segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Sem foco, sem gol!

É preciso ter foco. Quando uma escola de samba entra na avenida lá estão todos os componentes numa só voz, sorrindo e fazendo o melhor para chegar à Apoteose e merecer o grito de "é campeã", que vez ou outra, eclode das arquibancadas na dispersão.

Quando um atacante entra na área, ele quer o gol. Vai fazer de tudo por ele, com talento e ginga de corpo. Mas as mocinhas... Ó céus, que capacidade de mudar de planos ou, simplesmente, não saber realmente o que quer.

Certa vez, nosso Camisa 11 foi à uma festinha num apê na Barra da Tijuca, que tinha um ambiente propício pra ataques: havia quatro quartos no apê, todos livres. Os hormônios estavam em plena ebulição, tal qual a bateria de um escola de samba ao entrar na Marquês de Sapucaí.

Ágil, nosso craque partiu pra cima de uma mocinha que há tempos flertava com ele. Começou com um papinho morno, mas logo revelou suas intenções. Revelando igual interesse, ela caiu nos braços do Don Juan Tupiniquim.

Ficaram um tempo na varanda, conversando, trocando beijos até que o clima começou a esquentar. As mãos já não se comportavam e nosso amigo armou o plano. Antes de fazer a tal proposta, foi até os quartos, conferiu se ainda tinha algum livre e convidou a mocinha.

Já cercado pelas quatro paredes, o aquecimento teve seu início. Nosso artilheiro, como mencionamos acima, estava focado na partida. E sentia que muito em breve ia comemorar mais um gol brasileiro.

O vuco-vuco tomou conta do ambiente e o Camisa 11 começou a despir a moça, que parecia em êxtase, ofegante. Quando foi tirar a blusa da danada. A alça arrebentou. Coisas que acontecem no calor da emoção, correto?

Não para ela. A mocinha perdeu o foco no jogo e se concentrou apenas na blusa, que qualquer pontinho resolveria o problema ou até mesmo um nó tosco ligando a alça e parte da blusa, como acabou sendo feito.

- "Minha blusa da marca X. Meu Deus! Custou R$ 80!!", exclamou a moça.
- "Relaxa, a gente resolve isso depois", minimizou o craque.
- "Como depois? Minha blusa rasgou".
- "Calma... volta aqui, vem! Eu dou u jeito nisso... se for o caso eu compro outra blusa depois", insistiu o atleta.

Mas, amigos, não teve jeito. Nosso matador jamais tinha visto tanto apego a uma blusa.

Ele tentou contornar, insistiu, fez promessas, mas nada deu jeito e o desfecho foi trágico. A mocinha, após dar um nó na blusa, resolvendo o problema provisóriamente, deixou o quarto, deixando nosso craque sozinho, com o time em campo.

Um zero a zero lamentável!

Tudo por causa de uma blusa?!

5 comentários:

Diego Peixoto disse...

tem coisas que as mulheres fazem e não conseguimos entender.. mas fazer o que, no final, a gente gosta.. rs

abs primo!

Anônimo disse...

Elas são mestres nisso!! Que raiva que dá... PQP!

Anônimo disse...

nossssa senhora... tudo por causa de uma blusa?!!?!?

elas são fodas!

Damine disse...

Acho que a mocinha talvez não estivesse assim tããããããoooo empolgada, pois, como já dizia minha vó: "Fogo morro acima, água morro abaixo e mulher quando quer dar, ninguém segura". Nem blusa arrebentada, nem calcinha furada, nem salto quebrado, nem rede rasgada e muito menos cama quebrada.

Marcella disse...

nesse caso aí, a bateria só tocou pro camisa 11. tsc tsc tsc