segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Uma reflexão

O blog anda devagar. Mas não morto. E A Culpa É Delas, claro.

A história de hoje aconteceu dia desses numa conversa entre amigos. O assunto entre dois craques e uma mocinha era a violência no Centro do Rio. Veja:

- Mas tá complicado andar pelo Centro do Rio depois das 18h - disse o Camisa 11.

- Po, nem fale. Um amigo meu foi roubado dia desses - acrescentou o Camisa 22.

Nisso, a mocinha entra na conversa:

- Eu li esses dias que os bandidos preferem assaltar os homens, e não as mulheres. Sabia disso?

- É mesmo, por quê?

E a danada explicou:

- É que quando o bandido vai assaltar o homem, ele sabe que o cara pode tentar reagir. Então, já vai preparado. Já quando a vítima é mulher, ele não sabe o que ela pode fazer, como ela vai reagir, é muito imprevisível, sabe?

Os craques se olharam.

- Calma aí, calma aí... não é só o bandido, não. Todos nós... não sabemos qual será a reação das mulheres... e em qualquer circunstância. Até porque, né?!... ninguém, ninguém mesmo, seja gente boa ou bandido, sabe do que uma mulher é capaz de fazer...

A mocinha apenas riu.

***
Maldade, muita maldade!

Aposto que as inimigas do blog discordam!

terça-feira, 20 de setembro de 2011

A pequena... furiosa

Alguns términos de namoro são trágicos, melancólicos. Mas acreditem: não precisa ser assim, minha gente. A história de hoje versa sobre isso.
Um dos nossos craques estava chegando numa festinha, numa sexta à noite. No carro, além da namorada, havia uma amiga dela.

Quando estavam estacionando avistaram um atacante, amigo da turma, deixando o local.
- Ei, Camisa 30!
- Fala, quanto tempo - respondou o atleta, aproximando-se.
- Não vai ficar na festinha?, o nosso amigo perguntou.
- Não... tá meio falido!

Neste momento, as amigas se olharam e falaram ao mesmo tempo:
- Ih... a Fulana deve estar na festa!

Fulana, caros leitores e inimigas do blog, é a ex-namorada do Camisa 30. O cara decidiu evitar encontrar com ela.

"Frouxo!", "Bobão!", "Cabeça fraca!". Temos certeza que nesta hora as inimigas do blog estão dedicando estes adjetivos ao Camisa 30, bravo guerreiro da noite.

Mas a gente explica. Certa vez, ele estava numa outra festinha e se interessou por uma mocinha. O flerte ganhou proporções quando a sapeca deu papo ao matador das quatro linhas do amor.

Lá pelas tantas, quando beijo era iminente... surgiu ela... Fulana, a ex-, braba como sempre. Aliás, a moça em questão é miúda. E por conta disso, não se sabe onde cabe tanta fúria. Pela estatura, poderia ser facilmente classificada como "mignon", "mignonzinho", sabe?. Mas, dado o temperamento, é melhor considerá-la a "Pequena Furiosa".

Sem pensar duas vezes, parou ao lado do Camisa 30, colocou a mão do braço dele e disparou:
- O que você pensa que está fazendo? Como assim? Hein?! Explica...

O atacante ficou sem jeito e foi socorrido pelas amigas dela. Isso mesmo, as meninas, amigas da Pequena Furiosa, puxaram-na.
- Calma, amiga. Para com isso!
- Ele não pode fazer isso.

E uma delas deu o últimato:
- Fulana, vocês terminaram há três meses... Controle-se!


***
Bem, depois disso, claro, o artilheiro da Copa do Mundo do Flerte passou a evitar os mesmos ambientes e, acredite, a fugir sempre que, mesmo de longe, avistasse a furiosa.

E a culpa é... claro, claro, vocês sabem!

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Mocinha educada

É impressionante a educação e bom senso que têm algumas mocinhas de hoje em dia. Recentemente, dois amigos saíam do trabalho e tiveram prova disso.

O cenário era o seguinte: uma esquina do centro do Rio, daquelas que ficam bem ermas após das 21h.

Pois bem, era uma terça-feria e já passavam das 22h, quando dois bravos atacantes desse Brasilzão de Deus passaram caminhando traquilamente pela escuridão da tal esquina.

Na outra, do mesmo quarteirão, há um bar, onde esses craques e seus amigos costumam beber alguns copos do gélido líquido dourado após o duro expediente. Só que naquela terça, o barzinho-aconchegante- ideal-pro-chope-pós-trabalho estava ocupado. Era o ponto escolhido por uns 100 universitários para uma chopada de início de semestre.

