terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Quando o(a) "ex" entra em campo

Leitores queridos, amigas e inimigas do Blog,

Esse é o último post de 2008. Não poderíamos deixar de agradecer a presença de vocês nesse polêmico espaço virtual, onde as máscaras de algumas mocinhas caem como confete em dia de carnaval. Queremos deixar um agradecimento especial a todas as culpadas (sem vocês esse blog não teria sentido!!!). O ano de 2009 já pede passagem e traz a certeza de que muitas partidinhas e gols estão por vir. A disputa pela artilharia recomeça, deixando mocinhas radiantes.

O A Culpa É Delas aproveita para anunciar que está entrando de férias e volta em breve com muitas novidades!

A Copa do Mundo do Flerte, contudo, não pára! Pra cima delas!

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A história de hoje é um clássico sobre o comportamento de artilheiros e mocinhas diante de uma mesma situação. Recentemente, nosso Camisa 11 presenciou cenas parecidas e comportamentos distintos, e ficou com aquela pergunta no ar: por que será que o “ex” de uma amiga mexe tanto com a amiga da amiga?

Claudinha, Tati e Fernando se conheciam há algum tempo. Fernando trabalhava com Claudinha e depois de um flertezinho começaram a namorar. O compromisso durou um ano, e durante esse tempo, Tati, assim como outras coleguinhas de trabalho e folia, manteve uma presente amizade com o casal.

Passados alguns meses após o término do namoro, uma amiga em comum dos três deu uma baita festa para comemorar seu aniversário. A relação entre os ex-namorados, pelo que consta, parecia normal, não existia ciúme, cobrança pós-termino, enfim... nada disso!

Lá pelas tantas, Claudinha curtia a festa numa boa quando vê um “embolo” no meio da galera: era seu ex-namorado e sua amiga.

Ok, ok! Ninguém era de ninguém! Todo mundo é livre! Mas, existem caros leitores, sentimentos que os seres humanos não sabem expressar, explicar, definir. O fato é que rolou um ressentimento, embora hoje, todos digam que tudo está bem! Coisas da vida.

O curioso para nossos artilheiros é que uma história com ingredientes semelhantes aconteceu semanas antes. Uma outra festinha reunia grandes e velhos amigos, anônimos e a “ex” de um amigo. Nosso camisa 11 estava lá, driblando pra esquerda, driblando pra direita quando avistou algo suspeito: o Camisa 27 num papinho animado com a “ex” de um amigo, chamada Bruna.

Na hora, o nosso Camisa 11 assinalou o impedimento: no conceito dos artilheiros, um gol desse, sem que antes role uma conversa, uma explicação, é gol contra, ilegítimo. Pois bem, mas para algumas mocinhas isso não faz muito sentido.

Nosso amigo distraiu-se, foi beber cerveja e mais ou menos uma hora depois voltou a procurar pelo Camisa 27. Numa rápida volta pela sala do apê, onde rolava a festa, também não encontrou Bruna.

Quando chegou em um dos quartos, viu que havia uma galera sentada na cama fumando cigarro e conversando, e ao fundo, na varandinha, estava o Camisa 27. A porta estava meio fechada, e só era possível ver metade do corpo do craque, que se mexia na direção do escurinho, sorrindo e esticando a mão, como se fizesse carinho em alguém.

- “Meu Deus!”, pensou o Camisa 11, que pegou o telefone, ligou para o Camisa 27 e exigiu que ele saísse de onde estava.

Sem entender direito, o craque veio ao encontro do amigo. Nesse exato momento, a porta do banheiro, que fica do outro lado do corredor onde estavam os atacantes, se abre e por ela sai Bruna.

Camisa 11 correu para a varanda para ver quem estava com o Camisa 27, e a surpresa foi imensa: era uma gatinha (um bichano mesmo), que também habitava a casa.

Restou ao Camisa 11 pedir sinceras desculpas ao amigo.

- “Foi mal, cara. Pensei que você ia pegar a ex do nosso amigo”.
- “Tá maluco, cara?! Isso não se faz”, decretou o Camisa 27.

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A polêmica está no ar e promete se estender até janeiro. Afinal de contas, é verdade que as amigas sentem atração pelos exs das amigas. Por que será que os artilheiros têm esse código de comportamento?

Você já viveu algo parecido? A Culpa foi Dela?

Até breve!

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

É só tirar a aliança

Festa de fim de ano é sempre festa de fim de ano. Bebida, confraternização, azaração, enfim, todos os ingredientes para que algo dê certo, ou errado, dependendo do ponto de vista. O fato é que são nesses momentos em que muita gente se libera, a pegação rola solta e tem gente que esquece que é casado.

Na história em questão, a moça se "esqueceu" completamente que é noiva. Como se não bastasse, fez questão de esquecer disso com gente conhecida.

Dois amigos -- Bernardo e Gustavo -- de longa data estavam reunidos na festa de fim de ano da empresa de um deles. Moram na mesma rua, de frente para o outro. Gustavo conseguiu um convite para que o amigo fosse à festa. A noite prometia... O evento era grande, muita bebida liberada e o melhor de tudo: Muitas mulheres. E boa parte delas estavam ali com o mesmo propósito dos dois desbravadores da noite.

No meio da festa, encontram com Daniele, irmã de Bernardo. Ela acompanhava uma amiga também. Preocupado, o irmão pergunta a ela se o noivo dela estava ciente da presença da moça no local. Daniele responde que sim. Alguns minutos mais tarde, na presença do irmão e dos amigos, vira-se para uma amiga e fala:

"Hoje quero beijar muito na boca", diz, sem rodeios.

