sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Doida, doida...

Sabe aquela mocinha que adora fazer um tipinho? Dizer que é isso, que é aquilo? Pois bem... a moça da história de hoje é assim. E a cúpula do A Culpa É Delas nada tem contra os mais diversos de tipinhos, mas se a mocinha disser que é, tem que ser... Vamos aos fatos!

Nosso craque das quatro linhas da azaração estava em uma festinha na Casa Rosa, em Laranjeiras. Naquela noite de sábado, o cenário era um dos mais lindos e propícios ao abate: moças alegres e cheias de graça por todos os lados.

O atacante não perdeu tempo. Ver o tradicional reconhecimento do campo e partiu pra cima de uma belo exemplar do sexo feminino. A danada era do tipo patricinha, cheia de gestos e gírias. O matador aprovou. Contudo, no meio da conversa, ela soltou:

- Cara, eu adoro "doce" - numa referência ao ácido, droga bem comum em raves.

O problema é que a sapeca ficou 30 minutos repetindo seu gosto e contado suas viagens alucinógenas. O Don Juan tuipiniquim sabia que tinha que ouvir os relatos e se mostrar interessado, se quisesse balançar as redes. Porém, atrevido que só, resolveu testar a mocinha.

- Ah é, você gosta tanto assim? Então, calma aí - disse o atleta do flerte, deixando a mocinha com as amigas, por uns minutinhos.

O craque abriu um maço de cigarro e pegou aquele papelzinho prateado que protege os filtros. Cortou um quadradinho bem pequeno e - acredite - colocou embaixo do suvaco, bem sobre a mancha do desodorante, que ainda fazia efeito.

Segundo depois, ele tirou, soprou para secar logo (arg!!) e colocou dentro da carteira.

Dez minutos após se despedir da "sapequinha doceira", ele voltou cheio de amor. Com a atitude dos deuses consagrados da pequena área, agarrou a sapeca, tascou um beijão daqueles e ficaram naquele vuco-vuco sem amarras e protegidos pela escuridão do salão. Assim que o beijo acabou, o artilheiro mandou de primeira:

- Tenho um presente para você - disse o jovem atacante, tirando o papelzinho da carteira.
- Nossa.. que maravilha! - exclamou ela, que sem pensar duas vezes tacou o "doce" na lingua e completou em seguida.
- Uhm? Forte, né?
- É, mocinha... esse aí é novo doce do momento: veleidades de Shiva!, inventou nosso protagonista, achando que ela desconfiaria da brincadeira.

Mas que nada, para surpresa geral da nação, a danadinha, 20 minutos depois, pulava mais que milho em panela quente.

- Iraaaaaaaaaaaaaaaaaaado. To muuuuuuuuuuito doooooooooida - disse, jogando os braços para o alto e pulando sem parar.

***
Ao ver a cena, nosso amigo não acreditou. Afinal de contas, papel e desodorante não são alucinógenos. Diante do "show" da mocinha, uma farsa completa, ele foi driblar em outro campinho. Ali, o gol já não teria tanta graça...

5 comentários:

Sergio disse...

hahahahahahahahahaha... essa foi demais!!!!

Anônimo disse...

imagina ela na cama...rs!

Felipe disse...

huahauhau


Terminei de ler o livro de vocês ontem...

essa história merecia estar lá...

Belo trabalho galera!
abração!

A culpa é delas! disse...

Fala, Felipe!!

Infelizmente, essa história surgiu depois... hahahaha! Aliás, o que não faltam são histórias pipocando por aí! Esperamos que tenha gostado do livro!

Gabrielle disse...

aiai, isso ai é triste pra mim, mega sexy e super descolado falar q é aprendiz de xera cola... tola, ridícula, ignorante, medíocre e burra... nem acredito q isso possa ser estratégia ou flerte pra pegar homem...