segunda-feira, 29 de março de 2010

Ela gosta é de confusão

Nobres amigos e leitores do blog, é preciso muito cuidado com certas mocinhas! Como muitos já devem saber a paz, infelizmente, não é para todos. Isso porque - e entre tantos outros motivos -, existe moça que gosta mesmo é de uma laúza, de uma confusão, de um burburinho! Tem mocinha por aí (cuidado com elas, craques do Brasil) que são sanhosas. E quando o atacante menos espera, elas aprontam.

O nobre atacante da noite carioca conheceu esse tipinho ao vivo e a cores. Ele fora à uma festinha na casa de um conhecido, onde o número de atacantes e mocinhas estava equilibrado. Depois de abastecer-se com o mais gélido líquido dourado, nosso mestre da pequena área resolveu partir para o ataque. Fez uma pré-seleção dos alvos e disparou o primeiro torpedo.

- "Oi, mocinha. Tá sozinha?"

Ela gostou, apesar de ter prendido aquele risinho bobo no canto da boca e feito cara de desinteressada. Ouviu a pergunta do artilheiro e seguiu para o outro lado da festa. Ok, ok... isso faz parte da arte do flerte e nosso amigo sabia bem disso.

Dez minutos depois, ele preparou novo ataque. Pressionando pelos flancos, chegou perto dela e começou a conversa. Em poucos minutos a vontade de ambos era visível, mas quando nosso matador colocou a mão na citura dela e projetou uma aproximação física maior, ela soltou:

- "Aqui não, eu tenho namorado. Vamos lá embaixo!", disse a danadinha, dando a planta da situação.

O centroavante, legítimo solteiro e discípulo de Baco, ignorou o fato. Afinal de contas, ele era livre e é daqueles que gosta de disputar um jogo amistoso.

No térreo na casa, o clima esquentou, era beijo pra cá, mão acolá e nosso craque "quase, quase" marcou mais um golaço. Depois de um tempinho juntos, eles começaram a conversar, a mocinha disse que passava por uma fase ruim na relação e estava para terminar. Na hora de se despedir, trocaram telefone e nosso amigo foi pra casa feliz.

No dia seguinte, o telefone dele tocou. Não, não era ela. Era o namorado da mocinha que, como se soube depois, adorava uma confusão:

- "Ô, mermão. Tá pegando minha mulher? To sabendo... tu vai morrer", disse enfurecido.

***
Depois soubemos que a própria mocinha é quem tinha passado o número do celular do craque para o namorado. Numa confusão, horas depois da festinha, ela soltou: "Vai me largar, é? Sozinha eu não fico! Já tem até homem atrás de mim".

Nosso artilheiro teve um trabalho daqueles para reverter a situação e pôr fim à ameça de morte.

Por isso, meus craques, evitem esse tipinho de moça. Primeiro, evitem as comprometidas. E ao mínimo sinal de que a moça gosta de um barraco, de um sanhaço, pulem fora! Afinal de contas, o show tem que continuar!

A Culpa É Delas no jornal Extra




Clique na imagem acima e leia a matéria sobre os tipos de mulher que os artilheiros têm que evitar!




quarta-feira, 24 de março de 2010

Nas páginas do ACED...


A primeira edição do livro A Culpa É Delas esgotou em apenas uma hora de venda (Na foto ao lado, as amigas do blog esbanjam simpatia).
Com cerveja gelada e amigos e leitores reunidos, o jeito foi passar o restante do evento batendo papo e debatendo as aventuras e desventuras dos artilheiros da noite carioca. Quem não conseguiu comprar o livro, não se preocupe: a segunda edição já foi para o forno. Em breve, informaremos onde o livro pode ser comprado, tá?!
Mudando de assunto... nos comentários do último post, uma leitora do ACED (amiga ou inimiga do blog? hehehe), que se apresenta como Monique, disse o seguinte: "às vezes fica meio dificil de acreditar que algumas coisas aconteceram de verdade!"

A cúpula do A Culpa É Delas responde: "Monique, às vezes é difícil acreditar que elas realmente tomam certas posturas ou dizem certas frases".

