terça-feira, 13 de outubro de 2009

Ele era o campeão...

A história de hoje é forte. Antes de levá-la ao ar, o Conselho Deliberativo do ACED se reuniu durante dias para avaliar a melhor forma para abordar esse caso. Por fim, achamos que acontecimentos como o que iremos narrar em breve precisam estar à luz para que ninguém duvide de que Elas são capazes das coisas mais escabrosas dessa vida.

Até aquela noite, nosso craque ainda duvidava. Dizia que o único problema de algumas mocinhas era o temperamento instável: "uma hora tá feliz com o mundo e na outra odeia a todos". Mas naquela noite ele descobriu que pode esperar de tudo... até mesmo durante um momento é sublime!

O jogador foi à noite com uns camaradas, focado em balançar as redes. Numa festinha na Zona Sul do Rio, ele trabalhou pela esquerda, avançou pela direita e logo logo viu-se cara a cara com o gol. Que maravilha!

A mocinha era simpática, bonita e falante. Com um sorriso cativante e uma mania sensual de ajeitar o cabelo, a sapeca deixou uma boa primeira impressão... mas foi só a primeira impressão. A última foi terrível. Vocês vão entender.

Depois de trocar beijos e abraços, o atacante levou a mocinha para dentro das quatro linhas. A partida começou agitada e com a temperatura elevadíssima. Era mão pra todos os lados!

Antes do final do primeiro tempo, a mocinha estava toda toda. E em determinado momento, deixou a entender que gostava de "bater bola atrás do gol".

E lá foi nosso matador, destemido e empolgado.

O problema, caros leitores, é que a moça tinha problema.

Bem... existem mil formas de se evitar uma situação constrangedora, mil jeitos de driblar o desagradável. Mas ela sequer tentou. Pelo contrário.

Enquanto nosso amigo pratica o tal ato atrás do gol, a mocinha começou a sentir algo estranho: um reboliço na barriga. E sem qualquer cerimônia, disparou (literalmente):

- "Segura essa, campeão!", disse a pequena, largando um gás venenoso.

***
Claro: ele nunca mais a procurou!

Lamentável, né?!

8 comentários:

Anônimo disse...

Nooooooosa senhoraaaaa!

Anônimo disse...

Ah não. discordo. Porra faz parte.
O cara quer comer o fiofó logo na primeira partida e quer comportamento pudico e "limpo" como se ainda estivessem numa partidinha de recreio? É como dizem elas: não quer brincar, não desce pro play...

Anônimo disse...

não quer brincar, não desce pro play [2]

Anônimo disse...

hahahahahhaa! se fosse o contrário diria q o cara é porco, sem educação, etc.. etc.. essas mulheres....

abs primo!

Marcelo Cypreste disse...

Fala Brunet,
Que historinha com final explosivo, hein! Tô deixando ae o link pro meu blog tb. Abraço
http://ratosdecinema.blogspot.com/

Guilherme Botelho disse...

Hahaha "partida atrás do gol". Que belo eufemismo hein Brunet.

Jadson disse...

é isso mesmo... se fosse o homem, já estava sendo malhado aqui!!! Elas tem q aprender se controlarrr

Marcella disse...

ahuhauahua

caraca, que medo terminar de ler o post... achei que viria o nº 2!!!

agora o camisa aí foi comer qquer um né... e por mais que a boa educação seja conhecida por todas e todos... qquer um é, digamos, qquer um! Seruga aí bicho. rsrs