Gustavo, ao ouvir aquilo, se espanta. Afinal de contas, Daniele está noiva, de casamento marcado e na frente do irmão. No fundo, ele sabia que aquilo não iria acabar bem. Ainda mais depois de constatar que a moça não usava um adereço precioso para as mulheres que estão prestes a subir ao altar: a aliança de compromisso

Horas depois, festa rolando e o álcool dominando, Daniele e Gustavo se encontram. A essa hora, Barnardo já estava "arranjado" em outro canto. Começam a conversar, e o papo não demora muito. Logo se atracam em algum canto. E voltam para a festa, cada um para o seu canto.

Gustavo continua em busca de mais vítimas, e alvo é o que não falta. Chega a beijar outra moça na frente de Daniele, que olha com cara de poucos amigos.

No fim da noite, com Bernardo em outro canto, o amigo vira-se para Daniele e diz que vai embora. De forma inesperada, a moça manda, de forma direta.

"Não vai me levar?"

Era a senha para que a noite não acabasse bem, dependendo, é claro, do modo como se vê as coisas. Saíram juntos e foram para o primeiro motel que acharam.

Depois de uma noite frenética e de muitas ligações de Bernardo para o amigo, eles vão para casa, na mesma rua. Quando se aproximam de casa, Daniele abre a bolsa, retira a aliança, e a coloca no dedo. Bernardo pergunta a ela sobre o noivo, e se ela não sentia algum tipo de remorso. Daniele emendou, na lata.

"Sem a aliança, não me sinto de ninguém"

Desceu do carro e voltou a ser a noiva "perfeita".

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É por isso que um amigo meu costuma dizer: Em mulher, confio na minha mãe, e olhe lá.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

"Fala baixo..."

A história de hoje fala um pouco sobre mudança de hábitos, surpresa e espanto. Depois de ler o último post do ACED, um amigo do blog procurou um de nossos artilheiros para contar algo que recentemente aconteceu com ele.

O nobre cidadão é um velho freqüentador de “inferninhos” no Centro do Rio de Janeiro. De tanto ir em um mesmo antro, o camarada acabou ficando “amiguinho”, digamos assim, de uma das moças que trabalhava no local: Fulana, uma loirinha de parar a Avenida Presidente Vargas e Praça da Bandeira de uma só vez.

Sempre que o rapaz ia à “boate estilizada” (coloquemos dessa forma), ele conversava com a mocinha, falava da vida, trocava uns beijos e algo mais.

Certa vez, caminhando pelos barzinhos do Arco do Teles, nosso amigo deparou-se com a bela loira. Lá estava ela, sentada à mesa, tomando umas cervejas, cercada por amigas e amigos. Aquela era a primeira vez, que o atleta encontrava a mocinha fora do trabalho.

- “Fulana, que surpresa!”, disse o jovem, ao se aproximar da mesa.

Meio sem jeito, a loirinha levantou-se, deu um passo à frente do nosso camarada e o cumprimentou.

- “Oi. Como vai”, disse, ajeitando o cabelo.

Imediatamente nosso amigo continuou a conversa.

- “E aí, continua lá no...”, tentava perguntar, quando foi bruscamente interrompido pela loira, que o catucou no braço e deu mais um passo para longe do grupinho de amigos.

- “Fala baixo... Saí de lá. Agora trabalho com Tele-Marketing. Tá vendo? Esse é o pessoal do meu trabalho”, revelou a mocinha, que, segundos depois, voltou para a mesa e deu um beijinho apaixonado em um colega de trabalho.

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Caraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaamba!

A mocinha mudou de vida, o que é positivo!

Mas é cada uma que acontece!

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

A gata...

Alguns de vocês já devem saber o que os homens são capazes de fazer por causa de uma mulher. No post de hoje vamos contar um caso recente, de um amigo do blog. Às vezes a gente não se dá conta, mas os homens perdem a noção das coisas por conta de uma mulher e acabam protagonizando histórias... digamos... engraçadas.. curiosas e por aí vai. É claro: tudo por Culpa Delas!

Sabe aqueles jornais populares que todos os dias publicam a foto de uma musa, de biquíni ou cobrindo as partes íntimas com a mão? Pois bem... nosso bravo amigo estava folheando uma edição desse jornal dia desses e deparou-se com uma bela musa, segundo o próprio.

Abaixo da foto, vinha um texto pequeno, onde a mocinha dava o seguinte recado: “Tenho 26 anos, sou solteira, moro sozinha e gosto muito de beijar na boca”.

Caros leitores, não sabemos ao certo o que tocou nosso amigo: se foi a mensagem ou se foi a foto. Sabemos é que ele não resistiu e mandou um e-mail para a pequena.

Atacante: Oi, vi sua foto no jornal hoje. Ficou muito bonita. Parabéns! Vamos marcar de sair?

A resposta da moça foi direta e decepcionou nosso amigo:

Mocinha: Oi. É R$ 500, duas horas! Só marcar!

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Quando o Velha Guarda da Azaração contou essa história para os amigos, virou alvo imediato de todos os tipos de chacota. Aonde já se viu mandar cantadinha para essas “garotas do momento”, “musa da galera”, “Gatinha surpresa”??? enfim...

Para se defender, ele disse que viu ali uma boa oportunidade e não resistiu aos encantos da moça...

Não adiantou: ele continuou sendo zuado.... e por Culpa Dela!