Tudo bem. Fica pra próxima. E a esquina escura?

Bem... a tal esquina virou banheiro da garotada. Quando nossos amigos a dobraram, perceberam algo se movendo. E a atenção do ser humano, como se sabe, é aguçada. Se algo se move por perto, é quase inevitável não virar a cabeça para ver do que se trata, correto?

A cena que nosso amigos presenciaram era a seguinte: uma moça agachada entre dois carros e outras duas, uma atrás e outra na frente da mijona, fazendo a tal barreirinha e servindo de apoio. Na traseira de um dos carros, havia mais duas sapecas, com copos nas mãos e falando alto. Talvez esperando a vez.

A cena foi vista por uns três segundos. Não deu tempo sequer de um comentário entre os atletas. Antes disso, uma das moças olhou para os nossos amigos e soltou, em linguagem arrastada e alta:

- Pooooo, na moraalll: VAAAAAZZZAAAAA!


***
Os craques, que não pararam um segundo para ver a cena, se entreolharam e riram. Fazer o quê?

Ou seria o caso de dizer: "desculpe-nos, senhoritas, nem percebemos que entramos equivocadamente no banheiro feminino!" ???

Pois é, inimigas do blog, sem qualquer caretice, quem está errado tem que pisar macio.

Quem ouve coisas desse tipo, até poderia devolver a grosseria. E se a mocinha fosse xingada de... (o que vcs preferirem, tá?!), a culpa seria de quem?! Ah tá...

quarta-feira, 20 de julho de 2011

O último apito

Queridos leitores e inimigas do blog, o "A Culpa É Delas" completa hoje quatro anos de vida.

São 48 meses usando este espaço virtual para mostrar as peripécias e travessuras do incrível mundo cor de rosa.


Apesar do momento feliz, a história de hoje não é nada, nada alegre. Sejam fortes! Lá vai:



Talentoso que só, nosso Camisa 11 entrou, em dezembro de 2007, numa partida daquelas. Veloz pelos flancos e com presença de área ganhou uma importante dividida e marcou um golaço na Copa do Mundo do Flerte. Foi saudado pela multidão, arrancou aplausos e provocou sorrisos extasiados. Era a glória. Só não podia imaginar que aquele gol, aquela conquista era também o seu auge.

E como se sabe, não existe para aonde subir após o último degrau. Ao se dar conta da máxima, perdeu os sentidos e... aaaaaah!... recebeu uma entrada criminosa. Nem viu de onde veio.

"Falta, falta", gritaram desesperados seus amigos de ataque.

Era cena de filme, com ambulâncias em volta e a imprensa tentando registrar lance a lance.

Nosso craque tentou voltar, mas acabou impedido pelo departamento médico. A contusão era grave e nosso gênio da pequena área precisou ficar em recuperação intensiva. Repouso total e longe, muito longe dos gramados. Foram meses, anos assim...

Os companheiros de ataque rezavam e pediam pela saúde do jogador a São Baixinho, o craque dos gols impossíveis. Uma corrente de fé e esperança tomou a equipe. Todos acreditavam em seu retorno.

Mas a notícia fatal emergiu das profundezas do inacreditável para desconforto de uma nação de amigos e fãs.

A contusão é, sim, mais grave do que se imaginava e nosso Camisa 11 corre o risco de nunca se recuperar. Ciente do drama, viu o fantástico sonho do milésimo gol acabar. E diante de tantos acontecimentos, só lhe restou uma saída: abandonar a carreira e deixar a Copa do Mundo do Flerte àqueles que, de forma sagaz e valente, conseguem fugir das faltas mais duras. Nosso craque não conseguiu.

Em breve, assim que dizer "sim", nosso Camisa 11 se juntará ao seleto grupo de artilheiros-boêmios-cariocas-aposentados desse Brasilzão de Deus.

Pendurou as chuteiras, mas não de mãos vazias. Exibe, orgulhoso, seu troféu... uma argolinha de dedo feita a ouro...


***

É isso, queridos e amados leitores, este valoroso blog comunica, não sem dor, a aposentadoria de mais um craque. E quando os artilheiros abandonam a Copa do Mundo do Flerte, vocês sabem, a Culpa é Delas.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Onde a dor não tem razão

Naquela tarde, a resenha, o famoso bate-papo na gíria dos boleiros, era sobre um atacante que, tentou ser artilheiro, mas atuou como mais um perna de pau desse Brasilzão.

