segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Ô dúvida cruel!

Quem trai mais: o homem ou a mulher?

A inimigas do blog têm a resposta da ponta da língua, mas uma coisa precisa ser dita: elas são mais frias e calculistas quando decidem pecar.

Vejam o que aconteceu, dia desses, com um craque da azaração.

Viajando pela América do Sul, nosso amigo conheceu uma bela francesa. Admirador do embate carnal entre as espécies, nosso atleta logo se preparou para entrar em campo.

Papinho pra cá, elogio pra lá e a mocinha caiu nos braços do bravo conquistador brasileiro. Após um dia de passeio, ele fez aquele convite:

- E aí, vamos dormir juntos hoje?
- Vamos, claro. Mas só pode ser hoje, tá?! Meu namorado tá chegando amanhã pra me encontrar aqui...

***
Nosso amigo, claro, cumpriu seu dever esportivo e balançou as redes, com um belo gol internacional. No dia seguinte, amanheceu com a certeza de que é cada vez mais difícil largar a Copa do Mundo do Flerte e ser exclusivo de uma só mocinha.

E aí, fiéis leitores, elas são ou não são mais frias que os homens nessas horas?

domingo, 23 de agosto de 2009

O duelo

Conspirações do destino levaram nosso Camisa 11, mais uma vez, para uma daquelas casas de show onde o funk toca alto e a cerveja é baratíssima, em algum canto do chamado Grande Rio. Acompanhado de um amigo, bravo atacante da noite carioca, nosso Dom Juan dos Trópicos passou a analisar o cenário que se formava.

No conforto do camarote, onde se pagava pouco mais de 10 pilas para entrar, o amigo do craque apresentou ao Camisa 11 duas amigas que haviam acabado de chegar. Vestidas a caráter, com calça bem colada e decote sugestivo, as meninas chamavam atenção.

O talento de ambas ficou transparente logo na primeira música. Era coisa de dançar até o chão, chão, chão...

Quando menos se esperava, lá estava nosso craque no meio das mocinhas dançando e formando o tradicional sanduíche. Mas era tudo dança... ou provocação, vai saber?

A verdade, meus caros, é que não sabemos exatamente o que esperar das mulheres.

Na mesa ao lado, um grupo de conhecidos do amigo do craque enxugava umas garrafas do mais legítimo (???) líquido escocês. No meio do grupo, um nobre atacante se destaca pela aparência.
E Fuluna e Ciclana, as mocinhas que estavam vestidas a caráter, logo o notaram.

Ciclana, mais atrevida que a outra, deu logo um passo à frente e puxou assunto com o atleta. A partir daí, nosso Camisa 11 tornou-se mero expectador dos lances.

O tal matador sorriu e também causava risos em Ciclana.

Fulana é que não gostou muito. Na primeira oportunidade, já se aproximou do casalzinho que estava em vias de se unir. Falastrona, ela logo entrou em campo... quer dizer, no papo.

O atacante, então, abriu um sorriso ainda maior. Cumprimentou a outra mocinha e começou a bater papo com ambas.

Ciclana apelou para a ousadia e entre uma frase e outra, dava um jeito de abraçar o carinha, forçando uma clássica disputa entre amigas.

Fulana não queria perder a guerra e logo começou a dançar de forma sensual. Com as mãos no joelho, fazia questão de encostar no jogador, que parecia não acreditar na cena. Sim, ele começou a ser disputado pelas duas, segundo a segundo.

O cenário que se desenhava era tão bizarro, que nosso Camisa 11 tratou de acompanhar. “Até aonde elas iriam?”, perguntou-se nosso amigo.

Bem, como dissemos acima, não sabemos ao certo o que esperar das mulheres. Mas até que aquele desfecho não foi tão inesperado.

Irritada com a possibilidade de perder o matador para a amiga, Ciclana, num elã, partiu pra cima. Com as mãos no cabelo da colega, esbravejou:

- Piranha, tá dando em cima do meu homem!!
- Saí daqui... piranha é você. Ele não quer nada contigo!

(Mimosas essas amigas, não?!)