E para ilustrar mais um caso, vamos contar uma história que um amigo do blog nos enviou. Dois craques tinham conhecido duas mocinhas em uma festa no Jardim Botânico. Depois de muito papo, eles resolveram tomar uma saideira no Baixo Gávea.
Um delas era bem comportada e quase não falava. A outra era pra mais soltinha e tinha atitudes que, por vezes, flertavam com a vulgaridade. Se é verdade ou não, essa segunda disse morar em Ipanema. A outra era do Grajaú.
Papo vai, papo vem e mais dois amigos se juntam à dupla de atacantes. Os quatro ficaram num papo paralelo, enquanto as mocinhas cochichavam. Em determinado momento, um deles começou a falar de um amigo em comum. Um dos atacantes não conseguia associar o nome à pessoa, então o amigo deu uma pista.
- É um que na sexta passada estava com uma camisa da FERRARI.
O nome da marca italiana ecoou com ar esperança no ouvido da mocinha de Ipanema, que despertou e perguntou:
- Ferrari? Quem de vocês têm uma Ferrari?
Os quatro se olharam e um deles desfez o mal entendido. E a mocinha, com carinha de triste, mas sem deixar a peteca cair, emendou de prima:

- Que pena... Por isso eu gosto de São Paulo. Lá sempre tem um gato andando de Ferrari...
***
Foi duro de ouvir, mas foi verdade. Há testemunhas!

O Culpa É Delas agradece a presença de todos que foram à festa de lançamento do livro!

terça-feira, 23 de março de 2010

O lançamento é hoje!

Amigos leitores e inimigas do blog: chegou o grande dia!

Como vocês podem ler no post abaixo, o lançamento do livro A Culpa É Delas, uma realização deste maravilhoso espaço virtual, será hoje, às 20h.

Apesar de termos recebido informações de que um grupo de "mocinhas-culpadas-barangas" irá fazer uma manifestação pelas ruas da Lapa, craques de todos os cantos do Rio se preparam para mais uma grande partida da Copa do Mundo da Azaração. É aguardar pra ver!
Na mídia...

Os artilheiros do ACED participaram, ontem à noite, do programa FM O Dia on line, dos bem-humorados e inteligentes Vitor Júnior (de camisa preta) e Viviane Tenório. Nas ondas da FM 100,5, os craques contaram algumas de suas histórias e ouviram outras incríveis. Desde já fica um agradecimento especial aos apresentadores e aos ouvintes. O programa é de segunda a sexta, a partir das 22h.

Aliás, teve uma mocinha que deixou alguns com uma pulga atrás da orelha. De dentro de uma van, voltando para casa após o trabalho, ela entrou ao vivo para falar com Vitor Júnior. A mocinha disse ter namorado e até deu o nome do rapaz. Falou da vida e acho que até ganhou uns convites para algum evento. Na hora de mandar um beijo especial, aquele de despedida, enviou-o para o . . . motorista da van!

Ela teve uma senhora chande de dar moral pro namorado, mas... Depois elas reclamam!

É ou não é? Diz aí...
(mande histórias, desabafos e sugestões para aculpaedelas@gmail.com)

terça-feira, 16 de março de 2010

A Culpa É Delas vira livro

As inimigas no blog não vão suportar a notícia: o A Culpa É Delas virou livro.

Juntamos histórias inéditas à uma seleção de melhores crônicas já publicadas no blog para compor o livro, que será lançado dia 23 de março, às 20h, na Rua Mem de Sá 126, na Lapa (o Maracanã da azaração).

É uma boa oportunidade para mais uma partidinha da Copa do Mundo do Flerte, não acham?!


Estão todos convidados!

quarta-feira, 10 de março de 2010

Festa no morro

A atração física é envolvente, mas nenhuma relação é bem-sucedida se baseada só nisso. É imprescindível, ao menos para os artilheiros-homens-de-bem, que haja uma interação cultural, intelectual... que um surpreenda o outro com suas ações e ideias.