O cara, vejam caros leitores, resolveu levar a ex-namorada para casa. Dormiu com a moça, relembrou os bons velhos tempos e... foi acordado, ai, ai, ai, pela atual... num daqueles FlaxFlus que nem o experiente MacGyver ou um ninja-samurai das arapucas seriam capazes de se livrar.

Diante do flagrante, o atacante mal das pernas não tentou dar uma de esperto. Pelo contrário: admitiu a culpa, aceitou o golpe e sugeriu que, a partir dali, cada um seguisse seu caminho. Era o fim!

E quem disse, que a mocinha se deu por satisfeita?

É que tem um tipo de mulher, amigos do blog e fieis leitores, que não sabe perder, vocês devem saber! A doida, num elã que Freud e Balzac explicam, começou a quebrar o apartamento do cara... quadros, TV, armário, pratos e copos etc.

Pois bem, o grupo que estava na tal resenha falando do caso passou a debater a reação da "danada, traída e invocada, destruidoras de patrimônio".

Foi aí (ai meu São Baixinho, o santo dos gols impossíveis!!!) que uma mocinha da roda resolveu defender a sapeca feroz.

- Pooo... o cara trai a mulher e simplesmente diz que vai terminar?? E vocês não querem que ela faça nada?
- Ué... claro que não. Ele vacilou e terminou o namoro. Queria que ele pedisse perdão ou sugerisse viver com as duas?
- Vocês são muito engraçados...
- É só um ponto de vista, calma - disse um outro amigo na roda.

E, então, a defensora das chifradas, disparou... daquele jeito: sem medo e sem piedade:

- É por isso que eu digo: se não doi no coração, TEM QUE DOER NO BOLSO!


***
A lógica da moça, claro, gerou medo e o assunto rapidamente foi trocado. Vai que... enfim!

Faz algum sentido isso, inimigas do blog?

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Patrimônio

Caros leitores e artilheiros deste país bonito por natureza, temos que confessar: "apesar de saber que serão boas histórias para o blog, às vezes é duro saber de algumas delas".

É que cada vez que algo desse tipo acontece, aumenta o descrédito a certos tipos de mocinhas.

Pois bem, dia desses, duas mulheres, na faixa dos 38, 40 anos conversavam alegremente. Uma delas contava que a filha mais velha, de 16 anos, estava "namorando firme", como diziam nossos antepassados.

Nisso, a amiga, ai, ai, sábia, como defendem as inimigas do blog, soltou, mas, assim, sem pensar duas vezes:

- Ó, mas você tem que ensinar sua filha a não receber presentinho barato, bobo.
- É?
- Claro... ela tem que cobrar do namorado, presentes que provem o tamanho do amor...
- Você acha? Mas ela só tem 16 aninhos?
- Acho... ela tem que pedir uma joia para ele. Nada de bijuteria, tem que ser joia e das pesadinhas...
- Ai, não sei...

E foi aí que a frase mais pareceu um torpedo estourando perto dos ouvidos, daqueles que são capazes de desnotear o sujeito.

- Menina, não seja boba. É assim que fazemos patrimônio.


***
Às custas do mocinho?

Fala sério!

segunda-feira, 13 de junho de 2011

A despedida

A decisão de casar mexe com qualquer pessoa. Quem leva a nova fase à sério, encara que dali pra frente, ou enquanto durar o matrimônio, só terá uma pessoa em sua vida. Uma decisão e tanto, e que em alguns casos vale muito a pena!

Foi o que aconteceu anos atrás com um casalzinho desse Brasilzão de Deus. Em determinado momento da relação, os pombinhos acharam que era a hora de juntar as escovas de dente. Estavam decididos, animados e apaixonados. Mobilizaram a família, juntaram dinheiro, marcaram a data e... disseram sim diante do padre. Que lindo!

O início foi uma maravilha. Todo dia tinha aquela "partidinha" animada, passeios românticos e muitos planos. Bem, pra melhorar, nos primeiros meses de casamento, a mocinha descobriu que estava grávida. Alegria geral, uma benção divina.

O atacante aposentado, feliz da vida, deu ao rebento o nome de um familiar. Uma homenagem e tanto. O craque, assim como a mocinha, estava realizando aquele sonho: ter uma família feliz!

O problema é que os anos passaram e o matador de antigamente percebeu que seu pequeno pupilo era um pouco diferente dele. Aos dois anos de idade, o miúdo era mais moreno, não tinha o cabelo tão liso como o do pai.