Sim. Baixaria total. A galera que assistia à cena de longe apressou-se em separar as danadas, que segundos depois de iniciarem a discussão, já estavam puxando os cabelos umas das outras e entrando em rota de colisão com o chão.

O matador em questão limitou-se a rir da briga das moças, que acabaram sendo expulsas da festa.

***
Pode parecer conto do fantástico mundo do flerte carioca, mas, de fato, aconteceu na noite de uma quinta-feira dessas.

Leitores, caros leitores, aonde elas vão parar assim?!

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

A danadinha

A tal da mentira tem perna curta. E se a pessoa que a profere entornou algumas doses de álcool, a perna é curtíssima.

Um amigo do blog pode comprovar isso da pior forma. Numa grande festa da empresa em que trabalha, nosso craque escolheu seu alvo, calçou as chuteiras e partiu pra cima de uma mocinha sorridente.

A papo nem foi longo e nosso amigo faturou a danada sem dificuldades. Ficaram mais um tempinho trocando beijos ardentes até que cada um foi prum canto bater papo com os respectivos amigos. Meia hora depois, eles se encontraram outra vez e partiram pros beijos e abraços. E tudo corria bem.

A pequena então falou que iria ao banheiro e nosso craque voltou pra roda de amigos. Mais ou menos uma hora depois, ele procurou a mocinha. Como já havia faturado os beijos da sapeca, ele já chegou colocando a mão na cintura dela. Mas a mocinha refugou.

- Então... é que hoje é meu último dia na empresa. Quero aproveitar para passar mais tempo com minhas amigas, tá?!
- "Beleza então. Valeu", despediu-se o jogador, sem entender muito a decisão dela.

No caso (e os juristas do flerte concordam), não houve ali uma dispensa clássica. O argumento era até plausível, apesar de nosso atacante ter certeza de que em nada atrapalharia a moça.

O problema, meus caros, é que a mocinha não estava muito afim de ficar com as amigas.

Dez minutos depois de se despedir do atleta, ela pegou um outro colega de trabalho. E fez isso metros de distância de onde havia se agarrado com o artilheiro.

- "Quem entende as mulheres?", comentou nosso amigo ao ver a cena.

***
E o A Culpa É Delas quer saber: por que será que ela fez isso?

(a) Porque ela achou que estava numa micareta.
(b) Era o último dia dela e ela queria aproveitar.
(c) Porque ela não gostou de ficar com o artilheiro.
(d) Sei lá, po! Não dá pra entender a mulheres!

terça-feira, 11 de agosto de 2009

A perigosa

Era noite de sábado, por volta das 3h, quando o artilheiro entrou em um barzinho em Copacabana. O recinto em questão era conhecido por receber pela madrugas algumas garotas de programa em fim de expediente. Atrás de um lanchinho, mais uma cerva ou algo mais, elas sempre dão pinta por lá. Nosso craque sabia disso e logo percebeu a entrada de uma loira estonteante, que chegou ao bar olhando para os clientes.

Acompanhado de dois amigos, nosso amigo tratou de analisar a moça e dividir suas impressões com os colegas de mesa.

A loiraça sentou-se perto dos protagonistas e, minutos depois, se convidou para sentar com eles. Além do sorriso iluminado, uma mania de toda hora olhar para a porta do bar chamou a atenção do nosso conquistador das madrugadas.

Dez minutos depois, já entretida com os jogadores, a danada pede um favor ao artilheiro:

- Você poderia me levar em casa? É aqui pertinho...

Criado em meio à malandragem da Zona Norte do Rio e velha-guarda da azaração, o protagonista logo achou que algo estava errado com a moça. Afinal de contas, quando a esmola é demais, o santo desconfia.

- Ó.. você chegou aqui, sentou com a gente. Não para de olhar para a porta. Abre o jogo, você está metida com algo errado?
- Sabe que é... faz dois meses que meu pai começou a desconfiar que eu sou garota de programa.
- E...?
- Então.. ele é sargento do batalhão de Copa, e sempre fica passando por aqui para ver se me encontra!

***
Sujeira total, não acham?!

Algumas mocinhas, não satisfeitas em menear por situações tumultuadas, ainda fazem questão de colocar os artilheiros em apuros.

