segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Feio é não fazer gol!

Os bravos leitores do A Culpa É Delas sabem da existência das INHAS (baixinhas, gordinhas, feinhas). Nada contra, diga-se de passagem. É que hoje vamos falar de um outro tipo de moça.

Bem... a vida de artilheiro não é fácil. Tem dia que o craque balança a rede três vezes. Tem dia que passa em branco frente ao filó. Nesses momentos, a cobrança é grande.
Mas artilheiro que é artilheiro sabe que cedo ou tarde a bola vai pingar na área e ele estará bem colocado para estufar o barbante.

O post de hoje conta a história de um amigo do blog, habilidoso matador e exímio finalizador. O nosso Camisa 30 também é conhecido como o "Destemido do Leblon".

É que ele é o tipo de craque que não dispensa desafio. Diante de um zaga mal encarada, ele parte pra cima. Gols, ele faz de tudo quanto é jeito, até de canela... Até porque, nosso nobre camarada segue o mandamento do grande artilheiro Dadá Maravilha, que um dia proferiu o mantra: "Não existe gol feio. Feio é não fazer gol".

E a história de hoje trata um desses tentos do nosso amigo.

Ele estava numa festinha e depois de enxugar algumas garrafas de cerveja partiu pra cima de uma mocinha. Quer dizer, uma moçONA.

É, gente! A danada era do time das pesos pesados, categoria GG redondo forever.

Pois bem, diante da oportunidade, nosso craque não sentiu medo. Alías, tem gente por aí que diz que homem de verdade pega mulher bonita e baranga. Só pra provar que ele gosta mesmo é de mulher, não importa o tipo. Pois bem, a festinha rolava num casarão, que fica numa rua inclinada, com piscina, uma espécie de mini-boate e tudo.

A conquista foi rápida e o passo seguinte já anunciava o gol.

A moçona sorria toda-toda e nosso amigo se desdobrava para abraçar a roliça. Quando o clima esquentou, ele convidou-a para continuar a partidinha dentro do carro.

Eles saíram da festa e foram pro carro do Destemido do Leblon, que estava quase em frente à mansão. Eles caminharam um pouco e logo retomaram os amassos.

A temperatura estava nas alturas. Nosso amigo é um verdadeiro craque dentro das quatro linhas e não dava sossêgo pra sapecona. E a moça, superofegante, pedia mais.

Na hora do vuco-vuco, ela quis ficar por cima. Mesmo já tendo sentido o peso da danada, nosso atleta topou. E lá foi ela, feliz da vida como se estivesse numa gangorra.

A moçona gostava de falar e emitir sons durante a partidinha. O Camisa 30 gosta disso. E naquele momento, ele esperava ouvir algo do tipo: "vai, vai", "não para, po#$#$%a", "me xinga" etc.

Mas, o que se ouviu em determinado momento, foi um enigmático nhec, nhec, nheeeeeeeeeec...

Não, gente! Esse barulho não era da moça. Era o carro gritando. É que o peso da danadona era tanto que o freio já não suportava o remelexo dela. (Lembre-se que eles estavam numa ladeira!).

Totalmente entregue à partida, nosso amigo demorou a sacar o que estava acontecendo. Mas, em segundos, voltou a si .

- "Para de pular, para de pular" - disse o jogador, que num elã, puxou o freio de mão com força.

Sim, amigos e nobres leitores, o carro estava começando a descer a ladeira.


***
O "nhec, nhec" do freio soou como um apito final.

Nosso amigo, o Destemido, encarou a moça GG, levou-a para o carro e partiu pra cima... Fez tudo que manda a cartilha do bom artilheiro, só que, na hora H, o peso da moçona comprometeu o andamento da partida.

A Culpa É Delas, né?!

7 comentários:

Bruninho disse...

hahahahahaa.... sensacional! o artilheiro tá certo, se não parasse, acabava num poste ou no carro da frente... já a moça GG queria é que o mundo se acabasse ali mesmo... talvez nunca mais teve uma chance igual a essa.. heheehehehehehhe!!!!

moçona é demais!

Anônimo disse...

hahahahahah.... sapecou a gordona..

Anônimo disse...

pô, tem que pensar bastante.. sempre tem uma melhor mais "leve"..

abs primo!

Ana disse...

Que Deus te proteja, artilheiro!

Anônimo disse...

Cuspindo no prato que comeu.

Karla disse...

HAHAHAHAHAHAHAHAHA....

Marcella disse...

hauhauhauhuahuahuahuauhau

to me rachando aqui em Sampa!!!