segunda-feira, 25 de abril de 2011

A diferença

A luta pela igualdade entre homens e mulheres promete ser eterna. Assim como as diferenças entre um e outro. No último carnaval carioca, durante o desfile de um bloco, pôde-se ver e ouvir nítidamente o quão diferente são os seres de cada sexo.

Fazia um calor daqueles na cidade, os ambulantes vendiam cerveja que nem água no deserto. O ferormônio, ai, ai, ai, exalava de cada corpo suado de desejo que saltitava atrás do cordão. E é aí, nesse exato momento, que os homens, sempre eles, iniciam uma investida amorosa. A cantada, em alto e bom som e mais escrachada que o espírito carioca era:

- Pode ser gorda, pode ser feia / Só não pode ser gorda e feia!, gritavam dezenas, centenas de foliões em busca de mais um gol brasileiro.

O revide, das mocinhas, claro, veio segundos depois, mostrando a eterna diferença de... necessidade?

Elas, em coro, gritavam:

- Pode ser feio, pode ser pobre / só não pode ser feio e pobre!

***
Os homens, como mostra a musiquinha, se preocupava apenas com a estética. Se fosse uma gordinha bonita... gol! Se fosse uma feinha gostosona... gol! Já as meninas...

Por que essa parte de "quem não tem dinheiro, não tem vez" precisa entrar em cena, hein, mocinhas?!

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Controle rígido

A base de qualquer relação, caros leitores, como todos já devem saber, tem que ser a confiança. Se não for, de que vale dividir os bons momentos e passar péssimos quando a pessoa amada estiver distante?

Para aquelas que não aprenderam essa lição, o cotidiano é recheado de táticas de investigação e pela busca por provas de infidelidade. Inimigas do blog, o ACED alerta: isso faz mal à saude!

Dia desses, duas mocinhas conversavam sobre a vida. E uma delas, assim, só pra variar, começou a falar sobre o marido. Lá pelas tantas confessou:

- Eu mexo no celular dele todo dia...
- Sério? Já encontrou alguma coisa?
- Não, ainda não... Mas ó.. eu apago todos os números com nome de mulher do celular dele.
- E ele não reclama?
- Um pouco, mas eu rodo a baiana e ele para de reclamar. Mas, não... não deixo ele ter contato de mulher no celular...
- Ai, amiga, nem sei o que dizer...

Caros e fieis leitores, vocês já ouviram uma história triste, que só tinha tragédia, e conseguia ter um final pior ainda? Pois bem... esta é uma dessas histórias. Por fim, a "sapeca 007 deletadora de contatos" ainda disparou o tiro de misericórdia:

- E agora eu apago também o contato de homens que foram recentemente gravados na agenda do celular dele!
- Mas e se for um amigo novo realmente?, quis saber a amiga da sapeca.
- Tô nem aí... pode ser contato de mulher com nome de homem. Vou lá e apago!

***
A namorado dessa moça até pode ser um "craque sapecão livre, leve e solto", mas nada justifica.

Inimigas do blog, a sentença é clara: o fim (desse relacionamento) está próximo.

E alguém tem dúvida sobre de quem é a culpa?!

terça-feira, 5 de abril de 2011

Fofoquinha...

Vejam só vocês, mocinhas sapecas, como é bom andar na linha. A história de hoje, pelo incrível que pareça, não tem a ver com a guerra dos sexos no campo amoroso. Versaremos no gramado profissional, ou melhor, do ambiente de trabalho.

Um craque carioca ligou dia desses para um de nossos artilheiros. Precisava da indicação de alguém para trabalhar em sua empresa.

- E aí, amigo, tudo em paz?
- Sempre, meu nobre. E você?
- Abriu uma vaga aqui da empresa, salário bom, coisa de quase R$ 5 mil.
- Bom mesmo, hein!
- É, cara! Conhece alguém pra indicar? Tem que se homem.
- Homem? Que preconceito, camarada!
- Não é não. Quem estava nessa vaga antes era uma mulher e pelas mãos dela passavam informações preciosas, ela ficava sabendo de muita coisa. Só que pouco depois de ela começar aqui, as informações começaram a vazar, surgiu uma fofocada na empresa. Aí descobriram que era tudo coisa dela. Agora, só querem contratar homem... sabe como é, né?!
- Claro, claro - completou nosso craque.

***
Bem, inimigas do blog, as mocinhas que poderiam ocupar essa vaga e tirar onda por aí, acabaram prejudicadas por uma.... mocinha!

Fofoquinha no trabalho? Ai, ai... a culpa é delas!