" contou uma "histórinha". Disse que um professor dele havia dito que quando certa empresa vai negociar com um ou dois empresários, eles levam três executivos para "intimidar". Quando sabem que haverá uma mulher do outro lado da negociação, eles também levam uma mulher. "Para ficarem discutindo besteira, enquanto os homens fecham negócio", explicou o mocinho.

A pequena ficou irada. Como ambos tinham acabado de deixar a mesma empresa há pouco tempo, ela começou a comparar rendimentos.

Ela: Fala sério. Trabalho muito mais que vocês, fracos sem disposição!
Ele: Hahaha... Vocês fazem social. A gente é eficiente. Vocês ficam falando besteira no trabalho.
Ela: A gente faz social porque vocês babacas páram tudo quando entra uma mulher nova num ambiente de trabalho. Todos ficam admirando, babando como um cão sarnento.
Ele: Claro. Por isso, mulheres no Oriente usam turbante: para não atrapalhar nossas vidas.

Mesmo depois dessa, a mocinha não percebeu que era pura pilha.

Ela: Os homens são fracóides e tentam ofuscar as mulheres para não serem ofuscados pelo brilho delas.
Ele: Você tem sério problemas com os homens, mocinha

Nesse momento, ela perdeu as estribeiras e soltou sem dó:

Ela: Sou melhor que muitos merdas daquela redação. (Disse a moça numa referência aos ex-colegas de trabalho).

O centroavante ligou a pilha na velocidade 5:
Ele: Quem chegou à lua? O homem. Quem inventou o carro? O homem. Quem inventou o avião? O homem.
Ela: Quem pensa é a mulher, os homens são paus mandados.

A ira era tanta, que ela começou a atacar os amigos que o atacante fez no trabalho:

Ela: Você está com o discurso idiota como o Camisa 27 (que tem histórias publicadas nesse blog) e companhia. Não é a toa que se identifica com esse povinho medíocre.
Ele: Eles são meus amigos.
Ela: Chama aquela panela de amigos? Você tá mal de amizade mesmo...
Ele: Você, ao contrário, não fez amigos na redação.
Ela: Fiz váááááários. Muito mais cabeças.
Ele: É. Tipo o editor que tentou te pegar? Chama isso de talento?

Bem, nobres leitores, daí pra baixo a baixaria rolou. A mocinha ficou ainda mais irada e continuou com sua metralhadora giratória.

Ela: "Tenho fontes, tenho capacidade de ganhar a confiança do chefe e SEGURAR UM CADERNO SOZINHA". (Caderno, no caso, é um suplemento do jornal)

Por fim, discutiram sobre o que cada um fez enquanto esteve na empresa, até que ela disparou:

Ela: TERMINEI COM SUCESSO.
Ele: Então porque não ficou lá (no emprego)?
Ela: AINDA VOLTAREI.
Ele: Pff
Ela: AGORA VOCÊ, NÃO SEI.

Minutos e farpas depois, nosso protagonista terminou a conversa de forma amigável, mesmo tendo provado do descontrole da mocinha:

Ele: Você é muito engraçada. Vou nessa, querida. A praia me chama. Beijos!

***
Na sua opinião qual foi a melhor frase da mocinha:

(a) - "Trabalho muito mais que vocês, fracos sem disposição!"
(b) - "Chama aquela panela de amigos? Você tá mal de amizade mesmo..."
(c) - "A gente faz social porque vocês babacas páram tudo quando entra uma mulher nova num ambiente de trabalho".
(d) - AINDA VOLTAREI.

Com uma ex-colega de trabalho assim, quem precisa de inimigo?

A Culpa É Delas!

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

A frase

Os homens são acusados de machistas e preconceituosos. Essas duas palavrinhas integram as farpas que algumas moças costumam disparar por aí. Nas rodinhas delas, não é raro ouvir que os homens não pensam... ou só pensam com a cabeça de... (vocês sabem!). Pois bem, esses dias um de nossos artilheiros mais uma vez se aventurou pelo universo feminino, durante conversa com amigas do blog, e viu que a história não é bem assim. Tem mulher que.... deixa pra lá!

Voltemos aos fatos.

O papo entre o grupinho de amigos estava animado e foi impossível não travar longos duelos sobre a guerra dos sexos.

Em determinado ponto do debate, uma mocinha decidiu contar o que, segundo a própria, uma amiga pensava em relação aos homens (É sempre uma amiga que pensa. Nunca elas, já perceberam?!).

A revelação arrancou risos das outras mocinhas que participavam da roda. Ao nosso artilheiro, contudo, a frase levou reflexão. Na reprodução que faremos abaixo, iremos substituir um termo que a mocinha usou por seis asteríscos (Acreditem: crianças lêem o blog). Mas, para não furtar nossos nobres leitores da informação, adiantamos que ****** significa "bater bola atrás do gol".

A frase, jovem, foi a seguinte:

- "Posso não topar, mas o homem que leva uma mulher pra cama e não tenta colocá-la de quatro ou comer o ******, não é homem suficiente", disse sem gaguejar.

***
Reparem que a moça abre a frase com o "posso não topar". O que ela quer mesmo é que o jogador tente, se arrisque.

E vocês o que acham da frase da mocinha?

(a) Mostrou que elas é que são preconceituosas
(b) A mocinha deu a senha para nosso artilheiro subir pro ataque
(c) Uma boa colocação. Homem tem que tentar isso sempre.
(d) Muito ruim do ponto de vista do "feminismo-feministicamente-feminino". Revela que ela prefere esperar pela iniciativa do homem.
(e) Vou pensar nisso!