Achou estranho e, sem pestanejar, foi tirar a prova real. Silenciosamente, cortou uns fios de cabelo do pequeno e procurou um laboratório de genética:

- Por favor, um teste de DNA.

Pimba... a suspeita agora era certeza. O craque do passado, que abandonara a Copa do Mundo do Flerte em nome do "grande amor", não era o pai daquela criança.

A revolta tomou conta, os questionamentos não foram pacíficos. E a mocinha, triste e arrependida, confessou:

- Desculpe, meu amor. Dias antes de a gente se casar, eu fiz uma despedida de solteira com o meu ex-namorado e... você sabe! Foi um descuido!


***
Descuido?! No livro de regras do Jogo da Conquista isso tem outro nome!

Numa bicuda daquelas, o casamento, claro, foi lançado pra fora do estádio. E a culpa, caros amigos do blog, é... vocês sabem!

sexta-feira, 3 de junho de 2011

A fugitiva

Não sabemos dizer ao certo o porquê, mas as partidas casuais ainda são um tabu na nossa sociedade. Acreditem, até mesmo entre algumas mocinhas de 20 e poucos anos.

Vejam o que aconteceu com o admirado Camisa 27 dia desses, na Casa Rosa, na Zona Sul do Rio. Lá pelas tantas, apesar de estar acompanhado por um grupo de amigos, ele resolveu dar um giro sozinho pelo recinto. Quando se dirigia ao segundo ambiente da casa, o quartinho de funk que tem nos fundos, deparou-se com uma bela mocinha parada na escada.

- “É ela”, pensou o artilheiro.

Subiu um degrau, riu pra mocinha e se apresentou. Começaram a conversar e ele quis saber um pouco mais sobre seu alvo.

Foram ao salão principal e... bimpa! Começaram a trocar beijos e carinhos. Devido à vontade que a mocinha deixava transparecer, nosso craque logo previu que a noite lhe reservava uma grande partida, só não imaginava que seria preciso um drible daqueles. Vocês vão entender!

A mocinha estava acompanhada da irmã e umas amigas, um grupinho que se mostrava contrário às “partidinhas casuais-amistosas-semcompromisso”.

Pois bem, a festa já estava no fim e nosso artilheiro, bastante interado com sua conquista, convidou-a para dormir em sua casa.

- “Ai, eu quero ir mas...”, disse ela.

- “Mas o quê?. Vamos pegar um táxi e ir lá para casa”, reforçou o convite.

O problema, caros leitores, era que a irmã da mocinha marcava em cima. Era um zagueirão e não gostava que suas amigas e a irmã se aventurassem em braços alheios. O matador ficou pensando no que fazer, mas o plano foi da própria moça.

- “Faz o seguinte: vai lá pra fora. Vou dizer que vou ao banheiro e já te encontro na porta”, propôs a danada.


***

O que foi marcado, foi feito. E a mocinha da história teve que fugir da irmã para cair nos braços do nosso Camisa 27. Mais um gol brasileiro!

Mocinhas, será que preciso disso tudo?! Ai, ai!






(Essa história faz parte do livro A Culpa É Delas, lançado pela editora Multifoco)

terça-feira, 24 de maio de 2011

Mulher Coca-Cola

Ao contrário do post anterior, este não tem nada a ver com piada antiga. No caso da história de hoje, a "Mulher Coca-Cola" não é aquela que é "só pressão". Vocês vão entender.

Dia desses, caros e amados leitores do blog, um artilheiro deste Brasilzão, de incontáveis tentos pela nação brasofeminina, marcou um gol de placa. A sapeca, seu alvo maior nos últimos tempos, o provocava com vontade.

Açulava, com requintes de crueldade, o nosso matador. Ele segurou firme. Apesar de ela ter declinado da "partidinha a dois" por duas vezes quando os times, acreditem, já estavam quase em campo, ele manteve o foco.

Chamou a danada para tomar um chope com uns amigos do trabalho. Foram a um bar no Centro do Rio e começaram a bebedeira. A mocinha, com todo seu instinto provocador, esfregava um dos pés nas pernas do atacante por debaixo da mesa, claro.

Ele gostou e previu: é hoje que marco esse gol!

Com o tempo, os amigos foram se despedindo até que restaram o craque, a mocinha e mais um amigo.

De repente, a mocinha vai ao banheiro e lança ao nosso Don Juan Tupiniquim um olhar 43, aquele saindo de lado...

Claro, ele foi atrás.

