segunda-feira, 28 de setembro de 2009

O craque e a ex-BBB!

O post de hoje narra um gol que um amigo e leitor do Blog, o Camisa 14, marcou há alguns anos. O bravo protagonista recebeu esse batismo em alusão ao número que o gênio holandês Johann Cruyff estampou às costas durante a Copa de 74. Ambos são craques e autores de jogadas inesquecíveis.

Pois bem, vocês bem sabem que tem mocinha que adora dizer que "o sonho de todo homem" é entrar numa partidinha com duas moças. Só que elas esquecem de um outro, não tão menos importante: o de faturar uma famosa.

E o nosso hábil Camisa 14, um craque da Zona Sul carioca, balançou as redes de uma danada que se acostumou com os flashes. Nosso jogador sacudiu uma ex-BBB. Sim, é verdade! Mas como o A Culpa É Delas não revela nome de ninguém, daremos apenas umas dicas: ela é loira (tinha os cabelos curtos na época do programa) e gostava de um tipo musical típico do Rio de Janeiro. Mas ela tinha um "jeitinho" tão especial, que por culpa dela, aquele acabou sendo apenas um "gol na raça"! Vocês vão entender!

Bem, vamos à história:

O artilheiro estava em um bar no Leme bebendo com mais quatro amigos quando avistou uma mesa com duas mulheres e um homem, todos ex-BBBs. A loira logo chamou a atenção do matador, uma espécie de conquistador intrépido e verdadeiro baloteiro do prazer.

Num ataque à moda antiga, ele pegou uma caneta, um pedaço de papel e fez um bilhetinho. Em seguida, pediu para o garçom entregar à danada.

As palavras surtiram efeito, talvez até mais do que era esperado. O garçom retornou à mesa do Camisa 14 e trouxe o seguinte recado:

- "Ela pediu para vocês sentarem lá com elas", disse o garçom, segurando o riso no canto da boca.

Vocês devem saber como é esse negócio de clima de BBB, né?! É emoção a flor da pele, amigos! Muita coisa pra viver em tão pouco tempo. Resumidamente, nossos amigos ficaram pouco mais de meia-hora à mesa com as ex-BBBs e logo estavam no apartamento da tal loira.

Um outro amigo do nosso craque faturou a outra ex-BBB. O restante ficou jogando conversa fora. Os hormônios dos atletas logo deram ao então silencioso apartamento um clima festivo. O Camisa 14 tava que tava. Partiu pra cima da mocinha com desenvoltura, deixando-a inebriada, perdidinha, tal qual o craque holandês fazia na década de 70.

Os corpos se separaram por uns segundos e a famosa foi na cozinha pegar uma cerveja. Em vez de voltar pro "rale e róla" no corredor, ela entrou na primeira porta à esquerda e, de lá, gritou pela presença do nosso artilheiro.

É aí, meus caros, que a gente comprova que (ai, ai, ai!) essas mocinhas são F@#$%¨&. Não importa se são ou não famosas, se são da Zona Sul ou da Zona Norte, pobres ou ricas... enfim...

Quando passou pela porta, nosso craque olhou a mocinha, que sentada ao vaso, fazia cara de tarada e, ao mesmo tempo, o tradicional número 1. Que desagradável!

- "Vem cá, lindão, que eu te quero agora. Chega mais perto", disse a ex-BBB, tascando a mão na lança do guerreiro brasileiro.

***
Cá entre nós: tudo tem seu tempo! Aquela era a primeira vez do casalzinho e... Tudo bem, que nada indicava que voltariam a se ver outra vez, mas tinha que ser desse jeito? Inimigas do blog, esse nosso discurso parece conservador demais ou apenas higiênico?! Hein, hein?!

Enfim... acontece que nosso amigo ficou constrangido com aquela mistura de necessidade fisiológica e física. Contudo, respirou fundo, pensou na luta pelo milésimo gol e começou os trabalhos. No peito e na raça!

Aquele poderia ter sido um golaço... ai, ai!

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Sem foco, sem gol!

É preciso ter foco. Quando uma escola de samba entra na avenida lá estão todos os componentes numa só voz, sorrindo e fazendo o melhor para chegar à Apoteose e merecer o grito de "é campeã", que vez ou outra, eclode das arquibancadas na dispersão.

Quando um atacante entra na área, ele quer o gol. Vai fazer de tudo por ele, com talento e ginga de corpo. Mas as mocinhas... Ó céus, que capacidade de mudar de planos ou, simplesmente, não saber realmente o que quer.

Certa vez, nosso Camisa 11 foi à uma festinha num apê na Barra da Tijuca, que tinha um ambiente propício pra ataques: havia quatro quartos no apê, todos livres. Os hormônios estavam em plena ebulição, tal qual a bateria de um escola de samba ao entrar na Marquês de Sapucaí.

Ágil, nosso craque partiu pra cima de uma mocinha que há tempos flertava com ele. Começou com um papinho morno, mas logo revelou suas intenções. Revelando igual interesse, ela caiu nos braços do Don Juan Tupiniquim.

Ficaram um tempo na varanda, conversando, trocando beijos até que o clima começou a esquentar. As mãos já não se comportavam e nosso amigo armou o plano. Antes de fazer a tal proposta, foi até os quartos, conferiu se ainda tinha algum livre e convidou a mocinha.

