quarta-feira, 9 de junho de 2010

Pedir o telefone? Eis a questão!

Pedir ou não o número de telefone da mocinha? Essa é uma dúvida que muitos jogadores tem durante o primeiro encontro casual. É que, às vezes, todos os lances da partidinha e da aproximação podem ter sido legais, mas não tão legais para serem repetidos, entendem?

Pois bem. Certa vez, um craque brasileiro ficou nessa dúvida. Ele conheceu a mocinha durante uma festa e começou uma conversa sem pretensões.

Uma brincadeirinha aqui, um sorrisinho acolá e nosso amigo percebeu que tinha grandes chances de faturar a moça.

No final da festa, como quem não quer nada, ele soltou uma gracinha e a mocinha já foi logo beijando o matador. Aliás, tudo aconteceu com tamanha empolgação que parecia que o gol rolaria nas escadas do prédio, onde acontecia a festa.

O casal se controlou e partiu para o centro de convenções carnais mais próximo. Nosso atacante atuou como nunca e a mocinha (que sapeca!) era boa de jogo. Nosso bravo atleta jogou nas 11 e aplicou diversos esquema táticos madrugada adentro.

Pela manhã, lá pelas 9h, o casal despertou e nosso amigo começou a refletir sobre a dúvida: peço ou não o telefone dela?

Bem, todo o jogo tinha sido digno de Copa do Mundo, mas o papo da mocinha não era lá dos melhores. E a dúvida é natural, já que "artilheiros de verdade", quando pedem o telefone da mocinha, ligam para ela dias depois.

O discípulo de Baco ficou medindo as considerações, quando o celular dela tocou. A mocinha levantou-se pegou o telefone na bolsa e voltou para a cama:

- Oi, tudo bem com você?, disse ela.
E o papo continuou:
- To na casa da fulana. É que tenho uma prova na Barra da Tijuca hoje, não te contei? Aqui é mais perto, disse a sapeca enquanto acariciava o craque.

Segundos depois, a moça resolveu a dúvida do nosso jogador:
- Também estou com saudade, meu amor. Hoje a noite a gente se encontra. Te amo tanto, lindo!

Ao desligar o telefone, ela soltou:

- Meu noivo sempre me liga de manhã.

***
O artilheiro não sabia. E diante da informação, surgida assim... meio que sem querer, resolveu seguir a vida... sem pedir, é claro, o telefone de sua recente conquista.

Semanas depois, graças a um amigo em comum, o conquistador das quatro linhas soube que a mocinha tinha reclamado: "E seu amigo, hein? Sumiu... nunca mais me procurou"

É mole?

7 comentários:

Bruno disse...

Caracaaaaaaa!!! ainda que não sou eu que tenho o costume de ligar pra minha namorada pela manhã... ficaria com uma pulga atrás da orelha!!!

Noelle Drumond disse...

Genteeeee, não acredito! CARADEPAU! Ainda bem que o artilheiro não ficou amarradão na mocinha noiva infiel. rs

Anônimo disse...

Dizem que noivar nos dias de hoje dar azar e agora me parece que não é só o que dizem. E me parece também, que o artilheiro encontrou uma artilheira a sua altura. Pra julgar a causa, resta saber se ambos comentaram ou perguntaram sobre as suas respectivas situações conjugais, na hora da aproximação.

Anônimo disse...

Fui noivo por dois anos e um mês, quando descobri uma traição dela! É foda... quase tudo comprado e preparado para o casamento. Vocês tem razão, artilheiros: aculpa é delas!!!!!!

Anônimo disse...

Desculpe,mas será que não dá pra colocar um post com uma situação mais comum de acontecer? tipo,o cara te aluga a noite toda com conversinha se fazendo de interessado só pra conseguir um beijo ou algo mais,se tu não for burra e não der pra ele,ele vai embora igualmente sem pedir telefone.Isso é realidade,e se o cara tomou chifre,mereceu,todo castigo é pouco pra vcs. Não é o caso da mulher ter outro,ser interessante ou chata...A realidade é vcs querem pegar uma por noite,só.São bem piores que as mulheres que vcs mesmos condenam.

Paquera Internet disse...

Ola amigo! Citei seu blog num dos meus posts, por achar o assunto abordado muito pertinente e interessante. Segue o endereço para sua apreciação.
http://paquerainternet.com.br/duvidas/devo-perguntar-se-ela-tem-namorado
Ah, seu blog já está nos meus favoritos =) Abraços!

Gabrielle disse...

Que descaradaaaa!!! Sei lá, se e tivesse namorado não julgaria apropriado falar aos dois sobre o outro