Não havia fila no banheiro. Eles se olharam, ele pegou-a pela mão e ao pé do ouvido soltou:

- Vai ser agora!

O sorriso, safado e preso ao canto da boca, soou como um sim.

Trancaram-se no banheiro e feminino e.... ai, ai, ai.... mais um goooooool brasileiro!

Como aquela era a primeira vez do casal, aconteceu cheia de vontade. Natural.

Excitação nas alturas e movimentos bruscos, contato contínuo e muito suor com a fragância da luxúria. Bem, vocês sabem como é, né?!

A partidinha foi interrompida por insistentes batidas à porta do banheiro e seguidas peguntas de "Tem gente aí? ou "morreu aí dentro?"

O casal se recompôs e, para evitar o constrangimento, saíram do banheiro, um atrás do outro, em passos largos, sem olhar para quem estava na fila. Ufa!

Deram um tempinho, cada um de um lado e depois voltaram à mesa.

Aí, vem a história da Coca-Cola... sabe quando alguém balança a garrafa e depois abre? Pois bem...

O ritmo alucinado do vuco-vuco deixou a moça mareada.

Quando nosso amigo percebeu, a sapeca já estava meio e verde e... uaaaaaarrrrrhhhh!

"Devolveu" os chopes e afins sobre a mesa do bar.

Lamentável!


***
Nosso centroavante, cavalheiro que só, não se abalou. Ajudou a moça a se recompor e a levou pra casa dela... mas aquele segundo tempo que era tão esperado, não aconteceu! A culpa é... vocês sabem!

terça-feira, 17 de maio de 2011

Leitura recomendada

Queridos leitores e inimigas do blog, a foto ao lado, que circula (há anos, nós sabemos!) pelo fantástico mundo virtual da internet, levanta uma dúvida: afinal de contas, o que o camarada ao lado realmente está lendo?

(a) - Um livro sobre a revolução digital
(b) - Uma tese de doutorado
(c) - O incrível e necessário manual "Como entender as mulheres"


O que vocês acham?







***
Registro: piada boa até fica velha, mas nunca deixa de ser boa!

terça-feira, 3 de maio de 2011

Dois mundos

O romance de Dé e Nina, o menino pobre que namorou a menina rica da Zona Sul carioca, é encantador. Mas, claro, coisa de filme. Este enlace fez sucesso nos cinemas brasileiros, em 2008, em "Era uma vez...", de Breno Silveira, lembra?!

Pois bem... na vida real, a história é outra. E a prova disso, caros leitores e inimigas do blog, aconteceu recentemente com um artilheiro da Cidade Maravilhosa. Por dois anos, ele deixou a Copa do Mundo da Azaração de lado e foi viver "seu grande amor".

E, vejam, a distância entre "esses mundos" nem era grande como a dos personagens do filme!.

Nosso craque, legítimo boêmio da Zona Norte, tem um salário razoável e sempre fez os caprichos da amada. Mas ela, uma mocinha linda e sapeca da Zona Sul, ganhava mais que ele. E isso, contudo, nunca pareceu ser um problema. E por que seria?

Mas, amigos e amigas deste espaço virtual, após dois anos de namoro, o assunto "casamento" começou a rondar o casal. Parecia uma vontade mútua até que ela (e quem mais seria?) surgiu com suas certezas e indagações.

- Casar... complicado, né?
- Você acha?, perguntou o nobre matador.

E nesse momento (livrai-me São Baixinho, o santo dos gols impossíveis), ela mostrou que razão e emoção, distantes como o Maracanã e o Camp Nou, estavam prestes a dar uma lição no danado do amor:

- Acho. É que se eu ganho R$ 3 mil e você ganha R$ 2 mil, na verdade, meu salário é de R$ 2,5 mil - soltou sem medo, fazendo uma conta que lhe desfavorecia.

- Não, que isso... - ainda tentou argumentar.

E acreditem, destemidos leitores, não era tudo. Ela (ai, ai, que dor!) ainda tinha mais o que dizer:

- Outra coisa... eu cresci na Zona Sul, sabe... Com esse salário, a gente não conseguiria morar por aqui, onde tem praia e os lugares que gosto de frequentar...

***
A distância entre esses mundos, que parecia pequena, ganhou dimensões inimagináveis e o namoro, claro, foi parar na fossa do mais imundo dos estádios.