Já cercado pelas quatro paredes, o aquecimento teve seu início. Nosso artilheiro, como mencionamos acima, estava focado na partida. E sentia que muito em breve ia comemorar mais um gol brasileiro.

O vuco-vuco tomou conta do ambiente e o Camisa 11 começou a despir a moça, que parecia em êxtase, ofegante. Quando foi tirar a blusa da danada. A alça arrebentou. Coisas que acontecem no calor da emoção, correto?

Não para ela. A mocinha perdeu o foco no jogo e se concentrou apenas na blusa, que qualquer pontinho resolveria o problema ou até mesmo um nó tosco ligando a alça e parte da blusa, como acabou sendo feito.

- "Minha blusa da marca X. Meu Deus! Custou R$ 80!!", exclamou a moça.
- "Relaxa, a gente resolve isso depois", minimizou o craque.
- "Como depois? Minha blusa rasgou".
- "Calma... volta aqui, vem! Eu dou u jeito nisso... se for o caso eu compro outra blusa depois", insistiu o atleta.

Mas, amigos, não teve jeito. Nosso matador jamais tinha visto tanto apego a uma blusa.

Ele tentou contornar, insistiu, fez promessas, mas nada deu jeito e o desfecho foi trágico. A mocinha, após dar um nó na blusa, resolvendo o problema provisóriamente, deixou o quarto, deixando nosso craque sozinho, com o time em campo.

Um zero a zero lamentável!

Tudo por causa de uma blusa?!

domingo, 6 de setembro de 2009

A maquiavélica

Caros leitores, elas são capazes de tudo... de tudo mesmo! Prestem atenção da história de hoje.

- "Oi... você por aqui? Tudo bem?", perguntou a mocinha ao encostar seu carro próximo à calçada, onde o artilheiro caminhava.
- "Opa... tudo bem! Que coincidência...", respondeu o craque.
- "É... tá indo pra casa? Quer uma carona?", perguntou a danada, que abriu um largo sorriso após o matador aceitar o convite.

Eram pouco mais de 4h e o atacante acabara de sair de uma boate na Zona Sul carioca, quando encontrou a sapeca em seu carro. Há tempos eles haviam vivido um tórrido romance que foi minguando com o tempo.

Habilidoso, o protagonista dessa história passou a evitar a mocinha depois de uns dois meses de relação, que era totalmente informal. "Foi bom", pensava ele, "mas como tudo na vida acaba".

Quem não entendia muito bem isso era ela, que passou a telefonar e enviar mensagens insistentemente logo que os encontros tornaram-se mais espaçados. Com o tempo, o atacante simplesmente parou de atendê-la.

Naquela sexta-feira, a mocinha botou na cabeça que iria encontrar o bamba e quando o relógio marcou 17h, ela ligou para a casa do jogador. Sem ter o identificador de chamadas em seu aparelho, ele acabou atendendo à chamada.

- "E aí? Quanto tempo, né?!", disse o mestre-sala do flerte logo após a mocinha se identificar.

Ela queria marcar de sair e resolveu ligar para ele e marcar um cineminha ou algo do tipo.

- "Ih... não vai dar... hoje estou meio enrolado. Acho que nem vou fazer nada...", despistou.

Inimigas do blog, se vocês chamam um cara pra sair e ouvem "eu to meio enrolado", entendam, por favor, de uma vez por todas, que o carinha não quer nada com vocês. A expressão é um mero eufemismo, usado para não chatear as mocinhas. Se o craque fosse sincero, como algumas mocinhas juram que querem que eles sejam, a real resposta ia causar impacto e a réplica da mocinha seria algo da série: "Não acredito que você me disse isso!".

Se o craque quiser sair com a mocinha, mas realmente tiver um compromisso, ele vai oferecer uma contraproposta: "Não posso hoje por causa disso, mas amanhã nos vemos!". Ele vai deixar sua conquista segura de que o próximo encontro será em breve.

Pois bem, voltemos à história:

A danada não se conformou. Umas horas depois, ela entrou na internet para fuxicar o orkut do atleta. Algumas mocinhas adoram isso! Entrando nas páginas dos amigos dele e somando informações deixadas nos scraps, ela chegou a conclusão: "hoje eles vão para a boate X".

Quando o relógio apontou meia-noite, ela se arrumou e foi para a boate. Ao chegar na porta ficou receosa. Achou que o clima lá dentro não lhe proporcionaria um embate com o matador. Além do mais, ele teria que dividir a atenção entre ela e os amigos. Foi aí que ela traçou a estratégia.

Sim. É exatamente isso que vocês estão pensando.

Por mais de três horas, ela ficou dentro do carro, em frente à boate, esperando o jogador sair. Quando o craque finalmente deixou o agito e se dirigia pra casa, ela simulou o encontro "por acaso".

- "Oi... você por aqui? Tudo bem?".

***
O craque, claro, aplicou o gol de misericórdia.

Mas quando o matador soube da história, semanas depois, a relação caiu em profundo ocaso e nem sequer um olhar fortuito ele guardou para oferecê-la.

Culpa de quem?!