Pois bem, nosso Camisa 7 conheceu uma mocinha dia desses. Ela era linda, linda, linda, mas quando abria a boca...

A gota d´água do romance que acabara de começar foi uma resposta da mocinha. A frase acabou com todo o brilho da atração, que nem as bem definidas curvas da sapeca foram capazes de manter aceso.

- "Vou te levar numa festa muito boa...", começou a dizer o craque.
- "É mesmo? Adoro festa", disse a moça
- "Vai ser no próximo final de semana... no Morro da Urca, vamos?", propôs o Don Juan dos trópicos.

Nesse momento, a menina fez cara de espanto. Nosso amigo não entendeu nada, até que ela disparou a pérola.

- "Morro? Ah não... não subo em morro, não. É muito perigoso", respondeu ela.

***
Para quem não é no Rio (se bem que muitos que não são daqui sabem disso), o que não era o caso da mocinha, a cúpula do ACED explica que o Morro da Urca é aquele que fica ao lado do Pão de Açúcar, por onde passa o famoso bondinho. E lá, regularmente, acontecem shows incríveis com estrelas da MPB, do samba, do funk...

Diante da resposta, o craque decidiu não insistir... fim de jogo!

quarta-feira, 3 de março de 2010

O "não" do artilheiro...

Quando o juiz apita dando início a mais uma disputa da Copa do Mundo Flerte, os craques começam a preparar os dribles e belas jogadas que vão fazer, rumo ao gol. As mocinhas, no entanto, ficam apenas esperando. A cúpula do A Culpa É Delas lamenta que na grande maioria dos casos o pontapé inicial seja dado pelos mocinhos.

Isso mesmo, na estúpida maioria das vezes, são sempre os homens que vão à caça, puxam assunto, falam primeiro das suas intenções. As mocinhas, em posição pra lá de cômoda, dizem sim ou não.

Sim, sabemos que algumas mocinhas driblam essa cultura e partem pro ataque (Salve elas!), mas elas não sabem lidar com algo que os heróis da azaração se acostumaram a colecionar desde a categoria juvenil: o toco, o não, o “sai pra lá”.

Um bravo artilheiro da noite carioca foi com um amigo, num chopinho de aniversário de uma amiga dele, no Centro do Rio. A cena era a tradicional: pessoas em volta da mesa empunhando com prazer suas canecas preenchidas com o líquido dourado e sagrado.

Lá pelas tantas e depois de muitas tulipas, a aniversariante, que era uma mocinha bem feinha, sentiu-se pronta para azarar (no sentido carioca da palavra) nosso amigo.

A danada partiu pra cima: encostou o corpinho dela no dele, ajeitou o cabelo, fez cara de sapeca e tudo mais.

O craque quase ficou sem graça e logo tratou de contornar o constrangimento.

- Calma ae, mocinha!
- Eu quero te dar um beijo...
- Não é assim, afasta um pouquinho.

O toco faz parte da vida. Nós, homens-de-bem-artilheiros-destemidos, sabemos disso. Um dia se ganha, um dia se perde. Mas a tal da danadinha aniversariante não soube lidar com isso. Vendo a recusa do nosso protagonista, ela aumentou a pressão.

- Eu sou aniversariante, tenho direito de escolher o meu presente...
- Deixa disso. Escolhe outro presente...
- Não. Eu quero você!
- Não vai rolar...

O clima já estava chato. E inconformada em ser dispensada, a mocinha atacou, apelando.

- Não quer ficar comigo? Por quê? Você é gay?
- Não. Só não quero... afasta um pouquinho vai...

Triste da vida, ela ainda insistiu:
- Você é padre? Só pode...

***
Faltou aquela malemolência à mocinha (ou álcool ao rapaz). No final das contas (ou das festas), é sempre possível encontrar um “campo maltratado para um atacante cansado”, ou melhor: um chinelo velho para um pé cansado...

Mas a mocinha preferiu questionar a masculinidade do artilheiro...

Agora vejam se isso tem sentido: mulher quando dá toco é seletiva. Homem que dá toco é gay... só na cabeça delas mesmo!