Agora, cá entre nós, o ACED quer saber:

Se ele ganhasse mais, ela diria: "Não, amor, não podemos. Seu padrão de vida vai cair e como eu te amo, quero que você siga com uma pessoa que ganhe mais..." ?

segunda-feira, 25 de abril de 2011

A diferença

A luta pela igualdade entre homens e mulheres promete ser eterna. Assim como as diferenças entre um e outro. No último carnaval carioca, durante o desfile de um bloco, pôde-se ver e ouvir nítidamente o quão diferente são os seres de cada sexo.

Fazia um calor daqueles na cidade, os ambulantes vendiam cerveja que nem água no deserto. O ferormônio, ai, ai, ai, exalava de cada corpo suado de desejo que saltitava atrás do cordão. E é aí, nesse exato momento, que os homens, sempre eles, iniciam uma investida amorosa. A cantada, em alto e bom som e mais escrachada que o espírito carioca era:

- Pode ser gorda, pode ser feia / Só não pode ser gorda e feia!, gritavam dezenas, centenas de foliões em busca de mais um gol brasileiro.

O revide, das mocinhas, claro, veio segundos depois, mostrando a eterna diferença de... necessidade?

Elas, em coro, gritavam:

- Pode ser feio, pode ser pobre / só não pode ser feio e pobre!

***
Os homens, como mostra a musiquinha, se preocupava apenas com a estética. Se fosse uma gordinha bonita... gol! Se fosse uma feinha gostosona... gol! Já as meninas...

Por que essa parte de "quem não tem dinheiro, não tem vez" precisa entrar em cena, hein, mocinhas?!

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Controle rígido

A base de qualquer relação, caros leitores, como todos já devem saber, tem que ser a confiança. Se não for, de que vale dividir os bons momentos e passar péssimos quando a pessoa amada estiver distante?

Para aquelas que não aprenderam essa lição, o cotidiano é recheado de táticas de investigação e pela busca por provas de infidelidade. Inimigas do blog, o ACED alerta: isso faz mal à saude!

Dia desses, duas mocinhas conversavam sobre a vida. E uma delas, assim, só pra variar, começou a falar sobre o marido. Lá pelas tantas confessou:

- Eu mexo no celular dele todo dia...
- Sério? Já encontrou alguma coisa?
- Não, ainda não... Mas ó.. eu apago todos os números com nome de mulher do celular dele.
- E ele não reclama?
- Um pouco, mas eu rodo a baiana e ele para de reclamar. Mas, não... não deixo ele ter contato de mulher no celular...
- Ai, amiga, nem sei o que dizer...

Caros e fieis leitores, vocês já ouviram uma história triste, que só tinha tragédia, e conseguia ter um final pior ainda? Pois bem... esta é uma dessas histórias. Por fim, a "sapeca 007 deletadora de contatos" ainda disparou o tiro de misericórdia:

- E agora eu apago também o contato de homens que foram recentemente gravados na agenda do celular dele!
- Mas e se for um amigo novo realmente?, quis saber a amiga da sapeca.
- Tô nem aí... pode ser contato de mulher com nome de homem. Vou lá e apago!

***
A namorado dessa moça até pode ser um "craque sapecão livre, leve e solto", mas nada justifica.

Inimigas do blog, a sentença é clara: o fim (desse relacionamento) está próximo.

E alguém tem dúvida sobre de quem é a culpa?!

terça-feira, 5 de abril de 2011

Fofoquinha...

Vejam só vocês, mocinhas sapecas, como é bom andar na linha. A história de hoje, pelo incrível que pareça, não tem a ver com a guerra dos sexos no campo amoroso. Versaremos no gramado profissional, ou melhor, do ambiente de trabalho.

Um craque carioca ligou dia desses para um de nossos artilheiros. Precisava da indicação de alguém para trabalhar em sua empresa.

- E aí, amigo, tudo em paz?
- Sempre, meu nobre. E você?
- Abriu uma vaga aqui da empresa, salário bom, coisa de quase R$ 5 mil.
- Bom mesmo, hein!
- É, cara! Conhece alguém pra indicar? Tem que se homem.
- Homem? Que preconceito, camarada!
- Não é não. Quem estava nessa vaga antes era uma mulher e pelas mãos dela passavam informações preciosas, ela ficava sabendo de muita coisa. Só que pouco depois de ela começar aqui, as informações começaram a vazar, surgiu uma fofocada na empresa. Aí descobriram que era tudo coisa dela. Agora, só querem contratar homem... sabe como é, né?!
- Claro, claro - completou nosso craque.

***
Bem, inimigas do blog, as mocinhas que poderiam ocupar essa vaga e tirar onda por aí, acabaram prejudicadas por uma.... mocinha!