Xô, mulher perigo!


(Mas ó!, cá entre nós, vocês acham que o artilheiro dessa história levou ou não levou a perigosa em casa?)

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Reserva ou titular?

A história de hoje aconteceu com um amigo do Blog e nos leva a pensar sobre a real intenção de algumas mocinhas. É aquele velho conto do "no início era tudo diferente..." Pois bem, vamos aos fatos:

Flanando por uma festinha na Zona Sul do Rio, nosso protagonista reencontrou uma velha conquista. Conversaram sobre amenidades até que a moça, mesmo sabendo que nosso craque estava namorando, partiu para o ataque. O matador carioca resistiu de todas as formas. No final, ela sugeriu:

- “Não vai me levar em casa?”, quis saber.
- "Não, você não veio comigo. Pode muito bem voltar sem mim”, disparou o jogador.

A danada não ficou satisfeita. Antes de partir, foi se despedir do nosso amigo e largou um belo beijo no rapaz, que com exímia habilidade conseguiu escapar, depois de alguns instantes.

Nosso personagem estava vivendo um momento ruim na relação. Ele morava no Rio e a sua namorada em Florianópolis. Portanto, não era sempre que se viam. Fora isso, as coisas já não iam tão bem. Mesmo assim, ele manteve seu compromisso.

O tempo passou e dias depois, a moçoila reapareceu, desta vez por e-mail.

No primeiro contato virtual, a sapeca disse que tinha mudado muito depois que parou de sair com ele e que sempre gostou da companhia do nobre artilheito. A mocinha reforçou ainda que eles tinham muito a ver um com o outro.

Abalado e sem saber de seu futuro, o jogador aceitou um convite para um chopp. Num sábado de lua cheia, o casalzinho se encontrou em uma choperia tradicionalíssima em Vila Isabel. Durante o chope, o atleta se conteve e a bola não rolou. Da choperia, eles foram para um evento de blocos de carnaval, na Lapa, e depois de algumas cervejas, começou o papinho sobre o ‘relacionamento’.

- “Você tá muito sério com o seu namoro, não é?!”, disse ela.
- “Eu só estava tratando como eu gostaria que fosse tratado. Nada demais. Coisa de respeito”, respondeu.
- “Estava?”, disse ela, bem curiosa.
- “Pois é, estamos vivendo uma crise e o relacionamento, para mim, não vai seguir adiante. Se não fosse isso, não estaria aqui com você”, esclareceu o matador.

A sapeca, então, emendou de prima, surpreendendo nosso amigo:

- “Não precisa se preocupar, não. Terminando ou não, eu quero ficar com você. Sua namorada não mora aqui mesmo e a gente pode se ver bastante. Eu posso ser sua namorada aqui, quando você não estiver com ela, e continuar sendo, quando ela estiver presente. Eu te divido, não tem problema”.

Nosso amigo ficou estático, voando em pensamentos:

- "Essa mocinha é muito bonita, mas nunca foi atenciosa assim. Ela sempre deixou claro que as "nossas partidas" eram amistosas. Agora, que estou namorando, ela mostrou um interesse inacreditável e ainda não se importou com o fato de eu ter a número 1, a titular. Ela quer ser a reserva, mesmo podendo ter uma vaga de titular em outro time. Como pode isso?!", questionou-se o craque.

Estupefato, o protagonista partiu pra cima e passou uma bela noite com a moça. No dia seguinte, ela foi pra casa e o nosso partiu para o Maraca. Logo após ao jogo, ele recebeu a seguinte mensagem: “Adorei o chopp, a companhia e, principalmente a noite. Por mim, repetiremos quantas vezes você quiser. É só marcar. Qualquer dia”.

Em parafusos, nosso craque não sabia exatamente o que fazer. Mas porque será que Elas fazem isso?

(a) No início são todas assim. Mas na verdade, ela só está fazendo um tipinho. O que ela quer mesmo é a vaga de titular.
(b) Ela apenas quer diversão casual. Escolheu o craque, pois, como ele é comprometido, não vai ficar no pé dela.
(c) Algumas mocinhas têm tara por homem comprometido. Entrar em campo com algum deles é um grande desafio.