segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Se fosse só o grito...

As manifestações de prazer da hora H são sempre bem-vindas. Os artilheiros adoram! Mas é preciso saber onde fazer. Tem lugar que não cabe tal demonstração, chega até a ser crime, sabiam? Em outros, é apenas inapropriado, concordam? Vocês vão entender...

Recentemente, um craque das quatro linhas do amor e amigo deste blog foi tomar um chopinho inocente (???) com uma mocinha, linda, linda, daquelas que para o trânsito.

O caso era antigo, mas ainda não tinha rolado um "vamo vê". Só que logo depois do segundo chope, a vontade já estava à mesa:

- Vamos lá pra casa?, convidou o matador
- Adoraria, mas não sei.

Diante da frase, nosso craque, por alguns segundos, pensou que seria, mais uma vez, vítima do "doce" feminino. No entanto, a preocupação da sapeca era outra.

- Eu quero ir, mas sua irmã não está lá?
- Está, claro. Mas isso não é problema. Ela não se incomoda - argumentou o craque.
- Não é isso. É que fico meio envergonhada.
- Mas com o quê?
- É que eu grito muito naqueles momentos - disparou

A mocinha deixou claro que era adepta do "sexo gritaria", mas isso não afastou as intenções do nosso amigo. Pelo contrário, com ou sem som, ele queria era marcar mais um golaço.

Depois de alguns minutos, lá estavam eles dentro das quatro linhas. Bola pra cá, bola pra lá e a moça começou os urros...

- AAAAAAaaaaaaahhhhhhhhhhhhh.... vaaaaaaaaaAAAAAAAAAAAAiiiiiiiiiiiiiii!

Como já tinha sido avisado de tal comportamento, nosso amigo nem pôde pensar: "Caramba, to mandando vê mesmo"

E como nem tudo são flores, os gritos não conseguiram satisfazer a sapeca. Segundos antes do clímax, ela começou a socar a parede. Isso mesmo, caros leitores. De um minuto por outro, a danada, toda rebolativa e sonora, começou a interagir com a parede. Era cada soco e grito, que os vizinhos podiam até pensar no pior.

Ele tentou domar a fera, mas não adiantou.

Era soco, grito e soco. Algo assustador, heavy metal. Para manter a política da boa vizinhança e não receber, nos elevadores, aqueles olhares que fuzilam: "Olha, dona Maria, é esse menino que gosta de bater em mulher. É o meu vizinho de cima... um horror!", nosso craque deu apito final:

- Para, para. Se controla...

***
Apesar de a partidinha ter sido suspensa, o gol foi para a conta da busca pelo milésimo. A moça se acalmou e concordou e fazer aquilo tudo, outro dia, em lugar mais apropriado.

Aliás, alguém conhece um estúdio, com acústica reforçada, que aceite ser alguado para outros fins, que não o musical?

Bola pra frente... e culpa delas, sempre delas!

Mande sua sugestão/história/desabafo para aculpaedelas@gmail.com

6 comentários:

Garcia disse...

HAHAHAHAHAHAHAHA... mto bom!! Já estava com saudades dos posts...

abs

Botelho disse...

Boa historia amigos ;-)

Don Diego De La Vega disse...

Ela podia ter avisado q socava parede também,

Agora vem cá, se vc pega essa mulher num banheiro de cinema ou avião, não dá, né?

Já sabendo q tende a ser histérica, não consegue controlar quando é necessário?

Suzane disse...

KKKKKKKKKKKK !!! Adorei seu blog e seus texto !!!! Parabéns !!!! E concordo com vc, a culpa é sempre nossa, normalmente porque pensamos demais e na maioria das vezes esses pensamentos são beeeeeeeeeeemmmmmmm fantasiosos. Até +

Suzane disse...

KKKKKKKKKKKK !!! Adorei seu blog e seus texto !!!! Parabéns !!!! E concordo com vc, a culpa é sempre nossa, normalmente porque pensamos demais e na maioria das vezes esses pensamentos são beeeeeeeeeeemmmmmmm fantasiosos. Até +

Gabrielle disse...

ain, eu tbm dou uns gritinhos expontâneos, mas ngm nunca precisou ficar constrangido... mas mesmo assim, agora fiquei meio desconfiada...