Fofoquinha no trabalho? Ai, ai... a culpa é delas!

sexta-feira, 25 de março de 2011

Cada um no seu...

A frase "cada um no seu quadrado", dependendo da forma que usada e da interpretação, é profunda. Torna-se mais significativa que o bizarro hit que dominou a internet e as rádios tempos atrás. É que na guerra dos sexos, como em qualquer outra, é preciso saber qual é o seu território e até que ponto você pode avançar.

Não entenderam? A gente explica. Meses atrás, um nobre artilheiro deste blog, um Apolo do Olimpo brasileiro, fez mais um ano de vida.

Músico, boêmio e profundo conhecedor das carências femininas, é daqueles que sassaricam diante de muitas moças. Para festejar seu "ano novo", decidiu comemorar numa casa da Lapa, onde há roda de samba semanal e, claro, aberta ao público. Contudo, não fez alarde. Chamou apenas os mais chegados.

Bem, só que artilheiro é notícia.

Uma pessoa comenta aqui, outra comenta acolá, e a informação chegou aos ouvidos de Fulaninha. Essa danada queria que o atacante trocasse a Copa do Mundo do Flerte pela companhia dela. Isso... trabalhava (e muito) para entrar em definitivo para a seleção do nosso craque.

Naquela altura do campeonato, ela rivalizava, mesmo sem saber, com Ciclana, a ex-namorada do nosso Hércules da Azaração.

E para sua festa de aniversário, o craque convidou apenas a ex.

Fulaninha, no entanto, sentiu-se no direito de ir, mesmo não tendo sido convidada pelo jogador.

Não deu outra. O samba comia solto, o artilheiro confraternizava com os amigos e amigas, bebia, em doses industrias, a mais gélida das cervejas até que seu olhar cruzou com o da "ex". Ele se aproximou, feliz com a data e a reunião harmoniosa, deixou de lado todas as aporrinhações do passado. Fez-se o clima e eles ficaram juntinhos, como se dançassem uma música lenta, embora saísse das caixas de som o bom e velho batuque do Fundo de Quintal.

Claro, não seria diferente. Foi nessa hora, no mais sublime dos momentos, que ela, Fulaninha, surgiu na festa. Os olhares eram capazes de fuzilar alguém a qualquer momento. A cara feia de Fulaninha logo denunciou o problema. E no centro da polêmica, entre a ex e a peguete, nosso protagonista ria pra não chorar.

Houve um esboço de conversa, apenas um esboço. Os amigos do craque, fiéis escudeiros e baluartes da boa vizinhança, logo trataram de mexer no tabuleiro. Um chegou perto da ex, outro puxou assunto com a peguete.

Nosso amigo, conhecedor do comportamento daquelas que tinha no peito, sabia que o caldo ia entornar diante de qualquer demonstração de afeto por uma... ou por outra. A solução foi olhar pro juiz e, mesmo antes dos 90 minutos, pedir o fim da partida.

- To indo embora - disse a um amigo.

***
Meninas, meninas, respeitem o espaço alheio. Nesse caso, é cada um no seu quadrado mesmo!

Pois a chegada de Fulaninha, a intrusa, deixou ao nosso craque uma única alternativa: protagonizar um aniversário sem aniversariante.

A Culpa É Delas... nem cabe recurso!

***
Mande suas histórias, dúvidas ou desabafos para aculpaedelas@gmail.com

sexta-feira, 18 de março de 2011

A boxeadora

O fantástico mundo cor-de-rosa, mais uma vez, aprontou das suas pra cima de um de nossos artilheiros. O craque do flerte foi curtir um final de domingo em uma boate na Tijuca. Ao lado dos amigos e munido de sua tulipa de chope, nosso incomparável Don Juan Tupiniquim avistou uma mocinha linda, linda e, claro, partiu pra cima.

A sapeca, incapaz de resistir aos avanços do atacante, não fez "docinho" e logo caiu nos braços do nobre matador.

O problema, caros leitores, é que tem mocinha que foge do script e.... ai, ai!

Bem, o flerte, arte que nossos craques desenvolvem com maestria, chega até a perder o brilho nessas horas. Vocês vão entender.

Depois dos primeiros beijos, a danada resolveu se soltar. Olhou para o centroavante - que, como certa vez uma mocinha definiu, é espadaúdo - e soltou, sem dó:

- Você luta boxe?, disse, simulando um gingado no "ringue".
- Não.
- Eu luto, sabia?
- É mesmo? Legal!
- Quer ver?
- Ver o quê?, perguntou o atleta, enquanto o Dj detonava nas picapes.
- Olha só. Eu aguento soco.

Nosso amigo parecia não acreditar no rumo que a conversa estava tomando.
- Soco? poxa...
- Vem cá... bate, bate aqui - pediu a sapeca, dando tapinhas na própria barriga.
- Não. Que isso? - tentou desconversar o artilheiro, enquanto olhava para o lados procurando saber se os movimentos da mocinha chamavam a atenção do público.
- Bate, pô! Eu aguento. Bate aqui, ó! - insistiu a louca, aumentando o tom de voz.
- Estamos dentro da boate, para com isso.
- Soca, artilheiro! - clamou a moça, batendo na própria barriga com mais força.

Aí, inimigas do blog, não dá, né?!

Nosso matador, crente, crente que ia ter uma noite de chamego, viu um triste cenário diante de seus olhos. A única alternativa que lhe restou, foi a clássica:

- Calma aí. Vou ali pegar um chope... - disse o Camisa 7, tirando o time de campo.

***
O conquistador dos Trópicos, claro, desistiu da mocinha e resolveu atacar na direção de outra pequena área.

Bem, culpa dela, né?!

Valha-me Deus!

quinta-feira, 10 de março de 2011

Ela gostava mesmo é de...

Queridos leitores desse Brasilzão de Deus e do exterior, o blog A Culpa É Delas está de volta das férias. O carnaval (ufa!) foi pra lá de desgastante e olha que, para alguns artilheiros, ele ainda nem acabou. Chegou a hora de voltar a contar as peripécias do mundo cor de rosa!

A história de hoje é impressionante. E não poderia ser diferente, né?! É a trama que marcará o retorno do ACED. E por mais que surjam dúvidas, a gente responde antes que a questão se levante: sim, como todas as histórias do blog, essa aconteceu. Verdade verdadeira.

Vamos lá:

A mocinha, sapeca que só, acordou num dia de sol com uma vontade bastante incomum (ou será que não é?): queria ser garota de programa por uma noite.

Isso mesmo! A danadinha, de classe média, resolveu vestir uma saia curta, carregar na maquiagem e no decote e ir pra pista.... ou melhor, pra Avenida Atlântica.

Ela parou o carro perto de onde algumas moças oferecem seus serviço. Nova na área, teve algumas rejeições e acabou se afastando um pouco das "colegas". Nada que a impedisse de realizar sua vontade.

A danada deu a escolher cliente. Quando vinha um que ela não gostava, colocava o preço lá em cima. Mas teve um, amigos e amigas do blog, que ela foi com a cara. Depois de um papinho cheio de saliência, ela fechou o preço: R$ 200 por duas horas. E lá foram eles pro cinco letras.

O programa transcorreu às mil maravilhas. A moça se soltou e fez daquela uma noite quente. O jovem rapaz nem podia imaginar que ela não era do ofício.

Para uma amiga, ela revelou os detalhes e fez uma confissão.

- Não acredito que você fez isso - disse a amiga.
- Fiz, sim. Foi legal. Não quero fazer de novo, sei lá... - argumentou a protagonista.
- Mas você não ficou com medo de o cara tentar algo estranho, te bater?
- Não. Escolhi bem, amiga.
- E do que você mais gostou?

Aí, queridos leitores e inimigas do blog, ela fez a confissão reveladora, estarrecedora para alguns:

- O sexo foi bom. Ele era gatinho, mas eu gozei mesmo foi quando ele colocou os duzentos reais na cama - disparou sem dó.

***
Caraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaamba. Falta fôlego!

Dias depois, um carinha com quem ela saía soube da história e pulou fora. E olha que ela só contou para UMA amiga, que jurou não contar pra ninguém.

Não, não vamos fazer juízo de valor. Nada contra a profissão, nada contra a decisão da mocinha.

Cada leitor, em paz com sua consciência, que tente entender... ou não!

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Pausa nas férias: ACED recomenda a leitura!

Amigos, amigas e inimigas do blog,

Vamos interromper nossas férias para indicar a leitura do blog do nosso amigo Janir Júnior, o Rio de Chinelo. Em uma de suas aventuras Rio x Niterói, o dono do blog também entrou no embalo da série 'As Cariocas', da TV Globo, e presenciou alguns diálogos "interessantes" da 'Solteira de São Gonçalo'. A leitura é divertida e o ACED recomenda!